Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Set 17

“Indigenous and environmental rights under attack in Brazil, UN rights experts warn”

(08.06.2017/un.org)

 

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 Manifestação do povo indígena brasileiro

Contra a violação sistemática dos seus direitos

(Brasília/Gregg Newton/Reuters)

 

Depois do processo aberto contra o ex-Presidente LULA e da perseguição eficaz levada a cabo contra o último Presidente eleito (em Eleições) DILMA, o Brasil agora nas mãos do ex-vice-de Dilma (após a declaração de impeachment) TEMER, encontra-se neste momento verdadeiramente entregue aos Bichos: com a selva da Amazónia a ser de novo uma das maiores vítimas deste abandono (deliberado e criminoso) da concretização do objetivo de preservação desta grande Reserva Ecológica e Pulmão do Mundo (devendo ser considerado Património da Humanidade), com os políticos a oferecerem-na com contrapartidas aos Bichos (pega lá/dá cá) e com estes como consequência a darem cabo da madeira (como o faz o caruncho, o gorgulho e a broca), a desflorestarem a Amazónia (fazendo desaparecer de uma forma completa e definitiva a floresta) e a substituírem a anterior Selva por terrenos agrícolas (exploração intensiva e com recurso a pesticidas) ou de prospeção mineira (ainda pior dados os produtos químicos perigosos e extremamente tóxicos envolvidos como o mercúrio).

 

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 Tribo de índios de uma remota região da Amazónia

Descoberta há anos e preferindo manter-se isolada

(Gleison Miranda/Funai/EPA)

 

Um processo fazendo-nos de novo recuar ao tempo antigo das ditaduras militares instaladas no Brasil (como em toda a América Latina) em que tudo era possível (para o poder) ‒ até fazer desaparecer pessoas incluindo as residindo fora das cidades, como era o caso de certos aglomerados populacionais como os das tribos da Amazónia ‒ com grandes extensões de terrenos a serem controlados por fazendeiros (os tais coronéis) reduzindo os trabalhadores agrícolas ao estatuto de escravos, ou então face à riqueza mineral do subsolo desta região do Brasil (por exemplo em ouro e estendendo-se por países limítrofes e tendo a selva em comum como o Perú) com garimpeiros e outros exploradores (acompanhados por mercenários bem armados) a lançarem-se pela selva Amazónia dentro e a destruírem (abatendo as árvores), a matarem (abatendo os residentes e indígenas) e a poluírem (todo o ecossistema suporte de vida local, regional mas também Global).

 

“The Brazilian agency charged with protecting nearly a million indigenous people and their extensive reserves is barely functioning after a debilitating assault from a powerful group of conservative politicians and a cost-cutting government.”

(10.07.2017/theguardian.com)

 

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 Possíveis sinais de mais um ataque de garimpeiros contra os indígenas

Com casas destruídas e queimadas

(Funai)

 

Um sintoma significando o aprofundamento da doença que toda a sociedade brasileira atualmente atravessa, num país desgovernado (e sem Presidente eleito), com a Justiça sem poder (real) para alterar o processo (dada a generalização e banalização da corrupção bem estampada no topo da pirâmide do poder brasileiro), com um mercado sempre perto da bancarrota apesar de toda a sua formidável riqueza (até em petróleo), com os preços a subirem, o desemprego a aumentar e com muitas infraestruturas básicas (saúde, educação, transportes) cada vez mais próximas do colapso (financeiro) ‒ e com todo este conjunto a formar um determinado padrão convidando cada vez mais à prepotência e ao crime (como arma).

 

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 Vale Javari onde terá ocorrido o massacre (de pelo menos 10 índios)

‒ Dos mais de 50 já mortos já registados na primeira metade de 2017

(AFP)

 

Segundo notícias recentes com os crimes a voltarem de novo e em força à região da selva Amazónica (neste caso envolvendo tribos habitando perto de regiões fronteiriças localizadas entre o Brasil e o Perú) com prospetores de ouro no seu caminho através da floresta (na procura do tão precioso metal) a depararem-se com tribos de indígenas opondo-se a esta invasão e ocupação dos seus territórios e simplesmente a matarem (como animais) e a prosseguirem no seu objetivo. Com as vítimas a serem provavelmente elementos integrando uma tribo local (aparentemente incontactável) observada por uma das primeiras vezes em 2014 por um grupo de investigadores: apenas graças à Fundação Nacional do Índio do Brasil conseguindo pôr este caso (do assassinato de membros de uma tribo do Brasil por prospetores de ouro em ação ilegal e clandestina na Amazónia) na agenda dos promotores da Justiça brasileira, dado o desinteresse das autoridades governamentais por tudo o que se passa nessa região (deixando o tempo correr, as vítimas aumentar e a floresta desaparecer). Uma tribo de índios, descoberto há poucos anos por uma equipa de investigadores/estudiosos, preferindo o isolamento, vivendo na região da Amazónia entre o Brasil e o Perú (Vale Javari) e muito provavelmente em conjunto com outros elementos/tribos (fala-se em mais de uma dúzia de tribos) dos dois lados da fronteira (até com possíveis ligações de sangue) sendo atualmente e no seu próprio território (muito dele ainda virgem) invadido, atacado e finalmente assassinado. Com todo o Mundo em silêncio.

 

(imagens: as indicadas em legenda)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:37

10
Abr 15

“Islamic State militants attacked the capital of Iraq's vast Anbar province on multiple fronts on Friday, seizing two areas on the city outskirts in a setback for a government campaign to retake the desert terrain.”

 

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Iraque – Província de Anbar – Cidade de Hit
(localizada 140km a oeste da capital Bagdad)

 

Enquanto os grandes líderes mundiais não perceberem que “ tribos há muitas mas que todas elas têm a mesma força”, conflitos como o do Iraque nunca mais acabarão (Vietname, Afeganistão, Iémen).

 

Uma tribo por mais tribos a que se alie, nunca vergará outra tribo por mais isolada que ela esteja.

 

E se a exterminar por necessidade de afirmação, outra a substituirá por espírito de sobrevivência.

 

O que agora aconteceu no Iraque é assim basicamente normal e para qualquer estudioso na região considerado simplesmente banal:

 

“ISIS Attacks Capital Of Iraq's Anbar Province, Hundreds Of Families Flee Area.”

 

Uma tribo iraquiana lutando pela sobrevivência do seu grupo abriu as portas aqueles que na altura lhes apontavam as armas e com o seu acto pôs em causa a sobrevivência de outras tribos.

 

Heróis? Traidores?

 

Dependendo do lado analítico e das interpretações do poder vigente (e com o povo – como sempre – personificando a vítima).

 

(texto/itálico/negrito: huffingtonpost.com – imagem: Associated Press)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

14
Jul 12

 

Este primeiro grupo de emigrantes portugueses que partiram há já vários meses do nosso país à procura da felicidade que não tinham ainda encontrado na sua querida terra natal, foi detetado acidentalmente por nómadas do deserto passando na altura nessa zona, já bem mergulhados no interior do continente africano. Outro grupo que se encontrava mais atrasado na sua caminhada, informou-nos que muito provavelmente os seus colegas aqui retratados estarão já a atravessar o deserto da Namíbia contando com a ajuda de amigos de algumas tribos locais. Convém no entanto salientar que estes nossos compatriotas e verdadeiros aventureiros evitaram sempre no seu trajeto fazer a sua passagem nas proximidades das antigas colónias portuguesas como a Guiné, Cabo Verde e Angola, de modo a evitar qualquer tipo de atitude retaliatória por parte das sinistras personagens africanas que dominam e controlam estes países, roubando os seus cidadãos sem vergonha e até ao tutano e fazendo a lavagem final e milagrosa desse dinheiro em Portugal, com os seus amigos portugueses, antes brancos e racistas de origem e agora nobres portadores de sangue preto e certificados com o estatuto pedigree.

 

 

Outro grupo de emigrantes dirigiu-se alternativamente para o norte da Europa procurando melhores condições de vida, já que o seu país de origem e de uma forma incrível e jamais imaginada deixara de querer fornecer, por simples desativação e consequente desaparecimento estatístico dos seus anteriores cidadãos; e também na esperança que a riqueza destes países nórdicos, pudesse ser repartida por solidariedade com os seus semelhantes. Mas como os homens podem transmitir diferentes tipos de doenças muitas delas mortais e chegando a outros homens sem sintomas claros e visíveis de alerta, estes novos nómadas forçados e modernos, acabaram por ser remetidos para guetos isolados, impessoais e sem qualquer tipo de diálogo possível, asfixiando-se e matando-se aos poucos por limitação de movimentos e de troca de ideias, apesar de todo o colorido folclórico dos edifícios criados para o seu acolhimento. A imagem anterior mostra-nos um dos poucos sobreviventes dessa odisseia, que se ofereceu para aparecer à janela deste edifício, enquanto os restantes sobreviventes e seus companheiros de viagem, se iam deixando abater debaixo de litros e litros de álcool fornecidos para se aquecerem e salvarem a sua alma, sendo-lhes ainda sugerido por amigos de infância bem colocados, que pusessem uma corda ao pescoço por questões de prevenção e de segurança.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

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