Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Jul 15

Greece: Tsipras Surrenders to Troika Bandits
(Stephen Lendman – Global Research, July 13, 2015)

 

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Greece is being systematically raped and pillaged. It’s painful to see how easily powerful monied interests can destroy a nation without firing a shot. Financial war is as cruel and ruthless as naked aggression.

 

Long-suffering Greeks understand better than establishment economists – paid to con people to believe destructive policies benefit them.

 

Harder than ever hard times awaits Greeks and ordinary people throughout Western societies. Regimes in Europe and America serve their privileged elites alone at the expense of most others, especially their most vulnerable and needy.

 

Their governments are their worst enemies – in bed with dark forces destroying their welfare and futures. SYRIZA was elected on a pledge of no more austerity. Betrayal followed. It’s just a question of how bad things will be once the dust settles. What’s happening isn’t pretty.

 

On Sunday, Eurogroup president/Dutch finance minister Jeroen Dijsselbloem gave Greece the Troika’s take-it-or-leave-it harsh ultimatum – a list of stiffer austerity measures than earlier proposed and other tough ones as a condition for more bailout help – now reportedly for 86 – 87 billion euros over three years (10 billion euros immediately for bank recapitalizations).

 

Greece’s parliament must approve the deal and legislate Troika diktats into law with Tsipras’ signature by July 15. Terms agreed on include:

 

Higher regressive VAT taxes hitting millions of impoverished Greeks hardest along with broadening the tax base affecting ordinary people most.

 

Stiff pension cuts (on top of 40% eliminated earlier) including for poor retirees cut no slack.

 

Adopting a Code of Civil Procedure to streamline procedures and reduce costs – in other words, continued stiff budget cuts harming millions of Greeks already suffering hugely from earlier imposed austerity.

 

Full implementation of the Treaty on Stability, Coordination and Governance in the Economic and Monetary Union’s key provisions – including mandated spending cuts gutting social services more than already.

 

Giving foreign investors freer access to plunder Greece’s economy.

 

Privatizing power generation and transmission along with other state enterprises previously off-limits.

 

Neutralizing labor rights ahead of eliminating them altogether – including restricting collective bargaining and right to strike as well as eliminating hiring and firing restrictions.

 

Rescinding SYRIZA enacted laws not agreed on by the European Commission, ECB and IMF.

 

Transferring up to 50 billion euros worth of Greek assets to a Troika controlled fund based in Athens to contribute to servicing debt and recapitalizing Greek banks.

 

Possible debt restructuring by extending maturities, not write-downs.

 

Troika officials will monitor Greek implementation of demands.

 

Bottom line: they mandate Athens entirely surrendering its sovereign rights to the European Commission, ECB and IMF.

 

Greater than ever austerity will be imposed, hitting millions of impoverished/unemployed Greeks hardest, including poor pensioners to receive less than their already meager payments en route to eliminating them altogether.

 

Privatizing state enterprises earlier considered off-limits. Plans are to transform Greece into an nightmarish dystopian wasteland.

 

It’s hard imagining any government accepting what’s demanded. No responsible one would. Tsipras sold out. His signature on the final deal alone awaits.

 

Word from Brussels is all parties agreed on a deal. It’s official. Tsipras handed Greek sovereignty to Troika bandits, agreeing to all their unacceptable demands.

 

European Council President Donald Tusk tweeted: “Euro summit has unanimously reached agreement. All ready to go for ESM (European Stability Mechanism) program for Greece with serious reforms and financial support.”

 

Greece’s parliament must accept the deal and enact demanded legislation by July 15 complying with Troika diktats. It’s almost but not entirely certain – defying overwhelming public opposition according to polls.

 

A Final Comment

 

Greeks suffered horrifically under Nazi occupation during WW II. It took a terrible toll on millions. Tens of thousands of Athenians alone perished from starvation.

 

Many thousands more endured barbarous Nazi persecution. Greece’s economy was destroyed. A Berlin-installed collaborationist regime brutalized it own people.

 

Around half a million perished – from starvation, massacres, assassinations and other forms of brutality. People were shot on sight for no reason. Women and young girls were raped, many then savagely murdered.

 

Greece is again occupied, a Troika controlled colony, its sovereignty lost. Tsipras is a modern-day quisling – selling out to monied interests disgracefully. He’ll be remembered for agreeing to a Greek Versailles.

 

This time financial predators are villains – force-feeding pain and suffering their way. Human need and welfare are sacrificed for unrestricted profit-making the old-fashioned way – pillaging an entire nation, wrecking its economy more than already.

 

(globalresearch.ca)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:54

03
Nov 13


Não lhes perdoes, pois eles sabem o que fazem – e para quem!

 

No meu país o tipo que deu hipótese a que os ladrões legais roubassem Portugal – o Homem Pistola – é considerado um Homem Vil e um Criminoso (exigem mesmo que vá a tribunal e que seja preso); mas aqueles que verdadeiramente se serviram dele para nos limparem o bolso e para sua própria protecção nos limparem o sebo – os Homens Bala – ocupam hoje posições chave fundamentais no Estado e no Governo (sendo idolatrados como Demónios de Sucesso).

 

Parlamento Europeu investiga violações da troika

  • Responsáveis Globais

Anjo 1

A Nódoa Exterior

 

"Barroso, Draghi e Rehn chamados a depor para justificar as opções seguidas nos resgates. Parlamento Europeu investiga violação das leis nacionais e da UE, protecção de interesses privados e falta de transparência. Depois de três anos, cinco resgates e 450 mil milhões de euros gastos em intervenções, o Parlamento Europeu (PE) quer investigar o que correu mal na gestão da crise feita pela troika. Uma gestão que provocou a maior recessão, os níveis de endividamento e o desemprego mais altos da história da UE, com uma ‘receita’ que mais de metade dos europeus diz não ter funcionado".

(Jornal Sol)

  • Responsáveis Regionais

Anjo 2

A Mancha Interior

 

E quanto aos oportunistas que se aproveitaram deliberada e conscientemente da situação para lesarem cada um dos seus países, chegando mesmo a afrontar as leis constitucionais garante da nossa soberania? Não deviam também ser chamados a depor perante aqueles que disseram representar e perante as miseráveis condições de4 vida que lhes proporcionaram em contradição total com o seu programa ideológico?

Estes são os mesmos e verdadeiros vencedores do 25 de Abril de 1974 – não sendo patrões, nem sendo comunistas: uns miseráveis que ignorando os seus familiares e antepassados, foram sucessivamente ascendendo ao poder e ao passaporte do dinheiro (do Estado), apresentando como único currículo a denuncia aos patrões dos seus amigos e colegas de trabalho – os chamados comunistas – e que de seguida e invocando uns e os outros obliteraram os seus patrões e destruíram a economia do seu país.

Essa a razão pela sua total falta de respeito pelo território – vendendo-o – e pelas suas gentes – destruindo-as.

 

 (imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:38

13
Nov 11

Congresso dos Advogados Portugueses

12.11.2011

Portugal está a viver 'uma espécie de Estado de Sítio não declarado'

Garcia Pereira

 

 

O advogado Garcia Pereira afirmou hoje que Portugal está a viver «uma espécie de Estado de Sítio que não foi declarado», com medidas que retiram direitos fundamentais aos cidadãos, a pretexto de isso estar no acordo da troika.

Um Estado de Sítio que não foi declarado pelas formas previstas na Constituição da República, que «está suspensa de facto», declarou, durante o Congresso dos Advogados Portugueses, a decorrer até domingo na Figueira da Foz.

«Sob uma lógica de que, ou está no acordo da Troika, ou está para além do acordo da troika, estamos a assistir todos os dias à liquidação de direitos, liberdades e garantias dos cidadãos», acentuou.

Para o advogado, isto acontece «sem que se levantem vozes, designadamente daqueles que se dizem defensores da Democracia e de um verdadeiro Estado de Direito».

Afirma que as medidas estão a ser tomadas «à margem de quaisquer princípios e preceitos constitucionais» e que «o Tribunal Constitucional é absolutamente cúmplice» desta situação.

«O Tribunal Constitucional está hoje transformado num órgão político. Essa marca genética hoje agravou-se de uma forma muito significativa» e os juízes «estão a produzir decisões de conteúdo político, e não de defesa da Constituição, que é a tarefa atribuída ao Tribunal Constitucional», acentuou.

Sobre as medidas, Garcia Pereira diz que «os sacrifícios estão a cair em cima de quem vive do seu trabalho e deixando de fora os rendimentos do capital e aqueles que são os principais responsáveis pela grave crise financeira» que actualmente se vive.

O advogado realça que «doze mil milhões» de euros das tranches da troika são para recapitalizar os bancos, «que ao longo dos anos fizeram lucros fabulosos» com empréstimos do Banco Central Europeu a «um por cento e emprestando ao Estado e a devedores privados a taxas quatro, cinco ou seis vezes superiores».

Na sua perspectiva, em Portugal está-se perante «medidas com carácter de classe, claríssimo, anti-trabalhador».

Numa intervenção, produzida no Congresso dos Advogados Portugueses, Garcia Pereira exortou os colegas e empenharem-se cada vez mais na defesa dos direitos dos cidadãos.

«É o principal dever da Ordem e dos seus advogados», sustentou.

Garcia Pereira recordou ter-se formado «na escola de homens como Ângelo Almeida Ribeiro e Adelino da Palma Carlos, para quem o pior defeito da advocacia era a subserviência, o medo ou a cobardia de falar, e o primeiro dever era exactamente o de combater todas as injustiças, todas as iniquidades, todas as violações de direitos», afirmou.

 

Lusa/SOL

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

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