Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Out 18

Riyadh gets benefit of doubt

From Trump

Where Russia doesn’t.

 

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Armas & Petróleo

(martelados pelo dólar)

 

RT

15 OUT 2018

 

Washington has reacted with uncharacteristic calm following the disappearance of Saudi journalist Jamal Khashoggi. Instead of slapping Riyadh with sanctions and tearing up deals, Trump has refused to pin the blame on anyone.  

 

Turkey has flatly accused Saudi Arabia of murdering and dismembering Khashoggi when he entered the Saudi consulate in Istanbul on October 2 to obtain marriage documents. That was the last time the dissident journalist was seen – and Ankara says it has audio and video proof that he was murdered inside the building.

 

Trump on the other hand has been more circumspect, even suggesting that perhaps “rogue killers” were responsible for the suspected murder – a theory he proffered to journalists at the White House shortly after a phone call with Saudi Arabia’s King Salman.

 

But the mostly low-key reaction from the Washington to the disappearance provides a stark contrast to how both Trump and his predecessors have dealt with unproven accusations made against other countries – most notably Russia.

 

(texto/inglês e imagem: rt.com e Jonathan Ernst/Reuters)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:02

15
Out 18

A 5 de Novembro e de novo a mesma história:

TRUMP ou CLINTON?

 

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Duplo Impacto sobre os EUA

 

Com a realização no próximo dia 6 de Novembro (precisamente a meio do mandato do 45º Presidente dos EUA o Republicano Donald Trump eleito a 6 de Novembro de 2016) das Eleições Intermedias de 2018 – para a Câmara dos Representantes (todos os 435 lugares) e para o Senado (35 dos seus 100 lugares) para além de alguns Governadores (30/40) e outros cargos estaduais – todos os que se interessam pelo que se passa nos EUA (a nível de Poder) ainda mais quando o mesmo (a maior Potência Global) atravessa um dos seus piores períodos de Confrontação Política Interna – alimentada pelos Média e transformada em Guerra Civil (no mínimo) Comunicacional – aguardam com algum tipo de expetativa (ou não tivesse já ocorrido uma surpresa dois anos antes) os resultados desse ato eleitoral.

 

Ficando-se aí a saber se o cenário político e partidário norte-americano (atual) ainda se mantem – com os Republicanos a dominarem o Senado, os Representantes e a deterem a Presidência (ou seja a controlarem tudo) – ou se pelo contrário os Democratas surpreendem (ainda com os Clinton por detrás) chamando a si a maioria nas duas câmaras e a partir daí partindo para um renovado e eficaz ataque (esperando-se que Demolidor) ao seu Inimigo Público nº 1: Donald Trump. Isolando-o (TRUMP) e ao seu partido (REP) e relançando outro (CLINTON) para a sua 3ª tentativa (um feito pré presidencial).

 

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Os protagonistas das eleições intermédias

 

E de momento (sondagens de 12 de Outubro) com os Republicanos com uma ligeira vantagem no Senado (REP/50% e DEM/44% com maioria a 51%), com os Democratas com uma ligeira vantagem nos Representantes (DEM/205 lugares e REP/201 lugares, maioria com 218 lugares) e com os Republicanos com uma ligeira vantagem nas corridas para Governador (REP/23 e DEM/19); não significando que tais sondagens se confirmem dentro de aproximadamente três semanas (a 6 de Novembro) – com o cenário final a poder ser completamente diferente (mas no final e como sempre, tudo se encaixando de novo) – mas restando desde já a certeza que o período de forte convulsão política se manterá mesmo após as Eleições Intermédias de Novembro.

 

Coincidindo com o início (temporal e antecipado) do Tour Clinton (Bill Clinton & Hillary Clinton) talvez como lançamento (espacial e alargado) da recandidatura (dita/não confirmada a terceira/decisiva de Hillary). E dependendo a sua apresentação – e logicamente Estreia & Revelação (a 3ª de Hillary) – dos resultados de 6 de Novembro (naturalmente com duas versões para o que der e vier). E Donald Trump que se cuide.

 

(imagens: metro.co.uk/Getty – JurogalayDailymotion/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41

26
Jul 18

[Na política Norte-Americana]

 

“Num lado da praia (poderia ser a de Albufeira) 12 homens assediavam 1 mulher, enquanto do outro lado 12 mulheres assediavam 1 homem: em qual dos casos interviria primeiro a autoridade (a GNR) e resolvido esse problema qual seria a deliberação judicial (emitida pelo Tribunal) para cada um desses grupos de assediadores? Certamente que para a deliberação (sobre o assédio) não existindo diferença de género.”

 

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Cohen, Trump & a Cassete

(aparentemente com a prova)

 

Enquanto nos EUA os DEMOCRATAS (conotados com a esquerda política norte-americana) liderados pelo clã CLINTON (o marido e depois a mulher) continuam a dominar o partido do Jumento e a sua agenda política (apesar do fim das doações à sua extinta Fundação) – no caminho inevitável em direção ao seu fim (morte) ou transformação (sobrevivendo por replicação) e num acontecimento previsto para ser prioritariamente aplicado aos mais Conservadores (ou não fossem estes conotados com a direita política) os REPUBLICANOS – a campanha sem conteúdo (mas certamente com um objetivo) por caluniosa e desviante (recorrendo-se de um lado e do outro a FAKE NEWS para manipular, confundir e assim controlar) levada a cabo pelos derrotados não assumidos de Novembro de 2016 (na vitória de Donald Trumt e sua eleição como 45º Presidente dos Estados Unidos) – os Democratas – continua de vento-em-popa (quase a meio deste mandato e próxima de eleições intermédias) não só Inflamada pelos Democratas (e pela esmagadora maioria dos Media por si controlados) como também pelos anteriormente preteridos (nas Primárias Presidenciais) Republicanos: algo de natural num país assumido como estratégica e politicamente bipolar (de que DT é apenas o ultimo exemplo, pela primeira vez tendo como protagonista um Multimilionário, conforme o momento e a ocasião dizendo sim e/ou dizendo não e agora e infelizmente transformado pelos seus inimigos num Ícone – e com as suas sondagens e as dos Republicanos a subirem) onde para além de Republicanos e de Democratas nada mais existe no seu cenário político –

 

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Monica, Clinton & o Vestido

(aparentemente com a prova)

 

Alternando entre si o poder (como se fossem todos família), confundindo-se um com o outro (legítimos com bastardos), não se sabendo bem qual a direita e a esquerda (prosseguindo ambos o mesmo caminho) e como conclusão deste Esquema (de manutenção de direitos adquiridos e assim de perpetuação de poder) não dando a mínima hipótese aos Outros (partidos ou independentes) que igualmente o queiram ser mas que não se identifiquem com o Jumento (os Democratas) ou então com o Paquiderme (os Republicanos). Como se no Zoológico (verifiquem no de Lisboa) não existissem outros animais. E na prossecução desta tentativa desesperada de Impedir o seu Presidente degradando ainda mais (interna e virtualmente em pré-Guerra Civil) a já tão depauperada imagem externa dos EUA, recorrendo-se a pormenores pessoais (íntimos/privados) até mesmo sexuais para justificar tal opção: numa iniciativa tendo a cobertura dos ainda líderes Democratas (onde para Bernie Sanders?) e reclamando para si a total indignação (e os créditos por tal ação) por atos do Presidente degradando a imagem da Nação. Para tal se concretizar (com todo o Mundo a assistir, alguns ainda tendo cultura, um pouco de memória e sobretudo de autorrespeito) publicando-se agora uma gravação numa dita combinação envolvendo prostitutas, dinheiro, um advogado e (claro está) Trump: certamente sendo verdade dado virem da área de especialistas no ramo (pelo menos) do sexo oral. Mas apenas com um óbice nas suas consequências: mesmo praticando no cargo o anterior Presidente safou-se (com evidências) e deste desde que chegou (o seguinte Presidente) só têm mesmo gravações (suposições).

 

(imagens: huffingtonpost.com e homecarebeauty.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:00

21
Jul 18

I

 

Enquanto nos EUA os seus atuais líderes políticos prosseguem numa Espiral de Loucura,

 

‒ Com uns a fornecerem o Combustível (os Vencedores) e outros a fornecerem o Isqueiro (os Derrotados)

 

Denotando um comportamento tão típico e sintomático de um Imperio em Decadência (ultrapassada a última fronteira e despenhando-se já no abismo),

 

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A probabilidade de um ET vir observar o seu Aviário com o mesmo já a arder será certamente diminuta (só sendo para nos comer):

 

Sabendo-se ser Nova Iorque uma das Cidades da Moda (e do Mundo) certamente sendo outros, se não russos então chineses (ou até Drones da Amazon ou Norte-Coreanos).

 

II

 

Numa confirmação adicional e recente da vulnerabilidade (e facilidade de intrusão, não detetada nem prevista) do espaço aéreo Norte-Americano,

 

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‒ Ainda agora com os russos e aproveitando o encontro TRUMP/PUTIN de Helsínquia, a apresentarem todo o seu poderoso ARSENAL NUCLEAR e a ridicularizarem a eficiência (por completamente inútil) do SISTEMA ANTI-MÍSSIL dos EUA (quem ainda se lembra do projeto Guerra das Estrelas lançado em 1983 pelo então presidente Ronald Reagan?)

 

Um objeto voador não identificado atravessou na passada quarta-feira (dia 18 de Julho) sem autorização (ou sequer conhecimento) e como tal ilegalmente,

 

‒ Sabendo-se da proibição de tais voos sem o consentimento prévio do Departamento de Defesa Aérea dos EUA, dificultados ainda mais (na sua concretização) desde os acontecimentos trágicos do 11 de Setembro de 2001 (tendo igualmente como um dos seus alvos Manhattan/Nova Iorque)

 

Os céus de Nova Iorque/Manhattan.

 

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Registado em câmara por Florin Constantin e deixando-nos logo aí (ele) uma questão:

 

Can someone explain what I just recorded? It's that an UFO”?

 

E na sequência das imagens deste UFO/OVNI (ou outro artefacto ou montagem qualquer) recolhidas por FC (tão perto do local onde teriam estado as TWIN TOWERS),

 

Com um objeto voador surgindo repentinamente e vindo de trás de uma Torre de apartamentos (também alta e destacando-se), a aparecer num instante diante da ótica e a desaparecer em menos do que isso (um instante) quase sem se ver (numa fração de segundo).

 

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Não existindo para já reações (como sempre e invariavelmente sobre assuntos menores) das entidades oficiais (presidência, governo, estados, ou até serviços secretos),

 

‒ Ocupadas como estão na sua Guerra Civil interna (ainda com os derrotados não aceitando os resultados)

 

Mas não deixando certamente de preocupar os cidadãos norte-americanos (nesta inopinada aparição sobretudo os de Nova Iorque),

 

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- Já postos perante o saudita BIN LADEN (no passado);

 

- Visualizando os mísseis de VLADIMIR PUTIN (no presente);

 

- E podendo ser postos (no futuro e como se já não bastasse) sob a ameaça (possível ‒ já que o Homem é terrível e ainda não falamos dos chineses/para os conspiradores os Seres de Olhos em Bico e que Sobrevivem unicamente comendo Arroz, daí serem pequeninos) EXTRATERRESTRE.

 

(imagens: Florin Constantin/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:36

12
Jun 18

Tal como seria óbvio de prever e de concluir,

 

‒ Face à atual estratégia Global da Administração Norte-Americana liderada pelo trio Mike Pompeo/John Bolton/Gina Haspel ‒

 

A Cimeira de Singapura entre o Presidente dos EUA Donald Trump e o Líder da Coreia do Norte Kim Jong-Un apenas daria à luz um papel de circunstância,

 

‒ Um Certificado de Garantia temporário subscrito pelas duas partes ‒

 

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Kim Jong-Un e Donald Trump

(Singapura, 12 de Junho de 2018)

Estabelecendo entre eles um Certificado de Garantia Temporário

 

  1. The United States and the DPRK commit to establish new U.S.-DPRK relations in accordance with the desire of the peoples of the two countries for peace and prosperity.
  2. The United States and the DPRK will join their efforts to build a lasting and stable peace regime on the Korean Peninsula.
  3. Reaffirming the April 27, 2018 Panmunjom Declaration, the DPRK commits to work toward complete denuclearization of the Korean Peninsula.
  4. The United States and the DPRK commit to recovering POW/MIA remains, including the immediate repatriation of those already identified

(os 4 pontos da declaração conjunta EUA/Coreia do Norte)

 

Dado de momento e por motivos bem superiores (Militares e Económicos), todos os holofotes do Complexo Industrial-Militar (norte-americano) estarem de baterias (quase) prontas e já apontadas ao Irão (e com a Venezuela de reserva):

 

Entre os países com maiores reservas petrolíferas (já confirmadas) restando aos EUA apoderarem-se (de uma forma ou de outra) das reservas do Irão e da Venezuela, já que do terceiro,

 

‒ A Rússia (ou não fosse esta a maior ameaça Militar para os EUA)

 

Sendo mais problemático de executar, apesar do problema da Crimeia (um território Europeu).

 

Aproximando-nos no Hemisfério Norte (o hemisfério que conta e onde tudo está concentrado) da estação das férias do Verão (iniciando-se a 21 de Junho), restando apenas aos Europeus não se deixarem levar,

 

‒ Passando todo o tempo a falar do problema das Coreias e esquecendo (ou ignorando) a questão do Irão (e da sua acompanhante de luxo Venezuela)

 

Tomando a sua opção brevemente e já com o tempo a correr:

 

Mantendo a sua forte oposição ao fim do Acordo Nuclear com o Irão não permitindo um pretexto (definitivo) para o ataque dos EUA ao Irão,

 

‒ Colocando de novo em polvorosa todo o Médio-Oriente, originando novos e esmagadores contingentes de migrantes invadindo toda a Europa, recolocando Rússia e China (juntas) no palco da Guerra, deteriorando o clima de Guerra na Ucrânia e finalmente e por contágio estendendo o conflito a toda a Europa (o grande objetivo do Estado Islâmico estendendo o Califado até à Península Ibérica)

 

E desse modo defendendo os interesses da Europa (inevitavelmente ligada à Rússia, à China e ao Irão);

 

Ou então aceitando o fim do mesmo (do Acordo Nuclear Iraniano rasgado unilateralmente pelos EUA) de modo a colocar de imediato fim às sanções (pelos vistos insuportáveis) unilateralmente impostas (tipo chantagem mafiosa) e como conclusão (e profissão de Fé) reconhecendo-se a sua (da Europa) total dependência (falência e obediência) à sede domiciliada na Casa Branca (o que já treina e pratica o Reino Unido).

 

E assim,

 

(tal como terá acontecido num outro conflito no passado, no futuro próximo sendo apenas replicado)

 

À assinatura desta declaração pública de 12 de Junho de 2018 envolvendo o detentor de 6800 ogivas nucleares os EUA e o detentor de outras 25 a 60 ogivas nucleares a Coreia do Norte,

 

‒ Estabelecido num ambiente fantástico de Bonança e podendo ainda durar mais algum tempo (até ao aparecimento do seu ponto de inversão)

 

Seguindo-se subsequente e inevitavelmente um período de Tempestade (no presente no seu preambulo), como um processo tradicional de cura para poucos e de morte para muitos milhões.

 

Num processo de intervenção mais rápido (e certamente mais barato em USD) na Venezuela que no Irão, ficando apenas a aguardar a hora destinada ao Presidente (Donald Trump) para carregar no botão: indicando aí e então o início da Invasão.

 

(imagem: Evan Vucci/AP/USA TODAY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:03

11
Jun 18

Agora que o gabinete de Donald Trump (o 45º e atual Presidente dos EUA) assumiu as rédeas da condução da Política Externa (a mais importante área política para a manutenção da Supremacia Global em todo o planeta) de acordo com os objetivos a alcançar (e necessitando urgentemente de um novo impulso) pelas grandes Corporações ligadas ao sector Industrial-Militar norte-americano,

 

‒ O tal sector Industrial temido pelo 34º Presidente dos EUA (o também Republicano) Dwight D. Eisenhower

 

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Dwight D. Eisenhower

No seu discurso de despedida e falando do perigo do Complexo Industrial-Militar

 

“Until the latest of our world conflicts, the United States had no armaments industry. American makers of plowshares could, with time and as required, make swords as well. But now we can no longer risk emergency improvisation of national defense; we have been compelled to create a permanent armaments industry of vast proportions. Added to this, three and a half million men and women are directly engaged in the defense establishment. We annually spend on military security more than the net income of all United States corporations.” (Dwight D. Eisenhower/1961)

 

A imagem entretanto projetada para os próximos tempos e a curto-prazo (dada a contínua indefinição de Donald Trump) pelas Caras Fortes da atual Administração da Casa Branca,

 

‒ Como Mike Pompeo (Secretário de Estado dos Estrangeiros), John Bolton (Conselheiro de Segurança Nacional) e Gina Haspel (Diretora da CIA)

 

Propondo-nos os seus cenários para a nova temporada (no cumprimento de um guião suscitando o arrastar da crise mundial e o aparecimento de mais uma qualquer Bolha Económica),

 

Suscitando-nos (como consequência) pelos indícios (e pelo passado destes três protagonistas) a preparação e implementação (pelos norte-americanos) de uma 1ª fase de aparente conflito (não militar mas económico),

 

Mas (e aí desde logo demonstrando ser esse o Alvo a Atingir mas num Segundo Paso) com sucessivos períodos de intermitência (e de estratégico esquecimento) prolongando-o deliberadamente no tempo para a todos entreter, apanhar, distrair (e logo após) e se necessário coagir,

 

‒ Mesmo os seus mais fiéis Aliados (& subordinados) e oferecendo-lhes para entretinimento e prémios (como o Nobel da Paz) espetáculos de circo e desproporcionados entre David e Golias mas agora com novos artistas (Kim & Donald);

 

Para numa 2ª fase e sempre a curto-prazo,

 

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Irão ou Venezuela?

Arábia Saudita até pelos milhões USD em armamento certamente que não!

 

‒ Ou não estivesse o 1º mandato presidencial a meio (terminando no final de 2020), ou não estivessem todos os presidentes deste século (ou tocando-o) dois mandatos seguidos (Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama), ou não fosse necessária uma Intervenção Externa de Impacto Global para reforçar a imagem/presidencial

 

Apontar o seu verdadeiro Alvo Estratégico,

 

‒ De conquista e de controlo de todos os centros de exploração de energia e de todos os territórios detentores das matérias-primas consideradas essenciais ‒

 

Para Antigos Amigos (do Xá) /Novos Inimigos (do Aiatola) detentores de Grandes Riquezas como o é agora o Irão:

 

Dos 10 países com maiores reservas de petróleo já comprovadas, sendo o Irão conjuntamente com a Venezuela e a Rússia os únicos a ainda não estarem sob domínio norte-americano ‒ e daí se compreendendo os constantes conflitos, as constantes sanções e no fim do curso (e do estado de loucura) a Intervenção Militar não o sendo na Rússia, restando a Venezuela e o Irão (depois do Verão?).

 

Com 30.000 homens lá instalados (em bases na Coreia do Sul) e biliões de armamento a vender (além da proteção a pagar), não sendo certamente a Coreia o território a perturbar (atacar).

 

[Após a cimeira de 12 entre os líderes Donald e Kim, ficando-se assim a aguardar pelo Pico do Cato Donaldo: Irão ou Venezuela?]

 

(imagens: RAWW/youtube.com e geopoliticsalert.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:32

28
Mai 18

[Na Cena Política Internacional]

 

“Last week, French president Emmanuel Macron came to the US for his first official post-election visit to the White House, where—during a break from holding hands—he and Trump planted a small, unhappy-looking tree on the South Lawn. The oak, taken from a French WWI site where 2,000 US soldiers lost their lives, was Macron's gift to Trump—what he called "a reminder at the White House of these ties that bind us." But by the end of the week, the living monument to their bromance had mysteriously disappeared.” (Drew Schwartz/vice.com/30.04.2018)

 

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O Carvalho de Macron

(bem visível na imagem a 25 de Abril de 2018)

 

Num acontecimento deveras revelador (aparentemente menor mas conduzindo-nos à descoberta do Todo) do estado das relações internacionais US/EU (sobretudo após o abandono por parte dos US do Acordo Nuclear Iraniano), depois de no dia 23 de Abril de 2018 sob o olhar das suas companheiras (respetivamente Melania Trump e Brigitte Macron) e sob os holofotes do Mundo inteiro os Presidentes dos US e da França terem plantado uma árvore (um carvalho) nos Jardins da Casa Branca ‒ propositadamente retirada de um local situado em território francês onde teriam morrido cerca de 2.000 soldados norte-americanos (durante a 1ª Guerra Mundial) e oferecida nesse dia por Macron a Trump como homenagem ao sacrifício desses mesmos soldados ‒ eis que apenas 5 dias depois (28 de Abril) e numa observação ao local onde o mesmo carvalho fora efetivamente plantado, nada aí restava a não ser uma leve mancha amarela (no terreno) onde o mesmo fora inserido e estivera. À primeira vista ‒ e tratando-se de um Evento ocorrido na autodenominada maior potência Cientifica e Tecnológica Terrestre e terra de Excecionais (os USA) ‒ podendo-se pensar estar-se perante um caso de rapto (executado por terrestres) ou de abdução (levado a cabo por extraterrestres), mas na realidade não sendo um caso nem o outro e não passando simplesmente da concretização de mais uma das diretivas (entre as suas promessas eleitorais umas cumpridas outras não) de Trump, de modo a controlar decisivamente (e assim colocando a defesa da América Primeiro) possíveis invasões de contingentes de alienígenas ‒ como de mexicanos (e outros povos latinos), de árabes (excluindo os auditas e os seus aliados árabes do Golfo Pérsico) e de outros povos oriundos de outros países ricos (em matéria-prima como o petróleo) mas não sendo colaborantes com a defesa dos interesses estratégicos (e globais) dos norte-americanos (como a Venezuela e o Irão sendo dois dos cinco países com maiores reservas mundiais comprovadas ‒ das dez maiores reservas com os EUA só não controlando ‒ para além dos dois países anteriores ‒ a Rússia) entre outras áreas vitais no campo do controlo e domínio da Energia (pela propriedade da fonte e pelo direito exclusivo da sua exploração).

 

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O Carvalho de Macron

(já tornado invisível na imagem a 28 de Abril de 2018)

 

Evitando possíveis contaminações (físicas como psíquicas) provocadas por agentes secretos infiltrados (e extremamente intrusivos através de praticas de tortura e de violência e/ou de manipulação coerciva e hierarquização forçada) em Elementos oriundos do Mundo Exterior ‒ pertencendo à sua Fauna (racional e irracional) e estendendo-se como se comprova à sua Flora (afinal de contas as plantas também pensam, podendo como tal tomar opções) ‒ e assim salvaguardando a vida de uns milhões (mais de 300) contra uma possível colonização futura por parte dos outros biliões (mais de 7,5). E assim momentos depois de Trump e de Macron terem pegado nas pás e plantado o carvalho ‒ nesse momento pelos vistos sem existirem perigos de contaminação fosse para o nobre terreno fosse para as altas individualidades presentes (manipulando-a e tocando-a) ‒ com o Carvalho de Macron (não tendo sido roubado, raptado, abduzido, assassinado/sugerindo-se com um pontapé de Fúria de Trump ou simplesmente morrido/tendo sido após a cerimónia abandonado) eliminando possíveis boatos e teorias da conspiração (e porque não Fake News) a ser colocado (por prevenção e segurança) num período de Quarentena. Com este tipo de problemas e com este tipo de questões (sinaizinhos) confirmando-se o cenário (previsto) da próxima Queda do Império (Norte-Americano), com russos e chineses à frente (nunca se podendo esquecer a Índia) e com uma multidão de asiáticos logo atrás (localizando-se no Continente Asiático o Novo Eixo do Mundo). Se entretanto um Iluminado (entrando em curto-circuito e julgando-se Brilhante) não carregar num botão provocando uma sobrecarga e uma Enorme Explosão.

 

“Com o 25º Presidente de França Emmanuel Macron (2017/?) a tentar imitar um dos seus antecessores o 23º Presidente de França Nicolas Sarkosy (2007/2012) ‒ substituindo-o nos palcos Mundiais como o Novo Dançarino Europeu (recordando os tempos ainda recentes dos espetáculos proporcionados por Nicolas Sarkosy à líder da Europa Angela Merkel) ‒ mas tropeçando logo numa das suas primeiras atuações sob os olhares do Mundo e numa das suas mais esperadas aparições a nível Global: estatelando-se ao cumprido ao tropeçar num carvalho por si oferecido a Trump com este inadvertidamente a colocá-lo no caminho (político) do Bailarino Macron.” (Publicações Anormais/PA)

 

(imagens: Jim Watson/AFP/Getty Images e Carolyn Kaster/AP em vice.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:02

19
Mai 18

Abandonado pela Sociedade Civil (num processo típico do macartismo aqui patrocinado pelos Média) e com os Militares de braços abertos prontos para o acolher (dado o contra Democrata e as hesitações Republicanas no entreposto político norte-americano), Donald Trump optou por se entregar de Corpo & Alma (não a quem o elegeu mas como sempre aconteceu) ao Poder (pelos vistos decisivo) do Complexo Industrial-Militar: tal como Kim ou Hassan nos seus respetivos territórios (e seus colegas de conflito) como seu Líder Espiritual Supremo nos desígnios da Paz e da Guerra (mas com um aspeto fundamental fazendo a diferença total: por definição não sendo exclusivo mas sendo o único Excecional).

 

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Kim Jong-UN, Donald Trump e Hassan Rohani

(três Líderes Supremos sendo um deles Excecional)

Apesar dos pedidos de última hora dos seus Aliados Europeus

Com Donald Trump separando claramente as águas do oceano Atlântico

(na defesa exclusiva dos interesses norte-americanos)

Pegando no Acordo Nuclear Iraniano

Assinado pelo Conselho Permanente da ONU (c/EUA) e o Irão

E rasgando-o unilateralmente deixando a Europa a abanar

Abandonada e lançando o olhar para o Oriente

(para a Rússia e mais além para a China)

 

Passados 484 dias (em 18 de Maio/6ª feira) sob a tomada de posse (a 20 de Janeiro de 2017) do 45º Presidente dos EUA ‒ o milionário, ex-admirador-amigo dos Clinton (Democratas) e atual (por estratégia política e de poder pessoal) Republicano DONALD TRUMP ‒ e como consequência do seu cada maior isolamento político tanto a nível interno (perseguido sem descanso desde a sua tomada de posse pela esmagadora dos Média Norte-Americanos ‒ para ser mais rigoroso inicialmente atacado pelos outros candidatos Republicanos, logo que este se candidatou às primárias começando surpreendentemente a ganhá-las) como externo (perdida a Guerra Interna e mantendo a mesma estratégia, invocando o seu poderio sobre os outros, abandonando unilateralmente os acordos, ameaçando e avançando com sansões e Isolando-se igualmente do Resto do Mundo incluindo dos seus tradicionais e mais fieis Aliados), a Maior Potência do Mundo assim considerada e definida por controlar e exercer o seu Poder e a sua Supremacia (Virtualmente indiscutível) sobre todos os territórios e povos do planeta Terra ‒ apoiada nos dois Pilares Fundamentais que permitem aos EUA a manutenção e a replicação indefinida da Projeção do que eles consideram ser o Modelo Básico do Mundo Moderno, ou seja, o par de Duplo Impacto Armas & Dólar ‒ decidiu abandonar de novo o lema político-ideológico e hipócrita dos seus antecessores Democratas ‒ de que apesar de tudo “As Aparências Iludem (na prática nada fazendo e não existindo evolução) ‒ e abandonando o diálogo (pelo menos tendo a virtude de evitar mais guerras e mais mortos), virar-se para a confrontação, criando novos cenários de expansão, de conquista e de neocolonização (como se o Homem evoluísse repetindo indefinida e exaustivamente sempre os mesmos cenários/sempre a mesma aula, já que segundo alguns esta terá resultado dispensando assim as seguintes):

 

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Um Capitalismo de Estado

(Único por Monopolista)

Que faria inveja

À Rússia Soviética de Estaline

Com os verdadeiros representantes dos EUA (o denominado Estado Profundo) a retomarem por direito adquirido (dada a importância fulcral do Complexo Industrial-Militar para a sua sobrevivência como Império) os seus lugares nas cadeiras do Poder (apenas um periférico para informar as massas do próximo espetáculo previsto ‒ transformando-os em Oráculos), tendo agora Donald Trump como o seu novo formando para as funções de MMC (Mordomo Multiopcional de Cerimónias)

 

Com Donald Trump a configurar através da sua imagem e pessoa o verdadeiro poder dos Políticos na Sociedade Civil Norte-Americana (com mais de 300 milhões de almas por aí circulando entre brancos, negros, uma mão vazia de índios e montes crescentes de alienígenas sobretudo mexicanos) demonstrando como o seu Poder (dos Políticos) é Nulo ‒ bastando um único boneco para os representar (instalado na Casa Branca) ‒ e assim entregando o Poder a quem verdadeiramente manda os Representantes do Grande Complexo Científico-Tecnológico e Industrial-Militar. Com os mesmos que há uns vinte anos atrás atiraram o Mundo para outra guerra e genocídio baseado em pressupostos que antecipadamente sabiam ser falsos (passados todos estes anos com o Afeganistão destruído, o Iraque destruído, a Líbia destruída, a Síria destruída, o Iémen destruído e já com planos para o Irão) ‒ entretanto sem culpados (que se saiba), com muitos deles bem arrumados e premiados e sempre prontos para (recauchutados) voltar ao serviço ‒ tendo morrido milhões de inocentes e ficado muitos mais estropiados ‒ tal como os MORTOS-VIVOS a regressarem agora até com um reforço de género (feminino, talvez pela questão da paridade) perita em Tortura e especializado em Tortura com Água (tal como o nome indica sendo considerada tortura e como tal internacionalmente considerada um crime e como tal ilegal). E já agora aproveitando para recordar aos que mesmo tendo responsabilidades odeiam a Cultura e a Memória subvalorizando ou manipulando (entre outros) a História (e já agora envolvendo mas do lado contrário cidadãos Norte-Americanos) que finda a II Guerra Mundial todos os soldados japoneses acusados deste tipo de tortura (com a utilização de água) contra soldados norte-americanos, foram simplesmente e sem hipótese (de recurso) fuzilados ‒ tudo porque os EUA consideravam isso como tortura (crime/ilegal) e como tal um Crime de Guerra: sujeito a uma pena neste caso a morte por fuzilamento.

 

(imagens: washingtonpost.com ‒ mgtow.com/AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:48

17
Mai 18

Uma questão (elucidativa na resposta) dirigida pelo diário Times of Israel a um alto-dirigente político israelita (Avi Dichter), ao ser colocado perante a situação de conflito (desde já com mais de 60 mortos e mais de 2000 feridos registados num só dia) provocada pelas manifestações de protesto de cidadãos palestinianos próximo da fronteira entre Israel e Palestina.

 

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Israel Vs. Palestina

Com a filha de Donald Trump cerca de 1hora de um lado

E com 60 mortos e 2000 feridos durante 24 horas do outro

Maio 2018

 

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Faixa de Gaza

Segundo a definição e a lei internacional sob um tipo de apartheid

Bombardeamente nos arredores de Tuffah

Julho 2014

 

Times of Israel:

(Referindo-se à tentativa dos palestinianos

De passar a fronteira entre Palestina e Israel)

 

Aren´t you worried about

A possible border breach on Monday?

(Não está preocupado com o possível aparecimento

De mais uma brecha na fronteira?)

 

Avi Dichter:

(Explicando como Israel resolveria o problema

Dessa passagem não autorizada de palestinianos)

 

No.

We have enough ammunition for everyone.

(Não.

Temos munições suficientes para todos.)

 

[Ou: “De como os Políticos postos a nu se revelam como visceralmente criminosos ‒ habitando um Mundo de Cegos e pelos mesmos Projetado ‒ sendo nas suas ações inapelável e irreversivelmente um Nojo.”]

 

Desde que no ano de 1947 após o fim da II Guerra Mundial e sob direção dos Vencedores ‒ desse período Catastrófico da História da Europa bem demonstrador de tudo o que de mais tenebroso o Homem é capaz de fazer a si e à sua própria espécie ‒ os líderes políticos de então sujeitos aos mais diversos tipos de pressão (social, económica e financeira dada a destruição da Europa e o caos instalado no Mundo, ainda visto e partilhado sob uma perspetiva colonial) decidiram resolver o problema de um dos principais contingentes de vítimas (os Judeus) desse Grande Conflito da Humanidade tendo durado 6 anos (1939/1945),

 

‒ Com antecedentes (sinais/avisos) bem claros e sucessivos avisando do que aí vinha (como terá sido o caso da Guerra Civil de Espanha travada de 1936 a 1939) e posteriormente ‒ ultrapassado este período de tragédia Humana ‒ concluindo-se não ter o mesmo (período experimental) servido minimamente de lição (e aprendizagem) continuando a replicar-se indiferentemente (como nada se tivesse passado) no tempo (com a ocorrência de conflitos como a Guerra da Indochina, a Guerra do Vietname, as Guerras do Golfo)

 

Um povo inteiro desde o tempo do Império Romano habitando uma região do Médio-Oriente denominada (pelos mesmos romanos) como Palestina e então localizada entre o mar Mediterrânico e o que é hoje a fronteira terrestre com a Arábia Saudita e o Iraque, viu-se forçado por entidades exteriores à sua (própria e tradicional) evolução territorial e geracional ‒ na defesa do seu território e da sua integridade e soberania ‒ a partilhar as suas terras, memórias e culturas (ancestrais) com outro povo completamente estranho (numa terra para os mesmos antes bem distante ou desconhecida e como tal igualmente estranha),

 

‒ Aproveitando-se a ocasião (a ocasião faz o ladrão) para definir politico-geograficamente uma região (por parte dos países ocidentais, coloniais e vencedores da II Grande Guerra para com as suas colónias) partindo-a em 3 e distribuindo-as pelo que é hoje a Jordânia, Israel e pelo que deveria ser a Palestina (Faixa de Gaza e Cisjordânia)

 

Acabando de imediato (no ano seguinte de 1948) perseguido, pondo-se em fuga e quase que sendo pulverizado (para não utilizar o termo bem conhecido pelos judeus exterminados).

 

Unilateralmente com o Estado de Israel a declarar a sua Independência (com a cumplicidade passiva dos EUA e das potências aliados ocidentais) e a originar de imediato e como resposta (já prevista) o eclodir de um violento conflito militar com todos os restantes países árabes da região (Guerra entre Israel e árabes de 1948/49),

 

Egito, Síria, Iraque, Jordânia, Líbano e Arábia Saudita (com Israel o vencedor)

 

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Refugiados palestinianos

Em fuga das suas terras devido à declaração unilateral de Independência de Israel

Originando a 1ª Guerra Israelo-Árabe

Palestina ‒ 1948

 

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Yasser Arafat

Fundador da Fatah (em 1959)

Posteriormente líder da OLP (desde 1969)

Damasco ‒ Síria ‒ 1970

 

E já depois de desrespeitar a resolução da ONU de 1947 que lhe atribuía direitos (um país Israel) mas também deveres (respeitando o país do outro a Palestina) ‒ a chamar a si a outra parte (do território antes partilhado entre judeus e palestinos) fazendo a partir daí sempre o que quis, expropriando, expulsando e não tendo outra hipótese final e definitiva (pelo menos para já) encostando, concentrando, degradando e destruindo (matando):

 

Em pleno século XXI com a maior prisão a céu aberto e sem qualquer tipo de obrigação (individual ou coletiva) na manutenção das condições mínimas de sobrevivência das pessoas aí detidas (criminosos ou inocentes, homens, mulheres e crianças),

 

‒ Por excedentárias sendo retiradas da sua anterior categoria de sujeitos e recolocadas na prateleira dos subobjectos ‒

 

A estar localizada na Palestina na Faixa de Gaza. Segundo notícias recentes com uma revolta a ocorrer na Prisão (Faixa de Gaza) obrigando as autoridades policiais (os israelitas) a intervirem e com o balanço (entre os detidos os palestinos) a cifrar-se em cerca de 60 mortos e uns 2000 feridos (segundo as autoridades apenas usando fumo e balas/explosivas? de borracha) ‒ e em uníssono com os EUA e Israel a culparem os mortos e os feridos (dado o escândalo e Crime de Guerra até com franceses e ingleses a afastarem-se) chegando a acusar o Governo (da Palestina) de oferecer uns 500 (dólares) a todos os seus cidadãos que na manifestação tenham com uma bala israelita no corpo (mesmo podendo morrer ou ficar amputado).

 

Mas afinal quem dispara, logo com balas explosivas e para criar amputados?

 

Enquanto no mesmo momento e em Jerusalém,

 

‒ Segundo a resolução da ONU de 1947 declarado território Internacional e com Telavive até aos dias de hoje sendo considerada a capital de Israel

 

O eterno mediador do conflito israelo-palestiniano (os norte-americanos) agora sob a presidência e tutela de Donald Trump (e dos seus Militares apontando em alternativa para o Irão), tomava para si uma das partes (a maior) desligando-se (da condução do processo) por não querer saber da outra (a parte menor):

 

Mandando para a Cerimónia a filha (de cera) sendo acompanhada pelo genro (de barro), ambos sendo básicos e compatíveis com o amigo israelita (segurando na mão o rastilho) e com o homem do botão (fornecedor da pólvora decisiva) para a construção do artefacto tornando o ambiente incendiário-explosivo. E a ser mais que óbvio o material indicado para incinerar (os pelos líderes israelitas considerados como sub-humanos).

 

Por último com os principais grupos ou movimentos de resistência palestinianos (certamente todos armados),

 

‒ Tendo origem no movimento de protesto e de revolta do povo árabe (expulso das suas terras) e congregando os grupos de resistência clandestinos de então (antes dispersos) em torno de uma grande organização a OLP (fundada em 1964) liderada pelo já lendário Yasser Arafat (nascido em 1929 no Cairo ‒ segundo o próprio em Jerusalém ‒ e tendo falecido em 2004 em Paris, suspeito de vítima de envenenamento pelos Serviços secretos Israelitas a conhecida Mossad ‒ uma espécie de GESTAPO, PIDE, CIA ou KGB)

 

Como a Al-Fatah (início dos Anos 50), a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP/desde 1967), a Frente Democrática para a Libertação da Palestina (FDLP/desde 1969), a Jihad Islâmica (Palestiniana/79 a 81) e o Hamas (desde 1987),

 

Na sua altura e como o é agora o Hamas e a Al-Fatah a serem considerados Efetivamente & Combatendo-os como grupos Terroristas (governando atualmente a Palestina);

 

10 Dos Maiores Ataques Terroristas Registados No Século XXI

(iniciando-se pelo 11 de Setembro)

 

Ano

 

Atentado

Autor

Alvo

Mortos

2001

Ataque 11 Setembro

Al-Qaeda (sauditas)

EUA

2996

2004

Tomada reféns escola Beslan

Separatistas chechenos (apoiados p’ Al-Qaeda)

Rússia

385

2004

Atentado estação ferroviária Madrid

Al-Qaeda

Espanha

192

2007

Bombardeamento comunidade Yazidi

Al-Qaeda (e sauditas)

Iraque

Mais de 796

2014

Massacre Campo Speicher (Tikrit)

Estado Islâmico (e sauditas)

Iraque

Mais de 1576

2015

Atentado

Paris

Estado Islâmico

França

137

2016

Atentado

Nice

Estado Islâmico

França

87

2017

Bombardeamento Mogadishu

Grupo ligado Al-Qaeda

Somália

587

2017

Ataque

Sinai

Estado Islâmico

Egito

311

2017

Ataque

Kabul

Taliban

Afeganistão

Mais de 150

Com a esmagadora maioria destes brutais atentados a terem origem nos terroristas bons

‒ Como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, terroristas mas apoiados pelos EUA/Sauditas ‒

E não pelos terroristas maus como os palestinianos do Hamas (da Al-Fatah ou da OLP) ou os iranianos do Hezbollah apoiados pelos Russos (e talvez pelos Chineses)

 

E no entanto não englobando nesse grupo dadas as mesmas senão piores consequências (mortais), grupos como os dos terroristas da Al-Qaeda e até do Exército Islâmico apesar das palavras (e assim mantendo as aparências) Efetivamente Financiando-os (e até do Hezbollah umas vezes aliado outras vezes inimigo, agora do lado de lá pela sua ligação ao Irão).

 

[Avi Dichter - responsável do comité de Negócios Estrangeiros e Defesa de Israel)]

 

(dados da tabela: wikipedia.org ‒ imagens: nytimes.com/independent.co.uk/wikipedia.org/wordpress.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:03

10
Mai 18

Com a Ucrânia nem sequer passando de um sucedâneo (de reserva) da estratégia (atual) de supremacia global norte-americana (Até que ponto é que a Europa valerá algo/Até que ponto os europeus se quererão matar uns aos outros?), depois do fiasco na Síria após a intervenção russa (apoiando legalmente o regime de Assad) os EUA viram-se de novo para o seu verdadeiro objetivo: o controlo de todos os poços de petróleo daquela região (do Médio-Oriente) nele integrando o Irão, um dos maiores produtores.

 

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Ao mesmo tempo que o Presidente dos EUA Donald Trump se retirava esta terça-feira (dia 8 de Maio) do Acordo Nuclear Iraniano estabelecido e assinado no ano de 2015 em Lausanne (Suíça) ‒ tendo de um lado os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia) e do outro lado o Irão ‒ subscrito como se pôde constatar (na altura) por seis das maiores potências do Mundo e pelo então Presidente dos EUA Barack Obama (com a Administração Norte-Americana de então a ser um dos seus principais impulsionadores desse processo),

 

‒ Não deixando desde já de invetivar o Irão (e o regime iraniano atualmente no poder), acusando-o de continuar a mentir (ao Mundo) e avisando-o estarem os EUA preparados para se estrategicamente necessário (pondo em causa certamente o petróleo) dar a resposta imediata e apropriada (mais Bombas outra Guerra)

 

O mesmo anunciava desde já o recrudescimento das sanções a tomar dirigidas contra o Irão, certamente esperando que outros se lhe seguissem (no apoio à decisão dos EUA) ou não fossem seus Aliados ‒ certamente com a embaixadora dos EUA na ONU Nikky Haley a pegar no seu bloco de apontamentos e a registar aí (para memória futura) o nome dos (desleais) opositores.

 

Trump-and-Iran-Reuters-Jonathan-Ernst-Getty-Images

 

Com a tomada de posição do Presidente dos EUA (passados 3 anos depois de Barack Obama sendo agora Donald Trump) a ter respostas diferenciadas conforme a parte do Globo à qual ia chegando a informação, mas dada a real essência do problema (o amor ao Petróleo e o ódio ao Irão) e tomando em consideração a total ausência de justificação para tal atitude tão inopinada (como se oriunda de uma criança) como extrema (só mesmo assumindo a atitude confrangedora e extrema da dupla britânica May/Boris, optando pelo “quase que de certeza é verdade” em vez de simplesmente optar pela “verdade”),

 

Levando os restantes 4 signatários do Acordo Nuclear Iraniano a manterem o seu compromisso (assumido e dito vir a ser respeitado e nada havendo contra, não existindo razão óbvia para ser descontinuado) reiterando-o de novo conjuntamente com o Irão ‒ enquanto os EUA denunciavam unilateralmente o acordo que os próprios tinham promovido e assegurado respeitar, desrespeitando os outros (signatários), isolando-se mais um pouco (do Mundo tal como no caso do problema Ambiental) e talvez preparando-se para a sua única escapatória ‒ perdido interna e externamente ‒ se quiser resistir (até ao fim do seu mandato) e ainda poder voltar a ser eleito (para um 2º mandato): da série Os Militares e a Guerra (destruído o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, a Síria e o Iémen e regressados os Excecionais ‒ os mesmos que levaram todo o Mundo atrás das Armas de Destruição Maciça ‒ seguindo-se agora o cenário para um novo palco o Irão) numa Nova Temporada.

 

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E com o Mundo preocupado (caso do Continente Europeu), com outros a festejarem (Israel e Arábia Saudita) e com um outro à espera (o Irão para já sossegado) ‒ e com os ditos terroristas (sempre preparados para agir) apenas à espera das ordens oriundas do Irão (Hezbollah/os terroristas referidos como maus) ou então da Arábia Saudita (Al-Qaeda e Exército Islâmico/os terroristas referidos como bons). E até com a Boeing a sair agora prejudicada (depois das declarações de Trump) sendo mesmo obrigada a cancelar o seu negócio (de muitos milhões) de venda de aviões (de carreira) ao Irão. E com os Europeus com receio (avisando os EUA para não tentarem de qualquer fórmula bloquear ou destruir o acordo), com os Países do Golfo jubilantes (aliados da Arábia Saudita e logo tendo como grande inimigo o Irão), com Israel a aproveitar (a ocasião proporcionada por Trump) para atacar mais uma vez a Síria (Damasco) e lá ao fundo ainda quietinho e sem se manifestar o Irão, assegurando aos restantes países a manutenção pela sua parte do Acordo de 2015.

 

E no meio de tudo isto com o maior perigo a vir de Israel e da Arábia Saudita (com os seus poderosos e bem-equipados ‒ direta/indiretamente pelos EUA ‒ mercenários da Al-Qaeda e ISIS/ISIL), querendo tal como os EUA a destruição do Irão. Tentando de uma forma ou de outra uma intervenção direta por parte dos EUA (difícil de momento de acreditar) reeditando a Guerra do Golfo, mas agora tendo como objetivo o único país ainda intacto naquela tão martirizada (por submetida a terraplanagem e genocídio) região (destruídos Iraque e Síria) o Irão.

 

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Restando ao Mundo aguardar a evolução do guião desta série televisiva ‒ de muita ação e de guerra ‒ de origem norte-americana e numa reedição de anteriores (de sucesso para uma Indústria), nesta nova temporada (da Administração da Casa Branca) mudando um pouco o cenário (de base semelhante) mas mantendo o mesmo elenco (terroristas/mercenários), alterando radicalmente com a sua reorientação (obviamente e como sempre o Irão) o ambiente exterior de mais esta penetração: proporcionando na pior das hipóteses ao Irão o estatuto dos demais (territórios intervencionados pelos EUA). E com uma Nova Ordem Mundial (NWO) surgindo da aplicação da teoria (da Evolução) via Terra Queimada.

 

(imagens: moddb.com/dailycaller.com/demotivation.me/israeltoday.co.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

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