Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Jul 15

Pelos vistos TSIPRAS também terá o seu CAVALO
(esperando com ele salvar a Grécia)

 

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Analisando de uma forma imparcial e distanciada (não sou de nenhum partido português e a Grécia fica do outro lado da Europa) os seis meses do partido SYISA no comando do actual Governo da Grécia, a única certeza que poderemos tirar a partir da situação política que neste preciso momento aí se vive, é que sem qualquer tipo de dúvida sustentada na forte personalidade e verticalidade do seu Primeiro-Ministro, este ainda terá à sua disposição e para utilizar no momento que achar mais indicado (a contagem final já se iniciou), o seu Cavalo de Tróia.

 

Um líder político de esquerda que inequívoca e exclusivamente (e para reforço pessoal do seu poder negocial) convidou o seu povo a dizer claramente NÃO, que de Atenas transportou esse NÃO do seu povo até Bruxelas e que de lá veio com um SIM como resposta para o povo. Querendo-lhes (agora) transmitir que o SIM (afinal) era a resposta. Ou seja: NÃO = SIM = Salvação. Se já não bastasse o calor (que se faz sentir na Grécia e por toda a Europa) levando com mais esta (do PM grego) era mesmo de ficar prostrado.

 

O que este misterioso Primeiro-Ministro parece ainda não ter compreendido (estando pronto a dispensar camaradas de partido e a aliar-se no parlamento grego àqueles que anteriormente destruíram a Grécia) é que talvez já nem sequer esteja no controlo da sua Última Arma e que o feitiço no final se vire contra o feiticeiro. Com os gregos a serem os mortos. E com o desastre anunciado o espanto de TSIPRAS nunca mais será aceite nem perdoado (pelo povo grego ele sim espantado e indignado com o seu cruel jogo SIM/NÃO), já que todos sabemos que o cavalo é alemão, comandado por alemães e pronto a entrar em acção mas fora das muralhas de Tróia (nesta história território da Alemanha).

 

E se a Grécia ainda estava à espera da ajuda do russo ou do chinês, rapidamente percebeu que o problema era com eles e que dali não sairia nem apoio russo nem dinheiro chinês (por exemplo instalando na Grécia uma Loja dos 300 – mil milhões). Entretanto e sempre atenta, a Alemanha já propôs aos gregos a venda de 50 mil milhões em património. Onde é que eu já ouvi isto: A Bolsa ou a Vida? Num ASSALTO!

 

ÚLTIMA HORA:

 

Depois do primeiro momento verdadeiramente histórico com a resposta NÃO por parte da maioria do povo grego ao acordo proposto pela UE, a Grécia está prestes a viver outro momento novamente histórico com o seu Primeiro-Ministro a arranjar outro sinónimo para a palavra NÃO: SIM. No entanto convém ressalvar que este comportamento já não tem nada de original (não passando de um plágio de atitudes) estando a patente do produto registada em Portugal (desde que o nosso Vice-Primeiro-Ministro arranjou um sinónimo para IRREVOGÁVEL: REVOGAVEL).

 

(imagem – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

14
Jul 15

Greece: Tsipras Surrenders to Troika Bandits
(Stephen Lendman – Global Research, July 13, 2015)

 

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Greece is being systematically raped and pillaged. It’s painful to see how easily powerful monied interests can destroy a nation without firing a shot. Financial war is as cruel and ruthless as naked aggression.

 

Long-suffering Greeks understand better than establishment economists – paid to con people to believe destructive policies benefit them.

 

Harder than ever hard times awaits Greeks and ordinary people throughout Western societies. Regimes in Europe and America serve their privileged elites alone at the expense of most others, especially their most vulnerable and needy.

 

Their governments are their worst enemies – in bed with dark forces destroying their welfare and futures. SYRIZA was elected on a pledge of no more austerity. Betrayal followed. It’s just a question of how bad things will be once the dust settles. What’s happening isn’t pretty.

 

On Sunday, Eurogroup president/Dutch finance minister Jeroen Dijsselbloem gave Greece the Troika’s take-it-or-leave-it harsh ultimatum – a list of stiffer austerity measures than earlier proposed and other tough ones as a condition for more bailout help – now reportedly for 86 – 87 billion euros over three years (10 billion euros immediately for bank recapitalizations).

 

Greece’s parliament must approve the deal and legislate Troika diktats into law with Tsipras’ signature by July 15. Terms agreed on include:

 

Higher regressive VAT taxes hitting millions of impoverished Greeks hardest along with broadening the tax base affecting ordinary people most.

 

Stiff pension cuts (on top of 40% eliminated earlier) including for poor retirees cut no slack.

 

Adopting a Code of Civil Procedure to streamline procedures and reduce costs – in other words, continued stiff budget cuts harming millions of Greeks already suffering hugely from earlier imposed austerity.

 

Full implementation of the Treaty on Stability, Coordination and Governance in the Economic and Monetary Union’s key provisions – including mandated spending cuts gutting social services more than already.

 

Giving foreign investors freer access to plunder Greece’s economy.

 

Privatizing power generation and transmission along with other state enterprises previously off-limits.

 

Neutralizing labor rights ahead of eliminating them altogether – including restricting collective bargaining and right to strike as well as eliminating hiring and firing restrictions.

 

Rescinding SYRIZA enacted laws not agreed on by the European Commission, ECB and IMF.

 

Transferring up to 50 billion euros worth of Greek assets to a Troika controlled fund based in Athens to contribute to servicing debt and recapitalizing Greek banks.

 

Possible debt restructuring by extending maturities, not write-downs.

 

Troika officials will monitor Greek implementation of demands.

 

Bottom line: they mandate Athens entirely surrendering its sovereign rights to the European Commission, ECB and IMF.

 

Greater than ever austerity will be imposed, hitting millions of impoverished/unemployed Greeks hardest, including poor pensioners to receive less than their already meager payments en route to eliminating them altogether.

 

Privatizing state enterprises earlier considered off-limits. Plans are to transform Greece into an nightmarish dystopian wasteland.

 

It’s hard imagining any government accepting what’s demanded. No responsible one would. Tsipras sold out. His signature on the final deal alone awaits.

 

Word from Brussels is all parties agreed on a deal. It’s official. Tsipras handed Greek sovereignty to Troika bandits, agreeing to all their unacceptable demands.

 

European Council President Donald Tusk tweeted: “Euro summit has unanimously reached agreement. All ready to go for ESM (European Stability Mechanism) program for Greece with serious reforms and financial support.”

 

Greece’s parliament must accept the deal and enact demanded legislation by July 15 complying with Troika diktats. It’s almost but not entirely certain – defying overwhelming public opposition according to polls.

 

A Final Comment

 

Greeks suffered horrifically under Nazi occupation during WW II. It took a terrible toll on millions. Tens of thousands of Athenians alone perished from starvation.

 

Many thousands more endured barbarous Nazi persecution. Greece’s economy was destroyed. A Berlin-installed collaborationist regime brutalized it own people.

 

Around half a million perished – from starvation, massacres, assassinations and other forms of brutality. People were shot on sight for no reason. Women and young girls were raped, many then savagely murdered.

 

Greece is again occupied, a Troika controlled colony, its sovereignty lost. Tsipras is a modern-day quisling – selling out to monied interests disgracefully. He’ll be remembered for agreeing to a Greek Versailles.

 

This time financial predators are villains – force-feeding pain and suffering their way. Human need and welfare are sacrificed for unrestricted profit-making the old-fashioned way – pillaging an entire nation, wrecking its economy more than already.

 

(globalresearch.ca)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:54

É bastante claro o resultado do duelo travado este fim-de-semana em Bruxelas entre os representantes do EUROGRUPO (diga-se a Alemanha) e os representantes da GRÉCIA (diga-se o povo grego):

 

“Derrota por KO técnico do inferiorizado Primeiro-Ministro Alexis Tsipras, face à sua ultra-poderosa adversária a Chanceler Angela Merkel.”

 

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Verdadeiramente de pernas para o ar
(ou de pernas abertas?

 

O que só poderá significar o início do fim a curto ou a médio prazo do Governo liderado por AlexisTsipras (que a Europa acaba de transformar num Morto-Vivo, colocando-o agora em posição IN) e como consequência lógica (do recuo progressivo da sua base de apoio) o fim do próprio SYRISA (com a porta já aberta com a chegada a Acordo e com Tsipras a iniciar o seu período pessoal de Inquisição interna).

 

Registemos: com Alexis Tsipras considerado agora IN para o clube privilegiado do EUROGRUPO, abrem-se logicamente mais perspectivas de evolução política e hierárquica deste agora aguerrido, prometedor e jovem político Europeu. Só lhe faltará mesmo ser um pouco mais ambicioso e aí talvez tenhamos encontrado um grande líder europeu (e sabe-se lá da CEE – estilo Durão Barroso). Tem é que esquecer o essencial (mais do que a Grécia, os gregos).

 

De qualquer forma a Grécia estará a partir de agora IN, apesar de na realidade continuar OUT: integrada na Europa mas sem dinheiro, sem património, sem emprego, sem protecção social, sem crescimento, sem ESTADO, sem, sem, sem e sem solidariedade da UE.

 

"Eles crucificaram Tsipras lá dentro."
(RR)

 

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Ministro das Finanças da Alemanha e Presidente do Eurogrupo
(e a imparcialidade dos árbitros)

 

Mas com todos os anteriores cenários já repetidamente montados e desmontados pelos próprios organizadores deste grande, inolvidável e talvez irrepetível espectáculo (com resultados financeiramente arrasadores para os seus patrocinadores), todo o desenvolvimento continua a ser possível e com múltiplas opções: desde a implosão da Grécia até à implosão da Europa, desde o ressuscitar de Tsipras até à síncope de Schäuble.

 

Última Hora:

 

“Depois da Praga o Contra-ataque dos Leporídeos”
(concentrados na toca do Coelho)

 

Depois de nos ter VIGARIZADO com os seus dados espectaculares sobre as taxas de desemprego, de impostos, de remunerações e até de reformas e de pensões em Portugal (tudo a descer ou a subir, conforme os interesses do momento), eis que o nosso Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho em nome de Portugal, pensando no seu emprego e na defesa intransigente do novo desígnio Europeu, se atribui todos os louros na defesa dos paradigma alemão: considerando-se como SALAZAR, o maior neutro pró-activo. Talvez a falta de vergonha seja um problema cultural – pois a memória já se foi (Portugal nunca assumiu uma clara posição). E não é só em Portugal que existirão ELEIÇÕES.

 

“Se a estupidez pagasse imposto estava todo carimbado!”

 

(imagens – businessetc.thejournal.ie/rr.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

13
Jul 15

O 1.ºMinistro grego ALEXIS TSIPRAS acaba de aceitar todas as condições impostas pelo ultimato lançado pelos representantes do EUROGRUPO, ainda há poucas horas considerado pelo mesmo indigno e humilhante para o seu país a GRÉCIA.

 

Será que TSIPRAS não passa de uma simples vela de aniversário?
(que brilhou, iludiu e já se foi)

 

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A Grécia Herege a ser sujeita a tratamento radical pelos seus benfeitores da UE
(e contando com a compreensão do poder local para a operação de estripamento)


Pelo que se pode dizer que TSIPRAS foi completamente estripado por MERKEL, esperando-se ansiosamente pelas cenas do próximo capítulo (agora a nível interno): ninguém espera que uma semana depois de ter sido fortemente mobilizado para dizer NÃO (ao acordo agora assinado) os mais de 60% dos cidadãos que exerceram esse seu direito soberano (a ser respeitado) aceitem agora alegremente e como se nada se tivesse passado, a pirueta do SYRISA e a explicação de que NÃO = SIM (muito do estilo Portas/Irrevogável).

 

Uma novela que já dura há vários anos, com muitos outros países a poderem candidatar-se ao lugar de papel principal e agora entrando apenas numa nova temporada. E se por um lado as lideranças europeias poderão agora descansar um pouco mais e começar a deslocar os holofotes da comunicação social para outros lados (já que estamos no Verão porque não para a praia), por outro lado começou hoje dia 13 a contagem decrescente para a saída do SYRYSA do Governo da Grécia: é que ninguém esquece nada em 7 dias (pelo menos sem algo de valioso em troca) e pelo que se saiba os gregos ainda não sofreram uma lobotomia (apesar da operação já ter sido assinada por Tsipras).

 

Mais uma vez se confirma o novo ditado agora escolhido pelos pobres de espírito para atingirem o tão desejado CÉU (proposto pelos seus líderes espirituais e carismáticos, temporários e subservientes): “São onze contra onze e no fim ganha a Alemanha”. Apesar de alguns acreditarem que MERKEL não terá estripado completamente TSIPRAS (ter-lhe-á restado um pouco de espinha) e ainda lhe restando alguma dignidade (senão a espinha acaba por dobrar) este se demita. Ou no mínimo que a mulher de TSIPRAS (a BETTY) cumpra o prometido e indignada com a traição (do marido) se divorcie.

 

(imagem – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:48

04
Fev 15

O Primeiro-Ministro da Itália ofereceu uma gravata ao Primeiro-Ministro da Grécia
(e a Chanceler ficou logo a tremer – verdadeiro ou falso?)

 

Mais importante do que tentarmos interpretar o significado futuro deste simples gesto, o que na verdade devemos tentar compreender é como no presente o Mundo está como está: num cenário (negativo) sem valores irrefutáveis e com a decisão no gatilho.

 

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Tsipras e Renzi

 

Mas não é essa característica que aparentemente estes indivíduos parecem desejar invocar (sendo por acaso ou por coincidência representantes do grupos de desesperados), actuando neste novo episódio num cenário simétrico (positivo) de diálogo e sinalização informal.

 

Ficamos agora a aguardar as consequências do impacto entre o Mestre (Alemanha) e o Aluno Rebelde (Grécia), podendo desde já começar a observar as movimentações de diversos países e demais interessados, como os EUA, a Grã-Bretanha e agora até a Itália.

 

E se nada fizermos rapidamente (em Portugal e com Passos Coelho), seremos literalmente atropelados.

 

(imagem: Expresso/EPA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:20

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