Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Dez 18

Tal como no caso da INDONÉSIA com o seu vulcão ANAK KRAKATAU, localizados nós (PORTUGAL) aqui perto de um mesmo problema (aqui o espanhol vulcão CUMBRE VIEJA), só temos mesmo que nos preocupar prevenindo/não remediando: tão perto como estamos (tal como os indonésios) da confluência de placas tectónicas – e tendo já no currículo o ano de 1755 (com o terramoto seguido de TSUNAMI caindo sobre o sul do país e Lisboa).

 

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Nuvens escuras de vapor e de cinzas

Resultantes da erupção do vulcão Anak Krakatau

(observadas a 23 de Dezembro ainda no início da erupção)

 

Com o TSUNAMI ocorrido no passado dia 22 de Dezembro de 2018 (sábado) – na ilha indonésia de ANAK KRAKATAU (formada há 91 anos) – originado numa violenta erupção vulcânica e no subsequente deslocamento de terras (submarinas) integrando (e sendo adjacentes) a essa ilha e vulcão (em intensa atividade geológica), concluímos que estes mesmos fenómenos de deslocação de enormes volumes e massas de água integrando os nossos oceanos (cobrindo mais de 70% da superfície do nosso planeta e com uma profundidade média menor que 4Km), podem ter como rastilho (para a concretização do EVENTO) não só a ocorrência de grandes sismos com epicentro no MAR – como o foi o SISMO seguido de TSUNAMI de 26 de Dezembro de 2004 com um sismo de magnitude M9.1 e ocorrido no mar, originando um TSUNAMI e provocando mais de 200.000 vítimas mortais entre residentes e turistas – mas igualmente a ocorrência de Grandes ERUPÇÕES (explosivas) originando intensas movimentações nas estruturas geológicas suportando o vulcão (à vista ou debaixo de água), refletindo-se na criação de uma ONDA de CHOQUE (uma Muralha de Água) deslocando-se centenas de quilómetros e invariavelmente atingindo (fortemente) todas as zonas litorais (localizadas no seu caminho de propagação) – como o terá sido a ERUPÇÃO seguida de TSUNAMI de 22 de Dezembro de 2018, com uma violenta erupção (e explosão) ocorrida na ilha e no vulcão ANA KRAKATAU (o filho do vulcão KRAKATOA) a exprimir-se com um novo Tsunami: não SÍSMICO mas VULCÂNICO (origem), igualmente mortal.

 

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Destruição em Sumur/Indonésia

Provocada pela erupção de Anak Krakatau

(observada em 25.12 já depois da passagem do tsunami originada no vulcão)

 

Curiosamente com estes dois acontecimentos (TSUNAMIS) a ocorrerem na mesma região do Globo Terrestre (Índico/Pacífico), deixando-nos no entanto no ar a dúvida se tais acontecimentos poderão ocorrer ou não noutros lugares do nosso planeta (a TERRA): por exemplo tendo como protagonista o Oceano Atlântico banhando entre outros países o nosso Portugal (continental e insular). Haverá então algo de COMUM entre o sucedido na INDONÉSIA e o que poderá ocorrer algum um dia (se já não tiver ocorrido antes) no nosso PORTUGAL? E sabendo-se estarem ambos (INDONÉSIA e PORTUGAL) muito próximos da confluência de 2 ou mais PLACAS TECTÓNICAS, para tal fenómeno ocorrer (tsunami) faltando apenas o VULCÃO existir e aparecer: na Indonésia com ANA KRAKATAU em Portugal (e nas margens do Atlântico) com o CUMBRE VIEJA. No historial de TSUNAMIS (e MEGATSUNAMIS) ocorridos no nosso planeta desde a Pré-História (como consequência de impactos e/ou deslocamento de terras) – e destacando-se entre outros (e como um dos primeiros) o asteroide que exterminou os Dinossauros (há mais de 60 milhões de anos) e (como um dos derradeiros) o deslocamento de terras ocorrido no Monte ETNA como consequência de uma violenta erupção no vulcão com o mesmo nome (há uns 8.000 anos atrás) – podendo-se a eles juntar o provocado pelo vulcão KRAKATOA (ocorrido no PASSADO) como (já agora e passado Anak Krakatau) o anunciado e desde há muito previsto TSUNAMI das CANÁRIAS (a ocorrer no Futuro) apontado para o vulcão CUMBRE VIEJA.

 

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Com dois dos quatro indonésios membros da banda Seventeen

A morrerem durante o Tsunami do passado fim-de-semana

(na Indonésia durante um concerto de praia)

 

Nas previsões dos especialistas (com a zona mantendo-se ainda aparente e geologicamente estável) podendo ocorrer um TSUNAMI mas num período ainda bem largo estendendo-se por uns 10.000 anos (ou seja entre o ano 2019 e o ano 12.019). Talvez com repercussões (materiais e/ou humanas) apenas regionais (afetando sobretudo a zona das CANÁRIAS) mas ao mesmo tempo podendo tornar-se num fenómeno mais vasto e afetando regiões em seu redor como as costas de África e da Europa e até do mais distante continente Americano; com um MEGATSUNAMI a poder já ter ocorrido na zona e no passado (há muitos e muitos milhares/milhões de anos atrás) como o demonstram vestígios encontrados 40/200 metros (na altura deste Evento) acima do nível da água do mar. O que aconteceria então, chegando à costa portuguesa (ocidental e sul) uma onda podendo atingir uns 100 metros de altura (ou algo a caminho desses valores mesmo que menores que 50)? Talvez se descobrindo um pouco, lendo o Público de 2011 (Luís Francisco/Cumbre Vieja, O Apocalipse tem um nome/07.11.2011):

 

“A recente crise vulcânica nas Canárias (Setembro de 2011) passou sem deixar grande mossa mas o arquipélago espanhol no Atlântico está referenciado como epicentro de um potencial desastre de consequências catastróficas: (como) a derrocada do flanco do vulcão Cumbre Vieja (um vulcão ativo) o cenário mais plausível de um MEGATSUNAMI (no Atlântico). (Só que) o problema é que os cientistas chegaram à conclusão de que o cone vulcânico é particularmente instável e (que) existe a possibilidade de, num cenário de erupção ou (de) sismo, uma enorme porção da montanha deslizar para o mar (c/consequências catastróficas). (Com os modelos matemáticos a apontarem que) o arquipélago da Madeira poderia ser atingido por paredes de água com mais de 40 metros de altura (e que) qualquer coisa à volta de três horas depois do colapso, o território continental português veria chegar poderosas ondas de dez metros (num cenário de devastação).”

 

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Localizado numa região geologicamente, não tão perigosa como a da Indonésia

Portugal jamais deverá esquecer não ser igualmente virgem, neste tipo de fenómenos (bastando para tal lembrar o Sismo/Tsunami de 1755)

 

Última Hora

 

[E pelas 22:30 (hora de Portugal) do dia 25 de Dezembro, com o número de mortos a caminho dos 500 e com o número de feridos a caminho dos 2.000 (isto para não falar como complemento, dos para já ainda considerados como desaparecidos). E com o vulcão Anak Krakatau a manter-se em atividade, registando-se ainda mais explosões/erupções. Por curiosidade na mesma altura em que na Itália o ETNA – igualmente próximo de centros populacionais – reforça a sua atividade.]

 

(imagens: volcanodiscovery.com – whittierdailynews.com – WEB/YOUTUBE – Smithsonian Channel/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

24
Dez 18

[Filme de 1969 dirigido por Bernard Kowalski e baseado na erupção do Karakatoa de 1883: Krakatoa a Leste de Java.]

 

Tal como há muito já se previa até pelo seu passado recente (última grande erupção registada em 1883, destruindo completamente a ilha vulcânica, para a mesma reaparecer 44 anos depois em 1927) e pelo tipo de vulcão de que se tratava (na confluência de duas placas tectónicas)

 

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Erupção do Anak-krakatau

(ouvindo na costa de Java a cerca de 50Km de distância)

 

– O vulcão KRAKATOA localizado entre as ilhas indonésias de JAVA e de SUMATRA –

 

Com o mesmo aparecendo e desaparecendo durante o seu percursode vida

(com a primeira menção a ser reportada a um mapa de 1611)

E sendo acompanhado de acontecimentos eruptivos extremamente violentos e capazes de aparentemente o CRIAR ou DESTRUIR

(vendo-se à superfície ou desaparecendo debaixo dela mas nunca perdendo as suas raízes vulcânicas)

 

E relembrando mais uma vez na história do mesmo vulcão e das suas erupções mais relevantes, o Evento Catastrófico de 26 de Agosto de 1883

 

– A 6ª Maior Erupção conhecida e a 2ª Causando mais Vítimas Mortais de sempre – (desaparecendo a ilha, provocando mais de 36.000 mortos e ainda um poderoso tsunami)

 

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Anak-Krakatou

(outro descendente violento do vulcão Krakatoa)

 

Não nos deixando nada surpreendidos o ocorrido no passado (e ainda muito próximo) dia 22 de Dezembro, com um TSUNAMI a varrer zonas costeiras do Estreito de SUNDA, localizadas a pouco mais de uma centena de quilómetros do novo Krakatoa (nova ilha denominada ANAK KRAKATAU) e provocando mais de duas centenas de mortos, mais de 800 feridos e uma trintena de desaparecidos:

 

Um fenómeno despoletado por violentas explosões ocorridas no novo KRAKATOA (ao longo de 24 horas), expelindo grandes quantidades de lava e simultaneamente provocando desabamentos/deslocações de terras submarinas e a partir daí dando origem ao aparecimento de grandes deslocações de massas/volumes de água como o são os TSUNAMIS.

 

Em mais uma Grande Catástrofe ocorrida na mesma região do Globo e pela mesma altura da tragédia de 2004 (pela época do Natal com um sismo seguido de tsunami a provocar mais de 230.000 mortos), aí (há 14 anos atrás) com o Tsunami a ocorrer na madrugada do dia 26 de Dezembro como consequência de uma grande deslocação de terras (submarinas) provocadas pelo sismo pouco tempo antes registado (numa das regiões que como todos nós sabemos é uma das mais ativas geologicamente falando do Mundo) – sismo com epicentro no Índico, a 30Km de profundidade e com amplitude M9,1: então utilizando-se boias (o que se fez apenas depois) podendo-se ter evitado a tragédia.

 

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Com duas ondas do Tsunami a entrarem em terra sem aviso

(segundo testemunhas com a 2ª onda sendo maior que a 1ª)

 

Só que mesmo utilizando boias ou outro tipo de sistemas (de sinalização de tsunamis associados a sismos) tal nunca resultaria no caso do TSUNAMI

 

– Como AVISO da sua chegada –

 

Do dia 22 de DEZEMBRO (sábado):

 

Porque a origem da deteção teria que estar não no SISMO, mas na explosão do VULCÃO (provocando deslocação de terras, vagas e o tsunami).

 

E não existindo equipamentos desses (que se saiba) para a deteção de tais fenómenos (associadas não a sismos mas a vulcões/erupções), não havendo mesmo nada e de novo a fazer. De quem a responsabilidade? Até ao próximo Natal?

 

(imagens: @OysteinLAnderse/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 04:16

17
Jul 18

Para já com o Algarve livre de Explosões (como as registadas próximo do aeroporto do Cairo) e de Tsunamis (como o ocorrido nas Baleares) e ainda com muitas vagas (dada a queda na ocupação este ano na ordem dos 10%) para o Turista mesmo que Acidental (por destino alterado/inesperado). Este ano sendo desviados (de cá) para a Grécia, Turquia, Egito e Tunísia (incluindo muitos ingleses) para já não falar da Rússia atraindo-os (para o Turismo) com uma Bola.

 

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Duas ilhas (Maiorca e Minorca) fazendo parte do arquipélago espanhol das BALEARES (constituído por 4 ilhas) localizado em pleno mar Mediterrânico entre o Sul de Espanha e o norte da Argélia, foram ontem (segunda-feira, 16) atingidas por um TSUNAMI atingindo as suas costas (e respetivas praias e estruturas locais adjacentes):

 

Com as outras duas ilhas integrando o arquipélago a não serem submetidas a este fenómeno natural (Formentera e Ibiza) mas com Maiorca e Minorca a serem atingidas por ondas com cerca de 1,5 metros de altura.

 

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Um Tsunami Meteorológico (e não geológico por deslocamento submarino de terras),

 

‒ Um METEOTSUNAMI ‒

 

Atingindo as duas ilhas logo de manhãzinha (felizmente um pequeno Tsunami),

 

‒ Razão pela qual não existe notícias de vítimas dado as praias se encontrarem ainda desertas ‒

 

Mas no seu caminho em direção ao interior (e ultrapassado o areal) acabando por levar tudo o que lhe aparecia à sua frente como barcos, cadeiras e guarda-sóis:

 

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E de seguida inundando (para além das praias e estruturas como bares) estradas, terraços e quintais.

 

Tendo a nível portuário um maior impacto no porto de Ciutadella (parte ocidental da ilha de Minorca), com um seu barco histórico (aí fundeado) lembrando a nossa Caravela, a ser levado pela força das águas (avançando terra dentro e de seguida recuando) e posteriormente sendo salvo por outros pescadores trazendo-o (o barco) de regresso a casa.

 

(dados: watchers.news ‒ imagens: watchers.news e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:41

08
Jan 18

Tsunami? Não.

Ação conjugada das marés com a Lua e/ou com o Sol.

(duplo impacto)

 

Há já uns anos atrás não me recordando bem quando (talvez perto da mudança anual de semestre) ‒ e observando de uma das margens do Arade o rio a deslocar-se (no que deveria ser correndo da terra para o mar) ‒ vendo o movimento das águas a deslocar-se em sentido contrário: em princípio provocado por um (pequeno) deslocamento de terras (submarino) ocorrido algures no mar e provocando a recessão (de águas) como resultado de um sismo ou então uma conjugação de mais uma maré-baixa mas aí interagindo com a Lua e/ou mesmo com o Sol, quando a Terra e o Lua se encontram no seu perigeu (a Lua relativamente à Terra e a Terra relativamente ao Sol).

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Santa Rosa ‒ 5 de Janeiro 2018

 

Numa localidade situada na América do Sul na costa oeste do Equador (fazendo frente ao oceano Pacífico) ‒ SANTA ROSA ‒ no dia 5 de Janeiro (deste ano) os seus habitantes (vivendo numa vila piscatória e como tal tirando a sua subsistência do mar) viram-se confrontados com um fenómeno raro e como tal preocupante (com muitos não o conhecendo e compreendendo e logo despertando medo e receio) ‒ envolvendo o seu local de trabalho o MAR ‒ que pelas suas caraterísticas seria um TSUNAMI: com as águas (do oceano Pacífico) a retrocederem mais de uma centena de metros, deixando o leito do mar à vista e os barcos dependurados.

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Baía de Caráquez em Manabé ‒ 4 de Janeiro de 2018

 

Já mais a norte ainda sobre o Pacífico e localizado na região da baía de Caraquéz (por estrada a cerca de 450Km a norte de Santa Rosa) ‒ ao contrário de Santa Rosa uma terra de pescadores, com a Baía de Caráquez a ser um destino turístico ‒ com a localidade costeira da província (equatoriana) de MANABÍ a ser afetado por um fenómeno semelhante (pela data o mesmo) com as águas a recuarem (para mais tarde regressarem) deixando o extenso areal a descoberto: aqui mais depressa interpretado (e reconhecido) como um fenómeno habitual (neste espaço) apesar de menor vezes observado e como tal conhecido (no tempo) “Un fenómeno tan natural, ahí si la gente tiene miedo, pero para la maldad, no hay ni el mínimo de temor.” (Kevin Arteaga/@ArteagaKevin/twitter.com)

 

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Ainda no ano de 2017 com outros países a assistirem a fenómenos semelhantes

Com a água do mar (temporariamente) a desaparecer (do areal)

 

Mas nunca esquecendo (mesmo no anterior fenómeno) a interferência do Homem

E a sua contribuição para o Aquecimento Global e para as Alterações Climáticas.

(triplo impacto)

 

Felizmente com uma Instituição Governamental fazendo o devido esclarecimento (Instituto Oceanográfico da Armada Equatoriana ou INOCAR) explicando a razão do fenómeno e assim afastando medos, mitos e possíveis conspirações: “Aguaje máximo y factores océano atmosféricos causaron recogimiento del mar”: o que por vezes não acontece noutros países pela sua postura moral e poder militar efetivo (infelizmente interligados) com muitas mais obrigações e responsabilidades de defesa dos seus próprios cidadãos (caso exemplar os momentosa que se seguiram ao furacão Katrina com todos os esforços em princípio dedicados á salvação de vidas civis ‒ como disse George W. Bush da cidade de Pecadores de Nova Orleães ‒ a serem desviados para a assistência imediata às plataformas petrolíferas, enquanto centenas de cadáveres flutuavam à superfície de vastas zonas urbanas invadidas pela água dos rios saltando e submergindo rapidamente as suas margens).

 

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Além das alterações climáticas (marés mais extremas, degelo nos polos)

Com todo o Hemisfério Norte a ficar congelado (Nova Iorque ‒ Rio Hudson)

 

Nem mesmo em países como Portugal recordando o caso recente dos Incêndios provocando grande destruição e um elevado número de vítimas (mais de uma centena) ‒ algo de impensável para todos aqueles que ainda valorizam o estatuto do Homem e do seu Direito à Vida, jamais aceitando a banalização da violência e da morte (como algo de natural apesar da sua origem imposta e artificial) e a substituição do que nos define como Sujeito transformando-nos agora num mero (e cada vez mais desprezível) subobjecto. Mas no caso do Equador (um país talvez mais discreto mas não menos sofrido no panorama geral e dramático da História da América do Sul) com os seus serviços a funcionarem divulgando explicações bem cuidadas, verificadas na difusão dos avisos como salvaguarda da segurança e proteção (1º) dos seus cidadãos e (2º) seus bens: falando-nos das marés, da atração gravitacional, do Sol e da Lua, da Lua Cheia e da Lua Nova, do nível da água do mar, do apogeu e perigeu … e até de como por vezes tudo isto se conjuga dando origem à ocorrência destes fenómenos parecendo tsunamis mas sendo apenas variações (extremas) de marés. Excelente pela oportunidade e pela atitude pedagógica.

 

(imagens: David Lainez@lainezch/twitter.com ‒ Noticiero 24 Horas/@24Horas/GYE/twitter.com ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ brasil247.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:44

22
Jun 17

18.06.2017 01:00 UTC

Details emerge about Greenland tsunami

(watchers.news)

 

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A cerca de 4.000Km de distância da cidade de Lisboa um forte TSUNAMI varreu a aldeia de NUUUGAATSIAQ localizada no fiorde de KARRAT na GRONELÂNDIA. Pelas 23:00 locais do dia 17 (01:00 UTC do dia 18) e como consequência de um DESLIZAMENTO de TERRAS verificado numa das encostas desse mesmo fiorde, com o impacto desse mesmo deslizamento ao colidir com a água a originar várias ONDAS que iriam atingir pouco depois a localidade piscatória sob a forma de um TSUNAMI.

 

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Com o TSUNAMI ao atingir terra a levar à sua frente 11 casas, a vitimar mortalmente 4 pessoas e a ferir ainda outras 9 (algumas com gravidade). Num fenómeno inicialmente associado a um sismo (com o tsunami a ter sido pretensamente originado por um SISMO de M4.0 criado quilómetros a norte da aldeia), mas mais tarde sendo explicado pelo DESLIZAMENTO de TERRAS e levando por prevenção e segurança os cientistas a investigar: descobrindo novos e potenciais deslizamentos e levando preventivamente à evacuação de NUUGAATSIAQ (além de outras 2 localidades).

 

(imagens: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:48

20
Mar 15

“Tsunami é um nome derivado do japonês TSU (porto, ancoradouro) e NAMI (onda, mar) e que designa ondas gigantes provocadas por fenómenos geológicos como maremotos, vulcões e o movimento das placas tectónicas ou até mesmo o deslizamento de grandes placas de gelo e rocha, ou ainda, eventos meteorológicos extremos e meteoritos.” (infoescola.com)

 

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Degelo na Antárctida

 

E como se já não bastassem as constantes ameaças vindas do norte (que o digam as populações das regiões do nordeste dos EUA), por deslocamento mais para sul do centro de produção das diversas correntes de massas polares (localizado na zona do Pólo Norte) e que afectam a meteorologia de todo o Hemisfério Norte (e logicamente o Árctico) – consequência do aquecimento global e origem da subida de temperatura dos oceanos e da fusão dos gelos polares – eis que agora o Pólo Sul também se começa a manifestar ameaçando derreter-se. Deste modo a Antárctida junta-se (nas intenções) ao seu antípoda Árctico.

 

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Carta do glaciar

 

A preocupação dos cientistas começou a aumentar quando verificaram que um dos principais glaciares que alimentam o continente gelado da Antárctida estava a diminuir de tamanho e de espessura, tornando a camada de gelo cada vez menos extensa e sobretudo mais fina (um tipo de problema nunca reportado nesta parte estabilizada do continente, tomando como termo de comparação o seu lado ocidental em degelo acelerado). Se o problema não residia nas condições ambientais que se faziam sentir exteriormente, certamente que a sua origem teria que vir de camadas de material sobrepondo-se sucessivamente até atingirem a superfície gelada e que se situariam a níveis inferiores. Entretanto o que se ia observando traduzia-se já num notório enfraquecimento de uma das zonas do leste do continente da Antárctida (alimentado pelo glaciar de Totten) e no lançamento das primeiras questões (agora fundamentadas) sobre as consequências que tal fenómeno poderia provocar: a diminuição do volume do conjunto de glaciares poderia indiciar o seu derretimento parcial e desse modo provocar o aumento do nível da água do oceano.

 

Mas como sempre acontece (desde que se mostre interesse e trabalho) os cientistas lá acabaram por descobrir o que estava a causar este degelo nesta zona do continente gelado da Antárctida: descobriram que debaixo das diversas camadas de gelo que formavam o glaciar de Totten, existiriam dois níveis distintos do leito oceânico pelos quais se infiltraria água mais quente proveniente do mar adjacente – minando as bases do glaciar, enfraquecendo e diminuindo a sua espessura. Dada a importância deste glaciar e caso se desse o colapso do mesmo, os cientistas calcularam que tal acontecimento provocaria um aumento do nível da água dos oceanos que ultrapassaria a barreira dos 3 metros. Nunca esquecendo que esse aumento progressivo de nível se estenderia por muitos e muitos anos. A explicação para este degelo repentino e imprevisível agora a ocorrer na Antárctida baseava-se segundo os cientistas na circulação de correntes de água com diferentes temperaturas e graus de salinidade, que aproveitando a existência de passagens subterrâneas sob o leito dos glaciares e comunicando com o oceano exterior, permitiam a entrada de água mais quente para o seu interior e minando as suas bases de sustentação.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

14
Mar 14

A potent threat of major earthquake off California's northern coast

(Los Angeles Times)

 

Risk of a monster quake and tsunami off California's North Coast is greater than researchers once thought.

If a 9.0 earthquake were to strike along California's sparsely populated North Coast, it would have a catastrophic ripple effect.

A giant tsunami created by the quake would wash away coastal towns, destroy U.S. 101 and cause $70 billion in damage over a large swath of the Pacific coast. More than 100 bridges would be lost, power lines toppled and coastal towns isolated. Residents would have as few as 15 minutes notice to flee to higher ground, and as many as 10,000 would perish.

Scientists last year published this grim scenario for a massive rupture along the Cascadia fault system, which runs 700 miles off shore from Northern California to Vancouver Island.

 

Cascadian quake of 1700 – computer simulation

 

The Cascadia subduction zone is less known than the San Andreas fault, which scientists have long predicted will produce The Big One. But in recent years, scientists have come to believe that the Cascadia is far more dangerous than originally believed and have been giving the system more attention.

The Cascadia begins at a geologically treacherous area where three tectonic plates are pushing against each other. The intersection has produced the two largest earthquakes in California in the last decade — Sunday's 6.8 temblor off Eureka and a 7.2 quake off Crescent City in 2005. The area has produced six quakes of magnitude 7.0 or greater in the last 100 years, the California Geological Survey said.

Officials in Northern California as well as Oregon and Washington are beginning to address the dangers.

...

 

Cascadian subduction zone – creation of a tsunami

 

The Cascadia fault is powerful for two reasons: It is both extremely long and it is a "megathrust" fault, in which two tectonic plates — slabs of rock roughly the size of New Mexico floating atop the Earth's molten core — are being forced underneath the gigantic North American plate.

As the smaller plates — the Juan de Fuca and Gorda plates — jam underneath the North American plate, friction builds, and the edge of the North American plate is temporarily dragged down as well.

But the North American plate is old and strong, and won't be pulled down forever.

Every several hundred years or so, the North American plate violently snaps back like a rubber band — thrusting upward with horrific power.

Sunday's quake, which erupted 50 miles off the coast, caused light to moderate shaking. No injuries or damage was reported.

But the North Coast has not always been so lucky.

On April 25, 1992, a magnitude-7.2 earthquake hit on shore near the village of Petrolia — about 30 miles southwest of Eureka — injuring 95 people, and triggering landslides and rockfalls, according to the U.S. Geological Survey.

That quake was so powerful that a 15-mile stretch of beach was pushed up as much as 4 feet — leaving behind rows of dead sea urchins, mussels and sea snails.

The 1992 earthquake pushed Victorian-era homes from foundations and took down chimneys.

An aftershock sparked an electrical fire that engulfed the lone shopping center in the town of Scotia. Firefighters stood by helplessly as a ruptured water main cut off water to the hydrants.

Fires also destroyed the only general store and post office in Petrolia.

As for the next 9.0 quake, U.S. Geological Survey seismologist David Oppenheimer said: "It could be today. It could be 100 years from now."

 

(Excerto de artigo: Rong-Gong Lin II and Rosana Xia – Los Angeles Times – 12.03.2014)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57

16
Mar 11

 

Escola para Crianças Surdas – Rio Branco – Brasil

 

Mundo: nem todo o 8 é miserável!

 E Portugal?

 

“8 (eight) is the natural number following 7 and preceding 9”

 

Economia portuguesa, em mesa de bilhar técnico!

 

Earthquake 8.9 hits Japan followed by tsunami!

 

 

(Google/Wikipedia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:52

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