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Surpreendidos Só Se Formos Nós

Sexta-feira, 04.06.21

Portugueses e britânicos, patrões e empregados ─ os chamados peões ─ mas nunca o sendo os políticos (cavalos, torres e bispos), jogando sempre os seus planos/objetivos, utilizando os peões como isco: os britânicos mais clarividentes (em cima/decretando e em baixo/obedecendo) assumindo a sua Monarquia (Rei/Rainha), mesmo o seu líder apesar de espetacular ser na realidade virtual. Pensando, no entanto, e tal como num tabuleiro de xadrez, que apesar da limitação deste sendo infindáveis o nº de alternativas, dada a participação de 32 peças podendo ser distribuídas por 64 lugares.

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Chegada ao Porto

Britânicos com indicação de chegada (sem problemas) a partir de 17 de maio e realizada a final da Liga dos Campeões a 29 de maio (ainda sem problemas), com indicação de partida (dado problema entretanto surgido) ─ e depois de muita reflexão entre o fim de maio/início de junho ─ a partir de 8 de junho

Partida de Lisboa

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Pretensamente surpreendidos com a tomada de posição da Grã-Bretanha, relegando de novo Portugal para o grupo de países necessitando de um período de Quarentena, pretendendo efetuar viagem (de turismo/de negócios) entre os dois países ─ e conhecidas as declarações recentes (final de maio) do Ministro responsável pelo processo de vacinação (Nadhim Zahawi), indicando que o levantamento total das restrições previsto para o próximo dia 21 de junho, estaria dependente da análise da evolução da Pandemia até essa data ─ perante o quadro epidemiológico da Grã-Bretanha, no presente e aparentemente dando protagonismo à estirpe/variante indiana, tida como possível responsável por um novo recrudescimento do nº de casos de infeções (na “Ilha”) e ainda pela indefinição da eficácia das vacinas disponíveis no combate a esta nova estirpe/variante e ainda e por outro lado (“para se dançar tendo que existir no mínimo um par”) face ao crescimento dos diversos parâmetros Covid-19 em Portugal, apesar de ainda com valores baixos mas dada a sua persistência, podendo indicar igualmente o ressurgimento do coronavírus (inicial/a britânica ou igualmente uma estirpe/variante), com a decisão do Governo de Boris Johnson tomada no dia de ontem (quinta-feira, 3 de junho) em nada sendo uma surpresa mas algo já esperado (certamente que de um lado e do outro): o Governo português podendo ter ficado surpreendido com “o fecho da torneira britânica” certamente como o terá ficado aquando da abertura inesperada da mesma (com todos os seus colegas europeus da EU e unilateralmente, estando proibidos de o fazer, logo com Portugal não sendo solidário com os seus) ─ nada fazendo para promover o importantíssimo setor do Turismo (fulcral para o crescimento do nosso PIB) tanto a nível interno como externo ─ o Governo britânico apenas continuando com o seu plano (de combate à Covid-19) anteriormente divulgado, passadas 3 semanas (iniciadas a 17 de maio) sobre a publicação da lista anterior (colocando-nos o “semáforo no verde”) refazendo-a e excluindo-nos (colocando-nos no “âmbar”, para não dizer “amarelo”), pelo menos de 8 de junho a 28 do mesmo mês ─ e deixando-nos a “impressão” de que o Algarve (desde que tudo se passe bem no Reino Unido e a estirpe/variante seja controlada) não tendo iniciado o Verão antes do tempo (a 17 de maio), podendo-a ainda fazer poucos dias depois do seu início, talvez a 29 de junho (apenas 9 dias/em cerca de 3 meses, atrasado).

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REINO UNIDO

Evolução do nº de Infetados/dia

PORTUGAL

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Face à evolução da Pandemia Covid-19 nos seus respetivos territórios,

com o Reino Unido a tentar evitar a circulação com Portugal.

Vendo os quadros (e para os ingleses) sendo óbvio o motivo.

 

Só aí e à falta de outros (turistas) podendo chegar “nova invasão britânica” aqui talvez já dividida (entre todos os nossos concorrentes do Mediterrânico e arredores) mas sendo melhor que nada ─ sendo Portugal um conhecido dependente ao nível tóxico do “mercado da Ilha fora da Europa”: nem sequer se compreendendo que dado o estreitamento das relações anglo-americanas (com o Reino Unido optando por uma união Atlântica com os EUA, passando a ser o Entreposto deste para a Europa, como se fosse o seu 51º Estado), Portugal e o Algarve não se promovam turisticamente nos EUA. Num Mundo como se vê dirigido por ambiciosos e incompetentes políticos amplamente suportados (daí a abertura do Ensino Superior a todos, sendo todos doutores e ninguém percebendo/fazendo nada e deixando andar) por todos os seus ajudantes aí colocados (na Pirâmide Hierárquica pré-definida), advogados, juristas, contabilistas, etc.) e desse modo, mantendo não como nossos representantes prometeram a nossa proteção/a nossa sobrevivência (mesmo sendo o resultado claramente negativo) e em sua vez obedecendo a quem no fim lhes retribui o favor (lhes paga ou seja lhes autoriza o pagamento): políticos britânicos não hesitando em prejudicar os seus cidadãos, abrindo-lhes as portas para o calor e para as praias ─ cheias de Sol (coincidindo com uma interrupção escolar no Reino unido) ─ e já lá estando estes, alertando-nos à última da hora para terem que antecipar-se (nos seus planos, muitos já o tendo pago) e regressar de imediato, assim como acompanhando-os nos prejuízos prejudicando obviamente muitas das suas empresas ligadas ao Turismo (desde as agências às suas companhias aéreas), sem argumentos novos e convincentes. De Portugal nem valendo a pena falar de novo, face ao seu desprezo ou total ignorância sobre o papel do sector turístico em Portugal, como em toda a parte do Mundo (por vezes inventando lugares/condições mesmo que artificiais), querendo o país promover-se noutras áreas.

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Sem razão aparente para nós, mas crucial para o Reino Unido,

com Portugal despromovido para a lista âmbar (ou amarela)

 

Falando, gesticulando e apercebendo-nos preferencialmente da língua inglesa, colocando-a à frente do espanhol e do francês e até do próprio português, restando-nos pois esperar pelo dia 29 de junho para ver então o que acontece: para já com os portugueses a começarem a chegar em crescendo, com os espanhóis começando a aparecer mais por cá, com outras nacionalidades ainda em números pouco significativos (mas com fortes perspetivas  de crescimento, como o turismo vindo da Holanda/Alemanha) mas investindo (alguns fortemente no setor superior) e com o “turismo conduto britânico” sendo o “conduto o elemento único” a pelo que se vê a continuar mais este ano como o “prato-do-dia”.

(imagens: AP/Twitter@CatarinaDemony/thesun.co.uk

─ worldometers.info ─ justicenewsflash.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19

E Terça-Feira Lá Vão Eles de Regresso

Sexta-feira, 04.06.21

A 17 de maio dando-se a invasão, a 8 de junho o primeiro recuo, esperando-se agora pelo 29 de junho para se voltar à carga dando-se nova invasão ─ se possível coincidindo com todo o Verão. Isto se os invasores, entretanto, não se tiverem direcionado para outros territórios, mais atraentes e prometedores.”

A razão bem escondida (por baixinha) localizada lá para o fundo lateral-direito do gráfico (abaixo indicado) e indicando o nº total de Infetados por cada duas semanas (ou 14 dias) desde o início deste ano de 2021 em Portugal (num total de 154 dias), num retrato que os portugueses não quiseram ver (nem tendo dinheiro para comprar uns óculos), mas que pelos vistos os britânicos conseguiram (certamente e tendo maior disponibilidade financeira usando lentes),

“Apontando o seu FOCO-DE-LUZ/LENTE para o canto inferior direito do gráfico,

com BOJO a encontrar o argumento,

para fazer regressar de novo à Ilha os seus cidadãos.”

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Nos últimos 14 dias

(10º Período →11º Período)

c/ o nº de Infetados a subir quase 40%

 

Se nada tendo significado para os nossos leigos/eruditos (portugueses) dominando atualmente a nossa máquina do Estado e naturalmente sendo seguidos pelo seu rebanho, bem ordenado e orientado (obedientemente) pelos seus fiéis cães-pastores (de raça por certificados, não fossem todos “iguais e diferentes”, indiferenciados) ─ não o sendo verdadeiramente (tendo outros objetivos e sendo a “prostituição mental” um fenómeno em crescimento não só real como terrível) e dos seus nada sabendo (só “querendo comer”) por deles procurando-os “nem sombra deles” ─ mesmo podendo não ter utilizado “manhas” como lentes e telescópios (para de uma formiga passar a um elefante, ameaçando aí esmagar-nos) servindo-se (o poder britânico, os nossos aliados) de nós como moeda de troca interna (face ao que se passa na sociedade britânica) e como sempre com o nosso Governo (fazendo-se incompreendido apanhado desprevenido) assobiando para o ar (como se não fossemos nós as vítimas). Assim vamos longe.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

Numa Questão de Segundos

Quinta-feira, 03.06.21

De como num segundo e dispondo-se dos últimos dados, se perspetiva uma excelente época turística com o regresso do fluxo turístico sobretudo britânico a Portugal (e à sua capital, Albufeira) ─ sendo o sector turístico a nível da origem e no que diz respeito à Região de Turismo do Algarve, uma “monocultura”

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Com turistas (britânicos)

 

Algarve

"Temos muitas estrelas a dirigirem-se para a região."

O Algarve (e o país) começam a recuperar ao nível turístico e recuperam em grande. A Sul são muitos os turistas que chegam de jato privado. Nunca se faturou tanto na restauração de luxo como agora.

(DSF/ionline.sapo.pt/03.06.2021)

 

Mal se sabendo que no segundo seguinte (uns dizendo que simultaneamente, os mais pessimistas e realistas, afirmando ter sido mesmo antes) todas as previsões sofreriam uma inversão (esperando-se que apesar de tudo podendo ser, parcial por momentânea), apresentando-se agora um cenário no mínimo perturbador.

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Sem turistas (britânicos)

 

Confirmado

Portugal sai da lista “verde” do Reino Unido.

Ingleses obrigados a quarentena no regresso a partir de terça-feira. O Reino Unido decidiu retirar Portugal da lista "verde" de destinos considerados seguros, passando o país a constar da lista "âmbar". A decisão foi conhecida esta quinta-feira e confirmada por Grant Schapps, ministro dos Transportes do Governo de Boris Johnson.

(MADREMEDIA/24.sapo.pt/03.06.2021)

 

Voltando-se de novo a 17 de maio (três semanas no passado, quando aí os UK decidiram dar luz verde por 3 semanas aos seus cidadãos, para poderem ir uns dias até Portugal) e colocando-se tudo em causa ─ entenda-se a vida de cidadãos portugueses e britânicos (seja em férias e/ou em trabalho, sendo ambas um direito) ─ apenas devido às erradas políticas internas dos representantes desses dois países (necessariamente refletindo-se externamente), corresponsáveis (quem poderia ser mais?) por passividade e incompetência.

(imagens: DSF/ionline.sapo.pt ─ MADREMEDIA/24.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:15

Covid-19 PT/02.06

Quarta-feira, 02.06.21

Com a generalidade dos parâmetros associados à Covid-19 apesar de baixos, a demonstrarem uma tendência de subida. Traduzidos especialmente nos números de Infetados/Incidência/R(t), significando um atraso nos processos de testagem/vacinação ou em alternativa na presença de focos ainda ativos (ou renovados) do vírus SARS CoV-2 (ou das suas estirpes/variantes). De qualquer modo preocupando, devendo-se manter o alerta, mas estranhando-se ─ sendo um mau exemplo (nas suas atitudes/nos seus atos ou na falta delas/deles) ─ a pose aparentemente despreocupada do Governo.

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No mês em que inicia o Verão, época alta do Turismo em Portugal e sendo-o sobretudo no Algarve (pela importância vital do Turismo, para esta região), com os indicadores Covid-19 mostrando-se ainda algo instáveis, dando alguma preocupação e necessidade permanente de atenção (mais valendo sempre prevenir/fazer do que remediar/adiar)

 

Dada a eminente chegada do Verão coincidindo com a época alta do importante setor turístico português ─ o Turismo, um setor cada vez mais importante numa economia maioritariamente dominada pelos serviços, associando-as/agregando-os e incluindo-nos na distribuição de receitas ─ a partir de meados de junho abrindo-se ainda mais o país tanto interna como externamente (permitindo-se/flexibilizando-se mais), com as nossas autoridades baseando-se no ditado popular “quem não arrisca, não petisca” a parecerem querer conceder algum “espaço de liberdade ao vírus” ─ certamente que confiando nele próprio (nas suas ações preventivas, mas quais?), nas testagens (devendo ser maciças, mas não se verificando tal), na eficácia da vacinação e das vacinas (mas como, se atrasada e em falta) e na boa-vontade do mesmo (o coronavírus, aceitando, protegendo-se temporariamente do calor e do Sol) ─ dando agora e declaradamente o protagonismo à Economia.

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Albufeira

Rotunda dos Relógios

24 maio 2021

 

Não podendo haver recuos, se necessário alargando-se os limites dos parâmetros Covid-19 (subalternizando-se obviamente a Saúde), fazendo-se o balanço deste percurso (não exista nenhum despiste, levando à sua suspensão ou anulação/da prova), lá para o fim do Verão. Por sinal tendo-se de seguida dois momentos que poderão ser cruciais, o regresso às aulas e as eleições Autárquicas. Mais uma vez e “não caindo nada a ninguém” tendo-se ainda a opção (sendo português e tratando-se da instituição dirigida pelo Francisco) ─ e nem sequer tendo os extraterrestres a interessarem-se por nós (sendo eles Deuses e/ou Astronautas) ─ de rezar a Nossa Senhora de Fátima.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

Será Conveniente Ser Português Em Portugal?

Segunda-feira, 31.05.21

“Muitos dos nossos filhos dizem que não

e até fogem para o Reino Unido.”

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IDA

Trabalhadores portugueses

tendo o Reino Unido como seu destino

(tornando-se independentes)

 

A poucas horas de se entrar no 6º mês do ano, assinalando o início da estação do Verão ─ a 21 de junho (às 03:32 de uma segunda-feira) ─ e assim começando dentro em breve a “época alta” na região de turismo do Algarve (com a pré-época tendo começado a 17 de maio, com a abertura do espaço aéreo), face à entrada súbita apesar de esperada (e desejada) de milhares de britânicos (oriundos de exterior),

Simultaneamente juntando (no mesmo tempo e no mesmo espaço) diversos eventos de carater nacional e internacional, integrando nacionais e estrangeiros,

Eis que “estrategicamente” e não impedindo mais esta invasão de “pretensos imunizados” ─ assim sendo caraterizados por eventualmente, terem já estado contaminados ou em alternativa tendo já sido vacinados (muitos só com a 1ª dose de duas, pelos visto até vindo a serem necessárias a curto-prazo no mínimo três), logo, “adquirindo imunidade/proteção” de grupo contra a ação do coronavírus ─ posteriormente à mesma (à realização da final da Liga dos Campeões),

Nos chega a informação de que o nº de Infetados/dia voltou a subir no Reino Unido, acompanhando o aumento da percentagem de casos envolvendo a estirpe/variante inglesa/indiana, uma mistura de duas variantes resultando numa terceira ainda mais perigosa por mais contagiosa/infeciosa.

Certamente tendo sido uma “situação sanitária” do conhecimento prévio por parte das autoridades inglesas/portuguesas, mas dado o impacto negativo que tal proibição poderia ter particularmente no setor turístico (Económico), atirando as consequências (na Saúde) para bem longe (nem sequer disfarçando, indo à trave) e só pensando nelas (enchidos os cofres) depois:

Desde logo indicando os ingleses como culpados (e sendo simples as explicações do Governo, para além de insultuosas, encobrindo a sua total incompetência e irresponsabilidade ─ se não crime), por terem vindo antes do tempo, partido depois do tempo, mesmo só tendo bilhete para uma coisa o avião (como a esmagadora dos turistas ingleses, para além da viagem/estadia trazendo apenas mais uns trocos para os extras) e não incluindo o bilhete (justificando a viagem) para o jogo.

Hoje com o nosso Primeiro-Ministro ao responder às perplexidades nossas transmitidas pela jornalista (que o entrevistava), a parecer querer dar a entender ter acabado de chegar de uma galáxia distante que não a nossa, não estando a par dos últimos acontecimentos.

Calando a jornalista não respondendo e atirando-lhe para a despachar (sendo bem-educado, mal-educado, os imbecis sendo nós e como tal escolhendo, “o menos mau, o melhor”), com um obrigado.

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E VOLTA

Portugal no sector do Turismo

sob bandeira britânica

(persistindo-se na dependência)

 

Num momento em que se põe em causa no Reino Unido os números apresentados oficialmente sobre esta Pandemia (sob tutela Conservadora e liderança de Boris Johnson) muitos casos não tendo sido reportados e podendo ser muitos mais (oficialmente nos quase 4,5 milhões de Infetados/7º Mundial e 3º Europeu e a caminho dos 130 mil mortos/5º Mundial e 1º Europeu), talvez mesmo o dobro e agora com uma nova vaga em perspetiva chegando e prosseguindo (o percurso do vírus, dos seus descendentes, suas estirpes/variantes).

E se a “bolha não funciona”, testando-se e aproveitando a “falta da bolha”, fazendo-os grátis nas “novas cobaias” até se oferecendo como voluntárias (á falta de tempo, sendo nós).

Mas desde logo e para nos colocarem no nosso respetivo lugar (de paus mandados, imbecis, sem opinião), declarando (os Iluminados, responsáveis por nos “fundirem a tola”) não se realizarem este ano as festas de Santo António e de São João, não sendo os portugueses tal como o serão os ingleses (como se comprovou nas imagens, divulgadas um pouco por todo o Mundo), cidadãos responsáveis:

E para ajuntamentos tendo-se que falar preferencialmente inglês (para já esta, mais tarde outras línguas) ou então sendo português às escondidas, mas sabendo de antemão poder ter um polícia “à perna” pronto a aplicar-nos a coima.

Infelizmente não residindo somente aqui as consequências deste “caos governamental”, por um lado desrespeitando o esforço e sacrifício feito no cumprimento das regras básicas pela generalidade dos cidadãos portugueses (muitas vezes implicando mais gastos) ─ máscaras, distanciamento, higiene, etc. ─ e por outro lado declarando “para quem quiser ver” a sua total incompetência/irresponsabilidade (do governo) desresponsabilizando-se (reconhecendo apesar do seu extraordinário CV, não serem capaz) e delegando tudo (tal como o fazem todos criando empresas paralelas, responsáveis pelos atos de outras mais um truque fantástico do “capitalismo selvagem”) nas “Task Force”:

Tendo uma missão a cumprir (patriótica, daí pelos vistos os militares) mesmo sem recursos humanos e/ou matéria-prima.

Em conclusão tendo-se que estar preocupado e extremamente atento (não sendo os outros a informar-nos), face à evolução permanente do vírus (com as suas novas gerações), à ânsia pelo regresso dos turistas e como efeito do lucro (descurando tudo o resto, mesmo a proveniência dos viajantes) e ainda, talvez o pior sinal para o que aí vem, a realização das Eleições Autárquicas, com todas as suas falsas promessas como sempre transformadas no mais “puro esquecimento” (do V da vitória, oferecendo-nos agora em destaque, o dedo do meio).

(imagens: portugalresident.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:51

Covid-19 PT/22.05

Domingo, 23.05.21

Um incidente por mais insignificante que o consideremos (sendo o oposto para os nossos adversários, aproveitando a ocasião para transformar, “uma formiga num elefante”) mas levando os parâmetros Covid-19 a voltarem a subir (mesmo que por um curto prazo), poderá num “estalar de dedos” destruir todo o Verão (uma tragédia, sendo o 2º verão consecutivo).

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Desde o início deste período de 14 dias (contados até hoje sábado, dia 22 de maio) com o nº de Infetados/dia a subir de 324 para 523 (+ 199), com o nº de Internados a descer de 268 para 210 (-58), com o nº de doentes em UCI a descer de 74 para 59 (-15) e com o índice de transmissibilidade R(t) a subir de 0,92 para 1,03, mantendo-se alguma preocupação pela instabilidade do 1º parâmetro e sobretudo pela subida do último (crescendo 12%): mantendo-se esta evolução do índice R(t) e a instabilidade do nº de Infetados/dia (levando a um crescimento de casos de Infetados/100.000 habitantes) dentro de um mês (ou um pouco mais) podendo-se estar à porta de um novo período de Confinamento, ou seja, coincidindo com a estação (a nível turístico, época alta) do Verão (liquidando-o e talvez ao Algarve, como região turística).

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Conhecendo-se a origem dos focos (de Covid-19) ─ em vez de os ignorar, temendo prejudicar outros setores (como o agrícola), mas sendo impraticável a sua coexistência tão próxima (e descurada/desresponsabilizada) com outros setores (como o da população, como o do turismo) ─ sendo apenas necessário isolá-los, tratá-los e só depois (testados e vacinados) com regras, direitos e deveres reinseri-los (aos trabalhadores).

Pelo que a partir da próxima segunda-feira (24 de maio) e com os países europeus a começarem a abrir o seu espaço aéreo a “viagens de turismo” (mesmo não integrando a lista “verde” do Reino Unido), com a concorrência pelos clientes deste mercado a começarem progressivamente a alargar-se (a outros países sobretudo do sul Mediterrânico) e não tendo Portugal nenhuma estratégia já pensada (tendo tido muito tempo para isso) de manutenção deste tráfego aéreo inicial e privilegiado (em direção ao nosso país) espalhando-se pelas nossas diversas regiões turísticas ─ sendo a do Algarve a maior e Albufeira a sua capital ─ os efeitos poderão começar a sentir-se com um desacelerar das reservas e das viagens (optando pelos destinos do costume, que não Portugal). E com todo o futuro de um país podendo estar apenas nas mãos de uma minoria temporária ─ tal como aquilo que se passa com os estaleiros (de obras), com as estufas (agrícolas) e até com os fanáticos do futebol (todos eles, dos de baixo, aos de cima): sabendo-se hoje que uma das causas da subida de casos de Infetados na região de Lisboa assim como noutras zonas do país (até no Norte), se fica a dever aos festejos do título de campeão nacional de futebol, por parte do SCP.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21

Sexta-feira Covid-19 (21.05)

Sexta-feira, 21.05.21

Com o principal risco para o Algarve e para o Turismo (podendo ser fatal) a ser o de se regressar de novo a uma subida dos parâmetros Covid-19 (mesmo que de modo temporário/circunstancial). Podendo-se sempre questionar (sendo um passo arriscado, caso contrário os outros fariam o mesmo) porque não acompanhámos nos procedimentos de abertura das fronteiras ao Turismo (voos aéreos) a Europa, mas sim (tendo-nos abandonado e à EU) o Reino Unido.

Num balanço dos 140 dias do ano de 2021 passados até ao dia de hoje (20 de maio), a constatação de um decrescimento do nº de Infetados e do nº de Óbitos, nestes 10 primeiros períodos (de 14 dias/cada) deste ano de 365 dias (portanto, mais de 38% do ano de 2021 ultrapassado).

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A partir de 17 de maio já se notando a presença de mais britânicos

─ entrando como residentes ou como turistas ─

na região do Algarve

 

Apesar de tal constatação ser bastante positiva (passada a última vaga, com estes números logicamente a descerem) e procurando-se uma sua rápida estabilização, não nos impedindo tal e no caso desta Pandemia Covid-19 de se ir um pouco mais além (até ao pormenor), relembrando a instabilidade da evolução do nº de Infetados e o crescimento do índice de transmissibilidade (nestes últimos dias): com os Infetados a descerem hoje e com o R(t) = 1,02 maior que 1.

A nível Global e liderando com o maior nº de Infetados/dia e com o maior nº de óbitos/dia, estando um território do Hemisfério Norte (onde dentro em breve se inicia o Verão) a Índia (1º) e outro do Hemisfério Sul (onde dentro em breve se inicia o Inverno) o Brasil (2º): a Índia hoje (20 de maio) com +259.269 Infetados e +4.209 Óbitos e o Brasil com +83.367 Infetados e 2.527 Óbitos. Daí os únicos continentes a destoarem da tendência de decrescimento da atividade Covid-19 a serem a Ásia (devido à Índia) e a América do Sul (devido ao Brasil).

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

Algarve ─ Segunda Quinzena de Maio 2021

Terça-feira, 18.05.21

Iniciada ontem a “invasão” britânica com os seus 5.500 turistas a chegarem a Portugal (+2.000 vindos de outras origens) e destes com a maioria dos aviões a aterrarem no aeroporto de Faro, podendo-se afirmar que já começou a nova época balnear do Verão de 2021 em Portugal, nela se incluindo a maior região turística nacional o ALGARVE (e a sua capital turística ─ para além da capital da região, Faro ─ Albufeira): onde trabalha a maioria dos trabalhadores da Hotelaria/Restauração, onde é feito o maior investimento em todo o Algarve e onde como consequência da Pandemia (agravando ainda mais a crise que se fazia sentir, antes do início deste surto pandémico) é maior a taxa de desemprego.

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Observando a evolução da Pandemia Covid-19 em Portugal nas últimas duas semanas, persistindo a instabilidade do nº de infetados/dia (apesar do seu baixo valor) e a subida do índice de transmissibilidade R(t), já igual a 1.

 

Mas tudo parecendo ir-se resolver a partir do início desta semana, com muitos hotéis a encherem-se, outros iniciando-se na sua atividade e os restantes, preparando-se com o mesmo objetivos (outros mesmos e tendo “maior poder de encaixe” ─ ligados a cadeias internacionais ─ não baixando e mantendo os preços anteriores): para tal chamando de novo os trabalhadores (e ainda outros como reforço) para os seus locais de trabalho, diminuindo de imediato e rapidamente a taxa de desemprego e como efeito, melhorando as condições de vida dos mesmos, há meses inativos e com os seus rendimentos muito reduzidos.

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E se os números nacionais de infetados/dia e índice de transmissibilidade preocupa ─ sobretudo a subida do índice R(t), subindo numa semana de 0,92 para 1,0 (quase 9%) ─ os números da região do Algarve também o fazem, com o seu R(t) a ser o maior de Portugal.

 

Cumprindo as regras sanitárias básicas a que todos estamos obrigados (afastamento, máscara, higiene, etc.), cumprindo o Estado a sua obrigação de defender e proteger os seus cidadãos (com testagens frequentes e rápido processo de vacinação) e cumprindo as autoridades inglesa e portuguesa responsáveis por tal processo (de abertura do espaço aéreo) com normalidade e eficácia este período de “viagens de férias”, desde que o coronavírus colabore e nos dê tréguas nestes meses de calor que aí vem (o Verão), podendo-se atingir este ano e na área do turismo uma boa resposta por parte dos turistas (em quantidade e qualidade, com dinheiro) e um bom retorno financeiro.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:01

Turismo ─ Tosta-Mista Covid

Segunda-feira, 17.05.21

Reino Unido desconfina com “cautela” devido a nova variante.

O Reino Unido registou a morte de cinco pessoas e 1.979 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os últimos dados do Governo britânico, que hoje aliviou "cautelosamente" várias restrições em Inglaterra.

(MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt)

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Depois de abrirem as portas dos PUB

(no Reino Unido/bares e restaurantes)

 

Estando em Estado de Calamidade até ao fim do mês de maio (depois de promovido o seu estatuto de um nível abaixo/inferior, o anterior Estado de Emergência) e contra a maioria dos estados europeus (achando ainda não ser o momento apropriado, fazendo-o, mas com restrições) abrindo desde já o seu espaço aéreo às “viagens de turismo”,

─ Servindo-se do “empurrão inglês”, colocando-nos na sua reduzidíssima “lista verde” (integrando por exemplo Israel, impossibilitado de o fazer, estando agora em guerra)

Numa ação necessária (e quase que obrigatória para a recuperação da Economia) levada a cabo e aplicada (tendo já arrancado, antes do início do Verão),

─ “O Ressuscitar do Turismo, em estado de coma há mais de um ano” ─

E simultaneamente reforçando o nosso sentido de segurança (interno), passado o pior (desta última vaga Covid-19) e regressando no que diz respeito à região algarvia (e pelos visto em força, dado quase o exclusivo) o turismo,

Entre ingleses e outras nacionalidades e face à abertura do nosso espaço aéreo a países (e viagens como as turísticas) com baixa taxa de incidência deste coronavírus, chegando hoje aos aeroportos portugueses cerca de 7.500 viajantes maioritariamente ingleses (uns 5.500) e dirigindo-se para Faro: numa sequência tendendo a manter-se ou mesmo a crescer até ao fim deste mês e pelas reservas entretanto tendo a vir a ser efetuadas, estendendo-se por toda o Verão e semanas seguintes (vindo a seguir o Golfe). Com a maioria desses visitantes a serem britânicos (estando ingleses e escoceses autorizados já a viajarem) e sabendo-se serem os próprios a afirmar estarem algo preocupados com possíveis/futuras contaminações mas agora com a variante indiana crescendo em percentagem no nº total de novos infetados e não se sabendo ainda ao certo se as vacinas fazem efeito (achando-se que sim, mas recordando-se poderem estar perto do fim do seu período de validade e no mínimo necessitando-se até para ver a sua eficácia de uma 3ª dose, ou da vacina não do ano passado/que estamos a tomar, mas a deste ano). Enviando-os para cá (os seus cidadãos) mas avisando-os diretamente a eles (responsabilizando-os) e indiretamente a nós (ao nosso Governo, tendo o dever de nos informar/comunicar) do que ainda poderá suceder (não estando como todos sabemos o vírus erradicado, continuando a matar até em Portugal).

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Abrindo as portas das PRAIAS

(em Portugal/aqui o Algarve em 2013)

 

Daí o meu espanto pelo alerta vindo das Ilhas Britânicas (para os seus cidadãos, podendo vir a ser um problema de saúde interna, mas já existindo antes e não sendo provocada pela sua viagem), se comparado com o silêncio interno e do costume do Governo continental de Portugal, para além das manifestações (sem sequência, nem antes, nem depois, para a construção de uma Imagem/símbolo desta região) de Boas-vindas do costume nos aeroportos, nada dizendo, com nada se preocupando e por vezes até se “esquecendo”: de nos informar convenientemente de quais as suas estratégias de recurso (proteção e segurança) se algo se começar a passar mal por aqui (onde vivo, no Algarve) seja em relação aos turistas como aos aqui residentes e aqui trabalhando: conhecendo-se antecipadamente a Europa estar ainda num processo de descida e de estabilização desta derradeira vaga da Pandemia (uns países mais adiantados, outros mais atrasados), com alguns parâmetros importantes ainda instáveis e não se sabendo ainda muito bem o que as próximas semanas/meses nos reservarão (em princípio e resultando as regras, as testagens e sobretudo as vacinas, esperando-se muitos meses).

Quanto ao nosso Governo vindo aí o Verão e de seguida as Autárquicas (e até pela sua despreocupação), sendo o seu pensamento “logo se verá”. Recordando ainda que dentro em pouco os outros farão o mesmo (arrancando o seu setor turístico), desejando não sermos castigados ─ pelo “pecado da gula” ─ face à oferta (a nós feita, antecipada) do habitual bolo-inglês.

(imagens: Oli Scarff/AFP/Getty Images/usatoday.com ─ Alamy/dailymail.co.uk)

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Depois do 17 de maio (c/ os britânicos), o 20 de junho (c/ o Verão)

Quarta-feira, 12.05.21

Mas sendo Portugal um país Católico (estando o vírus ainda por aí e reconhecendo a influência de Nossa Senhora de Fátima, nestas questões de saúde) e por respeito a todas as religiões (incluindo agnósticos, ateus), não esquecendo o 13 de maio (e todos os que até lá se deslocam).

Demonstrando a incerteza das previsões atribuídas a este vírus (em alternativa, umas vezes estando a crescer na sua atividade, outras a decrescer)

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Portugal

(Infetados e R(t) 2021)

 

De facto, estando sempre presente deste o início desta Pandemia, mesmo durante a estação do Verão (basta ver os números do ano passado) ─ e das cautelas que necessariamente todos teremos que ter (autoridades e cidadãos) para evitar o regresso do vírus SARS CoV-2 e de uma nova infeção Covid-19 agora entrando em ação novas estirpes/variantes ainda mais infeciosas ─ tendo-se que evitar necessariamente incidentes como o de Odemira e ajuntamentos como o da comemoração do título por parte do SCP (envolvendo essas autoridades e esses cidadãos)

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Marina

(Cidade de Albufeira/12 maio 2021)

 

Os números saídos hoje em Portugal (12 de maio) continuando a indicar uma certa instabilidade no nº de infeções/dia (de 268 ontem, para 485 hoje) e no índice de transmissibilidade R(t), refletindo-se essa situação igualmente na região do Algarve com um novo crescimento do nº de infetados (de 15 para 46, já há quatro dias atrás sendo de 16 para 61) e ainda 2 óbitos (50% dos óbitos registados hoje em Portugal, há cinco dias atrás tendo sido o único, ou seja, 1 em 1).

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Algarve

(Infetados e Óbitos 2021)

 

A cinco dias da abertura do tráfego aéreo entre a Grã-Bretanha e Portugal (17 de maio, segunda-feira) e esperando-se o início de uma invasão turística de britânicos podendo ser para Portugal e dada a situação do restante mercado europeu (sul da Europa, mediterrânico), considerada como memorável (assim tudo e todos o permitam, incluindo a meteorologia e o vírus) ─ disparando o número de reservas oriundas da “Ilha” e até (para já não falar do regresso dos nossos vizinhos espanhóis) com os alemães a aconselharem igualmente Portugal como destino de férias seguro e protegido (de Covid-19) ─ com as expetativas a continuarem ainda em alta, apesar do indicador nº de infeções, talvez relacionado (tal como no Alentejo) por trabalhadores migrantes deslocando-se (em trabalho) entre regiões.

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Praia de São Rafael

(Concelho de Albufeira/12 maio 2021)

 

Querendo-se, um caso de fácil e correta (para todas as partes) resolução, desde que haja respeito de direitos e deveres. E neste período de um mês (17 de maio/17 de junho) com os responsáveis do Turismo da Região do Algarve a serem verdadeiramente testados ─ seguindo-se (a partir das 03:32 de 21 de junho) a época alta do Verão ─ podendo colocar em prática (agora sendo tão necessária, quase que obrigatória) toda a sua capacidade e qualidade de planeamento, intervenção, aplicação e execução ─ e no fim fazendo a sua respetiva avaliação (sendo sim, ou sendo não).

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44