Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Set 19

“Thomas Cook travel collapsed and stranded 150,000 passengers,

but still had millions for the execs who tanked it.”

(Cory Doctorow/25.09.2019/boingboing.net)

 

Por casos como este se compreende “o entusiasmo” com que muitos dos nossos políticos regressam após uma “Visita de Estado à América (entendendo-se aqui “Estado como Estudo ou Excursão” e “América como EUA”), concluindo nessa sua viagem (ao interior da Maior Potência Global, “Terra de Excecionais” e onde “tudo é possível”) ser sempre concretizáveis elevados retornos financeiros, mesmo sendo-se posto perante um brutal e definitivo colapso financeiro – por um lado levando à inevitável falência, ao desmantelamento da empresa e ao despedimento coletivo (dos trabalhadores, a parte baixa da hierarquia), mas por outro lado protegendo os acionistas (pegando no dinheiro pedido emprestado e indemnizando os investidores) e os seus cargos superiores (levando consigo uns milhões, a parte alta da hierarquia).

 

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O Fim da Thomas Cook

em 2019

 

E sempre com o mesmo tipo de “Coveiro” a dirigir este género de operações (como faria qualquer talhante de carne, “cortando o nosso corpo aos pedaços, aproveitando o pouco retirado dele e atirando o resto aos cães”) tal como cá já aconteceu em Portugal na área da Saúde (destruindo deliberadamente o SNS e colocando todo e não parte do sector − tal como sucede nos EUA e veja-se “a desgraça para os mais desprotegidos” que isso é − nas mãos dos Privados) e como parece estar a repetir-se agora na CGD (curiosamente sempre com o mesmo, por considerado pela elite-política, Guru).

 

Neste caso e afetando direta e negativamente a Indústria Turística Portuguesa (e os resultados económico-financeiros desta área tornada agora estratégica para o desenvolvimento do nosso país, para além dos serviços e como sempre o indicou a EU, uma das prioridade conjuntamente com a exploração da floresta e rural e a criação de gado) com a inglesa THOMAS COOK a falir de um dia para o outro, deixando cerca de 150.000 turistas e passageiros pendurados e sem transporte de regresso (a casa) em vários aeroportos, espalhados um pouco por todo o Mundo (incluindo Portugal e afetando entre outros destinos turísticos Porto, Lisboa, Madeira e Algarve):

 

Afetando de imediato 150.000 pessoas (presas nos aeroportos) e implicando ainda o cancelamento de cerca de 600.000 reservas de viagens de férias já pagas (ou em pagamento).

 

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O Início da Thomas Cook

em 1841

 

Para além da dívida contraída (para o que seria mais uma tentativa de consolidação da empresa) não paga e entretanto, já feita desparecer pelos seus credores (mais de 2 biliões de dólares) – entre eles acionistas e quadros superiores (como responsáveis pelo “Caos” sendo pelos vistos graciosamente “Recompensados”) – com o governo do Reino Unido a ver-se repentinamente e sem aviso (ainda-por-cima agora com outra cena extremamente caótica no ar, o BREXIT) com centenas de milhares dos seus cidadãos (ou residentes) a necessitarem de urgente expatriação, perdidos e abandonados um pouco por todo o lado (um drama para além dos custos) − tendo já feito regressar (e pago) quase 17.000 pessoas:

 

E enquanto a empresa dava o estouro (uma das agências de viagem mais antiga e conhecida, tendo os seus próprios aviões, barcos, hotéis, etc.), os empregados iam para a rua (fim da empresa = despedimento coletivo) e os passageiros eram abandonados à sua sorte (em hotéis, barcos e aeroportos), do Outro Lado, Não do Mundo mas da Empresa” só um dos seus chefes executivos arrecadava (mesmo à saída e ao fechar a porta pela última vez) mais um Extra de 8 milhões de dólares certamente e como replica o nosso “Coveiro português (do SNS, da CGD) e todos os seus amigos-contratantes “sem custos para o Estado e para os seus Cidadãos, mas evidentemente e como sempre (por histórico e indesmentível) com elevados custos para os contribuintes, para os trabalhadores e para os consumidores.

 

Mas onde andam os Políticos, as Chefias, os Governos (essa Elitezinha que um dia, em nome da Ditadura ou da Democracia e sem qualquer tipo de autorização, sem pedir licença e em nome do seu deus, se apropriou de Todos Nós)?

 

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Falência da Thomas Cook

notada no aeroporto de Faro

 

“It's a story that's familiar to anyone who followed the looting and destruction of Toys R Us, right down to the employees being turfed out with nothing while the sociopaths who engineered the destruction took home millions.”

(Cory Doctorow/25.09.2019/boingboing.net)

 

No caso de Portugal e particularmente da Região de Turismo do Algarve (agora que João Fernandes é Presidente sucedendo − desde 11 de Maio de 2018 – ao “dinossauro-aí-extinto” Desidério Silva) com o novo presidente da RTA a informar da medida preventiva tomada (para além da redução das operações da agência turística na região) desviando os passageiros (à responsabilidade da mesma agência) para outras linhas aéreas, segundo o mesmo com apenas 0,2% desses turistas (uns 20.000 viajando pela Thomas Cook) viajando pelo Algarve (cumprindo diversos planos de férias) a terem sido diretamente afetados (pelas contas do presidente da RTA, de um total de 10.000.000 de turistas), utilizando o aeroporto de Faro.

 

E assim para a Região do Turismo do Algarve juntando-se uma outra preocupação para além da provocada pelo BREXIT (sabendo-se a fortíssima componente de originários do Reino Unido no Turismo Algarvio, mais de 50% e pelo impacto ao longo do tempo, quase uma “monocultura”), com o “estouro” da Thomas Cook e o fim do seu forte investimento na região obrigando os nossos investidores e empresários a procurarem “finalmente” outras soluções e outros caminhos (que tragam novos personagens, a este ainda belo cenário):

 

Com os Hoteleiros a terem de optar por outas agências (que não as tradicionais, as do costume), a terem que optar por estratégias mais agressivas (em vez de ficarem à espera que os outros o façam e os promovam e fazendo-o mesmo com os britânicos) e num esforço adicional até para mostrar para além das belezas de Portugal o quanto o cidadão português pode ser tão bom e acolhedor − para com qualquer estrangeiro, sobretudo “INGLÊS– lembrando-lhes que mesmo que abandonados (saindo dela, pela Europa) aqui terão sempre um amigo para lhes dar as boas-vindas e sendo necessário os acolher.

 

Deixando uns mais preocupados (“Albufeira mayor José Carlos Rolo says that Thomas Cook’s collapse is “very worrying” and “incredibly negative” for a region that depends on the tourism sector”/portugalresident.com) do que outros (“Thus, we cannot say that the impact will be very significant” Fernandes said/Presidente da RTA/portugalresident.com).

 

(imagens: boingboing.net − missedinhistory.com − portugalresident.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:37

27
Ago 19

“Numa aplicação da teoria da TERRA QUEIMADA – destruindo, arrasando e aproveitando para Algo e/ou Alguém ser beneficiado – podendo ter origem na China e consistindo na queima das colheitas (casas, transportes, comunicações, indústria, incluídas) para não deixar o inimigo alimentar-se, sobreviver: e com o inimigo a poder sermos nós.”

 

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Albufeira nos anos 50/60

Pelas ruas da vila de pescadores

(arturpastor.tumblr.com)

 

Antes do mais e pela atualidade (nesta altura de férias e talvez devido à SILLY SEASON, promovendo os “fazedores-de-opinião e críticos” do Estado), sendo conveniente de salientar que o se passa nesta Região do ALGARVE − “ao longo de muitos anos, de uma forma irreversível, mas intervindo utilizando técnicas SOFT” e  afetando o HOMEM – é em tudo semelhante (apesar de Local) ao que se passa (enchendo de momento todos os órgãos de Comunicação Mundial) no Brasil mais especificamente na SELVA da AMAZÓNIA e afetando de uma forma HARD  (pelo curto espaço de tempo e extrema intensidade) a NATUREZA (a nível Global). No caso da proliferação dos incêndios na Amazónia (quase o dobro do ano passado) tratando-se de um problema sem solução, já que sendo o Brasil o perpetrador, sendo o financiador e o crítico (desse crime) o mesmo: os EUA e os seus parceiros da Europa. E no caso do Algarve terá o mesmo solução?

 

Substituindo-o radicalmente

(o DESÍGNIO PATRIÓTICO,

na fase anterior e dado o abandono desse território,

de facto, nunca tendo existido)

E “aplicando-o como um novo Filão-de-Ouro

 

− Em nome “do Progresso e do Desenvolvimento Turístico Algarvio” –

 

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Albufeira nos anos 50/70

Praia dos Pescadores

(arturpastor.tumblr.com)

 

Permitindo progressivamente o abate “da Cultura e da Memória das Gentes do Sul de Portugal” e logo na sua mudança de objetivos (feita a transição e introduzindo-se numa nova Fase) a sua substituição por uma “Nova Cultura Espetacularmente Intrusiva”, parasitária, irreversível e só podendo mesmo ser substituída (numa outra Fase) por “Algo Ainda Pior”: como por exemplo reconvertendo a Indústria Hoteleira da Região e aplicando-a agora como base (fundadora) dos futuros estaleiros e outras estruturas de apoio (servindo de alicerce) às plataformas marítimas e à “Indústria do Gás e Petrolífera”. Como se vê (para não criar ondas e rivalidades entre diferentes sectores de investimento) mantendo-se até sobre a jurisdição dos mesmos organismos, como o Ministério da Terra e do Mar.

 

E em cerca de duas Gerações (tomando como referência a descoberta do Algarve pelo Governo português, concretizado ainda durante o Antigo Regime) destruindo-se completamente o sector Agrícola e o sector das Pescas Algarvio (ficando um pequeno recanto, para o financiamento dessa exploração − agora especializada e com entrada no Mercado Turístico − por parte dos novos residentes-investidores estrangeiros), de lá retirando “o Agricultor e o Pescador” como imagem e HISTÓRIA de um Povo e de uma Região e lá colocando em sua vez (e marginalizando de diversas formas o Algarvio, se não já desterrado e desprovido das suas raízes, sendo ainda um sobrevivente, mas dito por especialistas como desadaptado, condenado), de um lado o TURISTA e do outro o seu CRIADO (mas agora especializado):

 

E desse modo em nome do “Progresso, da Economia e das Finanças (no fundo e só do “Dinheiro de Alguns”, esquecendo as suas Gentes, a sua Cultura e a sua Memória, os seus valores), substituindo (para nossos pecados como católico-romanos que dizem sermos) por exemplo (para desgraça da memória dos seus antepassados, aqui tendo trabalhado e vivido, ao mesmo tempo que  iam sofrendo sozinhos e sem apoio − dado o abandono desta faixa estreita e então longínqua do sul do país, pelo Estado)

 

− E não dando muitos exemplos (apenas 4) para “não ficarmos com água na boca, para logo de imediato e com receios de origem organoléticos, a mesma secar” –

 

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Albufeira nos anos 70

Vendo-se na baixa o jardim central

(algarve-old-images.blogspot.com)

 

Evolução Gastronómica no Algarve

(Entre o Antes e o Depois)

 

De Substituição

(mesmo na apresentação e no preço, substituindo não só a comida por uma sua redução e o prato de carne/peixe pelo prato de sobremesa, como tornando-o “gourmet” subindo-lhe o preço dessa “espuma dos dias”, injustificada e exponencialmente)

Antes

(da chegada dos camones)

Depois

(da chegada dos camones)

Uma amarguinha (como poderia ser em alternativa um medronho) e um doce fino (ou um arrepiado),

Por umas panquecas, um pudim, uma fatia de bolo ou uns scones, acompanhados por uma cerveja (ou um whisky);

Uma refeição de Polvo Assado com Batata Doce de Aljezur (como poderia ser uma Cataplana de Peixe e Marisco),

Por um prato de Fish & Chips;

 

Um prato de Caracóis com Orégãos,

Por umas salsichas, uma torta, uma tarte ou uma sandwich de carne (e acompanhamentos);

Ou ainda uns figos ou umas laranjas, umas azeitonas, umas alfarrobas ou a Flor de Sal Marinho, ou então até um Dom Rodrigo ou ainda as sardinhas algarvias,

Por (alargando o espectro a outras nacionalidades) e sendo holandês, um prato de arenque cru c/ cebolas e pickles, com um waffle como sobremesa; sendo alemão podendo-se optar pelo Wurst (salsicha), terminando com um folhado de maçã.

 

Na prática e implementação de um crime-perfeito (logo tornado e sendo legal) mas que mesmo que sendo feito (segundo as Autoridades) e concretizado em nome do desenvolvimento e do progresso (Económico-Financeiro) da Região (do Algarve), apenas tendo beneficiado (desde há mais de meio-século) uma minoria (ligado à Hotelaria & Restauração e à Construção Civil/Sector Imobiliário) nem sequer ligada à região (ingleses, nacionais/em fase de transição e agora asiáticos) e sem nenhum objetivo comum ligando o Passado-Presente-Futuro (desta comunidade regional), assim cumprindo (“Distorcendo-a”) uma linha sempre contínua ditada pela nossa presença neste tão curto Espaço-Tempo a todos nós (e sem exceção) disponibilizado (ou devendo ter sido obrigatoriamente distribuído), mas (e como se vê apenas olhando em nosso redor) não o tendo sido por estrangulamento cultural e adoção de uma monocultura exclusivamente direcionada (pegando aqui e ali nalguns dinossauros-ainda-vivos ou já fósseis) para o Turismo.

 

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Cidade de Albufeira hoje

Completamente adaptada ao Turismo

(www.clickandgo.com)

 

Direcionando toda uma região (não será toda uma ou mais gerações e simultaneamente um País?) e os anseios dos nossos filhos, para serem “criados ou pedreiros”, no máximo prestadores de outros serviços correlacionados maioritariamente com a área e o seu sector de controlo e de manutenção (do Esquema/Sistema) − como economistas, advogados, médicos, professores, etc. todos eles importados alguns do estrangeiro (não sendo culpa destes, por ocuparem um lugar vago) dada a extinção da espécie, os ALGARVIOS. E depois da 1ª Espada sobre a Cabeça do Algarve e dos Algarvios − a “Muralha Imobiliária” colocada entre o Mar e a Serra, alienando um (o Litoral) do outro (do interior) – podendo-se seguir uma outra muito mais assertiva e definitiva:

 

Com a 2ª Espada sobre a Cabeça do Algarve/Algarvios (neste último caso e dada a extinção dos originais, os sucedâneos) aproveitando a experiência e as edificações anteriores a ser dirigido então para a Exploração do Mar (sugada a terra até ao tutano), servindo o já construído como Estaleiro e outras estruturas de apoio às Plataformas e Exploração de Gás e Petróleo (sendo pois uma profissão de futuro, até para os especialistas e fabricantes de doutores desempregados − oportunistas existindo em todos os lados, “sejam manuais/de mãos ou mentais/de cabeça” − um curso multidisciplinar e inserido nas áreas do Turismo e do Petróleo).

 

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Albufeira em 2017

Violência e som de tiros na Av. Sá Carneiro Rua dos Bares na Oura

(J Ramos/Facebook.com/mirror.co.uk)

 

[Para no decurso destes ciclos infernais, olhando apenas para o lucro (OBJETOS) e desprezando as pessoas (SUJEITO) – e aí sendo nós corresponsáveis, por não nos prevenirmos e aos nossos filhos – surgirem tristezas tremendas e definitivas (trágicas pela idade e pela injustiça) como a da recente morte de um jovem de Paderne (Albufeira), ocupando os seus tempos-livres (entre outras atividades sociais como  na Banda Musical e Recreio Popular de Paderne) trabalhando num espaço em princípio aberto, público ou privado mas obrigatoriamente (por Lei, cumprindo-a, sendo fiscalizado) seguro: mas não o sendo e provocando − mais uma vez e certamente sem culpados (não se podendo acusar apenas o outro jovem envolvido, como se tudo o resto em torno dele nada valesse e tal como pretende a Extrema-Direita, sabendo-o de cor negra) − uma nova vítima mortal.]

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:04

24
Ago 19

Não se notando (em Albufeira) nenhuma evolução turística relevante relativamente ao ano passado, mas ainda se esperando que até ao final do mês de agosto o “contingente português” componha decisivamente o cenário (“tendo-se já iniciado o assalto”) – E se o tempo ajudar complementando melhor o desenho, prolongando-se as cores, talvez para lá de setembro.

 

Britânicos estão a salvar o ano turístico

(JA/21.08.2019)

 

Só podem estar a brincar

(PA/24.08.2019)

 

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Albufeira − Praia dos Pescadores

(ainda com praia, mas já sem pescadores)

 

Se como primeiro comentário diria “só podem estar a brincar”, ao ler o pequeno escrito publicado e ao verificar a fonte consultada pelo seu autor, as imagens projetadas tornaram-se menos enevoadas, confirmando as minhas anteriores suspeitas: descodificando e compreendendo que, “uma resposta antes do início da época, poderá ser diferente da resposta dada depois do fim da mesma”, tratando-se de uma estratégia como outra qualquer, para estar sempre disponível a receber ajudas e subsídios, “esteja-se bem, esteja-se mal”, desde que convenientemente integrado e certificado (oficializado institucionalmente, de acordo com as leis do Estado).

 

“Como era de esperar, os ingleses dominam o panorama.

O que ninguém esperava é que nem o calendarizado Brexit

lhes metesse travões.”

(JA)

 

No caso da Região do Algarve sendo nítida uma queda global na presença e ocupação turística, com o mercado do Reino Unido aparentemente a estagnar (com um reduzido crescimento podendo mesmo ser nulo) e apesar de algum aumento dos fluxos turísticos como os oriundos (entre outros) da Alemanha, Holanda, França e até Espanha (este último por períodos mais curtos), com o Verão a poder unicamente salvar-se com a presença maciça de portugueses na região sobretudo na última quinzena de Agosto (e estendendo-se ainda um pouco por Setembro, mais ou menos, dependendo do estado do tempo). Talvez com a única verdade a ser a (reconhecida) queda global registada em julho de 3%, confirmada através do parágrafo iniciando-se com a frase A queda acentuada desses dois mercados …”.

 

“Da forma como aquele país (Reino Unido) sair da União Europeia,

“vai depender em grande parte a evolução do Turismo algarvio””.

(Elidérico Viegas/JA)

 

E com a explicação das explicações (para tudo o que se passa e se tem passado nos últimos anos no Algarve, senão mesmo nos derradeiros 30/40 anos) introduzindo agora o BREXIT, a ser no mínimo incompreensível senão mesmo escandalosa (revelando incompetência por exemplo de perspetivar o futuro), seja no caso dos “travões− como se os britânicos fossem deixar de vir, antes da saída da UE ser oficializada (“há que aproveitar, enquanto durar”) − ou no outro caso: neste último e desde há muitos e muitos anos optando pela mesma receita (pelos vistos apetitosa, mas só para alguns) da MONOCULTURA TURÍSTICA − como garantia de ocupação e da manutenção de proveitos no mínimo aceitáveis (os mínimos ainda para os outros) – vindo agora justificar o que aí poderá vir de MAU (a nível do fluxo turístico) não pelo seu antigo ERRO cometido (assumido e persistindo), mas com o problema suscitado pelo BREXIT (“o único Culpado”).

 

[JA: Jornal do Algarve]

 

(imagem: JA/JA.PT/facebook.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09

03
Ago 19

[Albufeira no Mundo da Praia, do Sol e do Álcool − seguindo os critérios da moral e da conduta norte-americana/ocidental − cada vez mais próxima de se integrar na "New Silk Road", segundo a China "numa tentativa de melhorar a conectividade regional e abraçar um futuro mais brilhante" (wikipedia.org): migrando a sede da "Coisa", de Washington para Pequim.]

 

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No respetivo Menu Turístico com a bebida (alcoólica) a estar incluída no pacote de viagem e com o consumo a iniciar-se logo ao embarque, até à chegada aos alojamentos (e aí prosseguindo em ritmo de cruzeiro)

 

Com o magazine alemão ALGARVE FÜR ENTDECKER (o “Algarve para Descobridores”) deste sábado (3 de agosto), a apresentar-nos ALBUFEIRA (a proclamada “Capital e Pérola Turística” da Região do Algarve) como a tipicamente portuguesa “Cidade da Bebedeira” de praia (obviamente com Sol & Mar): e referindo-se aos

 

BRITÂNICOS

(de longe o maior e mais contributivo contingente turístico)

 

“E à imagem pelos mesmos deixada, sem intervenção das autoridades e manchando a região”

 

Falando de menores de idade (menores de 16 anos) caídos de bêbados nas ruas, de garrafas de vidro e vómitos espalhados pelas mesmas (dando-lhes um aspeto sujo e impróprio) e do caos e ineficácia da intervenção das autoridades (para além da falta de preparação da GNR) na resolução destes casos (e problemas mais graves podendo envolver agressões e vítimas neles originados), com impacto Negativo e influência direta na variação do fluxo turístico, desta região turística (dita nacional e internacionalmente de TOP) do Sul de Portugal:

 

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Promovendo-se a venda do álcool de uma forma descontrolado e levada ao extremo (intoxicação por consumo excessivo, podendo mesmo levar ao coma alcoólico e à morte)

Chegando-se a imagens impróprias (como esta) registada em Albufeira

 

Neste ano de 2019 com o fluxo turístico no Algarve (e em Albufeira) a registar uma queda (em números de visitantes e receitas) bem visível, com as caraterísticas dos contingentes turísticos a mudarem na forma (organizando-se em grupos), no conteúdo (objetivo da viagem, “descansar ou explodir”), mas sobretudo na idade (mais novos) e na origem (com os ingleses a serem substituídos por espanhóis e franceses) − todos eles gastando na região menos dinheiro.

 

Tudo motivado pelo (o único responsável até agora detetado) consumo excessivo de ÁLCOOL. Sem controlo do vendedor, sem controlo do comprador e sem controlo (sendo pelos vistos, todos vítimas inocentes) de todos os intermediários, na organização (legal) desta grande Festa de Verão. E nada se fazendo até para não incomodar o Turista (o Cliente) − nem sequer existindo um código mínimo de conduta, por exemplo promovido pela CMA e pelo seu Presidente – tudo se mantendo mas (infelizmente) num ambiente (sucessivo de queixas) nada tranquilo. Nem sendo necessário sequer ser radical e como solução expulsar os Britânicos, até porque pelos vistos serão eles (com o BREXIT) a tomar a iniciativa. E então e aí se verá, o que será o futuro do Algarve − ainda hoje maioritariamente Britânico.

 

(imagens: yutacar − privada)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

29
Jul 19

[Com o ALGARVE a ser considerada uma marca turística de referência e de qualidade do Turismo de Portugal e no entanto sendo denegrido e despachado pela Autoridade dos Aeroportos de Portugal. Uma Campanha Anti Campanha? E será que também desviam aviões − dependendo de quem paga − do seu destino previsto?]

 

“Foge da confusão algarvia e descansa em França!”

(ANA/Aeroportos de Portugal/Aeroporto de Faro)

 

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Patrocinado pelo Aeroporto de Faro e destacando as delícias de Portugal e do Algarve, orientando de imediato os visitantes para outros destinos, muito menos confusos e tranquilos como a França e Marselha

 

Só sendo mesmo possível em países Subdesenvolvidos como o nosso (Portugal), em que numa subcave qualquer (ou qualquer outro tipo de edifício sem condições, sem memória) se pode fabricar um Especialista (posteriormente e respeitando regras podendo chegar a Doutor), incontestável nas suas premonições por devidamente certificadas: e saindo asneira (por pura ausência e/ou incompetência) nunca sendo sancionados (descarregando a culpa num −subordinado):

 

“Campanha de promoção a Marselha, no aeroporto de Faro, sugeria aos passageiros a fuga à confusão algarvia.”

(eco.sapo.pt)

 

Num ano e entrada a época alta (a estação do VERÃO) sentindo-se desde logo uma diminuição do fluxo turístico habitual (confirmado desde a Páscoa), não só devido à diminuição do número de turistas, à diminuição das despesas efetuadas pelos mesmos, como à sua substituição (desses contingentes de turistas) por grupos de jovens com menor poder de compra e à substituição de ingleses por espanhóis e franceses.

 

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Intégrateur global, VINCI Airports développe, finance, construit et exploite au quotidien

46 aéroports partout dans le monde

(vinci-airports.com)

 

Numa Região Turística do Algarve dirigida praticamente pelos mesmos (familiares, amigos, associados) pelo menos desde há mais de 30 anos,

altura em que aqui cheguei.”

(PA/Produções Anormais)

 

Pelos vistos uma campanha publicitária da responsabilidade da ANA (Autoridade dos Aeroportos de Portugal) denegrindo Portugal (cidade de Faro) e promovendo a França (a cidade de Marselha), à qual e como não poderia deixar de ser o Governo (pelos vistos um dia de manhã e depois de ter lido os jornais) pede agora − por ser contrária aos interesses de Portugal − explicações: com a ANA e de imediato (respondendo ao Governo) a retirar a ligação (publicitária). Numa ação publicitária da responsabilidade dos aeroportos portugueses, concessionada à francesa VINCI AIRPORTS (uma forma de privatizar o nosso Espaço Aéreo) e natural e alegremente paga por empresas com o mesmo endereço (francesas).

 

“Colocando-se obviamente (e por corresponsável) a questão:

onde diabo estava a RTA?”

(PA/Produções Anormais)

 

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Numa guerra eleitoral envolvendo mexilhões

tornando-os protagonista mas não lhes resolvendo o problema

Com o PS a aproveitar para atacar PSD/CDS

 

Com o PS a atacar e a culpar o PSD/CDS responsabilizando-os pelo sucedido, como consequência da privatização pelos mesmos (quando anteriormente a Costa, foram com Passos Governo) da Autoridade dos Aeroportos de Portugal ou ANA. No fim e estando nas mãos destes omnipotentes políticos o nosso incerto futuro (tal como passado e presente) – e logo em cima de eleições − com a vítima a ser sempre a mesma o tantas vezes referido “Mexilhão”: não só o português, como o vietnamita e o japonês (já conhecemos as ameijoas) e até o espanhol e o francês (as novas hordas turísticas).

 

(imagens: sulinformacao.pt − vinci-airports.com – PS Algarve/facebook.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:27

19
Abr 19

[Turismo & Meteorologia]

 

Algo sobre Albufeira, sobre o Tempo e sobre o Sol,

nesta semana santa de Páscoa.

 

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Durante a Semana Santa em Albufeira

A tradicional procissão dos painéis da Misericórdia

(imagem: regiao-sul.pt)

 

Com as festividades da Semana Santa da Páscoa a intensificarem-se esta sexta-feira (dia 19 Sexta-Feira Santa) − para acelerarem amanhã com o Sábado de Aleluia (dia 20) e se concluírem domingo com a celebração da PÁSCOA (dia 21) – e ao mesmo tempo definitivamente afastada a preocupação da generalidade da população (residentes e turistas) face ao possível prolongamento da falta de Combustíveis (ontem com uma ou outra exceção com as bombas todas encerradas), eis que por outro lado e só para (nos) contrariar (deixando-nos chateados ou se preferirem marafados) a previsão da Meteorologia nos direciona (relativamente ao Tempo na Terra) para a manutenção de tempo chuvoso e moderadamente frio: para além da previsão do Tempo no Espaço, apontando igualmente para um agravamento − uma Tempestade Solar − para o mesmo período de tempo (aqui utilizando um Relógio) celebrando a ressurreição de Jesus.

 

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A Península Ibérica a Infravermelho

19.04.2019 18h UTC

(imagem: EUMESAT/IPMA)

 

Em Albufeira notando-se mesmo assim a invasão de nacionais e estrangeiros (entre várias nacionalidades, agora com muitos espanhóis), muitos deles portugueses (vindos em carros ou excursões, sejam crianças ou adultos) oriundos da capital (grande parte benfiquistas) ou de mais longe do Norte (grande parte portistas): maioritariamente fugidos (da monotonia da vida ou então da procissão) e à procura do Sol. Mantendo-se como sempre os ingleses (para já ainda sem Brexit) enchendo e dando vida (muitas vezes com derivações mais extremas) à rua e aos bares de Albufeira bem visíveis na Oura. Vendo-se gente a passear (na rua, em supermercados ou em shoppings), olhando das arribas o mar (como a do Pau da Bandeira, sobre a agora já sem Eles, Praia dos Pescadores), andando pela praia a sentir (a cor do céu e do mar, o cheiro do ar desse mar, a areia sob os pés ao andar) Num Momento tão Desejado como também Diferenciado − usufruindo num espaço de tempo posto à disposição da Preguiça (num elogio obrigatório à virtude da mesma) um pouco da tão necessária (como ausente) Qualidade de Vida − esmagando nem que por instantes a miserável (por doentia e mortal) monotonia urbana − mas pecando por curta e sem relevância no todo (como sentimos no corpo aquando do regresso provavelmente o Inferno).

 

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Com a previsão do Tempo no Espaço a apontar para a chegada

De uma tempestade Solar no domingo dia de Páscoa

(imagem: newslanes.com)

 

Tendo a Terra como destino (da previsão) assim como a sua Meteorologia Interna (previsão do Tempo na Terra), com a previsão do tempo neste caso para Albufeira (Algarve/Portugal/Europa) − aqui e no presente em divulgação/promoção (obviamente turística e antes que chegue o Petróleo e passemos a estaleiros) – a apontar para os próximos 7 dias (de sábado/20 a sexta-feira/26) chuva e/ou aguaceiros (abrandando no domingo e para o próximo fim-de-semana) com céu geralmente pouco nublado, temperaturas oscilando entre os 9°C/12°C de mínima (média de 10°C) e os 17°C/23°C de máxima (média de 20°C) – observando-se um ligeiro arrefecimento durante os próximos 7 dias – e vento geralmente moderado. No fundo não fugindo muito ao cenário (bem satisfatório para Abril Águas Mil) dos últimos dias.

 

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O Sol esta sexta-feira com duas manchas visíveis

AR2378 e AR2379 não apresentando perigo para a Terra

(imagem: SDO/HMI)

 

Já no que diz respeito ao Tempo (Previsto) no Espaço e podendo afetar direta como indiretamente o Tempo Terrestre previsto para os próximos dias, com os prognósticos a apontarem para a chegada à Terra neste fim-de-semana de Páscoa de mais uma Tempestade Solar: através da observação de um buraco (escuro) na coroa solar − devido à rotação do Sol deslocando-se e agora direcionando-se para a Terra – e após registo de uma explosão à sua superfície emitindo chamas solares (raios solares) na nossa direção, com os investigadores a anunciarem a sua chegada e impacto (com a atmosfera) até à Páscoa 22 de Abril. Felizmente com o Campo Magnético Terrestre a proteger-nos da barragem de radiações (cuidado com as viagens de avião a 22, devido ao aumento de radiações, sendo possível a evitar) − tanto as radiações solares como as outras radiações cósmicas – provocando, no entanto, auroras, espetáculos deslumbrantes, mas a altas latitudes (não sendo a de Albufeira ainda distante do Polo/Norte).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33

10
Ago 18

[Urgente para todo o Turismo Algarvio e sem necessidade de tradução]

 

Duas imagens registadas a norte da Avenida dos Descobrimentos (uma à esquerda da CGD outra à esquerda do KFC),

 

– Ambas apontando para o mar (uma para o Albufeira Shopping outra para o Hotel Brisa Sol)

 

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Albufeira antes e a 8 de Agosto

(2018)

 

Onde é bem visível o contraste entre o cenário atmosférico de um dia habitual apresentando o céu bem claro e limpo,

 

E um outro registado (posteriormente) a 8 de Agosto com o céu de Albufeira encontrando-se agora parcialmente escurecido por espessas camadas de nuvens (de cor laranja-escuro e poluentes),

 

Oriundas do Incêndio de Monchique (num total ultrapassando os 20.000 hectares de floresta ardida).

 

(imagens: Produções Anormais)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

31
Jul 18

Nunca esquecendo o peso brutal dos turistas (e residentes) BRITÂNICOS na cota do mercado turístico do REINO do ALGARVE – no seu grande contingente integrando, em torno de uns 40%, do número total de visitantes – e do cenário apocalíptico que se abriria se um dia os mesmos nos abandonassem: por exemplo devido ao BREXIT (ainda por confirmar).

 

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Albufeira em 1940

(João Martins/postcrossingallovertheworld.blogspot.com)

 

Com o Bom Povo português, sempre ouviu e sempre fez (antes e depois de Abril), tendo Fé absoluta no Chefe e nas suas direções (negando Brecht, negando Orwell depois de os terem entronizado), mesmo que o Céu nos caia em cima esmagando tudo por baixo (não só nós mas todo o Mundo), jamais reconheceremos o Evento se necessário renegando os órgãos (dos sentidos) e até em última instância suspendendo a nossa mente (restringindo-nos o acesso aos arquivos da Memória, assim como e por interligados a todas as dádivas da Cultura). Só se modificando mesmo (quanto ao funcionamento da mente) por morte (Evento Extremo) ou então por sorteio (saindo-lhe o Euromilhões).

 

Um Evento de (concretização a) longo-prazo e que se tem vindo a consolidar desde 1 de Janeiro de 1986 (data da entrada de Portugal na CEE), atirando irremediavelmente a nossa população (anteriormente agrícola/piscatória, sofrendo a 1ª reciclagem e posteriormente apontando para a industrial) para a área da Prestação de Serviços, mais rigorosamente para o seu Nível Inferior afeto à Hotelaria e à Restauração – mas nunca esquecendo a (omnipresente como os Bancos) Construção Civil (o chamado e desejado Mercado Imobiliário, se possível especulativo): transformando-nos em Criados mas todos Certificados, com salários de 300, do doutor ao varredor.

 

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Albufeira anos 1960/65

(Artur Pastor/CML/Bic Laranja)

 

Ocupado (e porque não dizer vandalizado) o Algarve, ocupada a Madeira (ainda-por-cima sendo uma ilha), ocupada Lisboa (muito solicitada, sendo a capital – anteriormente até com alguns a quererem instalar por perto uma Central Nuclear) e agora invadido o Porto – com duas Ondas Gigantes esmagando o rio Douro, uma descendo do Porto outra descendo de Gaia e penetrando-o – o rio DOURO (tal como numa violação) – em toda a sua extensão, destruindo o que antes era e o que todos nós sabíamos (sendo de lá naturais) e transformando-o num ponto sem TRILHO (O caminho do VIAJANTE da Vida) nem Brilho (Onde está a ESTRELA?) só mesmo CONFUSÃO (com muito álcool, drogas, sexo e sempre em Construção).

 

No caso da Região do Algarve e falando do seu sector dito turístico, do lado do observador dito leigo e com o mesmo a basear-se (unicamente e como eterno aprendiz) na sua própria experiência (sendo um fator podendo contribuir para o êxito, como – devido à introdução do ERRO – para o fracasso absoluto), com o mesmo a poder afirmar (de tão evidente o ser) com uma pequena margem de erro, uma ligeira descida nos números relativos à ocupação turística: no aproximar da época-alta falando-se nuns 10%, talvez agora maior dada a relativa acalmia (estando-se no início de Agosto) registada de momento (por aqui) – notando-se uma quebra pequena no turismo oriundo do Reino Unido, contrapondo-se-lhe mas não o substituindo a ocupação turística portuguesa e sobretudo oriunda de Espanha.

 

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Albufeira – Rua do Túnel por 1950

(mapio.net)

 

E devido – para já não falar do Mundial da Rússia (desviando muitos ingleses) – à desvalorização da moeda (a Libra inglesa), à concorrência de outros destinos (agora reativados como a Tunísia, a Turquia e o Egito) e aos problemas registados nalgumas companhias aéreas (o fim da Monarch, a falência da Air Berlin e a suspensão de alguns dos voos da Ryanair) – que não das condições meteorológicas por estes lados da Península (Ibérica), talvez dos mais agradáveis de quase toda a Europa Ocidental (nestes últimos dias sufocada – atingindo até com grandes incêndios a Suécia – por uma intensa onda de calor) – com o “Turismo Inglês a Descer” prejudicando sobretudo o Algarve e pelo que dizem a Madeira. Nunca se podendo esquecer que estando hoje do mesmo lado – Reino Unido e Portugal conjuntamente na EU (facilitando assim os Negócios) – amanhã cada um deles estará do lado oposto – da fronteira da EU: complicando os negócios, as viagens e os destinos.

 

E com os residentes na Ilha a optarem (até pelo preço menor) por destinos fora da Europa (onde por acaso não se situa o seu velho aliado Portugal), deixando o Algarve “às moscas (sucedendo o mesmo no passado com Marrocos) e se nada se fizer entretanto, entregue (finalmente) às Plataformas:

 

- Algo que certamente não aceitaria o anterior Presidente (da CMA).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

12
Jan 18

Um Território (Portugal) para Turistas assim como para Reformados

 

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Praia em Barcelona

 

Nesta quinta-feira dia 11 de Janeiro quando por volta das 20:30 via pela televisão por cabo a estação de TV Galícia (localizada no noroeste de Espanha a norte de Portugal), fui desde logo informado que os nossos irmãos da Península eram agora detentores de mais dois assinaláveis (caso contrário não sendo obviamente notícia) Troféus: a nível do Turismo e da Doação de Órgãos sendo a Espanha o novo Vice Recordista Mundial (título referido ao ano de 2017).

 

No caso do Recorde registado na Área do Turismo e depois de no ano anterior (2016) a Espanha ter igualado os EUA (ambos perto dos 76 milhões), eis que no ano seguinte (2017) com os seus 82 milhões de turistas ultrapassando os EUA e colocando-se desde logo (em 2º) em perseguição do 1º lugar − a França − com perto de 90 milhões. E indo em busca de Portugal companheiro Ibérico com Espanha com para lá de 20 milhões e integrando o Top 20 (Mundial).

 

Já no sector da Saúde na seção da Doação de Órgãos não sendo apenas o Vice (como para já no Turismo) mas definitiva e claramente o Líder Mundial (em transplante de órgãos): no ano passado (2017) atingindo os 5259 transplantes (a maioria aos rins) ultrapassando o (seu) recorde anterior de 4818 (registado em 2016).

 

Com a percentagem de dadores sendo em Espanha de 47/milhão, bastante superior à norte-americana (27/milhão mais de metade) para já não falar na (média) europeia (20/milhão menos de metade). Em Portugal e tal como em Espanha (talvez uma virtude dos Ibéricos) com o número de dadores/transplantes a ser elevado (ainda há seis anos) com Portugal em terceiro com mais de 25/milhão (logo atrás da Croácia e atrás dos EUA).

 

E com a entrada de Portugal na Comunidade toda a gente sabendo ao que vinha a Europa: por um lado Hotelaria, Restauração e Serviços (mais para o Litoral sobrepovoado) e por outro, criação (de animais) e plantação de eucalipto (sobretudo).

 

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Espanha ‒ Recorde em transplantes/doações de órgãos

 

E finalmente conjugando Turismo/Ocupação e Doações/Transplantes (duas áreas interessantes e em tudo compatíveis em edifícios e recursos) transformando-se esta ponta desta Península perfeita − com tudo para negociar e até o corpo a ceder (soando melhor doar) – no Paraíso do Rico (no fundo dos extraterrestre vindos das terras de fora) e ao invés (para nosso exclusivo usufruto) no Inferno dos Pobres (os pobres indígenas terrestres para sempre fixos no espaço e no tempo):

 

Transformando Portugal num chouriço à beira-mar (na verdadeira ação da palavra) plantado apenas por alguns (tal como em portas/janelas servindo para separar) para isolar/proteger a base do negócio (os clientes e o dinheiro) dos olhos e da inveja dos perigosos selvagens locais – com uma muralha correndo do extremo Norte ao Sul (de Caminha a V. R. St. António) de um lado tendo a Praia e do outro lado a Selva.

 

Pelo meio com uns interstícios um no Porto (capital do norte) outro em Lisboa (capital do sul) em guerra e imitando-se − subindo-se (o rio) indo dar-se a Espanha, descendo-se ao oceano e ficando mesmo sem querer (vejamos o Porto onde nasci) sendo submerso imediatamente por duas ondas (duplo impacto) e logo Gigantes: uma vinda do Porto outra vinda de Gaia e escorrendo violentamente pelas encostas cercando o Douro (como um Monstro desgovernado levando tudo à frente) caindo no leito do rio esmagando e destruindo (as Margens) enquanto pretensamente comemos e (sobretudo) bebemos.

 

E assim destruindo a Invicta e Vila Nova de Gaia (e o seu Coração e Motor, o Douro das vinhas e do Porto) para tal preferindo então (e recordando) o Palácio de Cristal (ou então em Lisboa a Feira Popular): no Verão nas férias grandes com muitas barraquinhas (de jogos, bonecos, surpresas), comida e farturas (ainda não conhecendo os churros com as sardinhas e as febras/frango à cabeça) e até carrinhos de choque, um lago (com barcos e patos) e mesmo um (mini) zoológico (até tendo um Leão) – ao fundo e lá em baixo com o rio e o casario (postal-retrato do Porto a mais bela janelinha para o Douro).

 

Na região do Algarve e com um único desígnio (proposto aos algarvios pelas auto denominadas Forças Vivas da Terra) a ser a Hotelaria/Restauração e o Imobiliário/Construção, com a maior esperança/ambição para as novas gerações, um dia ser Empregado/Rececionista/Diretor ou então Pedreiro /Pintor/Mestre-de-Obras (e áreas correlacionadas tradicionalmente muito mal pagas).

 

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Marina de Albufeira

 

Transformando o nosso país num categorizado Hotel (de 6 ou mais Estrelinhas) com a capacidade extraordinária (nem todos se podendo gabar disso) de nele se poder doar (vender/comprar), aceitar (trocar, ficando um a ganhar e outro a perder) e transplantar (no fundo e legalmente tirar): isto porque neste país quem doa só mesmo estando (mal e) a delirar. O que interessa é sacar sendo solidário (somente) a roubar. E com os rins em geral a serem os mais procurados.

 

(imagens: SHUTTERSTOCK/GETTY/PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03

23
Mai 17

Segundo o IPMA de amanhã (24) até Domingo com as temperaturas do ar a manterem-se pelos valores atuais (16⁰C/21⁰C de mínima e 26⁰C/31⁰C de máxima) e com os valores na água do mar a andar pelos 21⁰C.

 

Agora que o bom tempo parece ter regressado de vez com a subida generalizada das temperaturas (mínimas e máximas) estão criadas todas as condições para o verdadeiro arranque da época balnear na Região do Algarve:

 

Sem chuva, com temperaturas bastante agradáveis, com o areal e o mar calmos e com bom aspeto, com boa comida à espera e sobretudo com relativamente poucas pessoas e alguma tranquilidade de espirito.

 

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Pelo que se os responsáveis pela divulgação do turismo na região (públicos como privados) tiverem cumprido (mesmo que no mínimo) a sua obrigação de representantes, divulgadores e promotores deste sector prioritário e fundamental desta região do sul de Portugal (desprezadas como foram pelos mesmos a Agricultura e as Pescas e dando unicamente relevo à Industria Hoteleira e à Restauração),

 

Este Verão será um sucesso: com muita gente e calor.

 

Com a bolsa dos Europeus e até dos portugueses temporariamente aliviadas nestes últimos tempos (para nós desde que o Governo PS tomou posse),

 

Com todos os conflitos espalhados um pouco por todo o mundo (desde a Turquia ao Egito, passando pelo norte de África e terminando na crise sul-americana ‒ só para falar em destinos turísticos),

 

E até com alguns países europeus completamente absorvidos nas suas batalhas não só externas como internas contra o terrorismo (como a Inglaterra e a França por estarem mais envolvidas nas operações militares a sofrerem vários atentados),

 

Criando-se a oportunidade face ao problema dos outros de encher todo o sul da Península de Espanha até Portugal.

 

Destacando desde já 2 fatores que não devem ser desprezados mesmo nesta época do ano (início em breve do Verão), por um lado com os índices de raios ultravioleta a revelarem-se bastante elevados por estes dias (UV9 numa escala de 11) e por outro com a manutenção da presença de taxas também elevadas de CO2 na atmosfera como justifica o alerta de hoje (23) para a Ilha Terceira (401ppm/crítico).

 

E assim a menos de um mês do início da estação do Verão (21 de Junho) e com o tempo já com estas tão agradáveis condições ambientais,

 

Com toda a máquina aqui implantada e alicerçada a estar já plenamente preparada para a única coisa que ela sabe verdadeiramente fazer (que será infelizmente o Futuro reservado para todos os Algarvios e demais residentes) ‒ e para a qual temos vindo a ser todos forçados, condicionados e especializados:

 

Enchendo hotéis, servindo refeições, executando limpezas, preparando instalações, servindo bebidas, fazendo de guia, aconselhando negócios, promovendo intercâmbios, trocando moeda, disponibilizando cuidados, possibilitando passeios e outros apoios,

 

Em suma satisfazendo o cliente à custa de diversa mão-de-obra toda afeta aos mesmos Serviços (de Restauração e Hoteleiro) mas com diferentes escalões (retribuições) apesar das mesmas ambições (limitadas em exclusivo à contrapartida monetária).

 

Num percurso monocórdico e sem futuro visível, de mera retribuição de apatia e subordinação ‒ recriando-se o papel de criada (para a generalidade) e para os mais ofendidos o cargo de governanta.

 

(imagem: Sport Mídia II/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:38

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