Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

30
Mai 18

Ao entardecer do passado dia 17 de Maio uma visão fabulosa (segundo Gianluca Masi) do céu colorido cobrindo a cidade (Eterna) de Roma ‒ num contraste de fatores envolvendo o azul de fundo do céu, o castanho-alaranjado do Sol e ainda nuvens escuras de passagem‒ observando-se debaixo do mesmo (céu) a cúpula da Basílica de São Pedro: e por cima dela (da basílica) sobressaindo dois pontos luminosos no céu, um mais perto de nós ‒ a Lua (por sinal o de mais pequena dimensão pouco mais de 1/4 do nosso planeta) a 384.400Km da Terra ‒ o outro mais afastado ‒ Vénus (por acaso o de maior dimensão ligeiramente mais pequeno que o nosso planeta) a 41.400.000Km da Terra. Deixando-nos aqui na Terra olhando para o Céu e penetrando o Espaço.

 

MoonVenusRome_17may2018.jpg

Pôr-do-Sol

 

Num dia em que Gianluca Masi (o autor do retrato) apanhou uma conjunção envolvendo quatro vértices de um mesmo cenário, incluindo na sua lista de protagonistas (sendo estes provavelmente infinitos) o Sol, a Lua, Vénus e a Basílica de São Pedro (aquelas projeções localizadas mais perto de nós): provavelmente sendo um fenómeno vulgar (dado o número deste tipo de aparições) mas justificando mais do que nunca (dada a sua beleza) uma olhadela ao céu (sobretudo ao entardecer ou então ao amanhecer, devido às fabulosas composições coloridas; nesses períodos de tempo apesar de limitados com sucessivas mudanças de cores). Mostrando-nos o maior e mais importante (a nível mundial) edifício do Catolicismo.

 

(imagem: Gianluca Masi/virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39
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05
Mar 16

Existirá algum tipo de relação evolutiva entre Vénus, Terra e Marte? E qual a relação destes planetas com a multidão de corpos celestes habitando a Cintura de Asteroides? Nesta mesa de bilhar (aberta) que é o nosso Sistema Solar, alguma bola poderá ter vindo não daqui mas de outro lado qualquer – do exterior nesse caso sendo ALIENA (como os mexicanos para os norte-americanos).

 

Se pegarmos numa fita métrica (mas em KM ou UA) e medirmos a distância do Sol à Terra e aos seus dois planetas vizinhos (Vénus e Marte) veremos que as distâncias são as seguintes (já agora incluindo a Cintura de Asteroides e o planeta Júpiter):

 

Corpos
Celestes
Distância média ao Sol
(milhões km)
Distância média ao Sol
(UA)
Vénus 108 0.7
Terra 150 1
Marte 230 1.5
Cintura Asteroides 300-600 2/4
Júpiter 780 5.2

 

Ou seja, para além do nosso satélite natural (a Lua) orbitando a menos de 0,4 milhões de km da Terra, os dois planetas (principais) situados mais perto de nós são (com Mercúrio, Vénus, Terra e Marte a constituírem os 4 Planetas Interiores à Cintura de Asteroides):

 

Planeta
Principal
Distância aproximada à Terra
(milhões km)
Distância aproximada à Terra
(UA)
Vénus 42 0.3
Marte 80 0.5

 

Com Vénus a ser o planeta mais próximo da Terra (e do Sol) – 100X a Viagem Terra/Lua – e com Marte ao dobro da sua distância (mas sendo de todos o mais afastado do Sol). E no entanto com Marte cheio de sondas (em órbita ou à superfície) e com Vénus reduzido a zero.

 

Planeta Unidades Vénus Marte
Diâmetro Km 12104 6787
Revolução Anos 0.62 1.88
Atmosfera Composição (%) CO₂ (96) CO₂ (95)
Densidade atmosférica Kg/m³ 65 0.0155
Gravidade m/s² 8.97 3.0
Temperatura ◦C +462 -60
Poeiras Vestígios Traços Significativo
Ventos Intensidade Fracos Fortes

 

Talvez pela temperatura que conjuntamente com a sua densidade atmosférica acabaram por destruir em poucos minutos todas as sondas soviéticas VENERA, esmagadas pela pressão de Vénus (90X a da Terra) e pelas temperaturas elevadíssimas à sua superfície (perto dos 500⁰C).

 

Sonda Venera Data em que atingiu superfície de Vénus Minutos de sobrevivência à sua superfície Observações
3

16.11.65

(lançamento)

0 1º Sonda fabricada pelo Homem a atingir outro planeta, tendo no entanto perdido comunicação à entrada na atmosfera, caindo na superfície.
4 18.10.67 0 1.ª Sonda a entrar na atmosfera e a retransmitir dados, caindo na superfície.
7 16.12.70 23 1ª Sonda a atingir a superfície com sucesso e a transmitir.
9 22.10.75 53 Enviou as primeiras imagens p/b para a Terra.
13 01.03.82 - Enviou as primeiras imagens cores para a Terra.
15/16 10.10.83 - Últimas sondas – orbitais – do Programa Venera.

(dados: wikipedia.org)

 

No caso do planeta Marte com uma temperatura média muito mais aceitável (entre mínimas e máximas) e sem a sobrecarga daquela atmosfera esmagadora e infernal cobrindo a superfície de Vénus – em Marte não sendo um problema pela quase não existência de atmosfera.

 

Mas Vénus é desde há milhares de anos uma referência para a História do Homem, talvez pelo seu brilho talvez pelo seu mistério: um contraponto a um Marte velho e perdido no tempo, apresentando-se (no caso de Vénus) na sua violência e extremos como um planeta com uma superfície jovem, ativa e viva.

 

Venus_montage.jpg

Vénus
(EUA – Missão Magellan – 1989/1994)

 

Um corpo celeste dos mais brilhantes a aparecer nos céus noturnos da Terra, observado desde tempos bastante antigos por diversas civilizações e culturas em princípio indígenas (muitas delas já extintas e esquecidas) e que por direito próprio adquirido pela sua presença quotidiana entre nós (existem registos com cerca de 4000 anos), conseguiram alcançar um importante lugar na nossa cultura e conhecimento humano:

 

- Como deusa do Amor (desejo e fertilidade) ou até como uma remanescência de uma civilização que teria existido em Vénus há muitos e muitos milhões de anos atrás (mesmo antes de existir algo de significativo na Terra).

 

venussurface-580x240.jpg

Vénus
(URSS – Missão Venera 13 – 1981)

 

O planeta do Sistema Solar situado mais perto da Terra (o que é bom) e o segundo mais perto do Sol (o que é mau). Com uma superfície ainda jovem (por esse motivo apresentando um número ainda reduzido de crateras de impacto se comparado com outros planetas) e aparentemente viva geologicamente e em contínua evolução (apesar do mistério da existência de poucos vestígios de correntes de lava), mas por outro lado apresentando para o Homem (ou outro tipo qualquer de ser vivo associado ao nosso planeta) um ambiente só possível de comparar à imagem que nós temos do Inferno: um forno fechado sob uma pressão esmagadora.

 

Mas que mesmo assim ainda nos poderá oferecer destinos de ocupação, seguros e protegidos como se estivéssemos em casa (na Terra). E tornada impraticável a presença de humanos e dos seus artefactos à sua superfície (pelo menos para já e pondo de lado a alternativa subterrânea – ainda mais impraticável e dispendiosa) porque não tentar a sua atmosfera e aí instalar uma colónia? Segundo os cientistas a cerca de 50km de altitude a temperatura e a pressão em Vénus são muito parecidas às registadas na Terra, o que possibilitaria a instalação em órbita de Vénus e em zonas mais protegidas das perigosas radiações solares, das chamadas “Cidades Flutuantes” no fundo simples balões aproveitando os movimentos dos gases ascendentes e descendentes do planeta. Só teriam que resolver o problema da presença na atmosfera do ácido sulfúrico! Entretanto a NASA acha que poderá arranjar solução mas voo só lá para o ano de 2023.

 

Zephyr-1-580x435.jpg

Vénus – Ilustração
(EUA – Rover Zephyr – 2023)

 

Venus
50 Years Since Our First Trip and We’re Going Back
(Evan Gough/universetoday.com/02.3.2016)

 

The Venus Landsail—called Zephyr—could be the first craft to survive the hostile environment on Venus. If approved, it would launch in 2023, and spend 50 days on the surface of Venus. But to do so, it has to meet several challenges.

 

NASA thinks they have the electronics that can withstand the heat, pressure, and corrosive atmosphere of Venus. Their development of sensors that can function inside jet engines proves this, and is the kind of breakthrough that really helps to advance space exploration. They also have solar cells that should function on the surface of Venus.

 

But the thick cloud cover will prevent the Zephyr’s solar cells from generating much electricity; certainly not enough for mobility. They needed another solution for traversing the surface of Venus: the land sail.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:48

10
Dez 15

Depois de cinco anos de viagem no espaço e de uma primeira tentativa (falhada) de entrar em órbita do nosso vizinho interior o planeta VÉNUS (a sonda foi lançada em Maio de 2010, tendo o seu encontro sido previsto para Dezembro desse mesmo ano), a sonda interplanetária japonesa AKATSUKI equipada de uma vela solar utilizando a energia fornecida pelas radiações emitidas pelo SOL para se deslocar (IKAROS), atingiu finalmente o seu objetivo: após cinco anos circulando em torno do Sol e espreitando constantemente uma nova oportunidade, a sonda orbitava agora o planeta Vénus.

 

akatsuki-venus-1.jpg

Planeta Vénus a 72.000km da sonda japonesa Akatsuki
(agora em sua órbita)

 

A 7 de Dezembro de 2015 a sona Akatsuki iniciava então a sua missão de estudo da atmosfera e do clima do planeta Vénus, como o confirmaria pouco tempo depois a agência espacial japonesa (JAXA/ISAS): “As a result of measuring and calculating the Akatsuki’s orbit after its thrust ejection, the orbiter is now flying on the elliptical orbit at the periapsis altitude of about 400 kilometres (250 miles) and apoapsis altitude of about 440,000 kilometres (273,000 miles) from Venus. The orbit period is 13 days and 14 hours. We also found that the orbiter is flying in the same direction as that of Venus’s rotation” (NASA).

 

Esta sonda é atualmente a única em ação nas proximidades deste planeta vizinho (entendendo Vénus e Marte como os nossos vizinhos interiores e exteriores), sendo a sua presença no local considerada fundamental para o estudo e conhecimento do mesmo, em aspetos extremamente importantes para uma melhor compreensão da sua história geológica (atividade vulcânica e fenómenos a ela associados como descargas elétricas), climática (com temperaturas máximas a ultrapassarem os 450⁰C) e atmosférica (com a sua persistente camada de nuvens, fina e bastante tóxica a cobrirem a superfície do planeta).

 

Além da sua influência na Terra.

 

(imagem: JAXA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:26

03
Ago 15

Segundo os cientistas Vénus seria um planeta possível de colonização. Não só pela sua proximidade em relação ao planeta Terra, como também por apresentar parâmetros de pressão atmosférica e de temperatura muito semelhantes aos nossos. Não a nível da sua superfície (evidentemente) mas a altitudes por volta dos 50km: aí seria possível instalar uma colónia (estilo estação espacial) que se protegesse na sua trajectória orbital da perigosa radiação solar, usufruindo de pressões e temperaturas aceitáveis para os humanos. Tudo no entanto adiado devido à densidade da atmosfera de Vénus e ao seu altíssimo teor de ácido sulfúrico.

 

PIA00102_modest.jpg

Missão Magellan – Estla Regio

 

Quando pensamos em planetas para onde pudéssemos viajar um dia, um dos primeiros a podermos considerar seria certamente o nosso satélite a Lua (localizada a uma distância da Terra superior a 380.000km). O problema é que ela nem sequer é um planeta (pelo menos principal), o Homem já lá esteve (há mais de quatro décadas) e pelos vistos não gostou (como o confirma o fim do programa Apollo). Já mais afastados temos ainda os nossos dois planetas mais próximos e que consideramos vizinhos: um interior à órbita da Terra e localizado a mais de 100 milhões de quilómetros do Sol, o outro exterior a essa órbita e a mais de 220 milhões. O segundo sendo Marte e o primeiro o 2.ºplaneta mais próximo do Sol o planeta Vénus. Mas como será Vénus (já que Marte parece um planeta morto e em decadência desde há biliões de anos)?

 

PIA00106_modest.jpg

Missão Magellan – Mat Mons

 

Imaginemo-nos a viver num mundo em que ao sairmos de casa e abrirmos a porta levássemos violentamente e sem qualquer possibilidade de resposta com um bafo de ar quente na ordem dos 500°C.

 

Num ambiente onde a força de gravidade apesar de ser muito próxima da nossa, é acompanhada por uma pressão atmosférica quase cem vezes superior à da Terra, constituída essencialmente por nuvens de ácido sulfúrico compostas maioritariamente por dióxido de carbono.

 

Num planeta que tal como Marte se pensa poder ter existido água (num passado muito remoto), entretanto perdida por evaporação (devido ao aumento de temperatura por responsabilidade da actividade solar) ou devido ao fraco poder do campo magnético de Vénus (e da sua reduzida capacidade de fixação da sua atmosfera inicial).

 

E numa superfície calcinada e sem vida, sem evidências de existência de actividade geológica interior, sem indícios da existência de placas tectónicas ou de algum tipo de evolução ou movimento associado, deixando-nos apenas perante um solo fortemente preenchido por crateras de origem previsível (crateras de impacto) ou então de origem estranha ou duvidosa: como aquelas crateras inequivocamente associadas a fenómenos de vulcanismo, contando com a presença de indícios claros de lava mesmo não existindo actividade geológica comprovada no interior do planeta (Vénus).

 

(dados: wikipedia.org – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57
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05
Jul 15

Está prevista a colocação de planadores sobrevoando e patrulhando os planetas Vénus e Marte, a partir do início/meio da década de vinte.

 

18406293_7TM4I.jpeg

VAMP da NORTHROP GRUMMAN
(para Vénus)

 

Depois de nos ter oferecido a partir de 1961 (há longínquos 54 anos) o FANTÁSTICO e REVOLUCIONÁRIO programa espacial APOLLO – cujo projecto atingiu o seu apogeu no ano de 1969 (portanto em apenas 6 anos), com a alunagem do módulo EAGLE na superfície da LUA e os primeiros passos na mesma de NEIL ARMSTRONG – eis que agora a NASA nos promete para breve e com alguma certeza (década de 20 ou então para quando estivermos mortos), voos de patrulha em Vénus (daqui a 6 anos) e voos de patrulha em Marte (talvez daqui a dez anos). Ou seja uma eternidade incompreensível e intolerável, reconhecendo o extraordinário desenvolvimento científico e tecnológico registado neste último meio século de evolução da Humanidade.

 

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PRANDTL-M da NASA
(para Marte)

 

A NASA limita-se assim a enviar DRONES em direcção a corpos celestes mais ou menos distantes (MARTE, CERES, PLUTÃO), tirando fotografias e interpretando sinais, estando agora a planear futuras missões para ela (pelos vistos) mais ambiciosas e importantes, como o da colocação de planeadores sobrevoando planetas. Continuando o HOMEM com os seus pés bem assentes na TERRA. O que nos leva logo a pensar (os norte-americanos sabem-na toda, por isso dominam o mundo) que a NASA não é só isto! Ou que existirá outra NASA.

 

Recuso-me a acreditar que o Futuro da Humanidade esteja entregue nas mãos de uma iniciativa privada apenas interessada (e obcecada) na obtenção de lucro fácil e imediato, com carreiras turísticas de VIP’S circulando à volta da Terra e usufruindo do prazer de pertencer temporariamente ao ESPAÇO, enquanto observavam tranquilamente outras carreiras de mais longo curso carregadas de colonos pioneiros (os heróis), dirigidas ao Inferno (de Marte) e transmitidas num Reality Show.

 

(imagens – SAPO TEK)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:33

20
Abr 15

“No dia 4 de Outubro de 1947 o Mundo Ocidental tremeu de medo e de estupefacção, quando os Soviéticos liderados por Estaline lançaram a partir do seu Cosmódromo de Baikonur o primeiro satélite artificial construído pelo Homem – o SPUTNIK 1.”

 

Esta foi a primeira imagem a cores enviada a partir do planeta Vénus. Foi registada no dia 1 de Março de 1982 pela sonda soviética VENERA 13.

 

venera13-venus.jpg

 

Um planeta que durante muitos irmãos foi considerado como um irmão gémeo da Terra e que pelo contrário se revelou para os humanos um pesadelo.

 

Com uma pressão atmosférica cerca de 90x mais densa que na Terra e temperaturas muito próximas dos 500ºC é fácil de compreender o seu ambiente de pesadelo.

 

No caso desta sonda soviética a sua resistência ao ambiente extremamente agressivo reinante sobre a superfície de Vénus, teve a duração de pouco mais de duas horas.

 

A sonda Venera 13 tocou a superfície do planeta numa região situada no seu hemisfério sul, descrita como estando preenchida por vastas planícies.

 

O solo era caracterizado por aparentar ser de textura macia, apresentando-se bastante fracturado em pedaços de diferentes dimensões.

 

Preenchendo-se o cenário desta superfície com cumes de vulcões e vestígios da sua actividade, das quais as cinzas que dariam a textura macia ao terreno seriam originárias.

 

Um mundo situado a mais de 100 milhões de quilómetros do Sol e a mais de 40 milhões de quilómetros da Terra (o mais perto de nós não contando com a Lua, a menos de 0.4mkm).

 

E que no entanto a nível vulcânico é um dos mais activos em todo o Sistema Solar e com temperaturas capazes de derreter chumbo.

 

screen shot 2014-12-18 at 2.34.18 pm.jpg

 

Apesar de tudo um mundo que, como consequência do espírito livre, nómada e aventureiro que nos caracteriza, ainda poderá ser ocupado pelos humanos.

 

“If humankind were ever to live on Venus, it would almost certainly have to be in the clouds, high above the surface. At about 30 miles up, the temperature is roughly 160 degrees Fahrenheit, a fraction of the surface temperature and the atmospheric pressure is comparable to Earth's at sea level — an ideal place to set up a city of helium-filled, solar-powered airships.” (businessinsider.com)

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18
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31
Jan 12

A Ilusão pode ser um reflexo da realidade

 

Luz do Sol, Reflexo da Terra – e Vénus à direita

 

A luz do Sol incide sobre a Lua em Quarto Crescente – zona brilhante – enquanto a luz reflectida pela Terra, ilumina e delimita a parte da Lua na zona de sombra – zona escura.

 

(imagem – earthsky)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:50

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