Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

20
Jul 18

Enquanto pela região do Algarve o calor aperta cada vez mais (no período diurno mas arrefecendo no noturno) apesar da água do mar (segundo os banhistas) continuar um pouco fria (frio seria se estivessem numa praia a norte ou então numa praia fluvial),

 

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Depois das inundações e desabamentos de terras provocadas pela elevada precipitação e originando mais de 200 mortos/desaparecidos (e enquanto ainda decorrem os trabalhos de recuperação no terreno), uma grande onda de calor envolve no presente o arquipélago do Japão (tendo para já provocado mais de trinta vítimas mortais)

 

‒ Confirmando que a estação do Verão já chegou mas que quanto a condições meteorológicas ainda não se consolidou (depois da nova ascensão de destinos turísticos tradicionais ‒ como o Egito, a Turquia e a Tunísia ‒ sendo as condições de tempo um pouco instáveis, a justificação para uma queda de cerca de 10% na ocupação turística na região)

 

[Mas mesmo assim proporcionando a ida à praia (e a um banho no mar)

E a um dia de férias (de Verão) bem passado]

 

Noutras partes do Globo terrestre, ainda localizadas no Hemisfério Norte,

 

Onde igualmente se atravessa a estação do Verão e onde simultaneamente reside a esmagadora maioria dos mais de 7,5 biliões de indivíduos, integrando a Sociedade e a Civilização (centrado no Sol e dita única) dominando o planeta Terra

 

As condições meteorológicas parecem estar invertidas (ou deslocadas no tempo e/ou no espaço) ou então caoticamente instaladas (sendo o caos um dos mais ativos complementos da ordem):

 

Como na Suécia e no Japão (respetivamente).

 

Dois mercados a serem explorados devido ao seu forte potencial turístico (países ricos e com muitos dos seus nacionais ‒ devido à Globalização de mercados ‒ a movimentarem-se e ao mesmo tempo a investirem),

 

[Com Portugal se não quiser optar e prosseguir com a sua Monocultura Turística (baseada numa Válvula de Segurança incompreensível e exclusivamente de origem Inglesa e por muitos países do sul utilizada alguns deles já com trágicas consequências) ‒ e desse modo deixando de ser uno dependente não arriscando o Suicido certo do Setor (e de muitos outros associados como o do Imobiliário e o da Construção Civil) ‒ a ter que se decidir rapidamente ficando na Europa e a Grã-Bretanha fora dela.]

 

‒ De momento com um registando temperaturas elevadas e com Incêndios (Suécia) e com o outro vendo-se perante Extremos Meteorológicos (Japão):

 

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Com uma onda de calor fora do normal afetando não só o Japão como a Suécia e neste último território (do continente Europeu) e apesar da sua proximidade com o Círculo Polar Ártico (e com o Polo Norte), com cerca de cinquenta fogos declarados e com as temperaturas (máximas) perto dos 40⁰C; e atingindo igualmente toda a Escandinávia

 

Na Suécia com as temperaturas registadas a serem superiores em mais de 10⁰C às normalmente observadas por esta época do ano (meados de Julho),

 

‒ Nesta região do Círculo Polar Ártico chegando a ultrapassar os 30⁰C ‒

 

E conjuntamente com outros fenómenos (interligados) como a seca, os relâmpagos e até a neglicência humana, proporcionando um espetáculo não muito usual de se ver (e nada agradável) quando a caminho (e cada vez mais perto) do Polo Norte;

 

Já no Japão um arquipélago situado no sul do continente Asiático (Ásia Insular), sobre a parte norte da ferradura constituindo o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa da Terra com os seus sucessivos e inúmeros sismos/tsunamis e vulcões/e respetivas erupções) e visivelmente exposto (como pedaço de terra no meio de um imenso oceano) a todo o tipo de condições meteorológicas oriundas do mar,

 

‒ E com o seu território a sudoeste a ser o mais violentamente atingido (depois de sismos intensos, seguindo-se grandes inundações e desabamentos de terra)

 

Agora a ser submetido,

 

‒ Depois de um período de grande precipitação/inundações provocando mais de 200 mortos/desaparecidos e um prejuízo na ordem dos 2,4 biliões de dólares ‒

 

A uma Onda de Calor bastante intensa (ainda com o Ecossistema num caos, com vítimas por encontrar e com as doenças a alastrarem) reclamando já mais de três dezenas de vítimas mortais (e hospitalizando mais quase centena e meia) e registando temperaturas superiores a 35⁰C (em Tóquio com uma máxima nos 40⁰C).

 

Na sequência (como noticiado antes) de um Evento Atmosférico ‒ tornado normal (Banal) pelas coordenadas:

 

“The heatwave is a setback for communities trying to recover from flooding and landslides caused by record rainfall in western Japan this month. At least 218 people died in that disaster and 12 remain missing.”

(Daniel Hurst/theguardian.com/20.07.2018)

 

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Em Portugal particularmente na região do Algarve e mais concretamente em Albufeira (a autoproclamada Capital do Turismo Algarvio), com a serra, o mar e a praia a unirem-se ao Sol e à Gastronomia (e á Cataplana de Peixe) promovendo a região (se possível) em todos os campos organoléticos (impressionando agradavelmente os sentidos)

 

Em Albufeira pelas 18:45 (locais),

 

De sexta-feira dia 20 de Julho de 2018 ‒

 

Com a temperatura do ar a apontar os 24⁰C (mínima 18⁰C/ máxima 31⁰C), com céu limpo e vento moderado (UV 9/muito elevado) e com a previsão meteorológica a indicar para os próximos dias (9 dias) céu geralmente limpo por vezes (não muitas) pouco nublado, sem previsões de precipitação (nos 0%) e com as temperaturas a oscilarem entre os 16⁰C (de mínima) e os 33⁰C (de máxima) ‒ com ambas a descerem muito ligeiramente (1⁰C, máximo menos de 2⁰C).

 

Sismologicamente falando com a última ocorrência na região (do Algarve) a dar-se a 19 de Julho (com um sismo de M1.3 registado a SE de Albufeira e com epicentro a 18Km de profundidade),

 

‒ Ontem à noite (quinta-feira), não sentido e sendo irrelevante

 

E com o último (sismo) em Portugal continental a ocorrer hoje (sexta-feira início de mais um fim-de-semana) com um sismo ainda menos relevante (M0.7) mas ocorrido do outro lado do Tejo que não Lisboa: a sul do mesmo em Almada.

 

(imagens: naijaheadlines.com ‒ Mats Andersson/AFP/Getty Images/nymag.com ‒ barlavento.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54

09
Jul 18

O Japão e o Tufão Maria

 

[7 Junho 2018]

 

Sudoeste do Japão sob Chuva Intensa e Rios de Lama

(para as vítimas mortais, num cenário apocalíptico)

 

“Record torrential rains across western and central Japan unleashed flooding and landslides in several residential areas, killing dozens and triggering weather warnings in four districts of the country. By Saturday evening, at least 51 people were dead and 48 were missing, according to the public broadcaster NHK. More than one million people in 18 districts had been ordered to evacuate their homes, and an additional 3.5 million had been urged to leave.” (nytimes.com/07.07.2018)

 

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Kumano/Hiroshima

9 Julho 2018

(imagem: Martin Bureau/AFP via Getty Images/bloomberg.com)

 

Semissubmergida por horas/dias consecutivos de precipitação extrema batendo inclusivamente muitos dos recordes (de queda de chuva) para estas regiões (do sudoeste do Japão) e para esta época (do ano),

 

‒ Provocada pelo estacionamento sobre esta área do território japonês, de uma frente atmosférica originando períodos prolongados e intensos de precipitação

 

O Japão já por si um conjunto de ilhas (um arquipélago formado por mais de 6 800 ilhas, com 4 delas sendo as maiores e ocupadas por mais de 95% da sua população) espalhadas por um dos sectores do norte da Ferradura (formando o Anel de Fogo do Pacífico),

 

‒ E como tal sendo constantemente submetido a sismos (mais ou menos intensos), erupções vulcânicas (o Japão é caraterizado pelo seus inúmeros vulcões ativos ou adormecidos, à superfície ou submarinos) e até desabamentos de terra (no mar eventualmente originando Tsunamis, em terra e como se vê violentos rios ‒ como uma muralha avançando de água e de lama)

 

Vê-se de momento (pelo menos até amanhã dia 8 de Julho domingo) parcialmente submetido a uma Queda Abruta do Céu sobre si próprio (território, estruturas e habitantes),

 

Com quase 5 milhões de japoneses a serem (mais ou menos intensamente) afetados por esta Tempestade Atmosférica (extrema pelas consequências), levando-os à evacuação forçada dos seus lares e à procura de proteção (e segurança eficaz),

 

‒ Contra grandes inundações e contra os rios destruidores e mortais de lama, que as mesmas invariavelmente transportam:

 

Com as vítimas mortais (sábado, 7 de Junho) a andarem pela meia centena e com os desaparecidos a andarem pela mesma ordem de grandeza (sugerindo assim um número entre 50/100 mortos provocadas por estas condições meteorológicas extremas).

 

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Hiroshima/Japão

7/8 Julho 2018

(imagem: The Asahi Shimbun/telegraph.co.uk)

 

Para além de carros destruídos, estradas submergidas, pontes e centenas de casas atingidas (mais de 500) ‒ e simultaneamente da interrupção de todo o tipo de produção, comércio e convívio quotidiano ‒ com a previsão meteorológica para as próximas horas a não ser a desejada, com previsão de ainda mais chuva para esta região do Japão: com os Alertas a estenderem-se (logo a partir de 6 de Julho) a Okayama, Hiroshima, Tottori, Fukuoka, Saga, Nagasaki, Hyogo e Kyoto (todas prefeituras a sudoeste).

 

Um país (Insular) a caminho dos 130 milhões de habitantes (distribuídos esmagadoramente pelas suas maiores 4 ilhas), com uma área total de quase 378 000Km²,

 

(capital sendo Tóquio centrada numa área metropolitana podendo incluir cerca do triplo ‒ 30 milhões ‒ de portugueses habitando em Portugal ‒ uns 10 milhões)

 

Considerado como um das maiores potências mundiais (desde o fim da WW2 claramente a reboque dos EUA), mundialmente conhecido como aquele tendo a maior expetativa de vida do Mundo (87 anos com Portugal a ser 33º com 80 anos),

 

E que no entanto apesar de ter sofrido o maior ataque ‒ ARTIFICIAL ‒ alguma vez feito pelo Homem contra o Homem,

 

‒ Sendo executado num tão curto espaço de tempo, sem aviso prévio e sobre uma multidão em geral completamente ignorante e (facto Supremo e extremamente Cruel) nunca tendo provocado nos seus autores nenhum remorso, pesadelo ou sequer Julgamento do Povo (O que será um Crime de Guerra?)

 

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Centro-Sul do Japão em 7 Julho de 2018

Regiões mais afetadas e com maior nº de vítimas/desaparecidos

(imagem: mainichi.jp)

 

Poderá um certo dia e dadas as suas origens, evolução e características geológicas,

 

(no fundo a sua inserção no conjunto formando o Anel de Fogo do Pacífico, compondo paisagística e superficialmente ‒ ao nível da crosta terrestre ‒ a região geologicamente mais Ativa e Viva da nossa Terra)

 

Ser sujeito a um poderoso fenómeno (podendo ser mesmo um Evento) não de origem Artificial mas de origem NATURAL:

 

“Japan lies along the Pacific Ring of Fire a narrow zone around the Pacific Ocean where a large chunk of Earth's earthquakes and volcanic eruptions occur. Roughly 90 percent of all the world's earthquakes and 80 percent of the largest ones strike along the Ring of Fire.”

(Brett Israel/livescience.com/14.03.2011)

 

Com as placas em choque contínuo (a norte deste território insular encontrando-se num dos topos extremos da Placa Norte-Americana e a sul assentando sobre a Placa Euroasiática) e na sua concretização (interpretando-a e traduzindo-a) ‒ ativa ‒ provocando a elevação progressiva da crosta terrestre ‒ na parte da Ferradura integrando o Círculo de Fogo do Pacífico (nestas coordenadas o Japão) ‒ não sendo de desprezar (por comparação e proximidade) uma evolução semelhante à na hora em curso na cordilheira dos Himalaias (com o monte Everest como símbolo, com os seus quase 9Km de altitude), com sectores da crosta terrestre ondulando entre níveis superiores/inferiores, com outros deslocando-se horizontalmente (num dos últimos grandes sismos registados em Honshu, deslocando-se uns 2,4 metros para oeste) ‒ outros por submarinos originando ainda Tsunamis ‒ e ainda aqui e ali com a crosta terrestre expelindo para o exterior (através de numerosos vulcões) o resultado de altas pressões (internas) acumuladas em profundidade (e necessitando de se libertar como numa panela de pressão), dando finalmente origem a um (possível) Evento local ao nível da extinção (pelo menos parcial) talvez no Natural cumprimento da nossa Evolução e do futuro Geológico desta região (asiática):

 

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Kurashiki/Japão

8 Julho 2018

(AFP/GETTY/express.co-uk)

 

“Colliding tectonic plates not only trigger earthquakes they also build volcanoes. About 10 percent of the world's active volcanoes are in Japan, mostly where the Pacific Plate is diving below the Philippine Plate.”

(Brett Israel/livescience.com/14.03.2011)

 

Um dia talvez com parte do Japão a erguer-se majestosamente das águas e com o restante do seu arquipélago a desaparecer sob as mesmas (ou não fosse uma ilha plantada num imenso oceano) como terá ocorrido num passado remoto (numa ou numas outras partes do Mundo) com o desaparecido Continente da Atlântida.

 

[9 Junho 2018]

 

Hoje segunda-feira com o número de vítimas mortais provocada pela chuva intensa ‒ originando grandes inundações e desabamentos de terra e formando uma brutal muralha de água, de lama e de detritos levando tudo á sua frente ‒ a ir já nas 114 (e ainda com dezenas de pessoas ainda desaparecidas), obrigando ao cancelamento das atividades previstas pelo seu 1º Ministro (Shinzo Abe) colocado perante o maior desastre (do género) ocorrido no Japão já lá vão 35 anos (em 1983 com o seu maior desastre provocado por elevadíssima precipitação e grandes/e mortais inundações). Ficando para já por se saber os verdadeiros prejuízos económicos provocados por esta grande tragédia, afetando sobretudo a região centro/sul do Japão, já tão castigada por violentos sismos causando (em certas zonas) grande destruição: num dia pós-Apocalipse apresentando-se com céu limpo e previsão de temperaturas de 30⁰C (ou superior), fazendo crescer o receio de devido à falta de água e de eletricidade as condições exteriores/ambientais já por si tão periclitantes poderem ainda piorar.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38

18
Mar 18

“Os Estados Unidos exercem uma forte influência econômica, política e militar em todo o mundo. O país é um membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e Nova Iorque hospeda a sede das Nações Unidas. Quase todos os países têm embaixadas em Washington D.C. e muitos consulados em todo o país. Da mesma forma, quase todas as nações acolhem missões diplomáticas americanas. No mundo, apenas Butão, Coreia do Norte e Irão não têm relações diplomáticas com os Estados Unidos.” (wikipedia.org)

 

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Miami

A ponte (em montagem) que colapsou quarta-feira (veja-se o pilar esquerdo)

Estado da Flórida/EUA

 

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Como acontece desde que os EUA decidiram (unilateralmente) assumir como Direito Adquirido (definitivamente e para quem ainda tinha dúvidas) o Controlo Total do Mundo ‒ num processo despoletado e justificado pelos atentados de 11 de Setembro de 2001 nos EUA já lá vão quase 17 anos (na altura sob a presidência Republicana de G. W. Bush) ‒ todos os países desejando a manutenção integral e segura do seu território e soberania (e espalhados por todos os pontos Cardeais), ficaram aí a saber que para terem algum sucesso no alcance desse (agora seu) objetivo, teriam que reconhecer o enorme poder (em dólares e armamento) e a poderosa tecnologia norte-americana (transformando-a na maior Potência Global). Exteriormente (impondo a sua Realidade) inundando o mercado ‒ de dólares (bastando para tal imprimi-los não sendo problema o deficit a caminho dos 21 milhões de milhões) ‒ e repovoando estrategicamente o Mundo ‒ instalando bases (militares) e mísseis (bem fronteiriços) em redor dos seus adversários ‒ e Interiormente (escondendo-nos a sua Realidade) dando-nos uma imagem (bem consolidada na Força e na Publicidade) de uma Terra de Esperança tendo à nossa espera o Amigo Americano: com as suas ruas não cobertas a Ouro (como o sonham muitos Migrantes ao tocarem solo inglês e ao chegarem a Londres) mas certamente oferecendo (pelo menos) aos seus (cidadãos) as melhores condições de Vida e de Segurança do planeta (Terra).

 

“Para lá do ato incompetente e dado o crime ao mesmo associado (colapso do tabuleiro da ponte de Miami sobre uma via rodoviário/tipo autoestrada, nela circulando veículos conduzidos por pessoas) ‒ de irresponsabilidade extrema causando desnecessariamente vítimas mortais ‒ não nos parando de questionar (como qualquer pessoa mentalmente saudável) como terá sido legalmente possível (e permitido pelas autoridades responsáveis) a colocação, conclusão e ensaio de uma estrutura como esta, não num local seguro e protegido (não só para os trabalhadores como igualmente para as populações em redor desconhecendo o que aí se passava), mas sobre o local de passagem provavelmente de muitos milhares de pessoas (e seus respetivos veículos) aí circulando (talvez repetidamente), tal e qual como um rebanho (inocente) caminhando alegremente para a sua morte (antecipadamente marcada) não o sabendo: com um coletivo (neste caso um Objeto) de várias centenas de toneladas (de betão) esmagando uma-a-uma cada singularidade presente (neste caso vários Sujeitos). Sendo apenas mais uma prova da Descida do Homem ao Inferno desvalorizando o Sujeito (face ao Objeto) e transformando-o numa subclasse da Coisa.”

 

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Miami

Transporte e colocação do tabuleiro da ponte pedestre

Podendo terem sido as fissuras (por esforço excessivo) originadas no transporte

 

 

Uma nação dita de Excecionais certamente com o melhor sistema de Segurança Social (como se vê com os seus cidadãos e hoje mais notoriamente com os imigrantes), o melhor sistema de Saúde (que se saiba sendo o defunto Obamacare o único indício de tal), o melhor sistema Educativo (e pelos vistos o mais protegido com a introdução de armas no interior das escolas), as melhores condições de Trabalho (para usufruto dos seus empregados e baseado no ordenado mínimo e em trabalhadores temporários não especializados), a maior Solidariedade para com as camadas mais desfavorecidas (como se comprovou com as consequências trágicas e vergonhosas da passagem do furacão Katrina por Nova Orleães), as melhores Rodovias e Ferrovias (como se vê com os constantes acidentes nos dois casos), os melhores Serviços prestados e logo por Privados (desde que graciosamente remunerados, caso contrário e como se verifica com as infraestruturas a deteriorarem-se aceleradamente dada a falta de investimento privado na sua manutenção e desenvolvimento) … no entanto e de facto em muitos sectores básicos de qualquer sociedade organizada e minimamente solidária (como o tem sido com altos e baixos a Europeia Ocidental) fazendo-nos lembrar um país do Terceiro-Mundo.

 

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Miami

O projeto a seguir pela ponte que colapsou

Sendo visíveis os cabos e o pilar central de suporte

 

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Na passada quinta-feira (16 de Março) com uma ponte pedestre (com cerca de 950 toneladas) servindo a Universidade Internacional da Flórida (EUA) e recentemente colocada (questão de dias) sobre uma das suas mais movimentadas vias rápidas, a colapsar repentinamente esmagando veículos e provocando 6 vítimas mortais (esmagadas pelas toneladas de betão). Uma ponte indo servir uma comunidade deveras relevante (os estudantes), nem sequer estando ainda ao serviço (dos peões) por não estar completamente montada (assim como integralmente testada) e apresentando trânsito (por vezes) bem intenso circulando sob o seu tabuleiro; nem sequer e de acordo com o projeto inicial tendo os cabos colocados (geralmente apoiados num suporte central) e no entanto, provavelmente não sendo expetável no decurso da concretização do projeto (certamente em 100%) a ocorrência de qualquer tipo de incidente (já na fase final da sua instalação) ‒ e apesar do lançamento de alguns alertas baseados em observações no local (aparecimento de fissuras) ‒ aí acabou colocada, em cima do trânsito testada e enquanto se acabava caindo e matando horrivelmente (seres humanos). E que logo à primeira impressão (mesmo para um simples leigo) após o seu colapso (já com a ponte na estrada esmagando pessoas e veículos) deixou no ar o espanto complementado pela imediata questão: onde estão os cabos e o pilar central de suporte?

 

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Miami

Queda da estrutura do tabuleiro da ponte

Abatendo por colapso de apoios e esmagando veículos e pessoas

 

A que os técnicos responderam suportados nas características desta (da ponte) nem sequer sendo necessários (os cabos, daí a ausência do suporte central) sendo apenas decorativos: com esta ponte com um orçamento estimado em mais de 14 milhões de dólares e esperando com este projeto difundi-lo e penetrar no mercado (como já o fazem muitas empresas com projetos e construções semelhantes) ‒ utilizando um novo processo denominado Construção Acelerada de Pontes ‒ a fracassar estrondosamente (de uma forma incrível até pelas consequências) nos seus objetivos. Deixando-nos a pensar como é que nos EUA uma coisa destas é possível ‒ sem respeitar minimamente as pessoas nem certamente a lei. Mesmo que dois dias antes um dos engenheiros da empresa responsável pela instalação da ponte tivesse avisado (pelos vistos por mensagem de voz, ninguém dando importância a tempo e só a visualizando após o colapso) para o aparecimento de rachas na estrutura da mesma (de betão = cimento armado): pelos vistos e apesar de tudo realizando-se uma reunião horas antes do colapso (perto do local e para analisar as fissuras) mas com os técnicos a reafirmarem a segurança da estrutura. Viu-se! Em mais um caso (Evitável) de consequências mortais ‒ ocorrido nos EUA ‒ aqui não com balas mas com cimento-armado.

 

(imagens: USA TODAY/usatoday.com ‒ USA extra NEWS/over25tips.com ‒ FIU News/twitter.com ‒ REUTERS/express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:59

17
Nov 17

“The outer rigid surface of the Earth is divided into chunks known as tectonic plates. These plates move around at the rate of a few centimeters per year – by coincidence, the same rate at which your fingernails grow. The Arabian Peninsula and Iran are on separate adjacent plates in this region.”

(theconversation.com/16.11.2017)

 

Com esta imagem relativa ao sismo ocorrido a 12 de Novembro (deste ano) na zona de fronteira entre o Iraque e o Irão (perto da cidade iraquiana de Halabjha localizada a nordeste de Bagdade) ‒ registada a 8 de Setembro deste mesmo ano pela agência espacial norte-americana NASA (satélite EOS/instrumento ASTER) ‒ pode-se ver o local do epicentro deste sismo devastador de M7.3 (indicado com uma estrela amarela).

 

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PIA 22112

Iran-Iraq Border Quake Region Imaged by NASA Satellite

 

Um sismo sentido no Iraque e no Irão e noutros países (mais ou menos) próximos (como o Kuwait, a Turquia e Israel), provocando enorme destruição (como danos materiais em casas, edifícios e outras infraestruturas) e entre 500/600 vítimas mortais (sobretudo na zona indicada a amarelo) ‒ segundo os especialistas ocorrendo num local já com um passado histórico de sismos violentos e particularmente mortais (e localizado nas imediações dos limites da Placa Tectónica Arábia e Euroasiática).

 

Iran-Iraq Earthquake Kills More Than 500

(nytimes.com)

 

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Cidade iraniana de Pol-e-Zahab uma das mais atingidas

(pelo sismo M7.3 de 12 de Novembro)

 

Finalmente com a imagem (produzida pela JPL) a indicar-nos, a Vermelho-Vivo locais de campos e de culturas (terrenos agrícolas), a Vermelho-Pálido encostas de montes cobertas de arbustos e de árvores, a Cinzento-Escuro áreas recentemente queimadas e a Cinza/Acastanhado diferentes tipos de rochas. Utilizando assim o satélite EOS e o instrumento (ótico) ASTER não só para o estudo destes fenómenos sismológicos (associados à deslocação das Placas Tectónicas) como igualmente para observar a deslocação dos glaciares (avanços e recuos), a atividade vulcânica, culturas e colheitas (agrícolas) e muitos outros parâmetros influenciando o Ambiente e todo o nosso Ecossistema (terrestre) ‒ segundo o artigo da NASA.

 

[Um sismo M7.3 com o número de vítimas mortais a caminharem rapidamente para as 600, talvez com uns 10.000 feridos e ainda uns 100.000 desalojados (agora sem casa).]

 

(imagens: (1) + legenda/dados/nasa.gov (2) nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:12

18
Out 17

Incêndio de Pedrogão + Incêndio do Pior Dia do Ano > 100 Mortos

(num curto período de apenas 4 meses)

 

Num momento em que o número de vítimas mortais certamente ultrapassará as 100 pessoas e nem querendo pensar na Catástrofe Ambiental com o certo desaparecimento de muitos Ecossistemas (por mais pequenos que sejam sempre fundamentais, até pela diversidade e manutenção de equilíbrios).

 

Uns dizendo ser Natural outros do tipo Artificial

 

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Vivo num país que posto perante uma verdadeira carnificina (veja-se a área ardida, o tipo de população aí residente e os combustíveis altamente inflamáveis colocados em seu redor) mantem a sua inadmissível indiferença de modo a assim proteger mesmo que para além do limite (a linha vermelha de sangue) o seu quotidiano monótono sustentado numa mera remuneração unicamente para sobreviver (desde a base até ao topo): um povo trabalhador dirigido por Analfabetos (por diversos esquemas aceites, equiparados a doutores) e por essa mesma razão mentalmente desfalcados (sem cultura e sem memória e dispondo de pouco tempo) ‒ Trabalhar, Comer, Dormir e no meio Procriar ‒ e sem força (psíquica) para se opor à violência (física), instalada em todo o lado (no Espaço) e a qualquer momento exercida (no Tempo) apenas aplicando a Lei escrita por eruditos: para se manterem no poder sabendo não ser necessário demonstrar competência (mas certificação curricular), mas no meio da catástrofe e de maior incompetência (estando tudo preparado, mas terminando num caos) deixando a violência avançar (certamente por travagem mental, ao contrário sendo um crime, no mínimo na escala moral), a incerteza pairar (face a mais uma paulada levada, com gente ainda mais traumatizada) e o esquecimento prevalecer (assim se mantendo o Poder). Lavando-lhes a alma (cada vez com mais pecados numa fila sem fim), dando tempo para os cadáveres (para contar e para esconder, estudar e fortalecer) e para confortar o Povo (banalizando as mortes tal como o faz com os Direitos do Homem), assim seguindo em frente Marchando contra os Canhões (neste caso contra os Incêndios e numa Guerra Total).

 

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Mas como ainda existem pessoas com alguma cultura e memória (mesmo que desmotivados pelo branqueamento dos novos escrivas, certificando a História Oficial e transformando-a em historinhas com dinheiro, mulheres e muitos tiros) passando parcialmente incólumes pelos filtros do Poder (apesar de uma forma ou de outra, sendo marginalizados e como tal penalizados) ‒ praticamente impossível dada a (altíssima) toxicidade ambiente (convenientemente embrulhada com o apoio dos Média e em forma de laço decorando o embrulho) ‒ estando ainda em aberto um vasto espaço reflexivo (algo se encontrando neste oceano de 7,5 biliões de Almas) onde possamos pensar e daí tirar ilações (se possível levando a conclusões). Numa História que nos poderá recolocar não num tempo (curto para nomear responsáveis e deixando tudo na mesma) antecedendo o Evento ‒ unicamente servindo para a proteção e salvaguarda do Sistema ‒ mas nas verdadeiras Origens e nas Causas dessas Raízes (permitindo a eclosão do Evento), em vez de enriquecer o Sistema enchendo-o de Ervas Daninhas: em Portugal bastando recuar (até para melhor compreender as últimas gerações) pelo menos uns Cem Anos (rigorosamente 107) para em 2017 chegarmos finalmente a Outubro (já com pelo menos 100 mortos, a uma média de 25/mês) e assim à 2ª Fase de um mesmo (e atrás referido) Evento.

 

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Tomando-se como referência o Dia da Implantação da Republica (5 de Outubro de 1910), estendendo-se no tempo e passando pelo Golpe ditatorial do 28 de Maio (de 1926) ‒ colocando Salazar no poder por cerca de 40 anos ‒ atravessando toda a Revolução antes/durante/depois (de 25 de Abril de 1974) e antes de chegar ao Evento (mortal) do ano 2017 jamais esquecendo o Marco Histórico (por Formativo, de uma Geração sem culpa, mas rasca e no poder) da Chegada do Dinheiro: no dia 12 de Junho de 1985 com o 1º Ministro de Portugal Mário Soares a assinar o Tratado de Adesão de Portugal à CEE (com muita oposição política, vinda da esquerda como vinda da direita) ‒ com o país por essa altura a atravessar uma grave crise económico/política com causas internas como também externas (daí a urgência na ação do socialista Mário Soares) ‒ e como consequência nas eleições seguintes perdendo a maioria e entregando-a (verdadeiramente de mão beijada e hoje constatando-se Infelizmente) a Cavaco Silva. De todos os políticos atravessando os séculos XX/XXI e a partir daí tentando-se descobrir o Novo Monarca do Século (Atravessando Regimes Republicanos num nº máximo de anos) ‒ numa tentativa de reflexo do ícone (de alguns ou de muitos) Salazar ‒ tendo logo e em 1º (36 anos no Poder como 1º Ministro) António de Oliveira Salazar e indubitavelmente em 2º (20 anos no Poder como 1º Ministro ou Presidente da Republica) Aníbal Cavaco Silva (e só depois surgindo o promotor da entrada Europeia o 1º Ministro socialista de nome Mário Soares ‒ 15 anos no Poder como 1º Ministro ou Presidente da Republica); e já agora adicionando ainda Américo Tomás (um indivíduo de baixo perfil passando despercebido) o Presidente de Salazar e de Marcelo Caetano (16 anos no poder como Presidente da Republica e peça decorativa).

 

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E depois de quase meio século de ditadura (com Oliveira Salazar) e de mais de uma década para entrar na Europa (com Mário Soares) só faltando mesmo apanhar (aparentemente e não para todos) mais vinte anos de bolsos cheios (acompanhados de cabeças vazias, entre escravos e leigos e com os bancos a pôr/dispor) preparando a Tormenta pós-Aníbal Cavaco Silva (o que se viu e o que se vê especialmente a nível político desde a base até ao topo): num tempo após a Bomba (guiada pelo Homem do Leme) mas morrendo-se das radiações (e com o artefacto afastado há já quase 20 meses). Hoje com Marcelo e Costa e o país menos inclinado (e já depois de levar com um triplo torpedo ‒ Barroso, Sócrates e Coelho) ‒ e estando entre 2011/2015 mesmo à beira do abismo ‒ chegando o Tempo dos Incêndios na Era da Geringonça com um Ministro em questão (MAI/Constança Urbano de Sousa/50 anos e nascida em Coimbra) e outros pedindo a demissão (sobretudo a oposição PSD/CDS mas também o BE): como se o problema fosse apenas de Um (a Ministra), mesmo sem plano de ação (por não ser prioritário) e sem conjugação de saberes (com a presença de eruditos mas sempre apoiando os Bombeiros). Constança Urbano de Sousa (especializada em direito e nomeada pelo 1º Ministro para o MAI em 26.11.2015) tendo à sua guarda os assuntos Internos assim como (direta/indiretamente tanto faz, mas integrando a cadeia) os Incêndios, a Proteção Civil e os Bombeiros.

 

“Para mim seria mais fácil pessoalmente ir-me embora e ter as férias que não tive, mas agora não é altura de demissões”.

 

“Não é nos momentos mais difíceis que as pessoas abandonam o barco. Não, não ia resolver o problema. O que precisamos de ter aqui são ações”.

 

“Quero deixar um apelo às pessoas para que adequem os seus comportamentos às situações que se estão a viver. Têm de colaborar com as autoridades e obedecer às ordens”.

 

(Constança Urbano de Sousa/observador.pt)

 

Incêndio

Local

Nº mortos

Nº feridos

Área ardida

Danos materiais

17 Junho 2017

Em redor Pedrogão Grande

(Leiria)

64

254

53.000ha

500/48/372 Casas/empresas/postos trabalho afetados; 500 milhões de prejuízos

15 Outubro 2017

Viseu, Coimbra, Guarda,

C. Branco

41

71

54.000ha

(só no dia 15)

Ainda s/dados confirmados (238 casas destruídas só em Pampilhosa da Serra)

Total

2 Eventos

105

325

107.000

(Em Atualização)

Quadro dos incêndios de Pedrogão Grande (1º Evento) e do Pior Dia do ano (2º Evento)

Valores aproximados/em atualização (17/10)

 

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No dia 15 de Outubro de 2017 (um Domingo) confirmando-se o cenário já por muitos previsto (que não do Governo, das Autarquias, da Proteção Civil e dos carreiristas políticos) e devido ao tempo seco (devido a uma seca prolongada provocada pela falta de chuva), à vegetação em ponto de rebuçado (cobrindo o solo com um espesso manto sem qualquer humidade e pronto a arder) e à escassez de acessos (muitos deles por limpar e intransitáveis), com populações (aí instaladas) isoladas e de pouca densidade (espalhadas por montes e vales) ‒ e inexistentes sistemas de proteção e de segurança (das populações) ‒ repetindo-se um trágico Evento de proporções idênticas (senão pior) ao anterior, ocorrido há 4 meses em torno de Pedrogão Grande. E só a 17 de Outubro perante esta nova tragédia (não só pela mesma e pelas vítimas, como pela ausência criminosa de meios ‒ para combater os incêndios ‒ lançando populações inteiras para o interior de uma enorme Fogueira), com a presença do Presidente e face às palavras de uma presente (exigindo a demissão imediata da Ministra), se demitindo Constança (a até aí líder do MAI) por iniciativa própria e mensagem (pondo Costa também a arder) e aceite por Costa sob ultimato de Marcelo (apoiado pelas palavras duras, da senhora a ele abraçada ‒ num pedido irrecusável transmitido ao subalterno). Um exemplo de como um individuo (pelo menos sendo pratica comum e generalizada no esquema político-administrativo atualmente em vigor em Portugal) completamente desenquadrado da área sobretudo em compreensão (sendo-lhe atribuído um lugar apenas por mera nomeação superior), ocupa um cargo de Alta Responsabilidade, sem no mínimo saber algo, como por exemplo o que fazer (para além de ser um Ministro em clara autogestão, deixando-se levar pela corrente desta vez forte de mais e no final engolindo-o e só então desaparecendo). Um responsável que já há um ano dizia que já estava tudo pronto (e preparado para os Incêndios), reafirmando-o em 2017 antes do início da época (dos Fogos) e repentinamente (já com todos a clamar por reforços, investigações à Proteção Civil/e à sua ação e apoio aos desprezados Bombeiros/a única força real) sendo apanhado por um Fogo e logo depois por um outro (à segunda não sendo certamente surpresa) ‒ carregando atrás de si quase meio milhar de vítimas (entre feridos, mortos, desaparecidos e os nunca catalogados) e colocando mesmo em risco a vigência de um Governo ‒ ainda em boas graças mas queimando-se em fogo lento (para gáudio da oposição e dos incendiários).

 

No fundo sendo todos nós os verdadeiros Queimados (como sempre com o Povo a ser o Mexilhão). E como episódio irrelevante e só para entreter os políticos, com Constança Urbano de Sousa (a Ministra no pelourinho) a apresentar a demissão neste dia 18 de Outubro dia de precipitação (devendo-se talvez agradecer a uma outra senhora a chegada tão desejada da chuva, terminando de vez com os incêndios e com a incapacidade de muitos ‒ Ofélia nome de furacão).

 

Algo lógico de acontecer ao escolher-se um como nós (não sendo nós melhores até pelas consequências desse ato) ‒ ao metermos na urna um cheque ao portador e com a quantia em branco (ficando então desfalcados e sem qualquer argumento): sendo a Culpa de quem lá os põe (mesmo em Democracia sempre uma minoria) e não de quem se aproveita (apenas para ganhar dinheiro). Como sempre A Bem da Nação!

 

(imagens: TVI24/euvi@tvi.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:05

20
Set 17

México ‒ Cidade do México (e Puebla) ‒ Sismo

 

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 Colapso de um edifício na Cidade do México

(no decorrer do forte sismo de 19.09.2017)

 

Magnitude

7.1

Região

Puebla/México

Data/Hora

19.09.2017 18:14 UTC

Localização

18.59 N 98.47W

Profundidade

50 Km

Distância

58 Km SW Puebla

 

Com um tremor de terra de M7.1 registado no MÉXICO a 5km a ENE de RABOSO (estado de Puebla) ‒ localidade mexicana a cerca de 100Km SE da Cidade do México (capital do país) ‒ e com epicentro a cerca de 50Km de profundidade (11 dias depois do sismo de M8.1 que assolou o MÉXICO particularmente os estados de OAXACA e de CHIAPAS provocando mais de 100 mortos ‒ e com epicentro no mar a cerca de 70Km de profundidade), este país da América do Norte e já depois de ter sentido nos últimos dias os efeitos de um TSUNAMI, de uma ERUPÇÃO VULCÂNICA (os dois como consequência do sismo de 8.1 ocorrido em Setembro, sendo o 1º um pequeno Tsunami e o 2º tendo o vulcão POPOCATEPETI como protagonista provocando 15 mortos), de um FURACÃO (o furacão KATIA) e de um novo SISMO (ocorrido ontem por volta da hora do almoço) ‒ provocando para já mais de 250 mortos e grandes danos materiais em edifícios e outras importantes infraestruturas (com edifícios a colapsarem).

 

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 Feridos resultantes do sismo M7.1

(registado ontem na capital mexicana)

 

Seguido (até às 06:00 UTC) por outros 3 sismos de magnitude igual ou superior a M4.5 (M4.9/M4.6/M4.6) e assim confirmando (posteriormente) informações proferidas pelas autoridades mexicanas aquando do sismo M8.1 (a 8 de Setembro) de que existiam fortes probabilidades do México (para além de todas as outras fortes réplicas registadas) vir de novo a ser atingido nos próximos dias por um sismo de intensidade semelhante ou até superior: o que se confirmou esta terça-feira (dia 19) no México com um sismo de menor intensidade (M7.1 em vez de M8.1) mas com um epicentro a menor profundidade (50Km em vez de 70Km), causando num ápice mais do dobro de vítimas (2.5X) comparativamente com o anterior.

 

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 Com as ondas sísmicas a repercutirem-se nos barcos de recreio

(em Xochimilco/centro da capital através do movimento das águas)

 

No dia de hoje (quarta-feira, 20) com os sismos mais intensos (de maior magnitude) a registarem-se a nível Global (com M>4.5) a serem (até às 08:39 UTC):

 

Região

Hora (UTC)

Profundidade (Km)

Magnitude

(M)

Leste

Irão

00:08

10

5.0

Ilhas Auckland

NZ

01:43

10

6.1

Estreito de Cook

NZ

02:42

24

5.0

Sul

Perú

05:26

115

5.3

 

Teoricamente podendo-se afirmar (se registado em zonas habitadas) que mesmo que não se tenham notícias provenientes do lugar, pela localização do sismo (em terra ou no mar), pela intensidade do mesmo (maior ou menor magnitude) e pela profundidade do seu epicentro (menores profundidades originando maiores efeitos), o mais grave em consequências (humanas e danos materiais) poderá ter sido o do leste do Irão.

 

Com o sismo mais forte sentido na Europa e nas proximidades de Portugal (este dia 20) a ser o registado a NW de Málaga (sul de Espanha), pelas 02:44, a 4Km de profundidade e de M1.6 (praticamente impercetível).

 

(imagens: AFP/GETTY IMAGES/standard.co.uk ‒ Carlos Jasso/REUTERS/abc.net.au ‒ Storyful News/youtube.com/abc.net.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

18
Jun 17

[Ou indiretamente do raio]

 

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Mais de 60 Mortos

Mais de 60 Feridos

(num cenário arrepiante e a mais de 40⁰C)

 

Como é possível declarado um incêndio e projetada a respetiva intervenção (com toda a região em princípio em estado de alerta) haver mortos cercados em casa ou em carros calcinados na fuga? Quando a primeira coisa a fazer pelas autoridades seria a de salvar pessoas (com tantos idosos vivendo em casas isoladas) e criar caminhos de fuga (com tanta gente em desespero a fugir sem saber bem para onde).

 

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Carros calcinados na estrada onde se registaram mais vítimas

Entre Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos

(com as vítimas a serem apanhadas na sua fuga desesperada ao inesperado incêndio)

 

Num incidente com mais de 120 vítimas (segundo dados mais recentes mais de 60 mortais e mais de 60 feridos) localizado num triângulo envolvendo zonas interiores/exteriores aos seus vértices e tendo como referência as localidades de Castanheira de Pêra, Pedrógão Grande e Figueiró dos Vinhos (o incêndio terá começado em Escalos Fundeiros/Pedrógão Grande com um raio a atingir uma árvore), um incêndio inicialmente controlado (mas não dominado) ao aumentar repentina e inesperadamente de intensidade descontrolando completamente o cenário do momento e a estratégia de combate às chamas inicialmente previsto (ainda por cima acabando por associar-se a outras frentes já ativas como o do grande incêndio de Góis um concelho limítrofe ao de Pedrógão Grande), acabou por se transformar numa das maiores tragédias ocorridas em Portugal (veremos os números que atingirão no rescaldo os danos materiais e pessoais) tendo como responsável único as leis da Natureza. Para já e pelo menos enquanto o incêndio não termina, as temperaturas não descem e o medo e a incerteza não se dissipam, com todos os responsáveis a apontarem para as condições climatéricas com que o país se deparava nesse dia e particularmente nessa zona do interior, para justificar o imprevisto, o completo caos instalado e as dezenas de vítimas mortais: para lá de todas as vítimas caídas como heróis no terreno de combate, dos quais se destacam e como sempre os residentes e os bombeiros (os únicos combatentes) ‒ lutando com as suas mãos para salvar o maior número de vidas, mesmo podendo por em causa a sua própria existênciadeixando-nos ainda algumas dúvidas sobre o papel de alguns responsáveis e sobre a sua competência (que não apenas curricular).

 

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Uma das vítimas do incêndio numa das estradas em redor de Pedrógão Grande

(por onde muitos tentaram fugir e onde muitos caíram pelo fogo ou por intoxicação)

Entre os mais de 60 mortos com metade a morrer em fuga de uma praia fluvial

 

Esperando-se agora pelos próximos dias para ver (deixando-se assentar toda a poeira) o que as autoridades pensam (e concluem) sobre esta grande catástrofe humana (natural e/ou artificial) que para além de destruir uma região (já por si abandonada) também destruiu a vida de muitos dos seus (e cada vez em menor número) residentes: só se esperando que depois do poder os expulsar para o litoral (por uma questão de sobrevivência) ainda acusem as vítimas de incúria na limpeza dos terrenos ‒ mas feitos por quem e pagos por quem? E face a todos os conhecimentos postos hoje à nossa disposição para tratar de fenómenos como o registado em Pedrógão Grande, não se podendo unicamente atribuir a culpa a um raio e a uma maldita árvore que estava no seu caminho: e o calor, e o ar seco, e a humidade praticamente nula dos terrenos, e as diversas camadas de ar a diferentes temperaturas comprimidas e circulando livre e caoticamente entre vales e serras, e as condições climatéricas exteriores propícias à ocorrência deste tipo de fenómenos, nada disso conta (para a Prevenção) ‒ numa demonstração cabal da total incompetência de alguns desses responsáveis pela preservação da Natureza (por exemplo prevenindo possíveis situações de incêndios) e de como o ordenamento do nosso território se encontra num caos criminoso, sem retorno à vista e todo entregue aos critérios aleatórios da Natureza (a culpada) e da selvajaria do Homem (nunca se podendo esquecer como o interior foi abandonado, com os seus naturais a serem obrigados a deslocar-se para o litoral para sobreviverem e desse modo como seria logico e como já todos esperavam, deixando o campo e a floresta ao abandono e assim proporcionando a trágica intervenção humana/com a eucalitpização do país e até a aleatória intervenção natural/com o Homem escancarando-lhe as portas).

 

Tendo que haver responsáveis para além do raio e da árvore!

 

(imagens: mogaznews.com e chron.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:02

01
Jun 17

Na passada segunda-feira o Céu caiu sob a cidade de Moscovo

 

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Moscovo - 29.05.2017 - 3:28 PM

(Imagem: Александр @QGEIS)

                                                                              

Depois das autoridades de Moscovo terem anunciado que este seria nos últimos 100 anos aquele em que mais nevaria na capital russa ‒ já nessa altura (Fevereiro) com Moscovo debaixo de 216 cm de neve (aproximadamente 1,5 X Normal) ‒ eis que a capital russa (assim como toda a região em seu redor) volta de novo a estar sob condições atmosféricas extremas (2ª feira, 29 de Maio) com ventos fortíssimos a derrubarem árvores (cerca de 3000), a danificarem carros (1500) e edifícios (140) e a provocarem várias vítimas entre mortos (16) e feridos (169). O que vale é que (finda a Primavera) vem aí o Verão.

 

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Moscovo depois da tempestade

(Imagem: © Artyom Korotayev/TASS)

 

Uma tempestade considerada muito rara de suceder nesta região de Moscovo (este mês com os ventos a atingirem os 100Km/h), com a mais grave a ter ocorrido precisamente há cerca de 100 anos, mas com uma mais recente e com menos de 20 anos a ter já provocado destruição e vítimas relevantes: em 1998 com uma tempestade semelhante a matar 9 pessoas, a ferir 165 e a provocar prejuízos na ordem de 1 bilião de rublos. Registando-se mais uma vez que as Evidências (Alterações Climáticas) que alguns ainda se recusam a ver (como é o caso dos EUA) tanto se refletem nos EUA, na Rússia, como no Resto do Mundo.

 

(dados: tass.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:00

18
Fev 17

O ciclone tropical DINEO (2017)

Surge 10 anos depois do também destrutivo FAVIO (2007)

Com DINEO a provocar (para já) 7 vítimas mortais entre a população moçambicana

 

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Ciclone Tropical Dineo

 

Num cenário onde as primeiras informações vieram de zonas turísticas (sempre com alguns observadores atentos) – com 16 golfinhos apanhados numa ratoeira entre a frente do ciclone e a Baía de Inhambane vitimando metade deles;

 

Mas com o mesmo a ser realisticamente construído e definido com os factos complementares oriundos do interior da província (onde toda a gente trabalha) – com milhares de casas danificadas, dezenas de milhares de pessoas afetadas e no mínimo 7 vítimas mortais.

 

Num balanço sobre a passagem do ciclone tropical DINEO no final do passado dia 15 de Fevereiro sobre a região do litoral sul de Moçambique – todos os transportes e comunicações estiveram paralisados durante o período da tempestade – as últimas informações recolhidas apontam para um rasto de grande destruição particularmente por toda a área pelo mesmo atravessado na província de Inhambane: deixando atrás de si 7 vítimas mortais.

 

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Impacto do ciclone em Maputo

 

No seu caminho em direção à costa sul de Moçambique o ciclone DINEO atingiu terra classificado como um furacão de Categoria 1 (podendo atingir velocidades até 153Km/h), castigando de imediato todo o litoral e zonas do interior da região de Inhambane, com intensa e prolongada precipitação e ventos fortíssimos (com rajadas na ordem dos 130Km/h): danificando cerca de 20.000 habitações e afetando 130.000 pessoas.

 

Sendo as províncias mais afetadas além da de Inhambane, também a sua vizinha de Gaza (localizada maia a sul antes da província da capital – Maputo). Destacando-se na zona costeira – também uma das mais afetadas pela tempestade e tão importante para a economia, para o turismo e para muitos outros sectores da região, como o da produção e o da construção – a localidade de Massinga um dos destinos turísticos mais populares do litoral sul moçambicano.

 

Precipitação elevadíssima que conjugada com ventos fortíssimos, ondas de 2 a 3 metros e a chegada da maré-alta, além de destruir ou danificar muitas das infraestruturas turísticas localizadas junto à costa na Baía de Inhambane, infelizmente ainda vitimou uma criança atingida por uma árvore (em Massinga). E com a meteorologia a informar que o período de ventos fortes e de chuva intensa se poderá estender até amanhã (sábado,18).

 

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O Rio Limpopo em Xai Xai

 

Com a tempestade apesar de enfraquecida (tendo passado de ciclone tropical a depressão tropical após atingir Moçambique) a continuar a dirigir-se mais para sul (em direção à África do Sul), ainda com elevada precipitação: segundo previsões podendo atingir particularmente a região sul-africana do Limpopo, com a tempestade a transportar chuva e a poder originar caudais nos rios (excessivos) extravasando as suas margens e provocando inundações.

 

[O ciclone tropical FAVIO atingiu a mesma região de Moçambique a 22 de Fevereiro de 2007 oriundo da região do atol de Diego Garcia (localizado a mais de 4.600Km de distância e onde a 11 se formou o ciclone), com a província de Inhambane a ser então atingida com elevados níveis de precipitação, acompanhados por rajadas de vento ultrapassando os 220Km/h (podendo-se considerar de Categoria 4); terminando a 23 e deixando no seu rasto no mínimo 70 feridos e 4 mortos. E colocando então toda a região num caos, vinda como vinha de outras grandes inundações anteriores – recentes.]

 

(imagens: watchers.news – @mwelimasilela – @IamTumelo/e invertida)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

30
Jan 17

Depois da avalanche em Itália uma outra em Caxemira

(nestas zonas certamente o normal no Inverno, mas por má prevenção com vítimas)

Num território desde logo associado ao terrorismo global

(e a muitos dos mais violentos atentados praticados)

 

Ocorrida na parte indiana do território de Caxemira (com outra parte incluída no Paquistão e uma terceira anexada pela China) localizada em torno da região onde se situa o vale de Caxemira: entalado entre o conjunto montanhoso de Pir Panjal (a sul) e os Himalaias (a norte) e atravessado (nos seus mais de 130Km de extensão e 30Km de largura) pelo rio Jhelum.

 

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Região de Caxemira

 

Numa região encravada entre a Índia e o Paquistão e localizada no extremo ocidental da cadeia dos HIMALAIAS (a maior do mundo estendendo-se do Butão ao Paquistão e incluindo a maior montanha da Terra – o EVEREST com 8848 metros de altitude) encontramos o vale de CAXEMIRA.

 

Mundialmente conhecido pela qualidade dos seus têxteis (as lãs de caxemira) como pelo interminável conflito existente entre indianos e paquistaneses (nos últimos 70 anos com três guerras declaradas e milhares de vítimas mortais – 1947, 1965 e 1999).

 

Sendo um dos motivos para esse conflito e dada a importância extrema como recurso natural e vital o controlo da água, nascida nas montanhas rochosas da cordilheira dos Himalaias (ocidental) e descendo pelas suas encostas até atingir as terras secas do território de Caxemira: recolhendo nos seus vales este precioso conteúdo líquido (significado de vida) e tornando-os apetitosos, férteis e produtivos (e alimentando muita gente com frutas e com legumes).

 

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Inverno em Caxemira

 

Além da questão mais falada pretensamente de origem étnico-religiosa e estando na base do estalar do conflito, agravada aquando das suas Independências (da índia e do Paquistão) na partilha de Caxemira: com a Índia de maioria Hindu a ficar com uma parte desse território de maioria Muçulmana.

 

Num território que segundo censos de 2001 (wikipedia.org) 67% da sua população era muçulmana, 30% era hindu e os restantes 3% siques e budistas.

 

Um território sendo agora notícia não por qualquer tipo de ação violenta (terrorismo) levada a cabo pelo Homem e provocando vítimas inocentes (por não terem nada a ver com conflitos entre outros), mas pela ocorrência de mais um fenómeno da Natureza afetando a vida das populações locais.

 

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Mesquita de Srinagar

 

Tal como o ocorrido há mais de uma semana numa estância de esqui italiana (dia 18 de Janeiro em Farindola, junto à cadeia dos Apeninos, registando mais de uma dezena de mortes), agora com uma série de avalanches a afetar a região de Caxemira no território administrado pela Índia (e a provocar mais de duas dezenas de mortes).

 

Provocando já este ano entre civis e militares várias vítimas mortais em várias localidades (como por exemplo uma família em Badugam e um grupo de militares de Kupwara ambos soterrados no interior das suas casas/postos) como resultado de um dos piores Invernos registado em várias décadas com forte queda de neve e com a temperatura a baixar até aos 7⁰C negativos.

 

Levando a que as autoridades locais lançassem um alerta para possíveis avalanches (um processo preventivo que dentro de outros parâmetros e considerações parece ter sido descurado no caso italiano), aconselhando as populações a limparem os telhados, as estradas e naturalmente a estarem atentos atentos aos sinais (de perigo).

 

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Jardins de Nishat Bagh

 

Com uma das últimas grandes avalanches a registar-se em 2012 no lado controlado pelo Paquistão e causando 140 mortos (como habitualmente com os militares a serem as principais vítimas – mais de 90% – até pelo seu trabalho de constante vigilância em locais extremamente perigosos de fronteira (até pelas condições extremas de tempo).

 

Tanto no caso da avalanche em Itália como nas agora ocorridas no território indiano de Caxemira, com estas manifestações naturais a ocorrerem no Hemisfério Norte terrestre durante a estação de Inverno, com ambas a terrem um denominador comum provavelmente justificativo deste tipo de incidentes (provocando vítimas mortais): a sua proximidade a duas importantes falhas tectónicas, numa zona constantemente assolada por sismos e podendo também originar avalanches (ou até desabamentos e deslizamento de terras).

 

Num Mundo hoje pretendendo-se cada vez mais uniforme por descaracterizado (quando tudo é igual, nada se distingue), atualmente com a nossa sociedade ocidental dividida (num trilho cada vez mais estreito) entre o Azul e o Vermelho (as cores dos dois partidos norte-americanos com acesso ao poder), com uma delas acreditando no Aquecimento Global e com a outra considerando-o uma fraude (mas com as duas contando explorar ao máximo e se necessário para além do permitido todos os recursos terrestres existentes) e ao mesmo tempo como se nada de particularmente grave se estivesse a passar nada fazendo (de prático, de ativo e de eficaz) mantendo o para ambos precioso (para a prossecução dos seus negócios) Status quo Ambiental.

 

Com Hillary ou com Trump (já para não falarmos da Rússia e sobretudo da China) e tal como o Mundo tem existido (e cada vez mais reconhecido), com a corda bem à volta do nosso querido pescoço (umas vezes mais, outras vezes menos apertada, pelo menos até se morrer de vez e asfixiado).

 

(imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:25

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