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O Homem que Somos, a Vida que Temos (neste Planeta)

Terça-feira, 30.11.21

“Amanhã (1 de dezembro, feriado, restauração da independência/1 de dezembro de 1640) com a grande novidade em Portugal a ser a reintrodução ─ para quem quiser ir comer a um restaurante ─ do Certificado Covid-19 (não tendo e em alternativa um Certificado de Testagem ou um Certificado de Recuperação disponível em, sns24.gov.pt/certificado-digital-covid/#aceder).”

Seguindo-se às quatro variantes mais conhecidas e sucessivamente sendo espalhadas um pouco por todos os continentes deste planeta ─ Alfa (Reino Unido/setembro 2020), Beta (África do Sul/dezembro de 2020), Gama (Brasil/final de 2020) e Delta (Índia/outubro 2020) ─ e não nos esquecendo do vírus original dando origem a estas variantes ─ o coronavírus SARS CoV-2 (China), chegando agora uma nova variante ─ OMICRON ─ cientificamente designado (pela WHO) como B.1.1.529.

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O PLANETA SARS CoV-2

A plataforma para medir o impacto do confinamento devido ao coronavírus e monitorizar a recuperação pós-confinamento. (ESA)

 

OMICRON uma variante do coronavírus sendo sinalizado inicialmente na África do Sul (tal como a anterior variante Delta), aparentemente já tendo sido identificada em todos os continentes e na Europa, estando já (se não em todos) em cerca de uma dezenas de países, neles se integrando Portugal (com casos suspeitos/identificados): sendo entre as mais conhecidas/divulgadas uma versão já mais avançada do coronavírus original (neste tempo de Covid-19, iniciado em finais de 2019/início de 2020, na Ásia/China) ─ a 5ª variante ─ naturalmente com a sua recente chegada lançando preocupação e colocando-nos em alerta, não só pelo pouco conhecimento que ainda temos da mesma (de OMICRON), como pelos sinais dados recolhidos até hoje parecendo (se comparada com as anteriores variantes, versões do vírus original) mais resistente ─ à imunização/ás vacinas ─ e mais contagioso/infetando mais pessoas, em menos tempo ─ e podendo fazer implodir a “capacidade hospitalar”.

Não havendo nada de novo a utilizar no combate ao SARS CoV-2 e suas variantes (descendentes, evoluindo e adaptando-se), senão manter as regras básicas de proteção e de segurança (como máscaras/higiene/distanciamento), as testagens e a campanha de vacinação ─ apesar de já se saber que descendo a eficácia das vacinas (destinada a outra variante e aplicada desde inícios de 2021), estas poderão ir já numa eficácia de nem 40%, daí o recurso ao “reforço” ─ esperando-se desde logo (e que seja o mais rapidamente possível) que surja a nova vacina contra a Covid-19 (atualizada como se faz com a gripe), quanto mais tarde surgir evidentemente sendo pior (para nós, não para as novas mutações do coronavírus): isto porque alguns já afirmam (achando eu ser apenas um pretexto para inflacionar o preço das vacinas, agora criando novos milionários) que “atualização da vacina” talvez para o final de 2022 (último trimestre). O que poderia ter consequências extremamente negativas, quando o inimigo a combater já não é o pai, mas o filho (evoluindo rapidamente, muito mais adaptado).

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VARIANTES SARS CoV-2

Dois dias depois de a África do Sul ter assinalado o aparecimento de mais uma mutação, com a WHO a considerá-la preocupante.

 

Em Portugal até já se podendo ter uma equipa de futebol com OMICRON, como há dias atrás todo o Mundo constatou ─ com mais de 40 países, pela TV e em direto, vendo os jogadores de uma equipa desparecerem um a um, até alguém ou algo (acho que foi este o caso, dada a incapacidade do “alguém”) dizer basta. OMICRON podendo cortar já (ordens da EU) as ligações com Moçambique (apenas porque faz fronteira com a África do Sul), mas deixando outras potenciais rotas de infeção/contágio abertas (como na Europa).

Para já com a WHO (OMS) lançando o alerta ─ insistindo na intensificação das campanhas de vacinação em todos os continentes, sem exceção e começando pelos mais desprotegidos e ainda não vacinados (um escândalo global que continua) ─ e por outro lado, interessando-se prioritariamente pela evolução desta nova variante (aprendendo, conhecendo-a, descobrindo armas contra ela) antes de colocar a população global de novo e inutilmente em polvorosa: paralisando de novo o planeta, deixando muitos a morrer da doença (Covid-19) ou de fome (desemprego). Debruçando-se sobre o que se passa na África do Sul (pelos vistos um foco importante desta nova variante OMICRON) mais rigorosamente apontando o alvo para a província de Gauteng, para a cidade de Tsuane, com cerca de 3 milhões de habitantes: tentando descobrir a verdadeira potencialidade de infeção/contágio da variante, quais as faixas etárias mais atingidas pela mesma (se ainda os mais idosos e o que se verifica com os mais jovens) e quais as formas disponíveis ou a disponibilizar na luta contra a mesma, ainda se servindo da vacina do ano anterior aplicada antes, mas aos “seus pais”.

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HOMEM Vs. SARS CoV-2

Aumentando o nosso tempo de convívio coronavírus/mutações, aumentando igualmente o nosso conhecimento, sobre ele e como combatê-lo.

 

Sendo conveniente estar protegido continuando a proteger-se (com as armas que temos), nunca deixando que os “OMICRONS dos MÉDIA” (os terrestres, não os extraterrestres) nos derrubem. Se tal acontecer caindo todo este “baralho-de-cartas-planetário”, tão perfeito na imagem, mas tão frágil na realidade ─ sempre com a fome, com a doença e a guerra a perseguir-nos, como se fosse a nossa (nomeada) “dama/ama de companhia”. Na África do Sul e segundo as últimas informações ─ sobre o OMICRON, 15ª letra do alfabeto grego ─ para além das suspeitas de alto-risco de contágio pela sua intensidade/rapidez de infeção (podendo lotar rapidamente os Serviços de Saúde, criando o caos e tendo óbvias consequências de Saúde negativas),

Com as principais novidades sobre esta nova variante ─ OMICRON ─ a serem:

Quanto aos mais idosos com o quadro geral a manter-se (grave);

Quanto ao mais novos tendo aumentando a admissão de bebés (até aos 2 anos com +10%), assim como de crianças mais velhas (com 30% das crianças até aos 16 e internadas, a terem doença mais grave) ─ em Tsuane com a entrada de crianças nos hospitais a passar de 5% para 13%;

Já quanto às vacinas parecendo estas manter a sua eficácia na prevenção de sintomas (de Covid-19), evitando o aparecimento de casos mais graves ─ em Gauteng não estando cerca de 2/3 das pessoas vacinadas, com os hospitais a receberem agora pessoas mais novas (20/30 anos) com alguns a necessitarem mesmo de UCI’S.

(imagens: esa.int ─ aljazeera.com ─ quantamagazine.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:07

Turismo ─ Tosta-Mista Covid

Segunda-feira, 17.05.21

Reino Unido desconfina com “cautela” devido a nova variante.

O Reino Unido registou a morte de cinco pessoas e 1.979 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os últimos dados do Governo britânico, que hoje aliviou "cautelosamente" várias restrições em Inglaterra.

(MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt)

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Depois de abrirem as portas dos PUB

(no Reino Unido/bares e restaurantes)

 

Estando em Estado de Calamidade até ao fim do mês de maio (depois de promovido o seu estatuto de um nível abaixo/inferior, o anterior Estado de Emergência) e contra a maioria dos estados europeus (achando ainda não ser o momento apropriado, fazendo-o, mas com restrições) abrindo desde já o seu espaço aéreo às “viagens de turismo”,

─ Servindo-se do “empurrão inglês”, colocando-nos na sua reduzidíssima “lista verde” (integrando por exemplo Israel, impossibilitado de o fazer, estando agora em guerra)

Numa ação necessária (e quase que obrigatória para a recuperação da Economia) levada a cabo e aplicada (tendo já arrancado, antes do início do Verão),

─ “O Ressuscitar do Turismo, em estado de coma há mais de um ano” ─

E simultaneamente reforçando o nosso sentido de segurança (interno), passado o pior (desta última vaga Covid-19) e regressando no que diz respeito à região algarvia (e pelos visto em força, dado quase o exclusivo) o turismo,

Entre ingleses e outras nacionalidades e face à abertura do nosso espaço aéreo a países (e viagens como as turísticas) com baixa taxa de incidência deste coronavírus, chegando hoje aos aeroportos portugueses cerca de 7.500 viajantes maioritariamente ingleses (uns 5.500) e dirigindo-se para Faro: numa sequência tendendo a manter-se ou mesmo a crescer até ao fim deste mês e pelas reservas entretanto tendo a vir a ser efetuadas, estendendo-se por toda o Verão e semanas seguintes (vindo a seguir o Golfe). Com a maioria desses visitantes a serem britânicos (estando ingleses e escoceses autorizados já a viajarem) e sabendo-se serem os próprios a afirmar estarem algo preocupados com possíveis/futuras contaminações mas agora com a variante indiana crescendo em percentagem no nº total de novos infetados e não se sabendo ainda ao certo se as vacinas fazem efeito (achando-se que sim, mas recordando-se poderem estar perto do fim do seu período de validade e no mínimo necessitando-se até para ver a sua eficácia de uma 3ª dose, ou da vacina não do ano passado/que estamos a tomar, mas a deste ano). Enviando-os para cá (os seus cidadãos) mas avisando-os diretamente a eles (responsabilizando-os) e indiretamente a nós (ao nosso Governo, tendo o dever de nos informar/comunicar) do que ainda poderá suceder (não estando como todos sabemos o vírus erradicado, continuando a matar até em Portugal).

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Abrindo as portas das PRAIAS

(em Portugal/aqui o Algarve em 2013)

 

Daí o meu espanto pelo alerta vindo das Ilhas Britânicas (para os seus cidadãos, podendo vir a ser um problema de saúde interna, mas já existindo antes e não sendo provocada pela sua viagem), se comparado com o silêncio interno e do costume do Governo continental de Portugal, para além das manifestações (sem sequência, nem antes, nem depois, para a construção de uma Imagem/símbolo desta região) de Boas-vindas do costume nos aeroportos, nada dizendo, com nada se preocupando e por vezes até se “esquecendo”: de nos informar convenientemente de quais as suas estratégias de recurso (proteção e segurança) se algo se começar a passar mal por aqui (onde vivo, no Algarve) seja em relação aos turistas como aos aqui residentes e aqui trabalhando: conhecendo-se antecipadamente a Europa estar ainda num processo de descida e de estabilização desta derradeira vaga da Pandemia (uns países mais adiantados, outros mais atrasados), com alguns parâmetros importantes ainda instáveis e não se sabendo ainda muito bem o que as próximas semanas/meses nos reservarão (em princípio e resultando as regras, as testagens e sobretudo as vacinas, esperando-se muitos meses).

Quanto ao nosso Governo vindo aí o Verão e de seguida as Autárquicas (e até pela sua despreocupação), sendo o seu pensamento “logo se verá”. Recordando ainda que dentro em pouco os outros farão o mesmo (arrancando o seu setor turístico), desejando não sermos castigados ─ pelo “pecado da gula” ─ face à oferta (a nós feita, antecipada) do habitual bolo-inglês.

(imagens: Oli Scarff/AFP/Getty Images/usatoday.com ─ Alamy/dailymail.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:42

SARS CoV-2 ─ Vacina e Variantes

Sexta-feira, 12.03.21

“Study of coronavirus variants predicts

virus evolving to escape current vaccines.”

(sciencedaily.com)

 

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Coronavirus illustration

 

Desde o início da PANDEMIA do vírus infecioso e mortal SARS CoV-2, tendo-se colocado por associação e por alguma semelhança a questão de se este vírus seria ou não periódico,

 

A new study of the U.K. and South Africa variants of SARS-CoV-2 predicts that current vaccines and certain monoclonal antibodies may be less effective at neutralizing these variants and that the new variants raise the specter that reinfections could be more likely.

(sciencedaily.com)

 

─ Tal como sucede com o vírus INFLUENZA (GRIPE), regressando todos os anos (crónico) e obrigando a uma atualização da VACINA

 

The company (of Novavax vacine) reported on Jan. 28 that the vaccine was nearly 90% effective in the company's U.K. trial, but only 49.4% effective in its South Africa trial, where most cases of COVID-19 are caused by the B.1.351 variant.

(sciencedaily.com)

 

Confirmando-se cada vez mais a ainda hipótese da cronicidade da doença COVID-19, regressando tal como na GRIPE periodicamente ainda-por-cima com novas estirpes/VARIANTES:

 

"Our study and the new clinical trial data show that the virus is traveling in a direction that is causing it to escape from our current vaccines and therapies that are directed against the viral spike."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

E se neste curto espaço de tempo de 1 ano se conseguiu colocar no terreno uma VACINA para combater e vencer o VÍRUS ORIGINAL,

 

"If the rampant spread of the virus continues and more critical mutations accumulate, then we may be condemned to chasing after the evolving SARS-CoV-2 continually, as we have long done for influenza virus. Such considerations require that we stop virus transmission as quickly as is feasible, by redoubling our mitigation measures and by expediting vaccine rollout."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

Esta (vacina) poderá ter um tempo de vida algo reduzida com a chegada de novas VARIANTES, como as da GB (já em circulação), as da África do Sul (a começar a disseminar-se) e as do Brasil (aí a chegar),

 

"The concern here is that reinfection might be more likely if one is confronted with these variants, particularly the South Africa one."

(David Ho/sciencedaily.com)

 

─ Como se estivéssemos em 2021, a tomar a vacina indicada para 2020.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210308131712.htm]

 

(legenda: sciencedaily.com ─

imagem: Antonio Rodriguez/stock.adobe.com/sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:25

SARS COV-2 EVOLUTION

Sábado, 06.02.21

A scientific detective story starting with a single patient in Pittsburgh unearths how the SARS-CoV-2 virus mutates to create new variants, including the UK strain B.1.1.7, and escapes neutralizing antibodies.

(University of Pittsburgh/February 3, 2021/sciencedaily.com)

 

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Agora que a poderosa raça dominante reinando no planeta Terra (o HOMEM) combate diariamente e a céu aberto (com toda a força e pulmão) contra um micro inimigo invisível e mortal (o SARS COV-2), eis que é o organismo vivo mais pequenino a parecer ter a melhor estratégia de intervenção (de pequenino se torce o pepino) e a estar (aparentemente) mais próximo de vencer.

 

Frente a esta mega invasão, interpretada (decretada) como extrema e inesperada (e ao deixa andar) ─ apesar de todos os antecedentes, como o SARS, o MERS  e até o Ébola ─ afetando os 8 biliões de terrestres, face ao novo recurso-de-guerra pelo Homem criado para se defender (sobreviver) agora materializado nas vacinas, com o vírus a ripostar alterando o seu código (dissimulando-se).

 

"You can't fix what's not there.

Once it's gone, it's gone,

and if it's gone in an important part of the virus that the antibody 'sees,'

then it's gone for good."

(Paul Duprex/University of Pittsburgh)

 

Evitando (capacidade de prever) ser destruído com possíveis ataques (de agentes inimigos externos) como a introdução das vacinas (contra a ação do SARS COV-2 ─ original ─ e respetiva pandemia Covid-19), metamorfoseando-se dando origem a novas estirpes (variantes do vírus inicial) reduzindo a eficácia das vacinas ou mesmo tornando-as ineficazes (ultrapassadas no combate).

 

Para tal ao apagar (manifestação de inteligência e organização) partes da sua sequência genética (do SARS COV-2) detetável pelos anticorpos originados (instalados no corpo) pelas vacinas, como que se lhe mudando as matrículas, tornando-os inidentificáveis/invisíveis e confundindo na sua função (objetivo e diretivas de combate) os anticorpos aliados (inseridos pelas vacinas).

 

(imagem: dottedyeti/stock.adobe.com em sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:25