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Vida − Depois de Marte, a vez de Vénus

Sábado, 23.11.19

[Em Vénus (desde 1975) com as ondas soviéticas VENERA (até 1984). E em 2019 com alguns cientistas levantando a hipótese de existência de Vida (como Romoser e como Joseph), pelo menos no passado e pela evidência (segundo as suas observações) da presença de fósseis.]

 

Num artigo de [Seth Shostak] publicado em 17.08-2012 em [space.com], a indicação dos sítios mais prováveis (7) para a existência de Vida no Sistema Solar (do planeta/lua mais próximo do Sol ao mais afastado): VÉNUS (observado por Rhawn Joseph), MARTE (observado por Emeritus William Romoser) e sendo as restantes luas − Europa/Calisto/Ganimedes (luas de Júpiter) e Encélados/Titã (luas de Saturno).

 

C_Venera09_Processed.jpg

 

Venera 9 (↑)

− Panorâmica de Vénus −

Venera 10 (↓)

 

C_Venera10_Processed.jpg

 

E tal como acontece na nossa terra local onde “desde que o chefe não fale, os outros nada dizem– mesmo que tudo (pelo menos do lado “mais fraco”) esteja a correr mal – depois de tantos e tantos anos com os diversos eruditos a negarem as conclusões dos definidos como leigos − criticando-os por procurarem noutros lados aquilo que por cá encontram todos os dias, naturalmente e tal como cá procurando semelhanças e potenciais réplicas (nossas, da nossa fauna & flora e no seu conjunto do nosso planeta) – num conjunto virtualmente fechado (para nossa facilidade de raciocínio) como o Sistema Solar (como se fosse um conjunto de “células”, um “tecido”), existindo logicamente pontos comuns de ligação, entre todos os seus elementos constituintes (constituindo um “órgão”, agrupados formando um “sistema” − desenvolvendo uma determinada tarefa − e finalmente um “Organismo Vivo” − capaz de sobreviver/desenvolver/reproduzir) – eis que face ao primeiro erudito tendo a capacidade e a coragem de expor livremente o seu raciocínio e o resultado das suas reflexões filosóficas e científicas − “por acaso” coincidentes, com o que muitos leigos (e Teóricos da conspiração) afirmavam há muitos anos – após as revelações desse pioneiro (Emeritus William Romoser, norte-americano, professor da Universidade de St. Louis, localizada no estado do Missouri) afirmando existirem fortes evidências da existência de “Vida em Marte (nas suas observações sobre o Planeta Vermelho afirmando ter visualizado formas fazendo lembrar insetos/outros artrópodes/repteis, podendo estas formas serem fósseis de diversas criaturas vivas) no passado como (talvez mesmo, os que se adaptaram, os sobreviventes) no presente, parece que as Portas-do-Mundo (a nossa cabeça e a dos outros, os seus limites) repentinamente e sem que ninguém o esperasse se reabriram (expandiram) surgindo um novo Pioneiro: o igualmente norte-americano Rhawn Joseph (investigador na área da neuropsicologia, escritor e estudioso de Vénus) apresentando evidências da possibilidade de existência de Vida no planeta Vénus ( o segundo mais próximo do Sol) num passado bem remoto como ainda nos dias de hoje (no solo, em profundida ou até nas nuvens rodeando o planeta) – graças aos dados recolhidos pela sonda automática russa Venera 13, em 1982 (há 37 anos) tocando o planeta e durante algum tempo (umas duas horas, quando se pensava apenas estarem disponíveis, uns 30 minutos) fornecendo informações (e imagens) da sua superfície, antes de ser completamente “asfixiada e morta” pelo ambiente Infernal de Vénus (temperaturas na ordem dos 450°C e pressão atmosférica 90X a da Terra).

 

C_Venera13_Camera2.jpg

 

Venera 13 (↑)

− Panorâmica de Vénus−

Venera 14 (↓)

 

C_Venera14_New2.jpg

 

E (tal como Kerry Heden refere, em room.eu.com, a 20 de novembro) aproveitando-se das conclusões de Romoser (sobre a existência de Vida em Marte) chegando-se às conclusões de Joseph (sobre a existência de Vida em Vénus), certamente que se expandindo (no futuro e porque não) a outros Mundos e Sistemas:

 

“Insects on Mars, Fungi on Venus.”

 

No caso de Rhawn Joseph e das suas afirmações sobre a existência de Vida em Vénus (utilizando um tipo de observação e de raciocínio, muito similar ao de William Romoser) com o mesmo a apresentar uma história da evolução de Vénus muito semelhante à possivelmente ocorrida em Marte (em tempos diferentes dos seus passados remotos, digamos, a uns 3/4 biliões de anos) − provavelmente num cenário muito semelhante ao apresentado pela Terra (à “nossa imagem”) – com Vénus num passado extremamente remoto (mais perto do “nosso Big Bang”, dando origem ao Sistema Solar) podendo ter possuído água e até alguns organismos vivos (mais ou menos evoluídos, mas adaptados às condições ambientais do planeta), alterando-se o ecossistema venusiano e sendo levado a condições (de sobrevivência) extremas (de temperatura, pressão atmosférica, radiações, etc.), tendo (certamente) a esmagadora maioria das suas espécies sido extintas, mas com algumas resistindo (uma minoria, mas de um se partindo, para muitos mais), transformando-se e acabando por se adaptar e (talvez ainda hoje) sobreviver (mesmo com a água a evaporar/pelo menos à superfície e a temperatura a aumentar/aproximando-se dos 500°C).

 

C_Venera15_Altimetry.jpgC_Venera15_New.jpg

Venera 15 e Venera 16

(entre o polo norte venusiano

e os 25° de latitude N)

 

Na atmosfera rodeando Vénus (onde a intensa ação dos raios solares e onde a mesma seja menos exposta, seja bem menor) ou em profundidade (sabendo-se que aumentando a profundidade ou diminuindo por projeção de sombras a exposição direta, diminuindo-se a ação das temperaturas verificadas à superfície). No caso de Joseh sendo um apoiante da hipótese que sugere que “life on Earth did not originate on our planet, but was transported here from somewhere else in the Universe(Kerry Hebden) Panspermia – com o mesmo a concluir (acreditar) a partir das suas observações (e necessárias reflexões, mesmo filosóficas e existenciais) que apesar do “Tempo Extremo” verificado no planeta Vénus, talvez com alguns híper-extremófilos (organismos capazes de resistir e sobreviver a condições ambientais extremas) a resistirem e até com outros continuando a chegar (da Terra ou de outro local). E assim tendo de um lado Vénus (pouco mais de 100.000.000Km do Sol) e do outro lado Marte (pouco mais de 220.000.000Km do Sol), podendo no passado (ambos) ter-nos contaminado (estando a Terra no meio), como no presente (e como reação à ação) hoje o faz (ou poderá fazer, para os ainda céticos) a Terra (a 150.000.000Km do Sol). Mais exposto tendo Mercúrio (58 milhões de Km do sol) e mais distante (despromovido Plutão a planeta-anão, a quase 6500 milhões de Km) estando Neptuno (a cerca de 4500 milhões de Km).

 

(imagens: Soviet Venus Images/mentallandscape.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:01

Vénus

Segunda-feira, 20.04.15

“No dia 4 de Outubro de 1947 o Mundo Ocidental tremeu de medo e de estupefacção, quando os Soviéticos liderados por Estaline lançaram a partir do seu Cosmódromo de Baikonur o primeiro satélite artificial construído pelo Homem – o SPUTNIK 1.”

 

Esta foi a primeira imagem a cores enviada a partir do planeta Vénus. Foi registada no dia 1 de Março de 1982 pela sonda soviética VENERA 13.

 

venera13-venus.jpg

 

Um planeta que durante muitos irmãos foi considerado como um irmão gémeo da Terra e que pelo contrário se revelou para os humanos um pesadelo.

 

Com uma pressão atmosférica cerca de 90x mais densa que na Terra e temperaturas muito próximas dos 500ºC é fácil de compreender o seu ambiente de pesadelo.

 

No caso desta sonda soviética a sua resistência ao ambiente extremamente agressivo reinante sobre a superfície de Vénus, teve a duração de pouco mais de duas horas.

 

A sonda Venera 13 tocou a superfície do planeta numa região situada no seu hemisfério sul, descrita como estando preenchida por vastas planícies.

 

O solo era caracterizado por aparentar ser de textura macia, apresentando-se bastante fracturado em pedaços de diferentes dimensões.

 

Preenchendo-se o cenário desta superfície com cumes de vulcões e vestígios da sua actividade, das quais as cinzas que dariam a textura macia ao terreno seriam originárias.

 

Um mundo situado a mais de 100 milhões de quilómetros do Sol e a mais de 40 milhões de quilómetros da Terra (o mais perto de nós não contando com a Lua, a menos de 0.4mkm).

 

E que no entanto a nível vulcânico é um dos mais activos em todo o Sistema Solar e com temperaturas capazes de derreter chumbo.

 

screen shot 2014-12-18 at 2.34.18 pm.jpg

 

Apesar de tudo um mundo que, como consequência do espírito livre, nómada e aventureiro que nos caracteriza, ainda poderá ser ocupado pelos humanos.

 

“If humankind were ever to live on Venus, it would almost certainly have to be in the clouds, high above the surface. At about 30 miles up, the temperature is roughly 160 degrees Fahrenheit, a fraction of the surface temperature and the atmospheric pressure is comparable to Earth's at sea level — an ideal place to set up a city of helium-filled, solar-powered airships.” (businessinsider.com)

 

(imagens – NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18