Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Ago 18

Certamente que Lobotomizados desde a nossa conceção – de modo a assim se assegurar a eficácia de um determinado produto, antes de sua comercialização e evolutiva adaptação ao mercado (a às suas Leis estrategicamente impostas e notoriamente Artificiais) – os portugueses passaram os últimos dias (extremamente) preocupados com a eventual chegada – AÉREA (depois de transposta a região do mar Mediterrânico) – das Areias do Deserto,

 

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Lobotomia Litoral

Praias de Portimão (de ontem/2 Agosto para hoje/3 Agosto) sem areia

Carianos, Amado e Três Castelos

 

[Divulgados Incessantemente pelos Fazedores-de-Cabeças

Convenientemente Certificados e se possível Oficiais

(conhecidos como Eruditos e num país de referência como Excecional)]

 

Quando o que na realidade ocorreu foi o desaparecimento de outra Areia – mas neste caso por via MARÍTIMA – aquela anteriormente integrando alguma das Praias Algarvias, de repente (de ontem para hoje, da noite para o dia) desaparecendo parcialmente diante dos olhos e sob os pés dos habituais residentes e turistas (como os meios de comunicação informam hoje referindo-se para já para algumas praias de Portimão),

 

[Tantas vezes mencionado por tantos e tantos LEIGOS (como os pescadores obrigatoriamente conhecendo as correntes do mar) apenas certificados pelo seu trabalho e Conhecimento (adquirido na prática) – advindo da sua grande e repetida Experiência (própria e dos restantes pescadores) – mas dada a sua (baixa) hierarquia (social mas não científica, dado todo o seu Conhecimento adquirido – e Cultura registada em Memória – pelos nossos valorosos Antepassados) invariavelmente desprezada (apesar de esta última estar certa e a outra comprovadamente errada).]

 

E assim Lobotomizado (como um Turista de preferência português e já agora aproveitando as suas férias grandes e de Verão no Algarve) saindo de casa e dirigindo-me para a praia, tendo sempre o cuidado de ir olhando para o Céu e assim verificando constantemente a qualidade do ar (não vá as Areias do Deserto chegarem, aumentando as hipóteses de alergias), já dentro do areal inesperadamente caindo e (felizmente pelo impacto em terreno ainda moldável) batendo (mais abaixo num mínimo de um metro) com a cabeça-na-areia.

 

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Lobotomia Florestal

Simultaneamente e na serra com um incêndio em Monchique

Em rescaldo segundo o CDOS e contando com dois aviões Fireboss

 

Recuando um pouco no tempo e recorrendo de novo aos LEIGOS – e lá estando de novo os sábios (na sua área de Trabalho/pelo prazer e não de Emprego/apenas por sobrevivência) dos Pescadores – lembrando-nos do aviso dos mesmos (Pescadores) do porto de abrigo de Albufeira (há já alguns anos atrás, aquando da sua construção/conclusão),

 

[Uma obra tendo como pretexto o Porto de Abrigo de Albufeira – ou seja os Pescadores (curiosa e maioritariamente já extintos da antiga vila piscatória de Albufeira) – mas servindo prioritária e realmente (não os pescadores atirados para um canto) a MARINA de ALBUFEIRA.]

 

Ao afirmarem perentoriamente aos Engenheiros da Câmara (e seus tentáculos afins) responsáveis pela entrada (e acesso) ao dito porto de pesca (e naturalmente na sua manutenção), que o mesmo se iria fechar com o constante depósito e subida das areias (devido à direção das correntes circulando na baía) à sua entrada: numa previsão inicialmente negada e só depois (mas apenas em murmúrios) reconhecida. Invariavelmente e como sempre (antes e depois de Abril).

 

Num país numa região (integrando toda uma faixa litoral da Península Ibérica) – como poderia ser noutro ponto do Mundoonde se deu a Revolução Agrícola (a 1ª no neolítico/há uns 9.000 anos, a 2ª na Idade Média (por volta do séc. XI e a 3ª no século XVIII) e onde posteriormente, se converteram agricultores em pescadores (um processo iniciado/em Portugal por volta do século XIV), pescadores em operários (com a Revolução Industrial a ocorrer nos inícios do século XIX) e operários em prestadores de serviços (a que muitos associam a Fase 4.0 da Revolução Industrial),

 

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Lobotomia Social

E até mas mais a norte na Praia de Carcavelos (motivado pelas condições térmicas)

Com uma rixa a envolver cerca de 100 pessoas

 

[Com todas estas Alterações deveras relevantes a ocorrerem num período de tempo (digamos e escolhendo o mais curto, tendo como referência a 3ª Revolução Agrícola e associado ao séc. XVIII) de cerca de 200 anos (início do séc. XVIII, início do século XXI), enquanto do lado do Homem e no que diz respeito a Portugal e aos portugueses (o que de facto nos interessa e o verdadeiro foco da nossa doença/decadência) passando de um dia o outro (mesmo sem formadores) e como automaticamente (sejamos honestos no fundo Administrativamente) de ANALFABETOS a DOUTORES: como se a Escola fosse uma Empresa (apenas com objetivos económicos) tipo Escola de Condução ou IPO (respeitando-se as Leis do Mercado podendo-se Comprar/Vender Tudo).]

 

Integrando agora (na comercialização do Objeto) a Eletrónica/Informática e dividindo óbvia e oficialmente o Sujeito (desvalorizado e como tal e numa 1ª fase sendo dividido, posteriormente descontinuado) em Certificados (podem falar e ser ouvidos) e Não Certificados (não o podendo, sendo na pratica inexistentes).

 

Para já em pleno século XXI (3 de Agosto de 2018 em Albufeira e com o termómetro a marcar 35⁰C – pelas 15:40 três horas depois menos um grau) com os portugueses de férias no Algarve a serem surpreendidos pela falta de areia sobre os seu carros, e ainda mais o sendo (como que vendados e nem tendo tempo para reagir) ao já circulando sobre o areal da sua praia (ainda ontem) preferida, caírem inesperadamente e por vezes de cerca um metro de altura (onde deveria existir areia agora claramente abduzida).

 

(imagens: msn.com/sicnoticias.sapo.pt – sulinformacao.pt – msn.com/tvi24.iol.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:37

20
Jul 18

Enquanto pela região do Algarve o calor aperta cada vez mais (no período diurno mas arrefecendo no noturno) apesar da água do mar (segundo os banhistas) continuar um pouco fria (frio seria se estivessem numa praia a norte ou então numa praia fluvial),

 

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Depois das inundações e desabamentos de terras provocadas pela elevada precipitação e originando mais de 200 mortos/desaparecidos (e enquanto ainda decorrem os trabalhos de recuperação no terreno), uma grande onda de calor envolve no presente o arquipélago do Japão (tendo para já provocado mais de trinta vítimas mortais)

 

‒ Confirmando que a estação do Verão já chegou mas que quanto a condições meteorológicas ainda não se consolidou (depois da nova ascensão de destinos turísticos tradicionais ‒ como o Egito, a Turquia e a Tunísia ‒ sendo as condições de tempo um pouco instáveis, a justificação para uma queda de cerca de 10% na ocupação turística na região)

 

[Mas mesmo assim proporcionando a ida à praia (e a um banho no mar)

E a um dia de férias (de Verão) bem passado]

 

Noutras partes do Globo terrestre, ainda localizadas no Hemisfério Norte,

 

Onde igualmente se atravessa a estação do Verão e onde simultaneamente reside a esmagadora maioria dos mais de 7,5 biliões de indivíduos, integrando a Sociedade e a Civilização (centrado no Sol e dita única) dominando o planeta Terra

 

As condições meteorológicas parecem estar invertidas (ou deslocadas no tempo e/ou no espaço) ou então caoticamente instaladas (sendo o caos um dos mais ativos complementos da ordem):

 

Como na Suécia e no Japão (respetivamente).

 

Dois mercados a serem explorados devido ao seu forte potencial turístico (países ricos e com muitos dos seus nacionais ‒ devido à Globalização de mercados ‒ a movimentarem-se e ao mesmo tempo a investirem),

 

[Com Portugal se não quiser optar e prosseguir com a sua Monocultura Turística (baseada numa Válvula de Segurança incompreensível e exclusivamente de origem Inglesa e por muitos países do sul utilizada alguns deles já com trágicas consequências) ‒ e desse modo deixando de ser uno dependente não arriscando o Suicido certo do Setor (e de muitos outros associados como o do Imobiliário e o da Construção Civil) ‒ a ter que se decidir rapidamente ficando na Europa e a Grã-Bretanha fora dela.]

 

‒ De momento com um registando temperaturas elevadas e com Incêndios (Suécia) e com o outro vendo-se perante Extremos Meteorológicos (Japão):

 

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Com uma onda de calor fora do normal afetando não só o Japão como a Suécia e neste último território (do continente Europeu) e apesar da sua proximidade com o Círculo Polar Ártico (e com o Polo Norte), com cerca de cinquenta fogos declarados e com as temperaturas (máximas) perto dos 40⁰C; e atingindo igualmente toda a Escandinávia

 

Na Suécia com as temperaturas registadas a serem superiores em mais de 10⁰C às normalmente observadas por esta época do ano (meados de Julho),

 

‒ Nesta região do Círculo Polar Ártico chegando a ultrapassar os 30⁰C ‒

 

E conjuntamente com outros fenómenos (interligados) como a seca, os relâmpagos e até a neglicência humana, proporcionando um espetáculo não muito usual de se ver (e nada agradável) quando a caminho (e cada vez mais perto) do Polo Norte;

 

Já no Japão um arquipélago situado no sul do continente Asiático (Ásia Insular), sobre a parte norte da ferradura constituindo o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa da Terra com os seus sucessivos e inúmeros sismos/tsunamis e vulcões/e respetivas erupções) e visivelmente exposto (como pedaço de terra no meio de um imenso oceano) a todo o tipo de condições meteorológicas oriundas do mar,

 

‒ E com o seu território a sudoeste a ser o mais violentamente atingido (depois de sismos intensos, seguindo-se grandes inundações e desabamentos de terra)

 

Agora a ser submetido,

 

‒ Depois de um período de grande precipitação/inundações provocando mais de 200 mortos/desaparecidos e um prejuízo na ordem dos 2,4 biliões de dólares ‒

 

A uma Onda de Calor bastante intensa (ainda com o Ecossistema num caos, com vítimas por encontrar e com as doenças a alastrarem) reclamando já mais de três dezenas de vítimas mortais (e hospitalizando mais quase centena e meia) e registando temperaturas superiores a 35⁰C (em Tóquio com uma máxima nos 40⁰C).

 

Na sequência (como noticiado antes) de um Evento Atmosférico ‒ tornado normal (Banal) pelas coordenadas:

 

“The heatwave is a setback for communities trying to recover from flooding and landslides caused by record rainfall in western Japan this month. At least 218 people died in that disaster and 12 remain missing.”

(Daniel Hurst/theguardian.com/20.07.2018)

 

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Em Portugal particularmente na região do Algarve e mais concretamente em Albufeira (a autoproclamada Capital do Turismo Algarvio), com a serra, o mar e a praia a unirem-se ao Sol e à Gastronomia (e á Cataplana de Peixe) promovendo a região (se possível) em todos os campos organoléticos (impressionando agradavelmente os sentidos)

 

Em Albufeira pelas 18:45 (locais),

 

De sexta-feira dia 20 de Julho de 2018 ‒

 

Com a temperatura do ar a apontar os 24⁰C (mínima 18⁰C/ máxima 31⁰C), com céu limpo e vento moderado (UV 9/muito elevado) e com a previsão meteorológica a indicar para os próximos dias (9 dias) céu geralmente limpo por vezes (não muitas) pouco nublado, sem previsões de precipitação (nos 0%) e com as temperaturas a oscilarem entre os 16⁰C (de mínima) e os 33⁰C (de máxima) ‒ com ambas a descerem muito ligeiramente (1⁰C, máximo menos de 2⁰C).

 

Sismologicamente falando com a última ocorrência na região (do Algarve) a dar-se a 19 de Julho (com um sismo de M1.3 registado a SE de Albufeira e com epicentro a 18Km de profundidade),

 

‒ Ontem à noite (quinta-feira), não sentido e sendo irrelevante

 

E com o último (sismo) em Portugal continental a ocorrer hoje (sexta-feira início de mais um fim-de-semana) com um sismo ainda menos relevante (M0.7) mas ocorrido do outro lado do Tejo que não Lisboa: a sul do mesmo em Almada.

 

(imagens: naijaheadlines.com ‒ Mats Andersson/AFP/Getty Images/nymag.com ‒ barlavento.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54

30
Jun 18

[No Céu desde já este Verão]

 

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Vista panorâmica com o brilho dos planetas refletido nas águas

De Marte à direita e de Júpiter à esquerda

 

Com o planeta Marte no cumprimento da sua Translação Anual,

 

‒ Com o ano marciano (associando essa translação anual ao tempo que o planeta demora a fazer o seu movimento completo em torno do Sol) a durar quase 687 dias

 

A aproximar-se cada vez mais (menor distância entre eles desde há quinze anos) do seu ponto de maior aproximação ao planeta Terra,

 

‒ Previsto para o dia 31 de Julho de 2018 com a Terra e Marte a separarem-se por apenas uns 57,6 milhões de Km (podendo esta distância variar entre um mínimo de cerca de 55 milhões de Km e um máximo andando pelos 400 milhões de Km)

 

Bastando olhar para o céu noturno mesmo que a partir de Albufeira (por exemplo hoje a partir das 23:00 e se a visibilidade do céu o permitir) para ver como o planeta brilha cada vez mais intensamente e parecendo um pouco maior (comparando-o com anos anteriores).

 

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Este sábado dia 30 de unho como nos seguintes

Com Marte em Capricórnio

 

Com esta aproximação de Marte à Terra colocando-o tão perto do seu mínimo estimado (de 57,6 para 55 milhões de Km),

 

‒ Colocando Marte a rivalizar no céu com estrelas e planetas ‒

 

Projetando sobre nós alguma da luz por si refletida e oriunda do Sol (sendo a tela a água proporcionando um fenómeno comum de se observar com o Sol e com a Lua, já menos com Vénus e Júpiter e muito raro com Marte):

 

Como o demonstra o retrato do céu noturno registado de 19 para 20 de Junho (por Alan Dyer) em Alberta (Canadá), com Marte bem brilhante (e fixo) lá em cima, rodeado de estrelas (cintilantes) e abafando o Gigante (mas distante) planeta Júpiter

 

(ainda há pouco tempo ‒ meados de Maio ‒ atingindo igualmente o seu ponto de maior aproximação à Terra na ordem dos 400 milhões de Km).

 

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Com o planeta Marte bem brilhante

Como demonstra o seu forte reflexo nestas águas tranquilas da Terra

 

Marte:

 

Visível a partir do anoitecer sobre a constelação Copérnicos,

 

‒ Sendo (entre outras características) um planeta com 6779Km de diâmetro (pouco mais de metade do da Terra), com massa relativa cerca de 1/10 da nossa (Terra) e um dia aproximado ao nosso (pouco mais de 24,6 horas)

 

Num fenómeno bem visível durante as próximas semanas (mesmo a olho nu e se as condições atmosféricas o proporcionarem ‒ o mais natural dado estarmos no Hemisfério Norte e no Verão) e só voltando a suceder (nestas condições e distâncias mínimas) dentro de 15/17 anos.

 

[E só para chatear estando hoje um dia de Verão mais próprio da época de Inverno ‒ tal como antecipara o IPMA prevendo chuva para este sábado ‒ com chuva e céu encoberto e não se vendo Marte nem por um canudo, mesmo sendo um telescópio.]

 

(imagens: 1/3 Alan Dyer/spaceweather.com e 2 theskylive.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:46

26
Jun 18

“Pelas 18:00 em Albufeira com a temperatura a indicar 24⁰C, com céu limpo e vento moderado, mas com índice ultravioleta muito elevado (UV10):

“Aconselhando a ir-se vestido para a praia”.

 

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Com a meteorologia nos últimos dias e pela região do Algarve a proporcionar-nos uma entrada de Verão um tanto ou quanto fora do habitual para esta altura do ano (no Hemisfério Norte),

 

‒ De dia com calor apesar do céu estar por vezes um pouco encoberto, de noite arrefecendo um pouco mais do que o normalmente esperado e no geral com o estado do tempo sendo acompanhado por uma ligeira descida nas temperaturas (segundo as previsões a acentuar-se nos próximos dias)

 

Mas apesar de tudo podendo-se desde já afirmar ter-se iniciado a Época Alta (pelo menos a Sul do rio Tejo),

 

‒ Ou não fosse o crescimento turístico (em números), os passeios e as idas à praia (apesar da água ainda fria), os caracóis e as sardinhas assadas (infelizmente não tão saborosas como no passado) e o caos orgânico e muitas vezes tornado tóxico (devido aos vapores inebriantes) da vida noturna

 

Em certas regiões do Continente Europeu (focando-nos essencialmente no seu lado Ocidental) integrando igualmente o Hemisfério Norte,

 

‒ E tendo recentemente (e igualmente) entrado na estação de Verão ‒

 

Em vez de se pensar estar nessa mesma estação (a mais quente do ano e por esse facto utilizada pela maioria das pessoas para fazer férias) e face à Meteorologia nesses locais apresentada (com frio, vento e até queda de neve),

 

Podendo-se imaginar estar noutro Tempo ou noutro Espaço que não aquele onde atual e efetivamente vivem:

 

Neste caso com uma inesperada onda de frio a invadir a Europa oriunda da Escandinávia (Europa Setentrional ‒ Dinamarca/Suécia/Dinamarca) atravessando o Centro-Este da Europa e a região dos Balcãs.

 

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Ainda ontem (segunda-feira, 25 de Junho) com uma onda de ar frio a atravessar partes da Europa (sentindo-se sobretudo ao anoitecer e ao amanhecer),

 

Atingindo a região dos Alpes com queda de 20cm de neve (já tendo a 21 entrado no Verão), provocando a descida das temperaturas em relação às normais (para esta Estação do ano) e posteriormente deslocando-se (no seu movimento) para leste: atingindo países como a Áustria, a Eslovénia, a Itália, a Polónia e muitos outros do Centro-Este da Europa (sobretudo com frio, neve e até com uma tromba de água).

 

Quando pelo Algarve e certamente por estarmos numa das pontas mais ocidentais do continente Europeu,

 

‒ O Cabo de São Vicente ‒

 

E tão próximos do estreito ligando a África à Europa,

 

‒ O Estreito de Gibraltar em tempos remotos sendo um Arco separando o Mediterrânico do Atlântico

 

Usufruindo-se já de tudo, o que a Natureza e o Dinheiro podem oferecer (turisticamente falando).

 

Com o IPMA a prever para os próximos dias na cidade de Albufeira (até sexta-feira dia 29) céu limpo a pouco nublado, temperaturas variando entre os 15⁰C de mínima e os 31⁰C de máxima (com ligeira descida nas máximas) e vento moderado.

 

E só para nos deixar Marafados talvez chovendo no fim-de-semana (sábado 30 de Junho com probabilidade de 75%).

 

(imagens: Produções Anormais)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

18
Jun 18

[Albufeira, 17 Junho 2018]

 

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Mercado Municipal dos Caliços

(esperando pela hora da Festa & das Sardinhas ‒ às 19 horas de 15 de Junho)

 

A poucos dias do início do Verão (a 21 de Junho) e do condicionamento (e acondicionamento) das massas populares (de uma lista de mais de 10 milhões de indivíduos) para as suas tão desejadas como ansiosamente esperadas férias anuais (num ano de vida representando uns 8%) ‒ oficialmente e tal como subobjectos que hoje são (dissolvidos os Sujeitos), fazendo-o de modo a recarregar baterias ‒ as notícias que rodeiam a primeira rodada de turistas (falando de contingentes nacionais) já a meio do mês de Junho (e já bem instalados na praia), resumem-se ao Mundial de Futebol de 2018 (decorrendo na Rússia e contando com a participação do atual Campeão Europeu Portugal), ao Caos instalado no Sporting (numa luta envolvendo o seu Presidente da Republica/Jaime Marta Soares e o seu 1º Ministro/Bruno de Carvalho, com este último hierarquicamente inferior a querer demitir o seu superior num ato público e oficial nunca visto) e ‒ como referência comemorativa (e de pesar) para este fim-de-semana (o último desta Primavera, passada as festas de Santo António) ‒ o incêndio de Pedrógão Grande: com mais de 65 vítimas mortais, mais de 250 feridos (entre ligeiros e graves e com alguns entretanto a falecerem) e muita destruição material (entre ela de 250/300 habitações) ‒ e com os políticos nacionais tendo passado (desde 1974) por posições Governamentais de importância e relevo mais ou menos interligadas (mas sempre associadas ao público Cordão Umbilical do Poder), sendo todos corresponsáveis por nada terem feito, nem sequer sugerido, nem mesmo se insurgido (não isentando os Predadores assim com ‒ por inicialmente o consentirem ‒ as suas vítimas).

 

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Arraial de Verão em Albufeira

(com o Verão aí mesmo à porta e já com a 1ª Festa & Sardinhada)

 

E assim cumprido o 13 de Maio (em Fátima), iniciado o Mundial (de Futebol) e com as férias já presentes (o nosso Fado anual de cumprimento obrigatório) com todos a prepararem-se para dois meses de Inferno e de Muito Divertimento (Julho e Agosto), com centenas de milhares de pessoas circulando pelo sul do Algarve (por terra, por ar e por mar), amontoando-se em estradas, casas e praias, tentando reproduzir da melhor forma possível o seu quotidiano diário (e anual) de Trabalho e de Miséria, mas agora num novo cenário (como sempre proposto) num ambiente mais aberto, acolhedor e Climatizado (na realidade dada a Multidão presente e o Calor instalado um verdadeiro Pesadelo dito como Climatizado): mais uma vez se cumprindo o destino e a política dos 3F´s (Fátima, Futebol e Fado). Neste domingo 17 de Junho como todos (os períodos de transição) dividido entre a Imaginação da criança (tempo inútil e de usufruto) e a Realidade do adulto (tempo útil e de sobrevivência) ‒ na cidade de Albufeira com muito Sol e Céu limpo, temperaturas de 30⁰C e vento moderado (pelas 15:45) ‒ registando-se um tempo quente propício para uma ida até à praia (ou ao campo ou ao rio e logo de manhãzinha), um almoço gastronómico à base de peixinho grelhado (sendo pena estarem tão mal as antes tão gostosas sardinhas), uma sesta e umas caminhada terminando junto ao mar: e junto ao Pau da Bandeira (da falésia e estendendo o olhar) assistir ao Pôr-do-Sol com o Astro-Rei a desaparecer sob o mar. Tendo-se que ter cuidado com os raios ultravioleta ‒ com os seus índices hoje a estarem nos UV9 (muito elevado) ‒ e sismologicamente sem nada (de relevante) a assinalar.

 

(imagens: jornaldoalgarve.pt ‒ cm-albufeira.pt)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:46

01
Jun 18

Com o Verão a aproximar-se (21 de Junho) ‒ e baseando-se nas taxas de ocupação até agora registadas (na região do Algarve) e na recuperação de mercados turísticos mediterrânicos e concorrentes (Egito, Turquia, Tunísia) ‒ prevendo-se nas melhores das hipóteses um ano turístico (algarvio) muito semelhante ao anterior.

 

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Fim de Maio em Albufeira

(2018)

 

Numa semana em que o bom tempo chegou assim como um feriado e muitas excursões da terceira-idade ‒ aproveitando um fim-de-semana artificialmente prolongado (com o feriado religioso do Corpo de Deus de 31 de Maio) e podendo ser duplicado (de 2 para 4 dias, fazendo-se ponte) ‒ logo aí se constatou um maior afluxo de turistas no dia inicial (o feriado) enchendo as ruas, as praias e o comércio. Oferecendo-nos mais uma imagem do que poderá vir a ser a Nova Temporada de Verão em Albufeira (a capital turística do Algarve), mesmo que algumas das previsões não sejam de grande crescimento (na ocupação turística e consumo) dado o retorno de destinos concorrentes (e anteriormente suspensos) na área do Mediterrânico (Egito, Turquia, Tunísia) e à crise económica de momento mitigada mas ainda presente. Interessando no entanto informar nacionais e estrangeiros (pelo menos para já e num tom promocional) do tempo que hoje aqui faz já possível de usufruto (para residentes, temporários ou potenciais visitantes), pondo-os aí a pensar sobre esta parte do Mundo situada no Sul (de Portugal) e pronta para receber (nos braços da Natureza seja na terra ou no mar). Uma antiga Vila de Pescadores reconvertida à Indústria Hoteleira (Muralhas de Apartamentos), apresentando como obra muito asfalto e cimento (Imobiliário/Construção Civil) e uma grande Feira Popular (disseminada por ruas e módulos), com a praia e o mar mesmo à mão para encher (e decorar) e os indígenas locais para se ver e se usar. Nos anos oitenta levando a machadada final (com os Fundos Perdidos Europeus distribuídos por Cavaco) ‒ marginalizando os seus por esquecimento (Memória) e subvalorização (Cultura) ‒ e definitivamente entrando (estendendo-se até hoje) na “Modernidade Cavaquista”.

 

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Imagem por satélite/infravermelhos

(01.06.2018 02:00UTC)

 

Meteorologicamente falando e olhando para o Relógio (uma artefacto real para medir o irreal guilhotinando-nos em partes por ação de lâminas-de-corte ou ponteiros) Turístico ‒ com o calendário ao lado indicando-nos marcos cronológicos (aí assinalados no Tempo) de modo a nos orientarmos (no seu intersector o espaço) segundo instruções prévias subliminarmente em nós inculcadas ‒ fixando-nos no presente (hoje já dia 1 de Junho) e na previsão do tempo para os próximos dias, esperando a mesma ser a desejada e projetando-a para o Futuro (a curto-prazo) com um início de Verão agradável (de ontem a três semanas) e com umas férias integrais (no mínimo cumprindo as tradições). Localizados como estamos no Hemisfério Norte, onde ficam quase 70% das terras emersas, mais de 90% da população mundial e onde encontraremos os países (entre todos os continentes) mais desenvolvidos do Globo Terrestre. Para os próximos nove dias (1 a 9 de Junho) com o IPMA a prever para a cidade de Albufeira céu nublado a pouco nublado (em princípio sem precipitação), vento moderado geralmente de N ou NW e temperaturas oscilando entre os 12⁰C (de mínima) e os 28⁰C (de máxima) ‒ com as mínimas/máximas a subirem em média uns 2⁰C. Confirmando-se a evolução confirmando-se a chegada do Verão: com as altas latitudes do Norte (os ricos do Hemisfério) a invadirem as pequenas (os pobres da mesma metade apenas uns 7 biliões), usufruindo numa quinzena (pagando bem) dum ambiente para nós anual (recebendo mal) ‒ e mesmo assim nos chamando (como criados ou como empregados sempre escravos) os grandes Malandros do Sul (da Europa). E como curiosidade com o sismo mais intenso sentido em Portugal (continental) a registar-se anteontem (dia 30 de Maio) na Abissal Ibérica (onde se situa o Canhão da Nazaré tornado mundialmente conhecido pelo surf) com intensidade (pouco relevante) de M2,6.

 

(dados meteorológicos: IPMA ‒ imagens: Publicações Anormais/PA e EUMESAT/IPMA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:53

13
Set 17

[Em Albufeira]

 

Com a estação do Verão a terminar dentro de uma semana (em Portugal como no Hemisfério Norte), prevê-se que de 13 a 20 (de Setembro) em Albufeira as temperaturas máximas e mínimas comecem a descer: com as temperaturas mínimas a andarem entre os 13⁰C/19⁰C e com as máximas a variarem entre os 26⁰C/30⁰C (hoje com as mesmas a registarem variações entre os 19⁰C de mínima e os 30⁰C de máxima).

 

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 Satélite MSG3 - Infravermelho - Oceano Atlântico - 13.09.2017 13h

(EUMETSAT/IPMA)

 

Não se prevendo para este período final do Verão qualquer tipo de precipitação (praticamente 0% de probabilidade), com o vento a soprar moderado quase sempre de norte (exceto dia 19/20 sendo S/SE) e (para quem ainda vai para a praia) com os índices de raios ultravioleta a andarem pelos 6/8 UV. Quanto à humidade (relativa) andando aproximadamente pelos 30%/70% sendo o risco de incêndio moderado.

 

Segundo informações recentemente fornecidas pelo IPMA constatando-se relativamente a este Verão de 2017 e em Portugal Continental (abrangendo os meses de Junho, Julho e Agosto):

Ter apresentado temperaturas médias do ar superiores ao normal (para a época) ‒ tempo excecionalmente quente em Junho o mais quente desde 1931;

Ter apresentado precipitação muito inferior ao normal (para a época) ‒ seca meteorológica;

Em função dos dois primeiros itens sendo considerado um Verão quente e extremamente seco ‒ mas apesar de tudo com o território em seca severa e extrema a ter vindo a diminuir ao longo dos três meses (80% - 79% - 60%).

 

Já a nível de fenómenos de carater sismológico (já que Portugal Continental que se saiba não tem nenhum vulcão pelo menos ativo) com o único sismo digno de algum relevo (dada a baixa magnitude sendo por poucos sentido) e verificado na região nas duas últimas semanas a ser: o ocorrido na passada segunda-feira (dia 11 pelas 18:09) a NW de Portimão (a cerca de 20Km de profundidade) com M3.6 (grau 4) e que segundo testemunhos se fez sentir (entre outros locais) na Praia da Rocha.

 

E a 21 de Setembro (no Hemisfério Norte) iniciando-se a estação do Outono.

 

(imagem: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:16

31
Ago 17

No Hemisfério Norte com o Verão a terminar já a 21 de Setembro (e com as férias da maioria acabando já hoje), começando no dia seguinte a estação do Outono (estendendo-se até 21 de Dezembro).

 

A menos de 24 horas do fim de mais um mês de Agosto (das nossas vidas) a Terra continua tranquilamente a rodar em volta do Sol (o seu centro virtual) acompanhada na sua translação pela Lua (a acompanhante de luxo) sempre com o mesmo lado virado para nós: com o período de rotação da Lua (a acompanhante) igual ao de translação aplicado ao cliente (a Terra) uma vez parecendo o cú de outras vezes as mamas.

 

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A morte de um jornalista desparecido

(e só encontrado na mala do carro depois da viatura já ter sido rebocada)

 

No sul de Portugal e por esta altura com uma grande parte dos seus residentes (temporários ou não) tendo como o objetivo comum o turismo, as praias, a comida e o prazer, deixando-se levar nos dias pela sonolência do calor e arrastando no tempo a impossibilidade de modificar: com idiotices de Verão apenas para passar tempo (quando não se tem nada para fazer o tempo custa a passar), propostas alternativas usando trilhos idênticos (mal definidos pelas ondas verticais de calor), apenas maquiadas por um encontro fortuito (todos os anos pela mesma altura e no entanto sem continuidade) e queimando mais um ano de cronologia.

 

A 30 de Agosto de 2017 com Portugal a mergulhar no seu habitual silêncio noturno (de inveja e de indiferença), com o país entretido com outras coisinhas supérfluas (agora que os incêndios parecem ter sido suspensos enquanto o Outono não chega ou José Sócrates não é julgado) como eleições autárquicas (à porta) e transferências de futebol (a terminar): com a monotonia que atravessa o nosso corpo (lobotomizado mesmo antes dos primeiros testes feitos pelo nosso Nobel da Medicina) a fazer-se sentir até nos Média (cheios de inocentes e manipuláveis estagiários), caindo a notícia no charco dada a fonte pantanosa ‒ ficando-nos pelo submundo da perfeita estupidez (consequências de Verão e dos seus raios nocivos). Com notícias propensas a mirones propondo-nos o desaparecimento/assassinato de um jornalista em Portugal ou o desaparecimento/rapto de uma criança em França (a nível nacional); e a nível internacional tanto pela catástrofe presente como pelo possível apocalipse futuro, as inundações no Texas ou os mais de 1000Km percorridos por um míssil norte-coreano (passando por cima dos céus do Japão).

 

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Impacto do Furacão Harvey nas proximidades de Rockport/Texas

(antes e depois da passagem da tempestade)

 

Graças à América e com a ajuda dos Asiáticos (e sobretudo com a Estação Idiota atualmente em vigor no Hemisfério Norte, onde tudo se faz e onde todo o Mundo se concentra) entretendo-nos com as vítimas da meteorologia do Texas (e do oportunismo e incompetência do Homem na manutenção das condições mínimas de sobrevivência) e com as ações teatrais oriundas da Coreia do Norte (mas por ação geopolítica/estratégia da China podendo-se transformar numa confrontação entre os dois mais fortes blocos atuais, condicionando tudo no Mundo e as condições de Vida na Terra): os EUA e a China.

 

No caso das inundações nos EUA com o número de vítimas mortais a ter já ultrapassado as 25 (e a crescer), com muitas localidades do estado do Texas completamente inundadas (e não se prevendo um recuo das águas nas próximas horas), com explosões a registarem-se numa zona de indústrias químicas pondo em alerta máximo todos os aí residentes (e nas suas proximidades) e como se ainda já não bastasse com tantas situações imprevistas (e preocupantes) surgindo a todo o instante, agora com um novo e desastroso cenário face ao possível colapso de duas grandes barragens: colocando a vida de muitos mais em causa e dando-lhes apenas duas opções, fugir ou morrer.

 

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 O Foguetão Norte-Coreano Huxasong-12 do ditador Kim Jong-un

(um míssil balístico de meio-alcance a caminho de Guam/EUA)

 

Completando-se o cenário deste final de Estação de Verão (no sempre explosivo Hemisfério Norte) com a Coreia do Norte e o seu líder Kim Jong-un e com os EUA e o seu líder Donald Trump. Numa história cansativa arrastando-se há já dezenas de anos, com diversas personalidades de um lado e do outro como protagonistas (Presidentes norte-americanos e ascendentes do Grande Líder), envolvendo duas das maiores potências Mundiais uma diretamente (defendendo unicamente os seus interesses de manutenção da supremacia na região neste caso no continente Asiático) e outra indiretamente (defendendo a integridade do seu território e as suas potenciais áreas de expansão fronteiriças, vizinhas e continentais), tentando-se sobrepor em poder e influência uma relativamente à outra (dois blocos lutando pelo controlo do Mundo atualmente com o epicentro na Ásia) e julgando tal como algo de adquirido e dando-lhes os seus respetivos direitos e privilégios. Hoje com os Estados Unidos num caos (democrata/republicano, derrotados/vencedores, cidadãos/corporações) e com a Coreia do Norte a aproveitar (com o seu líder a testar mísseis, tentando o Intercontinental ‒ colocando lá dentro algo ‒ e assim a curto prazo podendo atingir a América pelo menos na cabeça dele). Na prática com o último episódio desta interminável saga agora sendo emitida (início da Temporada Donald Trump) a ocorrer na passada terça-feira (dia 29), com a Coreia do Norte a lançar do interior do seu território um míssil balístico na direção do Japão, sobrevoando o país cerca de 9 minutos depois (a 547Km de altitude) e acabando por se desintegrar caindo no mar por volta do 15º minuto após o seu lançamento (a 2.736Km do ponto de partida).

 

(imagens: FLASH, CM, GOOGLE, NOAA e STR/AFP/Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:06

24
Ago 17

Enquanto pela Terra a sua raça dominante disfrutando do seu ecossistema e da proteção existente (oferecida entre outros pela atmosfera terrestre) se entretém a ver o seu excitante e exclusivo Eclipse (um Evento só para nós ainda-por-cima no nosso hemisfério e na estação do Verão), em Marte e sem proteção (e se tal tiver existido) e com o bom ambiente passado (à história ‒ hoje sem oxigénio e sem água) nada resta de relevante graças aos raios mortais.

 

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 Um Antigo Leito Oceânico

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1793

(22 Março 2017)

 

Retrato de um mundo num passado provavelmente já bastante remoto (uns biliões de anos) podendo ter tido um percurso evolutivo em tudo idêntico ao nosso (planeta), mostrando a quem quer ver todos os indícios e até evidências de se estar perante terrenos não expostos (à atmosfera desse mundo) e anteriormente recobertos por grandes extensões líquidas (familiares) como os oceanos na Terra.

 

Com uma parte relevante da sua superfície sólida a estar submersa por um grande oceano líquido (comparativamente menor que o da Terra), provavelmente constituído por água e outros elementos como os minerais (por exemplo o sal) e talvez com movimento e até mesmo com vagas (podendo ser menores que as nossas), uma estrela também nossa (o Sol a acompanhar) e até ar respirável e suscetível de Vida.

 

Hoje dia 22 de Agosto de 2017 e conforme o dito retrato registado pelas câmaras a bordo do Rover Curiosity, com o cenário completamente reconvertido por sucessivas transformações ocorridas durante biliões de anos (esmagadoramente provocadas por interferências vindas do Espaço exterior, tendo na fila da frente os raios solares e cósmicos e ainda os impactos diretos), apresentando-nos o que aqui seria (hoje na Terra) o leito oceânico sem água.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

16
Ago 17

Árvore de grande porte cai sobre dezenas de pessoas no Funchal.

(sapo.pt)

 

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A árvore assassina

 

E depois da tragédia dos Incêndios (que infelizmente não param em Portugal devido ao flagelo climático, ao número crescente de incendiários e à incúria de sucessivos Governos) chegam agora as tragédias das festas (de cariz social e religioso) para dar um tom mais explosivo a esta estação das férias de Verão ‒ só em Pedrógão Grande e no Funchal estimando-se um número de vítimas mortais acima de 74 (senão mais) e um número de feridos (no mínimo) acima de 185 (com os números ainda podendo crescer no caso passado e no presente).

 

Queda de árvore causa dez mortos no maior arraial na Madeira.

(título JN)

 

Apesar de tudo e talvez por estarmos a atravessar o período mais quente do Verão (em geral o mês de Agosto) após o incidente com o povo a protestar, pouco depois a observar e a comentar e no fim a finalmente arquivar e a esquecer. Levando a que como consequência da inatividade de ambos os lados (dirigentes e dirigidos) se possa afirmar o mais convictamente possível (com quase 100% de certeza dado os antecedentes), que no próximo ano de 2018 certamente pela mesma altura e com tudo inalterável, se repetirá o mesmo cenário.

                                          

Árvore que caiu na Madeira não estava saudável e tinha fungos.

(tvi24.iol.pt)

 

E em notícia de última hora a ficarmos a saber através da análise de peritos certamente dependentes do Governo, da Câmara ou da Paróquia (responsáveis pela manutenção do espaço onde se deu a tragédia), que a culpa terá sido da árvore já sem saúde para se manter de pé (num Evento como este) e ainda-por-cima com fungos – exigindo-se justiça imediata através do abate de outros semelhantes. Nunca se devendo esquecer que as aparências iludem (e que estupido é quem se deixa iludir):

 

O carvalho que esta terça-feira caiu na Madeira, provocando 13 mortos, não estava saudável, apesar de manter um bom aspeto exterior. É possível haver sinais de vida de uma árvore a caminho de morrer. (…)  Isso não quer dizer que a árvore esteja saudável e segura.

(tvi.iol.pt)

 

Pelo que neste país à beira-mar plantado e cada vez mais inclinado a se ir afundando no oceano (com o peso das migrações do interior para o litoral) – em que um juiz insulta uma mulher após ser violada desculpando o violador por esta estar na menopausa (segundo este juiz já pouco sentindo talvez por ultrapassada) e em que uma vítima de um incêndio não o é apenas porque ao fugir foi atropelada e morreu (com isto também a ser estabelecido e decretado por peritos certificados) – não sendo de espantar que mesmo depois do incidente mortal da Madeira e com as vítimas sempre a crescer ainda não haja culpados num país cheio de chefes ainda-por-cima doutores: faltando-nos interiorizar que se antes nos calavam com um certificado de porte de arma – querendo todos ser tropa − agora nos calam, asfixiam e matam com um certificado em papel, declarando-os iluminados (e a todos os outros fundidos/fodidos) – querendo todos ser doutores (e assim evitando trabalhar).

 

(imagem: iistoe.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:32

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