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1º de Agosto em Albufeira

Domingo, 01.08.21

“No dia em que nos chegam notícias de 1.200 jovens com mais de 12 anos vacinados na Madeira (enquanto no continente ainda se pensa, se sim ou não), em que mais um desportista português ganhou uma medalha olímpica (depois de Jorge Fonseca com a medalha de bronze no judo, seguindo-se Patrícia Mamona com a medalha de prata no triplo salto) e em que a Câmara de Monchique vai comprar um castelo (sorte a dele, o Castelo de Alferce, um povoado fortificado podendo voltar à vida graças ao Presidente, ao dono do terreno e a um grupo de arqueólogos).

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Albufeira 01.08.2021 14:00

Com um pouquinho de chuva a norte, com o céu meio encoberto ao centro e com o Sol um pouco mais azul a sul, em Albufeira conhecida como a capital turística do Algarve (administrativa sendo Faro), registando-se por volta das 14:00 deste domingo (1 de agosto de 2021) uma temperatura de cerca de 30°C (sensibilidade térmica de 28°C), vento moderado (de norte) e nível 8 de índice de raios ultravioleta (muito alto).

Com a temperatura da água do mar a andar por volta dos 18°C (convidando ao banho, sem grande choque térmico à entrada) e como se vê por estas imagens, com a superfície da água a apresentar-se tranquila e serena, quase sem ondas, mostrando-se não propriamente como esperaríamos numa baía de mar, mas mais como se estivéssemos num lago: num cenário de paz e sossego duma praia com Sol e junto ao mar, podendo-se ainda juntar a vantagem de se estar integrado num espaço, no presente com uma lotação agradável por sempre e garantidamente  limitada (havendo largo espaço para todos) ─ pelo Covid-19 e pela ausência de turistas sobretudo estrangeiros (por cá andando portugueses e uns poucos espanhóis).

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Albufeira 01.08.2021 14:00

Nestas duas imagens (deste 1º de agosto) da responsabilidade das câmaras exteriores do Hotel “Sol e Mar” ─ apresentando-nos a praia que nos aparece depois do túnel de acesso à mesma (vindo do centro da cidade velha), antes praia do Túnel e agora dando acesso (assim diz a placa de apresentação no areal) à “Praia do Peneco” ─ sendo visível a tranquilidade deste cenário, até pela falta notória de gente na praia: de momento com a esmagadora maioria deles sendo turistas nacionais sobretudo de metade do país para baixo e esperando-se ainda a chegada em força da gente do norte e ainda como não poderia deixar de ser dos emigrantes (podendo estes todos ser o “desfibrilador” para um regresso da esperança e da Vida ao Algarve).

Num dia em que a região algarvia registou +241 Infetados e +1 Óbito ─ de Covid-19 ─ inserida num contexto Global onde até hoje se registaram (desde o início da Pandemia) quase 199 milhões de Infetados (média de 383,5 mil Infetados/dia) e mais de 4,2 milhões de Óbitos (média de 8,2 mil Óbitos/dia). Numa média anual muito próxima dos 3.000.000 de vítimas mortais/ano, com a introdução das vacinas neste ano de 2021, necessariamente e pela sua eficácia (constatada), em tendência decrescente (de 2020 para 2021).

(imagens: albufeira.com/webcam/solemar)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:46

Covid-19 PT ─ A ver ... talvez passado o Pico

Domingo, 25.07.21

Com a região do Algarve, depois de 10 dias consecutivos a registar 1 a 2 Óbitos/dia,

Este domingo (25 julho) a ficar para a alegria de todos a “zero”,

Podendo tal como a evolução dos gráficos Covid-19 parecem indicar, estarmos já na curva descendente de atividade, desta “vaga intermédia de Verão”:

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Neste fim-de-semana (de 24/25 de julho) podendo-se ter ultrapassado

o pico máximo de atividade desta nova vaga (Covid-19)

 

No dia 23 de julho,

(corrigindo o POST de sábado/24, indicando no gráfico outra data/valores incorretos)

Atingindo o seu pico máximo de Infetados/dia (c/ 4.794), para no dia seguinte a 24 de julho atingir o seu pico máximo de Óbitos/dia (c/ 20).

Na próxima semana se verá.

E ultrapassado o “topo de curva” podendo-se aproveitar ainda (tendo tempo/oportunidade) um pouco do Verão e preparar com mais cuidado e atenção (sanitária e económica) o novo “ciclo Covid-19” (sendo o vírus endémico) que provavelmente se seguirá.

Tal como tudo na vida faltando apenas mais algum tempo para nos habituarmos ao pesado e doloroso fator de perda,

Para (desse modo subtil) nos esquecermos como sempre fazemos (cada vez sentindo-se menos a falta do outro, devido ao isolamento social compulsivo, mesmo integrando um aparente coletivo) ─ seja qual for a dor e o sacrifício, mesmo a morte de modo a seguirmos em frente.

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:10

Vaga Intermédia de Verão no Pico?

Sábado, 24.07.21

Para quem já está farto disto uns mesmo ao nível do desespero, aquilo que poderá ser mais do que um sinal, vendo-se o tempo passar e sendo tão alta a ansiedade geral: podendo-se sugerir que no passado dia 16 de julho se atingiu o pico máximo de Infetados desta “vaga intermédia de Verão” (com 5.347 Infetados/dia), estando-se agora cada vez mais próximos do pico máximo de Óbitos (desta mesma vaga), hoje (sábado, 24 de julho) já nos 20. Amanhã concluindo-se algo mais dependendo da evolução dos números (particularmente de Infetados/dia), dias depois sendo esse o caso, seguindo-se a confirmação. Ou não.

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Quanto à região de turismo do Algarve registando-se +276 Infetados e +1 Óbito (passando agora a um total desde o início da Pandemia de 384 óbitos) e quanto ao nº de Óbitos/dia sendo o 10º dia consecutivo registando-se vítimas mortais por Covid-19 ─ num total de 14 óbitos numa média de 1,4 óbitos/dia. Sabendo-se que na região muitos mais morrem pelas mais diversas causas (por vezes tão ou mais graves, mas desde sempre ignoradas), nunca suscitando estas mortes tantas dúvidas e tantos problemas por parte das autoridades (ditas como responsáveis), seja da base, mas essencial e obviamente do topo (como o demonstra o responsável militar ─ ao contrário de muitos, aqui cumprindo, sendo eficaz ─ da Task Force da Vacinação).

[Erro: na 4ª linha onde se lê 5.347 Infetados/dia, devendo-se ler 3.547 Infetados/dia, sendo como tal o pico máximo de Infetados/dia, o dia 23 de julho (e não o dia 16) com 4.794 Infetados/dia.]

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:16

Nova Vaga Covid-19 (Óbitos) ─ Há 2 dias c/ 2 dígitos

Quinta-feira, 22.07.21

Observando o quadro abaixo (Pandemia de Covid-19 em Portugal) representando a evolução Infetados/dia e Óbitos/dia e tendo como limites dois pontos com o nº de Infetados/dia muito semelhantes ─ um a 10 de fevereiro de 2021 com 4.387 Infetados/dia (Já a “vaga de janeiro” ia na sua fase descendente), o outro a 21 de julho de 2021 com 4.376 Infetados/dia (uns dizendo já termos atingido o pico desta “vaga intermédia de Verão”, outros ainda não) ─ sendo fácil de concluir a muito menor mortalidade registada agora, se comparada com a anterior: a 10 de fevereiro registando-se 161 Óbitos, a 21 de julho (ontem) 13 Óbitos ─ 12X menos.

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Esperando-se ter razão a teoria

de que o período de maior atividade desta vaga

pelos vistos já passou

 

Nos registos desta quinta-feira (22 de julho) da DGS registando-se, +3.622 Infetados (-754 que ontem), estando hospitalizados 1.038 indivíduos (os mesmos do dia anterior), 178 deles em UCI (estado grave/crítico): com o R(t)=1,09 (em descida) e com a taxa de Incidência em 409 (em subida) e ainda com a região do Algarve a registar o 8ª dia consecutivo com mortes registadas (entre 1/2 mortes por dia, num total de 12, média 1,5 Óbitos/dia). Quanto à campanha de vacinação em curso em Portugal (num processo Global iniciado no início deste ano de 2021) ─ da responsabilidade da “Task Force” e sob o comando de um militar (com falta de recursos materiais como humanos) ─ com quase 11,2 milhões de doses já administradas, tendo-se já 47% da população completamente vacinada e 65% com 1 de 2 doses (a administrar).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:39

Incêndio no Algarve

Domingo, 18.07.21

Na véspera da reabertura decisiva da “Ilha ao Mundo”, podendo haver ou não ─ da parte dos nossos tradicionais aliados, agora turísticos, assim como Covi-19 ─ uma “invasão de vacinados Covid-19 ingleses (com mais doses ministradas, do que nós).”

Quando começavam a chegar em maior número os turistas portugueses para as suas tradicionais férias no Algarve, por um lado e devido à Pandemia Covid-19 algo incomodados com esta “nova vaga de Verão”, mas por outro lado interrompido o fluxo de turistas estrangeiros podendo deixar tudo em volta mais desanuviado (desde o campo até à praia), eis que cumprindo uma idêntica tradição ─ com a chegada do Verão, coincidindo com a presença de turistas na região ─ chega hoje à região algarvia (sábado, 17 de julho) o “1º Grande Fogo da Época”: com este calor, como já não bastasse a presença da máscara (obrigatória, devido à presença do coronavírus) dificultando-nos a nossa função de respirar (especialmente aquando de maiores esforços), por vezes parecendo querer-nos asfixiar,

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The smoke reach Portimão

Impossible to breath outside

(Francine Durier ─ 08:37 PM · 17 de jul de 2021)

 

Surgindo agora eventos como os incêndios, contribuindo ainda mais para a já tão difícil vida diária das pessoas (dada a crise brutal no turismo) e para a poluição atmosférica, prejudicando ainda mais a respiração das pessoas, entre nacionais e estrangeiros, turistas ou não.

Um incêndio tendo origem em Monchique na freguesia de Marmelete (zona do Tojeiro) por volta da hora do almoço, com o alerta a ser lançado pelas 13:30 e estando a esta hora ainda em curso (21:00) e bem ativo (com intensidade e com os ventos a ajudarem a sua progressão). Segundo o comandante das operações com o incêndio a apresentar duas frentes (sendo uma delas suscetível, de maiores cuidados a ter do que a outra),

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Incêndio em Monchique

Dominado após várias horas de combate às chamas

(cmjornal.pt ─ 18 de jul de 2021)

 

Uma Norte-Oeste ─ evoluindo para a serra de Monchique, sem habitações no caminho, não levantando para já preocupações que não moderadas ─ a outra Sul-Este ─ esta sim mais preocupante, tendo habitações no caminho e dirigindo-se para a zona do Autódromo de Portimão.

Felizmente já estando dominado desde a manhã deste domingo (18.07) ─ com as condições do tempo a colaborarem, pelas 07:15, mantendo-se, no entanto operacionais/451 e veículos /163 no terreno ─ e já se tendo iniciado a fase de rescaldo (e de prevenção contra novos reacendimentos), seguindo-se agora as investigações de forma a determinar as origens deste “1º grande fogo de Verão”, numa das zonas mais críticas em tais “fenómenos destrutivos” (certamente com intervenção humana) em todo o Algarve.

(imagens: @FrancineDurier/twitter.com ─ Nuno Alfarrobinha/cmjornal.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24

Por Aqui Nada de Novo (Só Pior)

Quinta-feira, 15.07.21

Neste 14º período de 14 dias (2 semanas) contados desde o início deste ano (de 2021) ─ passados 196 dias dos 365 do ano, mais de 50% ─ para termos a nível nacional números de Infetados superiores aos registados neste último período (38.294 Infetados/2 semanas), tendo-se de recuar ao 3º período (aí com 92.986 Infetados/2 semanas): período de tempo entre o fim de janeiro e meados de fevereiro de 2021, quando a “vaga de janeiro” estava no seu máximo.

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Covid-19 Algarve 2021

(Infetados e Óbitos)

 

No decurso de uma “nova vaga” (Covid-19), com o pico máximo de atividade anunciado para meados deste mês (de julho), mas agora tendo sido adiado por uns quinze dias (recordando que uns já apontavam esse pico, para meados de agosto), relativamente à evolução desta “nova vaga intermédia de Verão” seja a nível de Portugal ou da região do Algarve, nada havendo de novo a declarar (nada de positivo, seja na área da Saúde, como na área Económica) com o “Turismo do Algarve” prestes a colapsar (do topo à sua base): com medidas mais restritivas a serem de novo impostas e abrangendo um maior nº de pessoas, face a um novo crescimento do vírus e a um nº insuficiente de cidadãos vacinados (e nesse cenário incluindo-se o Algarve), sugerindo-se para além de um 1º Verão Covid-19 com resultados bem negativos (o de 2020), seguindo-se este ano com um 2º Verão Covid-19 podendo desta vez acompanhar o nosso estertor.

A 14 de julho de 2021 dos 10,2 milhões de portugueses com 4,0 milhões (39,2%) a já estarem completamente vacinados e com 6,1 milhões (59,8%) a já terem tomado 1 de 2 doses. Mantendo-se o ritmo (100.000 a 150.000 vacinas por dia) atingindo-se os 100% dentro no mínimo de 40 dias ─ lá para o fim de agosto (a parir do dia 23).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

UAP’S de Verão

Quinta-feira, 15.07.21

Cada vez mais sós e isolados (de preferência fechados dentro de casa) devido não só às imposições do vírus (medidas de prevenção e de segurança) como às manifestações de prepotência exibidas pelas nossas autoridades (tentando encobrir a sua incapacidade e incompetência) ─ o medo, sendo uma das armas preferidas do sistema em que vivemos ─

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O cenário

(sessão de treinos)

Agora que nos abrem um pouco a porta para podermos ir dar uma voltinha, cortando-nos por outro lado a possibilidade de nos irmos abastecendo no decurso do percurso conforme as nossas necessidades (devendo-se comer e beber para contrabalançar a energia gasta) ─ até para termos uma refeição em conjunto, confraternizando, deixando de estar só, comunicando (numa grande contribuição para a manutenção do nosso equilíbrio mental) ─ restando-nos por vezes recorrer à nossa Imaginação para substituir aquilo que a realidade (devendo, sendo essa a contrapartida pelo nosso comprometimento) não nos oferece.

Desse modo deixando de olhar em frente (para os lados ou para baixo) e passando a olhar para cima, para o céu, para a Lua, para as estrelas, para o Espaço (sendo ao contrário da Terra) sem fim.

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O avião

(ao centro)

E entrados nesta época de Verão com calor, descanso, praia, mar, boa comida, contactos, mesmo que só para alguns ─ seja em Portugal ou no resto do Mundo ─ face a tudo o que se passa cá por baixo (superfície da Terra) desde epidemias, guerras, fome, crises socioeconómicas algumas delas sem retorno ─ tudo o que há de pior e parecendo querer confirmar a afirmação, ”o Inferno localizar-se na Terra” ─ virando assim a nossa cabeça e toda a nossa atenção para o ar (como todos os “cabeças-no-ar”) e para apimentar mais um pouco todo o cenário (de modo a torna-lo mais apelativo, fazendo-nos logo acreditar ou duvidar) acrescentando-lhe um pouco do interpretado (não tendo outros argumentos, contra ou a favor) como “teoria da conspiração”:

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O UAP

(à esquerda de UFO)

Introduzindo os UFO (termo Hard anterior para definir OVNI) agora numa versão mais soft denominados como UAP.

Numa montagem deste ano (aparentemente oriunda da Homeland Seurity) observando-se um fenómeno aéreo de origem desconhecida (um UAP) com um objeto desconhecido deslocando-se nas proximidades de um avião A10 Warthog (numa missão no Arizona), em princípio um UFO/OVNI.

Levantando desde logo muitas dúvidas/questões sobre a veracidade destas imagens, se uns acreditando poder estar-se perante um exemplo de um “objeto voador não identificado” ─ agora que o Pentágono no seu relatório (recente) falou de UAP’S ─

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Avião e UAP

(à esduerda/direita da mira)

Outros afirmando-se tratar-se de mais uma tentativa de engano sendo “FAKE”, apontando desde a não mudança dos valores dos parâmetros expostos no ecrã de voo (só reparei mudando o relógio), a má qualidade de imagem não sendo a esperada (continuando com o aspeto mal definido de uma “batata”) e ainda a reduzida dimensão do UAP com um diâmetro de cerca de 1,5 metros:

Não sendo um drone terrestre (norte-americano, russo ou chinês) podendo ser algo mais (mas, não sendo do nosso conhecimento), desde um UAP comandado à distância, ou então se pilotado presencialmente, tendo o seu ocupante de ser referenciado a uma “raça-de-anões”, talvez extrassolares.

(imagens: NY UAP Discussion/youtube.com/ufosightingshotspot.blogspot.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

Vaga de Inverno, Vaga de Verão ─ E Depois?

Terça-feira, 13.07.21

Com o pico desta “vaga intermédia de Verão” remarcada para meados de agosto (há uns tempos atrás, meados de julho), registando-se hoje em Portugal +2.650 Infetados, +13 Internados (agora nos 742), -2 em UCI (agora nos 161) e ainda +9 óbitos (de um total de 17.173). Tendo-se vacinado até ontem, completamente quase 3,9 milhões de portugueses (38,2%) e apenas com uma de duas doses quase 6 milhões de pessoas (58,8%) ─ de um total de cerca de 10,2 milhões.

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Como se não tivessem afirmado antes (os especialistas, o Governo) “a meio deste mês de julho estarmos a atingir o pico máximo de atividade desta nova vaga” ─ meados de julho (talvez com uns 4.000 Infetados/dia) ─ eis que hoje somos surpreendidos pela indicação dos mesmos especialistas afirmando agora o pico máximo estar previsto para meados de agosto (portanto, sendo adiado um mês) com cerca de 6.000 Infetados/dia. Afinal como é que é?

Deixando-nos mais uma vez confundidos (e por outro lado ficando com a certeza de que este ano turístico acabou, “sendo hoje decretado o seu funeral”) e como resposta para disfarçarem e orientarem a nossa atenção noutra direção (absorvendo-se tranquilamente mais “um erro/contradição), como que reconfortando-nos com uma “leve carícia”, informando-nos adicionalmente (uma consequência deste atraso) que face ao ponto de situação que se fará sentir em meados de agosto com mais de metade da população portuguesa já vacinada, essa vacinação contribuirá fortemente para o retrocesso do coronavírus.

Mas não nos explicando o que fazer se tal não suceder (tratando-se de previsões, dependendo dos números e de como os tratam), nem sequer falando dessa vaga anteriormente prevista (finda a última, a de janeiro de 2021) como podendo ser mais significativa (podendo haver uma menor no Verão, tal como no ano passado), para depois do fim do Verão (no início do outono, tal como sucedeu o ano passado). Podendo tratar-se já de uma endemia, podendo estar-lhe associado (ao vírus) um ciclo (de maior/menor atividade).

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Pelo que este dia 13 de julho poderá marcar uma data trágica para o Turismo de Portugal, para o Turismo do Algarve e para toda a estrutura socioeconómica que sustenta este país, podendo-se quebrar e cair de fome e/ou da doença e sobrevivendo apenas os mais fortes e/ou poderosos. Entre outros com Pedro Simões Coelho (da plataforma Covid-19 Insights), apesar de os números projetados para meados de agosto poderem ser considerados “assustadores” ─ prevendo-se aí mais de 6000 Infetados/dia (hoje nos 2000/3000) ─ afirmando não serem os mesmos preocupantes dado não se repercutirem em óbitos (como o da vaga anterior e estando a vacina já em ação).

Esperando que no entanto (lá vindo o “mas”, não se tendo até agora reforçado os meios/recursos materiais e humanos no setor da Saúde) e para lá da necessidade de se manter ou mesmo acelerar a atual campanha de vacinação, os hospitais não voltem de novo a encher rapidamente, chegando e ultrapassando os limites e podendo de novo correr-se o risco de colapso (mesmo existindo muito menos mortes) ─ já se verificando neste dia muitos indícios de tal, com as consultas/operações cirúrgicas a voltarem de novo a ser adiadas e com os hospitais a encherem-se de novo agora (sendo muito menos graves os casos) mais rapidamente.

E se de repente e tal como sucedido o ano passado surge outra vaga, mas “ainda mais relevante”. Neste momento e para um leigo, os eruditos estando no mínimo ainda “meio-perdidos”, esperando-se ainda pela reação das cobaias (nós, os humanos) à 1ª vacina (podendo ser mais ou menos eficaz, podendo necessitar de atualização), tudo sendo possível: ou ganha o vírus ou ganha o Homem, com enormes probabilidades de ser o Homem, restando saber-se a que custo, a meio do segundo ano da vigência do coronavírus já se indo globalmente nos 4.059.220 (13.07.2021 pelas 18:40 TMG).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:43

Surfando a Vaga de Verão

Quarta-feira, 07.07.21

[Para alguns sendo esta a 5ª Vaga Covid-19 ─ 1ª Vaga (março 2020), 2ª Vaga (Verão 2020), 3ª Vaga (novembro 2020), 4ª Vaga (janeiro 2021), 5ª Vaga (Verão 2021) ─ podendo ser mais perigosa a 6ª Vaga (prevista para depois do Verão).]

Disparando o número de Infetados/dia ─ hoje ultrapassando a barreira dos 3.000 ─ e com os restantes parâmetros Covid-19 a demonstrarem uma tendência de subida ─ com a taxa de incidência (a 14 dias) a quase duplicar ─ não se tendo feito nada entretanto (de visível/impactante/motivador), para se suprir a visível falta de recursos materiais assim como de recursos humanos (não se querendo gastas/investir dinheiro na Saúde), recomeçando a instalar-se a confusão no SNS, com os hospitais a atrasarem consultas e intervenções cirúrgicas, no sentido de desviar esses ainda tão escassos recursos, para a mais que provável reabertura das áreas (exclusivas) Covid-19.

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Para se atingir um nº de Infetados/dia superior ao registado hoje 7 de julho (3.285), tendo-se de recuar a 11 de fevereiro (já na curva descendente da vaga anterior e tendo ultrapassado o pico máximo de atividade do coronavírus), aí registando-se 3.480 Infetados/dia: então registando-se 167 óbitos/dia, contra os 8 óbitos/dia registados hoje (20X menos). Esta nova vaga sendo agora evidente face à subida simultânea da taxa de incidência (nº casos/100.000 habitantes, período de 14 dias) ─ subida de 92% e do índice de transmissibilidade R(t) ─ subida de 3%.

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Apesar de mais rápido e de mais fácil contágio, com esta estirpe/variante do coronavírus (delta) a ser menos mortal do que tinha sido na vaga anterior (de janeiro deste ano) ─ com o mesmo número de Infetados tendo-se agora comparando-se, 20X menos mortes ─ podendo, no entanto, dada a rapidez de contaminação encher de novo os hospitais, apesar de com casos menos graves e não implicando a entrada (casos graves/críticos) em UCI (registando-se muitos menos mortos).

Uma vaga só podendo ser moderada (não evoluindo) dada a grande contribuição da campanha de vacinação ─ mesmo que executada inicialmente por uma cambada de incompetentes (sob a responsabilidade do Ministério da Saúde e do seu Ministro) e estando pouco mais de 1/3 da população vacinada (pouco mais de 50% com a vacinação incompleta).

E com todas as vacinas e tratamentos a terem que ser aceites (a ocidente, como a oriente), sendo todos eles um contributo para a nossa Saúde e para o tão desejado regresso à normalidade (o mais próxima possível, da de 2019).

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23

Covid-19 PT ─ Vaga de Verão

Terça-feira, 06.07.21

No 17º mês de Pandemia Covid-19 e entrados na estação do Verão (a 21 de junho), com uma nova vaga do vírus SARS CoV-2 (e suas estirpes/variantes) a atingir Portugal ─ esperando-se que intermédia e não relevante ─ fazendo crescer todos os parâmetros Covid-19, mas apesar de ser mais contagiosa, tal não se refletindo (felizmente) no nº de Óbitos/dia: desde o dia 1 de abril deste ano (com 11 óbitos registados) nunca mais atingindo os dois dígitos (hoje, 1 óbito).

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Relativamente a esta vaga esperando-se “intermédia, não relevante e de Verão” (um pouco como a do ano passado, mantendo os seus Infetados/Óbitos, mas passando meio despercebida), nos últimos 14 dias e demonstrando estar ainda em crescimento, com o nº de Infetados/dia a crescer 45%, o nº de doentes Internados a crescer de 40% e o nº de doentes internados em estado grave/crítico (UCI) a crescer 33%. Acompanhados por um crescimento do índice de transmissibilidade R(t) de 2% e de um crescimento da taxa de Incidência de 75%.

Pelo que entrados numa “nova vaga” ─ podendo ser mais ou menos intensa ─ e afirmando desde já o Governo estar agora nas nossas mãos o êxito ou fracasso desta missão coletiva contra o “infecioso, mortal e invisível” coronavírus ─ achando (o Governo) ter cumprido a sua missão com o início do processo de vacinação (apenas 1/3 dos portugueses totalmente vacinados) e com as insuficientes campanhas de testagens (havendo recursos para uma campanha, logo não havendo para a outra) ─ tendo-se que concluir que a questão da Saúde foi definitivamente abandonada (podendo-se agora morrer da doença), esmagada pelas extremas necessidades Económicas (se não morrendo-se de fome).

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Face a este cenário, na região de turismo do Algarve ─ com a ação do vírus a crescer, assim como a taxa de desemprego ─ talvez se morrendo de doença e de fome. E replicando o seu trajeto anterior (do ano de 2020) com o vírus SARS CoV-2 e todas as suas estirpes/variantes a poderem voltar em força (dentro de breves momentos) aí numa nova vaga relevante (“nem pedindo desculpa por esta curta interrupção”), podendo-se assemelhar à vaga de janeiro e sabendo-se ainda da existência de novas variantes (como a delta plus e agora a lambda).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:53