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Dia da Terra

Quarta-feira, 21.04.21

"Day 135.MilkyWay. You are old, dusty, gassy and warped.

But beautiful. Good night from space station! Year In Space.

Earth Day.”

(Scott Kelly)

 

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Terra, Via Láctea e ISS

 

Em vésperas do “Dia da Terra” ─ 22 de abril, numa criação norte-americana (vai fazer amanhã 51 anos de idade) ─ nada melhor do que aproveitar a imagem do dia do site da NASA (nasa.gov, hoje 21 de abril) para nos recordar outra vez não só, como temos que proteger a Terra e todo o seu Ecossistema ─ não passando o nosso planeta de um pequeno “Ponto Azul” perdido no Espaço, no entanto, tão precioso e único por nele existir Vida ─ como perceber e interiorizar a imensa grandeza deste Universo Infinito que nos cerca e que amanhã, poderá ser o nosso futuro e de toda a Humanidade: largando o berço-de-origem (não sendo nós já migrantes ou sobreviventes de um possível “Salto”) e partindo à aventura (como as crianças) e à descoberta (como os nossos Navegadores) ─ e aí entrando o 3ª elemento retratado na imagem, depois da Terra (onde vivemos) e da Via Láctea (galáxia à qual pertencemos, onde se encontram os nossos “familiares e vizinhos”) a Estação Espacial Internacional ou ISS. Um “retrato” conjunto registado pelo astronauta norte-americano Scott Kelly, num dos dias do seu quase um ano passado no interior da estação em órbita (a cerca de 400Km de distância da superfície) da Terra ─ mais precisamente 340 dias, um recorde de permanência (contínua) na ISS.

 

(imagem: Scott Kelly/nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:23

Terra, o Lugar mais Seguro

Quarta-feira, 31.03.21

[Em muitos milhares de anos-luz.]

 

“Identificado cientificamente o local da Via Láctea onde será mais seguro viver, por acaso estando no Sistema Solar e sendo a Terra.”

 

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Marte (à esquerda) e a Via Láctea

(Parque de Writing-on-Stone/Alberta/Verão 2018)

 

Uma questão que todos nós colocamos ─ como seres vivos e tendo consciência ─ ansiando (como nómadas aventureiros que somos) invariavelmente por respostas: qual será o melhor lugar para viver na VIA LÁCTEA (idade de 13 biliões de anos)?

 

Pelos vistos e segundo um grupo de astrónomos italianos conhecendo minimamente a evolução de vários tipos de galáxias (c/ condições gerais inaceitáveis) e tomando (nesse estudo) como protagonista a nossa galáxia (c/condições gerais aceitáveis),

 

Descortinando esse lugar a cerca de 26.000 anos-luz do centro da Via Láctea (onde encontramos estrelas, planetas, cometas, asteroides, buracos-negros e outros objetos) ─ para o centro sendo um inferno ─ num sistema planetário para nós familiar o Sistema Solar (idade de 4,6 biliões de anos).

 

O mais seguro lugar numa galáxia (contendo centenas de biliões de estrelas, uma delas sendo o Sol) também considerada das mais seguras, lugar onde por acaso já existe Vida ─ a Terra ─ e onde ela poderá ainda vingar ou retornar: talvez (até pela proximidade) Marte.

 

A

The best place and time to live in the Milky Way

L

aanda.org/articles/aa/full_html/2021/03/aa39507-20/aa39507-20.html

(A: Artigo L: Ligação)

 

(imagem: Getty Images/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:52

Enxame de Buracos Negros

Sábado, 13.02.21

Tendo-se já o conhecimento de que no Universo que partilhamos diferentes tipos de objetos (partículas) o preenchem (matéria) ─ como a nível individual, as estrelas, os planetas, os cometas e os asteroides (entre outros) e a nível coletivo, os Sistemas, os aglomerados estelares (ou Clusters) e as Galáxias (entre outros)

 

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Aglomerado de estrelas ou cluster NGC 6397

 

Completando-se o espaço restante (entre objetos/partículas) com antipartículas de matéria (antimatéria) e daí formando um todo (do caos inicial surgindo a ordem e com a migração, a distribuição/organização), sendo de salientar que na formação do Universo (tendo um papel importante na formação de muitos objetos, como estrelas/planetas/galáxias) e até nas interligações Matéria/Antimatéria (onde o espaço/tempo se torce),

 

Outros objetos emergem (de imediato) destacando-se ─ no nascimento, vida e morte desta realidade ─ podendo até em certas condições (manipulando o tempo e o espaço) estabelecer ligações com outras realidades, ou Universos (mundos paralelos):

 

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Centro do aglomerado estelar NGC 6397

 

Os Buracos-Negros (aí atuando sobre a Luz), de uma forma simplista funcionando como a válvula de canalização de um lavatório, aberta engolindo e fazendo desaparecer (neste exemplo) num rodopio curioso (cientificamente fascinante) toda a água (aí acumulada) ─ nesse mundo ─ e enviando-a de imediato para outro lugar ─ ou outro mundo.

 

Como é o caso (destacado em syfy.com/Phil Plait em 12.02.2021) do cluster NGC 6397 (um dos vários da Via Láctea) ─ grande aglomerado de estrelas (cerca de 400.000) localizado na constelação de Ara a 7.800 anos-luz, bem brilhante e visível a olho nu ─ com os seus (ou seu) “black holes”, agora sabendo-se que em vez de ter apenas “um buraco negro” (único e extremamente maciço) possuindo “vários buracos negros” (dezenas/centenas e mais pequenos), girando todos em redor do seu centro (do buraco).

 

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Enxame de buracos negros no centro do Cluster

 

E ainda sobre os mesmos (Black Holes/Buracos Negros) ficando-se a saber que em vez de duas poderão existir três categorias: uns com uma massa estelar 12X maior ou superior ao da estrela (de referência) e outros muito mais maciços, 100.000X maior e podendo até atingir os biliões de vezes a massa da estrela ─ mas havendo a possibilidade de uns terceiros, intermédios, mas ainda sem confirmação (talvez em clusters como o NGC 6397).

 

[syfy.com/syfywire/black-holes-swarm-in-the-core-of-a-globular-cluster]

 

(imagens: D. Verschatse/Antilhue Observatory

─ NASA/ESA/T. Brown/S. Casertano/J. Anderson

─ ESA/Hubble, N. Bartmann/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:05

Origens da Via Láctea

Terça-feira, 23.07.19

Com a TERRA integrada no Sistema Planetário tendo como referência o SOL (a estrela central) − o SISTEMA SOLAR – por sua vez fazendo parte de um sistema ainda maior ligando entre si (por ação das forças gravitacionais) estrelas e um meio ambiente (estelar) de gás e poeiras, conhecido como galáxia – no nosso caso (os Humanos habitando o planeta Terra) a galáxia VIA LÁCTEA –

 

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Sendo interessante para o conhecimento da nossa Evolução conhecer todo o trajeto percorrido pela nossa galáxia desde a sua formação (se possível até hoje), assim como e evidentemente (para uma melhor compreensão e absorção de mais este Fenómeno Extraordinário confirmando LAVOISIER) e antecipando (se possível) o Ano Zero, como e porquê a mesma (VIA LÁCTEA) se terá formado: há 10.000 milhões de anos (atrás) acompanhando uma “grande onda” de formação de estrelas, dando origem a diversos sistemas estelares, muitos deles acabando por fundir-se formando galáxias (num processo iniciado cerca de 3000 milhões de anos antes da formação da Via Láctea), com duas galáxias a encontrarem-se colidindo – uma galáxia menor denominada GAIA-ENCELADUS e outra maior (mais maciço sistema estelar) e considerada a “progenitora da Via Láctea” – dando origem a esse pequeno disco em espiral a galáxia VIA LÁCTEA (talvez há uns 6.000 milhões de anos).

 

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Onde para além da presença do Mundo Mineral (a Espinha Dorsal desta Superestrutura que é o UNIVERSO) se testemunhou pela primeira vez (para nós ÚNICA) a presença do Mundo Orgânico: percorrendo uma das suas etapas evolutivas e dando origem ao aparecimento de Vida organizada e inteligente, neste pequeno “Ponto Azul” deveras relevante (Impressionante) mas perdido na escuridão e profundidade da imensidão (Infinita) do Espaço. Com o Eletromagnetismo a ser a sua e nossa ALMA.

 

Num trabalho da responsabilidade do INSTITUTO de ASTROFÍSICA das CANÁRIAS (IAC) debruçando-se sobre “THE EARLY DAYS OF THE MILKY WAY” e levado a cabo por um grupo de investigadores (espanhóis) tentando colocar em sequência a formação da nossa Galáxia a Via Láctea:

 

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Recuando 13.000 milhões de anos (momento em que tudo seria muito diferente), passando por há 10.000 milhões de anos atrás (quando as duas galáxias – a maior e Gaia-Enceladus colidiram) e revendo o Universo até cerca de 6000 milhões de anos no passado (do mesmo): quando “o pó começou a assentar” e se começou a visualizar e a definir o pequeno disco em espiral representando a Via Láctea (com o aspeto que tem hoje). Quando a mesma Via Láctea caminha agora para outra colisão entre Galáxias, agora (talvez num futuro de ouras dezenas de milhares de milhões de anos) com a galáxia de Andrómeda: aprendendo para prever e talvez (se ainda existirmos) para prevenir.

 

[Publication: Carme Gallart, Edouard J. Bernard, Chris B. Brook, Tomás Ruiz-Lara, Santi Cassisi, Vanessa Hill and Matteo Monelli. Uncovering the birth of the Milky Way through accurate stellar ages with Gaia. Nature Astronomy (22 July 2019). DOI: 10.1038/s41550-019-0829-5]

 

(imagens: iac.es e sciencedaily.com/stock image)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33

Via Láctea

Sexta-feira, 28.06.19

“No que nos (Homem) diz respeito (e à nossa sobrevivência) com o Sol

(sendo a Terra a nossa atual zona de conforto)

a estar a meio do seu ciclo de Vida.

Um dia tendo-se (obrigatoriamente) que partir

ou optando-se por não se mexer então morrer.”

 

Imagem parcial da galáxia (com mais de 13 biliões de anos de idade) onde se situa o nosso sistema planetário o SISTEMA SOLAR – com um dos seus 8 planetas a ser a TERRA orbitando (tal como todos os outros) uma estrela de referência o SOL – localizado num dos braços da mesma galáxia em espiral a VIA LÁCTEA (mais ou menos a meio da distância centro/limites) e com tudo o que vemos a olho nu (no Céu noturno do deserto do Atacama) pertencendo-lhe.

 

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Arco da Via Láctea como visto a partir do telescópio ALMA

localizado no deserto de Atacama no Chile

(17.06.2019)

 

Uma galáxia − a VIA LÁCTEA – com 50.000 anos-luz de raio (distando cerca de 26.000 anos-luz do centro), 1000 a 3000 anos-luz de espessura, comportando 100 a 400 biliões de estrelas e com um período de translação (do Sol relativamente ao centro da galáxia) de 225 milhões de anos. No centro da qual (Via Láctea) se situa um Buraco Negro Supermaciço. E com o Sistema Estelar mais próximo a ser o de ALPHA CENTAURI com a sua estrela mais próxima (do Sol) a ser PROXIMA CENTAURI (a 4,6 anos-luz de distância).

 

Dentro de aproximadamente 4,5 biliões de anos,

se não destruídos por um asteroide ou pela própria evolução do Sol

(expandindo-se e “engolindo” a Terra),

sendo certa a colisão (“talvez não de frente, mas de raspão”)

da nossa galáxia VIA LÁCTEA com a galáxia de ANDRÓMEDA.

 

Com os telescópios ALMA a apontarem-nos de uma forma bem clara (dirigindo-se para a imensa escuridão cintilante) qual deverá ser efetivamente o futuro do Homem: depois dos Oceanos, a Aventura e a Descoberta do Espaço. E podendo o nosso Universo ser relevante por Único (onde existe Vida Orgânica, Inteligente, reproduzindo-se e sendo capaz de se organizar, adaptar e evoluir) não sendo certamente o único, Universo projetado e existente − mergulhado num oceano eterno de múltiplos Universos (como réplicas do mesmo Molde) e variáveis (mesmo que incompreendidas como o Tempo), concorrentes, paralelas ou coincidentes.

 

(imagem: Petr Horálek/ESO/space.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

Em Rota de Colisão

Quinta-feira, 14.03.19

[Um dia a Via Láctea e Andromeda encontrar-se-ão e então terão um filho.]

 

Antes do fim da Terra (do Sol e do nosso Sistema) partiremos para outros destinos (tal como os navegadores, os emigrantes, os astronautas): mas tendo sempre em mente a nossa própria origem (onde todos nós nascemos), mantendo-a sob contínua observação para um possível e desejado retorno (senão à zona de conforto pelo menos à região).

 

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Galáxia NGC 6052

Resultado da fusão de 2 outras galáxias

(NGC 6052A e NGC 6052B)

E um exemplo do que sucederá aquando da fusão

Entre as galáxias Via Látea (a nossa) e Andromeda

 

Em rota de colisão prevista para ocorrer dentro de cerca de 4,6 biliões de anos (aproximadamente a mesma idade que terá o nosso Sistema Solar), as galáxias da VIA LÁCTEA e de ANDROMEDA (mesmo comportando grandes conglomerados de estrelas) acabarão naturalmente por se adaptar uma à outra (fundindo-se) dando origem a uma nova galáxia: tal como o evidencia a galáxia NGC 6052 (descoberta em 1784 pelo astrónomo britânico William Herschell) inicialmente pensando-se ser uma simples galáxia (pelo próprio W.H.), mais tarde catalogada como irregular e no presente sendo definida como resultante de outras duas galáxias, pré-existentes e fundindo-se posteriormente: NGC 6052A e NGC 6052B.

 

“Merging galaxies can be a beautiful site, as the gravitational forces draw long wispy streams of stars into fluid-like shapes. The Mice galaxies, NGC 4676 A and B are in the process of merging and are one of the most striking examples of merging galaxies.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

Um Evento astronómico que poderíamos pensar ir ter um grande impacto no nosso planeta ou não integrasse a Terra o Sistema Solar e este a galáxia Via Láctea (sistema/solar localizado na extremidade de um dos braços da galáxia/via láctea) – podendo-se correr o risco de assistirmos a colisões de estrelas, de planetas e de outros corpos celestes (nesta vastíssima região do Espaço) e sofrermos as consequências desses acontecimentos (para o Homem e restantes seres vivos) verdadeiramente Apocalípticos e ao nível (definitivo) da Extinção – mas que na realidade já em nada nos afetará (nesse Futuro a decorrer dentro de 4,6 milhões de anos) com o Sol JÁ transformado numa Gigante Vermelha e com a Terra sem a presença do Homem ou de qualquer sinal de Vida.

 

“The meeting will take hundreds of millions of years to conclude, if not billions. It’s unlikely that any civilization going through a galaxy merger and surviving it can really come to grips with it. And in 4.5 billion years, our own Sun will be a red giant, and there will likely be no humans or anything else left alive on Earth. But, if there are some future, distant relatives of ours alive at that time, somewhere in the Milky Way, this is what they might experience, according to NASA.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E com a estabilização do processo de fusão das 2 galáxias com o resultado (dessa Evolução) a estabilizar-se surgindo uma nova galáxia: como a galáxia NGC 6052 registada na imagem (inicial) com a ajuda preciosa do telescópio Hubble. E (ainda) por conclusão presente advindo da experiência e aplicando-se no futuro (e à nossa situação como terrestres, solares e lácteos que hoje somos) com a NASA até a expor-nos as diferentes fases (cinco) do processo (mesmo que já cá não estejamos na altura) não certamente para quem por cá ficar, mas obviamente para quem um dia partir.

 

(consulta e imagem: universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38

Uma Irmã da Via Láctea

Quinta-feira, 17.01.19

[A Bela NGC 6744 e o Monstro HUBBLE]

Da Bela p/ usufruir da visão

 

A bela galáxia em espiral NGC 6744, maior (mais do dobro da extensão) mas muito parecida com a (nossa) galáxia (e também em forma de espiral) VIA LÁCTEA – na qual a TERRA se encontra inserida (tal como o Sistema Solar) – numa imagem por nós usufruída (os humanos) graças à utilização do telescópio espacial HUBBLE (uma obra-prima da nossa tecnologia).

 

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A Bela

Entenda-se o que se entender por Arte Natural

O usufruto visual de uma galáxia em espiral

NGC 6744

A Irmã-Maior da Via Láctea

 

Uma galáxia em espiral localizada a 30 milhões de Km (talvez uma das galáxias do género, situada mais perto de nós), descoberta em 1826 pelo astrónomo (escocês) James Dunlop e que terá como sua companhia, uma outra (galáxia) a NGC 6744A. E tal como na Via Láctea com uma região central, cheia de velhas estrelas-amarelas (da classe G como o Sol).

 

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O Monstro

Telescópio Hubble

Reparada a avaria na câmara de campo-largo

Com o mesmo a voltar ao serviço

Já nos próximos dias

 

Olhando para o céu estando localizada a sul da constelação Pavo (a 30 milhões de anos-luz da mesma), em espiral e com a sua parte central (bem amarelada) bem iluminada e carregadinha de estrelas (velhas e frias) – e nas extremidades dos seus braços conjuntos (clusters) de estrelas novas e de outras estrelas em formação (dando-lhe aquele tom rosa).

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:01

O Fim-do-Mundo mais Próximo de Nós

Segunda-feira, 07.01.19

Agora a 2 biliões de anos de distância:

Mesmo sabendo-se antes (de 31) da nova data da chegada do FIM-DO-MUNDO, só se divulgando depois (de 1) para não perturbar a PASSAGEM DE ANO.

 

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The Milky Way Galaxy and the Large and Small Magellanic Clouds

(texto/imagem: Nina McCurdy /Nick Risinger / NASA/sci-news.com)

 

Segundo um artigo publicado recentemente (a 13.11.2018) pela Royal Astronomic Society (organização de investigação astronómica, criada no início do século XIX e sediada em Londres), o Fim-do-Mundo na Terra está ainda mais próximo do que anteriormente se previa: um sinal deveras preocupante para todos nós (os animais racionais residentes neste planeta) para o Homem – quando um dos desejos mais prementes e sempre emergentes em qualquer tipo de conversa envolvendo o nosso ecossistema, o nosso quotidiano e a nossa sobrevivência, aponta não só para o Espaço disponibilizado (teoricamente sem problemas de aplicação por Infinito, apesar de pratica/tecnologicamente ainda não ser possível de concretização) como simultaneamente (e fundamentalmente – ou não fossemos católico-romanos dificilmente aceitando Lavoisier) para o Tempo atribuído (a cada um de nós) cronologicamente bem delimitado e extremamente curto – em tudo semelhante (quotidiano e tempo de serviço) à Vida ao nível de um inseto como será o caso Mosca.

 

The aftermath of the Great Collision between our Galaxy and the Large Magellanic Cloud

(Marius Cautun, Alis J Deason, Carlos S Frenk, Stuart McAlpine)

The Milky Way (MW) offers a uniquely detailed view of galactic structure and is often regarded as a prototypical spiral galaxy. But recent observations indicate that the MW is atypical: it has an undersized supermassive black hole at its centre; it is surrounded by a very low mass, excessively metal-poor stellar halo; and it has an unusually large nearby satellite galaxy, the Large Magellanic Cloud (LMC). Here, we show that the LMC is on a collision course with the MW with which it will merge in 2.4+1.2−0.8Gyr (68 per cent confidence level). This catastrophic and long-overdue event will restore the MW to normality. Using the EAGLE galaxy formation simulation, we show that, as a result of the merger, the central supermassive black hole will increase in mass by up to a factor of 8. The Galactic stellar halo will undergo an equally impressive transformation, becoming 5 times more massive. The additional stars will come predominantly from the disrupted LMC, but a sizeable number will be ejected on to the halo from the stellar disc. The post-merger stellar halo will have the median metallicity of the LMC, [Fe/H] = −0.5 dex, which is typical of other galaxies of similar mass to the MW. At the end of this exceptional event, the MW will become a true benchmark for spiral galaxies, at least temporarily.

(Royall Astronomical Society/2018)

 

E assim num momento em que no planeta Terra o Homem (o Ser Vivo Inteligente aí residente) caminha para os 8 biliões de indivíduos, repensando-se de novo e finalmente (numa ação interrompida há quase meio século) na exploração do Espaço e no relançamento dos voos tripulados – com norte-americanos, russos e chineses apontando para a Lua e para Marte (utilizando organizações governamentais ou privadas) – e como consequência dessa ação (inevitável se pretendermos evitar a nossa extinção, para tal sendo necessário movimento/evolução ou seja o abandono da zona anterior de conforto ou seja “de casa”) podendo posteriormente (o mesmo Homem) expandir o alcance destas expedições a outros corpos celestes, planetas (com as Viagens Interplanetárias) ou até mesmo galáxias (com as Viagens Intergalácticas) – estendendo-se de uns míseros 384 mil Km de distância (distância aproximada Terra/Lua), a centenas e milhares de UA (com a Nuvem de Oort a estender-se até umas 100.000UA e o sistema estelar Alpha Centauri/ o mais próximo da Terra a uns 4,37 anos-luz/mais de 63.000UA de distância) – com esta notícia a cair (literalmente em cima de nós) encurtando-nos ainda mais o tempo (já ínfimo a nível individual) e aconselhando-nos a acelerar: não daqui a 4 ou 5 biliões de anos ocorrendo o Fim-do-Mundo (tal com anteriormente previsto, devido à colisão da nossa galáxia/Via Láctea com a galáxia de Andrómeda) mas com tal Evento a ocorrer dentro de apenas 2 biliões de anos (com a colisão da Via Láctea com a Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia rodando em torno da Via Láctea) – não existindo outro tipo de Evento (anterior) ao Nível da Extinção reduzindo a nossa permanência (na Terra) até uns 60%.

 

(imagem: a indicada)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

A Nebulosa da Aranha

Sábado, 23.04.16

Uma das partes da Nebulosa da Aranha e da Mosca

 

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As pernas da Aranha

Observação realizada a infravermelhos

PIA 20357

 

Numa belíssima imagem a infravermelhos da “Nebulosa da ARANHA” (uma das partes da “Nebulosa da Aranha e da Mosca”) obtida a partir do Telescópio Espacial SPITZER – já que a mesma é impossível de ser observada a olho nu – a NASA oferece-nos um retrato de parte do outro lado da galáxia a que pertencemos (a VIA LÁTEA), do lado oposto e a cerca de 10.000 anos-luz de distância da TERRA.

 

Localizando-se na constelação de AURIGA, uma zona do Espaço polvilhada por agrupamentos de estrelas jovens como as que surgem à direita da imagem (um cluster denominado STOCK 8), que com a sua forte luz iluminam uma enorme extensão dessa nebulosa carregada de nuvens de poeiras, desvendando atrás delas como se estas quisessem permanecer escondidas, mais outra multidão de estrelas também brilhantes e jovens.

 

Tal como os jovens estudantes que escolheram esta nebulosa como seu objeto de estudo (contando naturalmente com a preciosa colaboração de professores e de cientistas).

 

(imagem: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36

Via Láctea – segundo Spitzer

Sábado, 22.03.14

Uma vista espectacular da nossa Via Láctea só possível pela evolução tecnológica registada nas últimas décadas e graças às grandes capacidades filosóficas e intelectuais dos seres humanos.

 

 

Não tão produtiva como seria inicialmente previsível – dada a evolução fulgurante registada nas primeiras décadas – apenas por não estar de acordo com os desejos e ambições dos patrocinadores. E sem financiadores nada se faz.

 

 

Desta vez o telescópio Spitzer propõem-nos uma visão do nosso Universo registada a infra-vermelhos, tendo como convidado principal uma das suas infinitas regiões, precisamente aquela onde nos integramos: a Terra, o Sol e todo o Sistema Solar.

 

(imagens – spitzer.caltech.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53