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Os Gatos da Judiaria de São João da Pesqueira

Terça-feira, 18.01.22

Entre os vários itinerários possíveis e partindo-se da cidade de VISEU (capital do distrito, nem 270.000 habitantes),

Screenshot 2022-01-18 at 23-27-21 Os gatos na judi

Tendo como destino num percurso variando entre 90 e 130Km (dependendo das estradas escolhidas) e cerca de hora e meia de viagem (de automóvel), a localidade de SÃO JOÃO DA PESQUEIRA (vila do distrito de Viseu, pouco mais de 2.000 habitantes) ─ o objetivo desta VIAGEM (sugerido por Andarilho/viagens.sapo.pt) sendo os GATOS

Ao entrar na parte velha desta VILA portuguesa, a mais ANTIGA de Portugal ─ datando de 1055/65 e sede do concelho, considerado como o “Coração do Douro Vinhateiro” e igualmente produtor do “VINHO DO PORTO” (produtor igualmente de AMÊNDOA e de AZEITE) ─ mais precisamente no seu “Centro Histórico”, deparando-se de imediato com um local onde no passado poderia estar instalada uma comunidade judaica e a respetiva JUDIARIA, ou seja, o BAIRRO JUDEU.    

Screenshot 2022-01-18 at 23-27-52 Os gatos na judiScreenshot 2022-01-18 at 23-29-05 Os gatos na judi

Não se sabendo exatamente o local da sua implantação, mas tendo estado situada no interior das MURALHAS (fernandinas, aí edificadas), tentando-se fazer por extrapolações a dedução do local (existente desde o início do séc. XVI) e então chegando-se a duas ruas, muito estreitas e rodeadas de típicas casas de xisto (negro), a “NOVA” e a dos “GATOS”: hoje ambas (depois de recuperadas) embelezadas e cheias de flores (portas e janelas) e uma delas particularmente e em parte dando-lhe nome, por cheia de Gatos,

A RUA DOS GATOS, tendo não só dos verdadeiros, como dos de outros materiais.    

Screenshot 2022-01-18 at 23-28-06 Os gatos na judiScreenshot 2022-01-18 at 23-28-40 Os gatos na judi

Num ambiente meio MEDIEVAL e cativante (pela cultura e pela memória transmitida) embelezado pelas flores e animado pelos gatos, inserindo-nos em segundos num cenário limpo, sereno, de descanso e de puro usufruto, tanto físico como mental, um verdadeiro paraíso, centrando-se para além de no seu PATRIMÓNIO HISTÓTICO (como será o caso da Praça da República, o Solar dos Távoras, a Igreja e o Arco da antiga muralha), uma das entradas sendo pelo Arco das Muralhas, na RUA DOS GATOS.

Faltando apenas para compor melhor o cenário, dando-lhe mais VIDA, obviamente mais pessoas ─ de qualquer idade ou proveniência (há muito idas dada a DESERTIFICAÇÃO, agravada ainda nada se fazendo, entretanto, com a seca prolongada) ─ mas com a presença dos GATOS para além da atração (e até sendo respeitados como animais domésticos pelo judaísmo), a serem a memória de algo de vivo e de Vida que AÍ REGISTOU:

Screenshot 2022-01-18 at 23-29-45 Os gatos na judi

Não se limitando a decorar jardins como se faz com os 7 ANÕES (da Branca de Neve) com objetos artificiais (nem sequer sendo réplica de algo real), mas colocando-os (apenas para preencher, lembrando-nos aquando da sua ausência, dos reais), sendo muito mais os gatos ao natural que por lá aparecem, juntando-se e animando a festa, da terra, de “todos os animais”. Tal como nós sendo vistos (refletindo neles a nossa imagem) ─ coitado deles ─ para o bem (ex. Egípcios) e para o mal (ex. Cristãos/Inquisição).

Em São João da Pesqueira e como deveria ser sempre (sendo nossos companheiros especiais de viagem), para o bem.

(consulta e imagens: viagens.sapo.pt/viajar/viajar-portugal/artigos/

os-gatos-na-judiaria-secreta-de-sao-joao-pesqueira)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

No Centro da Bolha, Estando a Terra

Terça-feira, 18.01.22

Já pensaram

─ Numa “Viagem Fantástica” ─

(as cordas o permitam, fazendo-as vibrar alterando o seu estado e permitindo ─ num processo algo semelhante ao do transporte da eletricidade, não por deslocação/mas por contacto ─ a aproximação ou distanciamento entre pontos distintos e não coincidentes)

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“Em pegarem em algo de mineral/orgânico e em vez de tal como o fazemos com um organismo microscópico, para o entender melhor, ampliando-o (com um microscópio) ─ tornando-o imenso, à nossa escala/dimensão, quase como que um Novo Mundo, à espera que “entremos nele” ─ aqui e invertendo o processo, diminuindo-lhe a dimensão/volume, não alterando virtualmente a volumetria mas diminuindo-a na realidade ─ através de um processo de miniaturização (hoje a miniaturização de objetos já sendo uma realidade, seguindo-se a miniaturização do sujeito, dada a rápida evolução nanotecnológica) ─ podendo introduzir-se num organismo/corpo ainda maior e até utilizando vias próprias de comunicação/transporte “viajar nele”, imaginando-se desde logo por poder já ser posto hoje em prática (veja-se a utilização de sondas médicas, tendo um alvo e sendo direcionadas, hoje dependentes/comandadas, mas amanhã podendo ser independentes/telecomandadas ou mesmo “tripuladas”, tornando-se autónomas) ─ mal a miniaturização bio seja eficazmente replicada ─ uma Viagem Fantástica do Homem (“transformado” o veículo e o tripulante) pelo Interior do Corpo Humano, um Mundo dentro de Outro Mundo e por sua vez contendo mais Outros Mundos: Universos entre Universos e interligados, vibrando um (uma corda) vibrando todos os Outros (as outras cordas), compreendendo-se o mecanismo de funcionamento de um (uma), obtendo-se a compreensão de outros(as) e daí chegando-se ao conjunto. A nível da Evolução na Medicina e das tecnologias a ela associadas, para além da maravilha do usufruto da viagem, entrando-se no nosso corpo, no local e presencialmente, executando-se o necessário na perfeição e então regressando-se, para contar tudo.”

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Num Universo perdido no Oceano do Espaço e do Tempo e com algo de Espiritual e Eletromagnético unindo-os ─ uma Alma ─ rodeado de uma multidão infinita de estrelas muitas delas jovens e resultado de múltiplas e recentes explosões ─ nuvens densas e luminosas de estrelas-bebés ─ contrastando com as mais distantes e as mais velhas testemunhas vivas da sua formação inicial ─ deste Universo podendo ser um Organismo Vivo, replicado sem limites e sendo o Homem uma dessas réplicas ─ surgindo bem no meio desta bolha-virtual de milhares de anos-luz de dimensão aquela que poderá ser claramente o seu centro e ponto de referência, tornando-a real e dando-lhe razão lógica e natural de existência ─ existindo algo/alguém tendo de pensar ─ estando localizada no Sistema Solar, tendo como estrela de referência do Sistema Planetário respetivo o SOL e possuindo uma caraterística única pelo menos até agora conhecida (por quem aqui o afirma) dando-lhe o protagonismo e a “proteção central desta teoria”, por sinal sendo algo mais que geológico e Mineral mas igualmente Orgânico, um Pequeno e Pálido Ponto Azul, um Planeta, uma “Terra com Vida” (podendo até sob outras formas, ter aparecido na vizinhança dela). No meio desta bolha virtual de proteção estando a Terra, sendo o objetivo de tudo nela ─ a Terra, a preservação do seu Ecossistema ─ a Vida: não sendo propriamente uma extensão da teoria geocentrista (a Terra não sendo o óvulo, mas apenas um óvulo), um óvulo fertilizado e evoluindo, sendo envolvido por questões de segurança por uma espécie de membrana protetora aplicada (sucessivamente, do centro aos extremos mais distantes) às camadas, transformando-se (podendo mesmo metamorfosear-se, nem sempre com aspeto de um humanoide) e um certo dia, tal como qualquer ser humano ao reproduzir-se (replicar-se) dando origem a um novo ser organismo vivo, um novo Universo. Com esta bolha virtual integrando um conjunto mais vasto de outras bolhas, em princípio por agrupadas sendo idênticas, mas e tal exceção muitas vezes sendo regra (nada é controlável, sendo infinitas as hipóteses), no mínimo semelhantes,

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─ Talvez tendo origem, existindo sequer tal ponto, por princípio por nós indefinível, numa grande ejeção de várias e ultrapoderosas Megaestrelas, injetando no Espaço os seus poderosos raios e elementos reprodutores (tal como se fossem Espermatozoides-Cósmicos), colocando em total excitação todo o Espaço atravessado, penetrado e no final e atingido o objetivo, tocando-o despertando-o e aí dando (fecundando o óvulo) início a “uma nova projeção”, aqui e para o tempo de Vida média do Homem ─ perdido o Tempo, sendo o Espaço intransponível e a nossa mente ainda não tendo atingido outro nível, tal a nunca ser atingido antes de decidirmos (seja qual for o motivo) abandonar a Terra ─ intemporal. Numa bolha virtual entre muitas outra bolhas idênticas, em si mesmo sendo um Universo contendo outros Universos, ou então um outro contido noutros, num conjunto integrando um grupo ainda mais extenso (e compreensivo, dando-lhe o tom) cada um deles podendo ter o seu exemplar: e numa linha de montagem biológica, mecânica ou mista (de um mesmo molde, podendo ser adaptado) projetada numa tela podendo não passar de um holograma, selecionando-se o melhor produto e os outros deixando-se ficar. Pelo menos neste Mundo (na Terra) sendo frequente estas coisas, aprendendo-se replicando e até se gostando de (um sinal talvez de interferência mental) cinema e de projeções, usufruindo-se das cenas ─ apresentadas ─ comodamente instalados. No fundo e deixando de conversas, a culpa estando nas Supernovas (sabendo-se que os raios solares até podem “transportar” água, fazendo-a aparecer por exemplo em planetas). E não evitando que um dia da nossa ou de uma outra bolha, da interseção destas ou influenciando-se em paralelo, não surja algo mais de origem idêntica ou mais distante de nós e da nossa forma humanoide ou mesmo de raciocínio (concretizado sobre outras condições e perspetivas, dimensões), tendo que se estar preparado pois, sendo a maior probabilidade a sua origem ser, ter vindo de um mesmo nível ou próximo do nosso, as intenções dos visitantes sendo próximas (das nossas e sendo bem conhecidas, tendo um mecanismo de raciocínio muito semelhante e querendo-se ser observado como superior) poderão não ser nada agradáveis ─ sendo de tal maneira superiores, nem voltando.

(imagens: AdobeStock/europarl.europa.eu ─ freepik.com ─ universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:36

BOOST, BOOST, BOOST!

Quinta-feira, 23.12.21

“Felizmente podendo-se VIAJAR de várias formas.”

(circulando, lendo, pensando, sonhando, imaginando)

Tomando conhecimento da informação e da sugestão da possibilidade da realização de uma viagem de comboio, ligando Paris a Banguecoque (a Europa à Ásia) ─ passando por Moscovo (capital da Rússia) e Pequim (capital da China) ─ podendo a sua partida ser associada a outras coordenadas como eventualmente Lagos (localizado no sul de Portugal),

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Cat-Woman

Mulher-Gato

(postura)

Mesmo que vivendo no Algarve e sabendo dos problemas de ligação que teria pelo menos para aceder a uma linha ferroviária espanhola (agora podendo recorrer a Ourense na Galiza e aos comboios espanhóis de ala velocidade) ─ pensando-se na viagem extraordinária de 18.755Km a ser concretizada em 21 dias de que usufruiríamos

Lamentando a falta de tempo (ultrapassada a meia-idade) e de disponibilidade (estando a trabalhar ou mesmo desempregado) para a execução de tal viagem ─ até pelo eu aspeto financeiro ─ não deixando de aproveitar a oportunidade fornecida (por Sophie Dickinson/timeout.pt) para indo até ao Epic Maps (Epic Maps/@LocatiOns),

Dar dois outros saltinhos, dando duas rapidinhas: ficando-me por dois registos, um deles de uma “Mulher-Gato” (Malásia) e o outro de um terminal do aeroporto Charles de Gaulle (França): um pela postura apresentada (de todos, racionais/irracionais, talvez um deles nem tanto) o outro pela sua distribuição geométrica (por centralizada, algo acolhedora).

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Airport Terminal

Aeroporto Charles de Gaulle

(geometria)

[Viagens com que desde sempre tanto nós como a nossa própria sombra sempre quisemos calcorrear (como um só), de início (quando jovem irresponsável) sem entraves conhecidos ou minimamente impeditivos, ultrapassando os nossos limites físicos e deixando-nos levar por coisas para a maioria (talvez) apenas um pouco mais que nada ─ mais tarde (mais velho) e para se alcançar algo, só mesmo socorrendo-se do pretexto da senilidade ─ apesar de todos os percalços e impedimentos ao longo deste nosso trajeto de vida, mesmo que virtualmente com ajuda de livros ou mesmo sonhando (e socorrendo-se de outras estratégias), com estas mesmas curtas/médias/longas “Viagens” (dadas ao nosso usufruto) a serem basicamente o oxigénio necessário para a nossa sobrevivência, mesmo quando aparentamos, estarmos mortos. Na tela daquelas definidas como mais poderosamente coloridas, estando nós ─ integrando todos o elenco (lógico e natural) ─ partilhando o espaço e o seu tempo, equitativamente (não sendo visíveis contraindicações) com outros animais.]

(imagens: TRP/The Rakyat Post/@therakyatpost

e Infrastructure Porn/@infrastructurr em twitter.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:41

O caminho será sempre o da estrela mais próxima

Sábado, 27.11.21

[Faltando apenas o veículo de transporte.]

“A Space Telescope With one job:

Find Habitable Planets at Alpha Centauri.”

(universetoday.com)

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Investigando todos os sinais

oriundos da estrela mais próxima

 

Colocando de forma correta os pés sobre a superfície da Terra e querendo correr sem sobressaltos atrás de um determinado objetivo, sendo conveniente que para não surjam grandes deceções, que se parta da proximidade para posteriormente se ir mais além: evitando assim quedas podendo lançar-nos para o abismo. Nem oito, nem oitenta.

E se algum dia resolvermos partir para as Estrelas procurando outros caminhos que nos possam assegurar a nossa não extinção, em primeiro lugar tendo-se de decisivamente de regressar a muito curto-prazo à nossa única Lua e só a partir daí pensar noutros planetas e noutra estrelas mais próximas. Para o futuro ficando os outros e distantes exo planetas.

Sabendo-se que a distância entre a Terra e a Lua é de cerca de 384.400Km, que a distância entre Terra e Marte é de 228 milhões de Km, que a distância aos limites do Sistema Solar poderá ir até às 100.000UA (1 UA=150 milhões de Km) e que um exo planeta dos atualmente descobertos poderá localizar-se a vários anos-luz (1 ano-luz=63.241UA).

“While the study of exoplanets has progressed exponentially in recent years,

with 4.575 confirmed planets in 3.392 systems in the Milky Way,

astronomers are still having difficulty determining if anyone is next door.”

(universetoday.com)

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Orbitando a estrela anã

Proxima Centauri

 

Conhecendo-se a velocidade máxima atingida por um veículo espacial de origem terrestre no caso as sondas Helios 1 e 2 ─ alcançando uma V=70km/s ─ caso se realizasse uma viagem tripulada entre dois objetos distintos e distantes a essa mesma velocidade, enquanto na viagem Terra/Marte se gastariam perto de 38 dias,

Já na viagem Terra/Limite do Sistema Solar se poderiam gastar no limite (percorrendo-se já Espaço Interestelar) mais de 6.700 anos ─ e a um exo planeta muitíssimo mais (no mínimo 10X mais indo facilmente às 100X mais).

Quando o Homem nem uma média de 100 anos tem de Vida e mesmo viajando à velocidade da luz (300.000Km/s) podendo demorar mais de ano e meio até se libertar da ação do Sol, entrando no Espaço Extrassolar ─ lá bem ao fundo localizando-se uma região do espaço podendo albergar um planeta (encontrando-se na zona habitável da sua respetiva estrela), a estrela Proxima Centauri a 4,24 anos-luz de distância.

“There was also the mysterious radio signal detected in 2020

that appeared to be coming from Proxima Centauri.

While this was recently revealed as Earth-bound interference,

it still stoked our fascination with our closest stellar neighbor.”

(universetoday.com)

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1ª viagem interestelar

numa nave à vela solar

 

Partindo-se da Terra em direção à estrela mais próxima (do Sol, da Terra, de nós, do nosso Sistema Planetário) Alpha Centauri, pilotando um veículo espacial conseguindo atingir a velocidade da luz, para se percorrer a distância entre o nosso sistema planetário e o possível sistema existindo em torno dessa estrela distante, necessitando-se de (muito por alto) uns 10 anos. Um exo planeta uma geração.

Logicamente e sem necessidade de pensarmos muito com o nosso primeiro contacto exterior a ter que ser com a estrela situada mais perto do Sol, neste caso Alpha Centauri.

Só se precisando de um motor de propulsão capaz de igualar/ultrapassar a velocidade da luz ou então descobrir um outro processo alternativo para que o objetivo final se possa concretizar, agora estando-se aqui de seguida e instantaneamente estando-se ali:

Tendo de existir canais de ligação preferenciais capazes de utilizando-se a energia (eletromagnética de um ponto), transportar a matéria (a massa) a uma velocidade instantânea capaz de o fazer sobrepor (o ponto) sobre o seu simétrico como se tivesse sempre lá estado.

(imagens: universetoday.com ─ M. Kornemesser/ESO ─ breakthroughinitiatives.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:15

Mega Nave Espacial Chinesa (com mais de 1Km)

Quinta-feira, 02.09.21

"It's kind of like us talking about building the Starship Enterprise. It's fantastical, not feasible, and fun to think about, but not very realistic for our level of technology. Given the cost.” (Michael Lembeck/professor de engenharia aeroespacial/2021/EUA)

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A Lei da Vida e da Evolução

Se não forem os norte-americanos, que sejam os chineses. Sendo tecnicamente possível no futuro apesar de não o ser ainda no presente e com esta ideia a ser já do passado e o seu projeto, a continuidade garantida da nossa viagem.

 

Observando-se claramente todos os dias e cada vez mais intensamente (num processo irreversível) os fenómenos económicos e financeiros apontando para a queda a curto-prazo do Império Norte-Americano (sediado em Washington) ─ de que TRUMP/BIDEN e o AFEGANISTÃO são apenas pormenores (a ponta visível de um enorme icebergue) ─ e simultaneamente tendo-se uma noção cada vez mais nítida da deslocação progressiva, acelerada e direcionada, do Eixo do Poder Global de ocidente para oriente (ou seja, deslocando-se longitudinalmente de Washington para Pequim), abrindo-se definitivamente as portas à chegada do novo vencedor o Império Asiático liderado pela China, apoiado na sua retaguarda por uma das outras grandes potências Mundiais igualmente em ascensão e sua aliada a Rússia.

E se no nosso planeta o ataque final do Bloco China/Rússia e face à autodestruição e suicídio norte-americano, bastando manter-se passivo ─ continuando apenas e o mais pacificamente possível com os seus negócios, deixando para os outros os custos brutais das guerras e das mortes ─ para definitivamente se sobrepor (com o dólar, um mero papel impresso cada vez com menor correspondência, a ser substituído por uma verdadeira moeda de troca como o é o ouro), olhando para Espaço exterior rodeando a Terra verificando-se igualmente como a China já assume a liderança aeroespacial global, secundada pela Rússia ─ com os EUA paralisados, dadas as opções prioritárias dos privados (desinvestindo-se na NASA e subsidiando-se os delírios dos multimilionários).

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Atingindo a velocidade da luz

Depois de ultrapassada a barreira do som e certamente a caminho de ultrapassar a velocidade da luz, abrindo-se novas portas para a Conquita do Espaço e para uma mais ampla visão e conhecimento deste Universo que partilhamos.

 

Quanto à futura maior potência terrestre e líder Global, com a China depois da Lua e de Marte (com as suas Sondas e Rovers) e do lançamento da sua nova (e própria) Estação Espacial ─ com a ISS cada vez mais próxima da sua descontinuidade, colocando-se brevemente OUT OF ORDER ─ a lançar desde já o seu próximo e grande desafio (e objetivo), o da construção de uma “grande nave espacial”, enorme como nunca visto e com cerca de 1,6Km (mais de 1000 metros):

China wants to build a mega spaceship that’s nearly a mile long.”

(Edd Gent/livescience.com)

Depois do exemplo da Estação Espacial Internacional (ISS) com os seus módulos sucessivamente acoplados ao longo de mais de 20 anos (lançada em 1998) atingindo dimensões de mais de 70 metros e mais de 100 metros (largura/comprimento) ─ e depois do início da construção e montagem da sua nova Estação Espacial ─ com a China a abordar a hipótese da possível construção e montagem de uma outra estação ou mesmo nave com uma dimensão 10X maior (que a ISS, o maior satélite artificial terrestre), possibilitando-lhe outras alternativas mais prometedoras e eficazes na exploração e conquista do Espaço, como a da construção de uma nave interplanetária autossuficiente capaz de transportar o Homem em longas viagens através do Espaço, do nosso Sistema (Solar) e até introduzindo-nos (ultrapassada a fronteira virtual do “Domínio do Sol”) nas viagens Interestelares.

(imagens: Shutterstock/livescience.com/Adrian Mann)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:37

Viagem até à Capital do Algarve

Quinta-feira, 06.05.21

Numa ida ao Hospital de Faro nos finais do mês de abril ─ antecedendo o último desconfinamento iniciado a 1 de maio ─ num dia de Sol propondo-nos a um passeio e a uma pequena aventura, uma ida de carro até à estação das ferreiras, seguida por uma viagem de comboio até à cidade de Faro. Na minha viagem de ida e ocupando a janela a norte, observando atentamente as elevações do barrocal algarvio, com os seus montes e montinhos (cerros) pejados de casas brancas. Do outro lado tendo-se a zona do litoral e no centro Albufeira-Faro surgindo ainda Quarteira/Vilamoura: o “segmento de reta” turístico da Região Algarvia, com a sua mediatriz a cruzá-lo na capital do turismo, Albufeira.

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Albufeira

(Praia dos Pescadores)

 

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Faro

(Estação da CP)

 

Numa semana com o Algarve já aberto (mais ou menos) com a exceção de três concelhos ─ Aljezur, Portimão e Albufeira ─ razão pela qual chegado a Faro e ainda não habituado (vindo eu de Albufeira), pedi licença para entrar num café tendo no seu interior clientes: sentindo-me como se viesse de um distante (outras regras) mas ao mesmo próximo (mesmas pessoas) outro mundo, contudo facilmente me integrando, dada a situação comum para os restantes (presentes, olhando, mas logo desligando). E para testar pegando um táxi, sendo esta a 3ª opção (forçada) de pagamento, em torno dos 3.5, 4.0 ou 4.5 euros. Na viagem de ida (como na viagem de volta) sendo passageiros jovens (estudantes) e outros mais velhos como eu.

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Faro

(Hospital Público)

 

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Faro

(Zona Ribeirinha)

 

No Hospital de Faro e pelo início da tarde (de um dia de semana e com a cidade já desconfinada), sendo reduzido o movimento (nem existindo grande fila de confirmação), rápido o atendimento (pouca espera) e um flash a consulta ─ sendo necessário, havendo ainda pouca gente e mesmo antes do pedido, até se conseguindo a radiografia, o TAC e a análise. Mais uma vez nada tendo a dizer contra, o trabalho dos profissionais de saúde. Deixando o Hospital de Faro, regressando ao cais de embarque (para a viagem de regresso) e atravessando a linha do comboio, deparando-me com a linha de água integrando já os limites ocidentais da ria Formosa: refletindo os raios solares e com um trilho pedestre (de passeio/lazer) a seu lado.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

Depois de Starman, Elon Musk?

Segunda-feira, 17.09.18

Divulga-se hoje o nome do escolhido para a primeira viagem de ida e volta – turística e de um civil – à Lua. Numa viagem espacial de quase 800.000Km tendo como alvo um Outro Mundo apenas podendo ser reclamado (que se saiba) por 24 seres humanos. Com data marcada para 2019, num sorteio (Elon Musk/SpaceX) a 17 (9p.m. EDT).

 

Elon Musk Is Blasting Someone to the Moon, and We Have Questions

(Brandon Specktor/livescience.com/14.09.2018)

 

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Antes da colonização de Marte a exploração turística da Lua

(spacex)     

 

“SpaceX has signed the world’s first private passenger to fly around the Moon aboard our BFR launch vehicle—an important step toward enabling access for everyday people who dream of traveling to space. Find out who’s flying and why on Monday, September 17.” (SpaceX/@SpaceX/twitter.com)

 

Hoje dia 17 de Setembro de 2018 (ainda na Terra) e na prossecução da concretização da sua obsessão de Vida – de Retorno às suas Origens (pelos vistos o planeta Marte) – após o envio de um dos seus automóveis Tesla pilotado pelo Homem das Estrelas e tendo como alvo o Planeta Vermelho (o nosso Futuro, segundo o Visionário), eis que Elon Musk (o patrão da SpaceX) anuncia a sua Nova Extravagância: o lançamento mundial do primeiro turista espacial numa Viagem de ida e volta até à Lua, a bordo da sua nave Dragão (um privilégio até hoje concedido a apenas 24 indivíduos todos eles astronautas). Justificando o investimento não só público (fundamental) como privado (com receitas e mais financiamento) e simultaneamente reforçando a sua própria Projeção (Ideológica e Empresarial). Ficando-se apenas por conhecer (para além da data da viagem/talvez em 2019) o preço do respetivo bilhete: sabendo-se que por hora e meia (colocando turistas em órbita e sob gravidade zero) a Virgin Galatic (uma concorrente da SpaceX) cobrava uns 215.000 € (cerca de 143.000€/hora).

 

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Pela indicação de Elon Musk talvez o Imperador do Japão

(elonmusk)

 

“The mysterious lunar passenger — whose identity will be revealed along with other key details Monday night (Sept. 17) at 9 p.m. EDT via a live webcast — will reportedly blast into space on SpaceX's newly redesigned Big Falcon Rocket (BFR), which was designed to carry a crew capsule holding up to 100 passengers on a trip to and from Mars. The massive spacecraft, which is still being developed, will have 31 engines on the booster vehicle alone and will be the most powerful rocket ever made, Space.com previously reported.” (Brandon Specktor/livescience.com/14.09.2018)

 

E entre as várias hipóteses possíveis de escolha do Misterioso Passageiro Lunar surgindo-nos (entre tantas outras personagens, que muitos desejariam ver pelas costas) nomes como o do 45º Presidente dos EUA o milionário Donald Trump (o mais óbvio de momento, só suplantado por Vladimir Putin) – ainda de um Golfinho (Billie) e até de um adepto da Terra Plana – ou então (depois do insuflável Homem das Estrelas) do insuflável Elon Musk.

 

Na procura de uma Nova Terra (Terra 2.0) – sendo Marte por sinal um Mundo Tóxico e Mortal – prostituída como já foi a primeira (Terra 1.0).

 

(dados e imagens: livescience/spacex/elonmusk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:07

Bilhete de Ida e de Volta Com um Pequeno Carnívoro

Quarta-feira, 13.06.18

[Afirmando julgar-se insectívoro, capaz de cantar e tendo asas, igualmente de voar.]

 

Num passeio com um Cartaxo comum (em forma de mamífero) não a Vilamoura (com as suas dunas em asfalto e cimento e os seus sapais com buracos de golfe) mas à capital do Algarve a cidade de Faro (nos seus mais de 200Km² residindo cerca de 65.000 pessoas) ‒ e com as primeiras referências históricas atirando-a para o século VIII AC (o tempo dos Fenícios) sob o nome de Ossónoba ‒ o 1º registo visual (percecionado e imediatamente sentido) destacando-se do cenário geral (atmosférico e geológico) apresentado nessa segunda-feira dia 11 de Junho (no nosso calendário curiosamente sucedendo ao Dia de Portugal), foi sem sombra de dúvida o olhar lançado por esta flor na minha direção.

 

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Num registo meteorológico de um típico dia de Primavera, com o céu com algumas nuvens dispersas (mas quase sem vestígios de chuva), o Sol sempre a aparecer (com os seus raios para nos aquecer), com as temperaturas do ar a subir e o movimento na praia a crescer (e gente até a nadar) … sendo necessário partir (de Albufeira) para a algum local (entretanto) chegar (neste caso a Faro) ‒ limitados como sempre pelo tempo e pelos ponteiros do Relógio-Guilhotina ‒ pegando firme num carro, ocupando-o ao volante ou ao lado e sendo capaz de o executar no “cumprimento do trajeto devido” (uma consulta médica), aí usufruir da paisagem (amplamente oferecida) usando todos os (5) órgãos dos sentidos e tentando atingir o orgasmo (tentando não se despistar). E indo ter ao Largo de São Pedro passando pela Igreja do Carmo.

 

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A Ordem que ainda hoje é responsável pela gestão da Igreja do Carmo foi fundada pelo então Bispo do Algarve D. António Pereira da Silva, «grande devoto de Nossa Senhora do Carmo, que viu na espiritualidade carmelita um meio adequado para melhor evangelizar os seus diocesanos, particularmente os residentes na cidade episcopal», segundo revela o diácono Luís Seabra Galante, presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Ordem no site da instituição. «O nosso Sodalício de Faro foi fundado entre 1710 e 1712 pelo Bispo do Algarve D. António Pereira da Silva, que foi o seu primeiro Prior e Protetor, tendo a Ordem, sob o impulso inicial daquele Prelado diocesano, comprado os terrenos da horta de São Pedro, para neles edificar a bela igreja de estilo barroco, onde temos a nossa sede, inegavelmente uma das mais belas edificações religiosas de Faro, do Algarve e do Sul de Portugal», continuou.

 

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«Nela poderemos apreciar a bela talha dourada dos seus altares, os magníficos azulejos das suas paredes, a famosa “capela dos ossos” e o cemitério da Ordem, onde os irmãos eram sepultados até à primeira década do século XX», acrescenta. Os primeiros membros da Ordem do Carmo foram cavaleiros dos séculos XI e XII que fundaram a instituição religiosa na Terra Santa durante as Cruzadas. Uma das principais referências da Ordem em Portugal é Nuno Alvares Pereira, o Santo Condestável (Hugo Rodrigues/sulinformacao.pt/11.02.2013).

 

E após consulta médica complementada com uma colonoscopia (exame ao intestino grosso) do nosso amigo Cartaxo (o tal mamífero comum, com nome de quem tem asas, mas que de facto não as tendo, ainda assim consegue voar ‒ de avião para o estrangeiro onde mora a fêmea/de plumagem menos intensa) ‒ com uma grande cacetada (devido ao sedativo tomado), enfiando-se-lhe algo pelo ânus (enquanto na Terra dos Sonhos) para um estudo mais profundo ‒ ainda meio avariado e depois de comer e beber, entrando-se de novo no carro para a viagem de retorno.

 

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No regresso a Albufeira e em vez de optar pela EN125 (ou pela indevidamente cobrada Via do Infante) enfiando-me em direção a Loulé (apanhando além do litoral o barrocal Algarvio) para espreitar o meio envolvente (onde se localizam as Minas de Sal-Gema de Loulé formadas ao longo de um período de 150/250 milhões de anos e onde terá existido num passado bastante remoto um mar primitivo e com pouca profundidade denominado Tethys) e a cidade (inserido num concelho de mais de 760Km² e com mais de 70.000 residentes) ‒ e o seu centro comercial e histórico ‒ saindo a oeste pela estrada passando lateralmente ao Convento (de Santo António) e seguindo em direção a Boliqueime. Passando pela Pedreira e deliberadamente colocando-me de costas para ela (com o monstro da CIMPOR mesmo à esquerda e de noite iluminado, imaginado como a nossa base espacial de Campo Canaveral) aproveitando para tirar um retrato da planície estendendo-se até ao mar. Faltando passar pelas laranjas (indo pela Patã de Baixo) e ainda pelo restaurante (logo a seguir à rotunda da Vigia) à entrada da Estrada dos Brejos.

 

Pouco antes das 19:00 chegando ao restaurante-takeaway ‒ em plena estrada dos Brejos e a caminho do Montechoro ‒ desenrascando-me com uma Feijoada (à portuguesa) e também com um bacalhau (Nham-Nham).

 

Na diversidade da restauração algarvia e de outros negócios similares (muitos deles promovendo indiferenciadamente ‒ do prato principal à sobremesa, do prato tradicional ao artístico ‒ a gastronomia da região),

 

‒ Em imóveis ou tasquinhas (passando pelas roulottes e pelos vendedores ambulantes), em convívios (como o das Sopas & Papas) e festivais (como o da Sardinha & do Caracol)

 

Conjugando-se todos os dias um pouco da cultura algarvia (praticamente toda perdida, desde o fim da ocupação árabe e do arraso ‒ até físico e quase integral ‒ da sua importante memória),

    

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Com alguns dos seus sabores ainda prontos a degustar (como a sardinha e o caracol), com alguns dos seus fortes “aromas” ainda circulando no ar (como o do forte odor a citrinos e o cheirinho da cataplana), com paisagens da serra e do mar (com o barrocal a intermediar) ainda à espera por calcorrear (com queijinhos, chouriços e vinho ‒ um medronho e uns morgadinhos ‒ prontos a saborear) e com um povo misturado (trabalhador ou turista) e de muito lugar importado (de Portugal e do Mundo),

 

Deixando ainda no ar um pouco da tradição e da vida do povo do extremo sul deste canto de Portugal: o Algarve.

 

No meio tendo Albufeira uma aldeia de pescadores (inicialmente agricultores/criadores), passando pela indústria pesqueira, alterando o seu desígnio, escolhendo outro destino e entregando-se (ao ramo imobiliário/hoteleiro) reconvertida em aldeia turística, lançando então as estruturas (para alguns apocalíptica sobretudo sendo um dos poucos sobrevivente algarvio) para uma Muralha de Betão entrelaçada por asfalto atravessando todo o Algarve (com Albufeira a poder continuar a ser a “bela” capital do turismo) dividindo-o ao meio e amputando a Terra do Mar.

 

Agora que é cidade.

 

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51

Médio Oriente

Terça-feira, 22.11.11

“É estranho como conhecemos tão bem o mundo exterior e nos recusamos a olhar e a entender o mundo interior do vizinho do lado, só porque ocupa um espaço onde nunca estivemos e sempre nos recusamos a conhecer, apesar de ser em tudo, idêntico ao nosso. O principal factor para que tal aconteça, é que o nosso mundo depende da economia, da exploração da mão-de-obra e das matérias-primas existentes, sendo um local onde tudo pode ser comprado ou vendido – no mundo exterior ainda não foram montadas as novas sucursais das multinacionais e dos seus bancos exclusivos de esperma de alta qualidade financeira”

 

As imagens que nos acompanham durante o nosso quotidiano diário são um reflexo da educação condicionada e repetitiva que as instituições nos impõem, como moeda de troca para uma fácil integração na sociedade que nos rodeia, com todos os seus deveres e consequentes direitos – sem deveres não há direitos, como o provam as restantes espécies existentes no nosso mundo partilhado, que não sendo racionais e organizadas como a nossa, nem têm o direito sequer a ser reconhecidas ou defendidas: ou os comemos ou são peças meramente decorativas.

 

      

Mesquita Zayed – Abu Dhabi – Emiratos Árabes Unidos / Hadjj – Mecca – Arábia Saudita

 

A Religião como plataforma utilizada pela nossa sociedade para esquecer a morte, através da mobilização do tempo como quarta dimensão – tentando-o equiparar-se ao espaço, para melhor o transaccionar – já hoje acompanha lado a lado o percurso da política e dos seus líderes, que não se importam nada em expor sadicamente todo um povo e o seu planeta, à ditadura do dinheiro e do poder e se for necessário, recrutando o clamor fervoroso, patriótico e bem pago de todos os seus renovados profetas, familiares e toxicodependentes associados, exigir-lhes sacrifícios que o poderão levar a uma morte antecipada – como os pobres e futurísticos zombies que comem como brutos e são estrelas de cinema.

 

      

Petra – Jordânia / Sul de Kirkuk – Iraque

 

O poder do Homem e da Natureza – trabalhando em conjunto, interligados e num espaço alargado e propício à sua evolução e preservação – só poderá ter êxito, se for partilhado ignorando regras que nada tem a ver com as relações naturais entre seres que habitam o mesmo espaço, regras essas pregadas por uma ética e moral, interessadas apenas com a concretização das relações comerciais e monetárias, em que o Homem nada vale por si como ser pensante e com opinião; só se for vendido e aproveitado todo por adição de partes, como um porco pronto a ser abatido e transformado e engolido posteriormente por outras entranhas de nível superior.

 

      

Centro do Irão / Mosteiro Noravank – Arménia

 

A viagem é uma fonte de inspiração para quem ainda não se deixou levar pelo chamamento da sociedade organizada, recolhida e sedentariamente pobre de espírito e sem saúde para se movimentar. O desenvolvimento da ciência e a da tecnologia que antigamente era o sonho do nosso futuro radiante e cibernético, em que uma máquina nos iria substituir e deixar-nos mais tempo de vida para explorar a quarta dimensão que então nos ofereciam como o paraíso – o tempo – afinal transformou-se numa fraude: agora querem que continuemos a trabalhar até morrermos, para assim deixarmos algumas máquinas para eles – as de guerra ficam para nós nos entretermos e assim aumentarmos a taxa de mortalidade, sempre que necessário.

 

      

Al-Ula – Arábia Saudita / Mural – Curdistão – Iraque

 

O espaço, a geometria, a profusão de cores e as crianças. Estas últimas e como sempre, a única esperança conhecida e viável de vida, pelo menos enquanto não crescerem e forem responsabilizadas pelos actos que cometeram irresponsavelmente, por imitação coerciva dos seus pais e dos seus mestres. Por outro lado, as primeiras poderão dar ainda um contributo para o redesenhar de um novo modelo de vida, que esteja de acordo com as ânsias dos mais jovens e tenha o contributo desinteressado e solidário dos mais velhos – com respeito mútuo e amor incondicional, pela natureza que nos transformou.

 

(Imagem NGM) 

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:03