Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Nov 19

[Em Vénus (desde 1975) com as ondas soviéticas VENERA (até 1984). E em 2019 com alguns cientistas levantando a hipótese de existência de Vida (como Romoser e como Joseph), pelo menos no passado e pela evidência (segundo as suas observações) da presença de fósseis.]

 

Num artigo de [Seth Shostak] publicado em 17.08-2012 em [space.com], a indicação dos sítios mais prováveis (7) para a existência de Vida no Sistema Solar (do planeta/lua mais próximo do Sol ao mais afastado): VÉNUS (observado por Rhawn Joseph), MARTE (observado por Emeritus William Romoser) e sendo as restantes luas − Europa/Calisto/Ganimedes (luas de Júpiter) e Encélados/Titã (luas de Saturno).

 

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Venera 9 (↑)

− Panorâmica de Vénus −

Venera 10 (↓)

 

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E tal como acontece na nossa terra local onde “desde que o chefe não fale, os outros nada dizem– mesmo que tudo (pelo menos do lado “mais fraco”) esteja a correr mal – depois de tantos e tantos anos com os diversos eruditos a negarem as conclusões dos definidos como leigos − criticando-os por procurarem noutros lados aquilo que por cá encontram todos os dias, naturalmente e tal como cá procurando semelhanças e potenciais réplicas (nossas, da nossa fauna & flora e no seu conjunto do nosso planeta) – num conjunto virtualmente fechado (para nossa facilidade de raciocínio) como o Sistema Solar (como se fosse um conjunto de “células”, um “tecido”), existindo logicamente pontos comuns de ligação, entre todos os seus elementos constituintes (constituindo um “órgão”, agrupados formando um “sistema” − desenvolvendo uma determinada tarefa − e finalmente um “Organismo Vivo” − capaz de sobreviver/desenvolver/reproduzir) – eis que face ao primeiro erudito tendo a capacidade e a coragem de expor livremente o seu raciocínio e o resultado das suas reflexões filosóficas e científicas − “por acaso” coincidentes, com o que muitos leigos (e Teóricos da conspiração) afirmavam há muitos anos – após as revelações desse pioneiro (Emeritus William Romoser, norte-americano, professor da Universidade de St. Louis, localizada no estado do Missouri) afirmando existirem fortes evidências da existência de “Vida em Marte (nas suas observações sobre o Planeta Vermelho afirmando ter visualizado formas fazendo lembrar insetos/outros artrópodes/repteis, podendo estas formas serem fósseis de diversas criaturas vivas) no passado como (talvez mesmo, os que se adaptaram, os sobreviventes) no presente, parece que as Portas-do-Mundo (a nossa cabeça e a dos outros, os seus limites) repentinamente e sem que ninguém o esperasse se reabriram (expandiram) surgindo um novo Pioneiro: o igualmente norte-americano Rhawn Joseph (investigador na área da neuropsicologia, escritor e estudioso de Vénus) apresentando evidências da possibilidade de existência de Vida no planeta Vénus ( o segundo mais próximo do Sol) num passado bem remoto como ainda nos dias de hoje (no solo, em profundida ou até nas nuvens rodeando o planeta) – graças aos dados recolhidos pela sonda automática russa Venera 13, em 1982 (há 37 anos) tocando o planeta e durante algum tempo (umas duas horas, quando se pensava apenas estarem disponíveis, uns 30 minutos) fornecendo informações (e imagens) da sua superfície, antes de ser completamente “asfixiada e morta” pelo ambiente Infernal de Vénus (temperaturas na ordem dos 450°C e pressão atmosférica 90X a da Terra).

 

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Venera 13 (↑)

− Panorâmica de Vénus−

Venera 14 (↓)

 

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E (tal como Kerry Heden refere, em room.eu.com, a 20 de novembro) aproveitando-se das conclusões de Romoser (sobre a existência de Vida em Marte) chegando-se às conclusões de Joseph (sobre a existência de Vida em Vénus), certamente que se expandindo (no futuro e porque não) a outros Mundos e Sistemas:

 

“Insects on Mars, Fungi on Venus.”

 

No caso de Rhawn Joseph e das suas afirmações sobre a existência de Vida em Vénus (utilizando um tipo de observação e de raciocínio, muito similar ao de William Romoser) com o mesmo a apresentar uma história da evolução de Vénus muito semelhante à possivelmente ocorrida em Marte (em tempos diferentes dos seus passados remotos, digamos, a uns 3/4 biliões de anos) − provavelmente num cenário muito semelhante ao apresentado pela Terra (à “nossa imagem”) – com Vénus num passado extremamente remoto (mais perto do “nosso Big Bang”, dando origem ao Sistema Solar) podendo ter possuído água e até alguns organismos vivos (mais ou menos evoluídos, mas adaptados às condições ambientais do planeta), alterando-se o ecossistema venusiano e sendo levado a condições (de sobrevivência) extremas (de temperatura, pressão atmosférica, radiações, etc.), tendo (certamente) a esmagadora maioria das suas espécies sido extintas, mas com algumas resistindo (uma minoria, mas de um se partindo, para muitos mais), transformando-se e acabando por se adaptar e (talvez ainda hoje) sobreviver (mesmo com a água a evaporar/pelo menos à superfície e a temperatura a aumentar/aproximando-se dos 500°C).

 

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Venera 15 e Venera 16

(entre o polo norte venusiano

e os 25° de latitude N)

 

Na atmosfera rodeando Vénus (onde a intensa ação dos raios solares e onde a mesma seja menos exposta, seja bem menor) ou em profundidade (sabendo-se que aumentando a profundidade ou diminuindo por projeção de sombras a exposição direta, diminuindo-se a ação das temperaturas verificadas à superfície). No caso de Joseh sendo um apoiante da hipótese que sugere que “life on Earth did not originate on our planet, but was transported here from somewhere else in the Universe(Kerry Hebden) Panspermia – com o mesmo a concluir (acreditar) a partir das suas observações (e necessárias reflexões, mesmo filosóficas e existenciais) que apesar do “Tempo Extremo” verificado no planeta Vénus, talvez com alguns híper-extremófilos (organismos capazes de resistir e sobreviver a condições ambientais extremas) a resistirem e até com outros continuando a chegar (da Terra ou de outro local). E assim tendo de um lado Vénus (pouco mais de 100.000.000Km do Sol) e do outro lado Marte (pouco mais de 220.000.000Km do Sol), podendo no passado (ambos) ter-nos contaminado (estando a Terra no meio), como no presente (e como reação à ação) hoje o faz (ou poderá fazer, para os ainda céticos) a Terra (a 150.000.000Km do Sol). Mais exposto tendo Mercúrio (58 milhões de Km do sol) e mais distante (despromovido Plutão a planeta-anão, a quase 6500 milhões de Km) estando Neptuno (a cerca de 4500 milhões de Km).

 

(imagens: Soviet Venus Images/mentallandscape.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:01

21
Nov 19

[Ou a “confirmação” da existência de Vida no Planeta Vermelho (o planeta dos “Canais”) feita pelo professor da Universidade do Ohio Emeritus William Romoser, além de investigador e cientista, observador de imagens (sua forma e textura) oriundas da superfície do planeta Marte.]

 

I

 

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Putative fossil insect

On its dorsum with head to the top,

and

with selected structures labelled.

 

Enquanto se procura desesperadamente e para lá do nosso horizonte (visual) o que “por cá temos, mas não vemos – envolvidos pela Morte esquecendo (progressivamente) a VIDA e pensando aí encontrar (no Espaço) uma solução para as nossas profundas “questões existenciais(porque nascemos, porque morremos e como protagonistas, qual o nosso papel nisto tudo) − na Terra e como que confirmando essa Cegueira e talvez numa ação estratégica (tais os horrores de violência, doença, guerra e morte, continuada e sequencialmente vividos ou transmitidos), muitos de nós continuam de olhos (presos) no Céu de modo a fugir ao modelo, muito próximo senão mesmo, do tantas vezes referido Inferno – com os restantes parecendo felizes física (por lobotomia) e psiquicamente (adaptados ao Inferno, julgando-se no Purgatório), andando curvados e em fila (com palas para não  se perderem) olhando sempre para o chão (a “Coisa” dando-lhes orientação).

 

E na nossa busca de Vida (daqueles preferindo o Céu) de novo surgindo Marte e aí, deixando parte da Terra para os crónicos (sedentários) e a outra parte para os Zombies (dotados ou não de “psique”).

 

II

 

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Does insect/arthropod biodiversity extend beyond earth?

Tuesday, November 19, 2019 09:00 AM - 06:30 PM

America's Center - Exhibit Hall 1 & 2

Author: William S. Romoser/Ohio University (Emeritus)

 

Debruçando-nos então sobre Marte e sobre o estudo de Emeritus William Romoser com este com toda a sua autoridade (científica e universitária, logo oficial) a propor-nos uma hipótese (explicativa) mais própria das “Teorias da Conspiração”, afirmando (no entanto e lendo-se o final, sendo suscetível a algumas adaptações, se necessárias e de percurso) pelas evidências por si observadas ao olhar para a superfície do planeta e pelos artefactos aí (visualmente) encontrados, podendo existir (ou ter existido) Vida: descobrindo diversas estruturas possivelmente fossilizadas denunciando a existência (no passado) de estruturas muito similares a alguns dos nossos insetos e repteis terrestres (como vestígio da presença de criaturas vivas). E declarando-o (perante entre outros, os seus pares) na Sociedade Entomológica da América localizada em St. Louis (Missouri).

 

"There has been and still is life on Mars. There is apparent diversity among the Martian insect-like fauna which display many features similar to Terran insects that are interpreted as advanced groups—for example, the presence of wings, wing flexion, agile gliding/flight, and variously structured leg elements." (Emeritus William Romoser)

 

III

 

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A specimen

Whose head appears to have turned in the direction of the camera.

Based on the scale provided in the photo from which this was extracted,

this individual is estimated to be approximately 20 inches long.

 

Deixando-nos, no entanto, entalados entre as versões dos apoiantes das Teorias das Conspiração (maioritariamente de leigos e/ou de autodidatas) e a constante negação da interpretação dos mesmos (“teóricos”) feita por parte das Agências Espaciais Internacionais, seus grupos de investigadores, técnicos e cientistas, aqui parecendo ter versões coincidentes entre leigos e eruditos (estes últimos sempre mais céticos, particularmente os assumindo-se, sem religião). E com o mesmo Emeritus William Romoser a insistir no seu ponto de vista pelos vistos científico (de que “a Vida lá está, só que não a queremos ver”):

 

"The presence of higher metazoan organisms on Mars implies the presence of nutrient/energy sources and processes, food chains and webs, and water as elements functioning in a viable, if extreme, ecological setting sufficient to sustain life. I have observed instances suggestive of standing water or small water courses with evident meander and with the expected blurring of small submerged rocks, larger emergent rocks at the atmosphere/water interface, a moist bank area, and a drier area beyond the moist area. Water on Mars has been reported a number of times, including surface water detected by instrumentation on Viking, Pathfinder, Phoenix, and Curiosity.” (Emeritus William Romoser)

 

(texto/legendas originais: a partir de leitura de artigo Evidence of life on Mars em phys.org − imagens: phys.org e esa.confex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:08

19
Nov 19

No início do Terceiro Milénio após o desaparecimento do “Alienígena Espacial” que um dia nos apresentou e prometeu o “Céu (já lá vão, segundo a nossa história, 2019 anos), continuando presos no mesmo e pequeno “Ponto Azul” e sem que o “Nosso Aliena” tenha dado, entretanto testemunho público, da sua presença

 

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Terra e Marte

 

– Deixando-nos entre duas opções possíveis,

(neste mundo hoje-em-dia − e eliminadas as cores – condicionado ao Preto & Branco e mesmo assim, suprimindo as tonalidades intermédias)

 

Terem-nos abandonado definitivamente

(durante a evolução do nosso processo evolutivo e de desenvolvimento)

 

Ou estarmos ainda num período (transitório)

n/ presencial do ciclo (n/ necessitando da presença efetiva desta Entidade) –

 

Enquanto o nosso Alienígena Espacial não reaparece (fisicamente) e simultaneamente continuando a prestar-lhe a devida homenagem − tal como o têm vindo a fazer sucessivamente com fé e profunda esperança os nossos antepassados (acreditando num Deus ou não, mas dando total crédito à morte) − incompreensivelmente (nós todos e sem exceção, de uma forma ou de outra) e sem qualquer tipo de lógica (como se a Terra fosse infinita e a sua exploração o nosso único objetivo) continuamos impunemente a destruir não só o nosso planeta como a nossa civilização − ainda-por-cima invocando nada podermos fazer (em sentido contrário) – ao mesmo tempo que talvez como redenção/Religião (sendo nós extremamente religiosos, certamente dos nossos pecados)  mas também por seleção necessária e obrigatória/Científica (de sobrevivência da nossa espécie, isso se não quisermos representar o mesmo papel dos Dinossauros) apontamos para o que nunca passará de mais uma (entre tantas, por mera falta de orientação) impossibilidade: com a Terra no decurso do seu processo evolutivo (integrada no Sistema Solar, de mais de 4,5 biliões de anos) a meio do seu percurso de Vida (acompanhando a evolução do Sol, talvez um total de 10 biliões de anos), pretendendo-se eliminar o limite (imposto) e sabendo-se integrar o Universo (Infinito), nada mais nos restando senão sair de casa (da Terra, o mais breve possível) e partir para outras paragens (para o Espaço) − em Viagens Interplanetárias (com 7 planetas disponíveis), ponto de partida para a procura de uma outra estrela compatível (sua escolha e adoção) com as Viagens Interestelares. Mas faltando-nos a nave (espacial) compatível com esta ambição (da Exploração do Universo pelo Homem) − com homens no local tripulando-a e não com um comando à distância (remoto e a várias UA de distância) − e para além disso (e sobretudo) faltando-nos a vontade (perdida memória e cultura, de pensar) e a ambição (face à dor de sobreviver, de existir) tão característica da nossa espécie, tal Evento sendo impraticável − pelo menos de momento e segundo o que se conhece − tanto a nível de conhecimento científico como de evolução (revolução) tecnológica (presente): entregue a iniciativa espacial aos privados (tal como com a exploração da água, das fontes de energia, dos transportes, da educação, da saúde, etc., levada a cabo na Terra pensando-se apenas na obtenção de mais-valias e com tão maus resultados até agora obtidos), optando-se obvia e deliberadamente pela matéria-prima em substituição das pessoas, daí a proliferação de conflitos.

 

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China Rover Mars 2020

 

E não existindo saída (para todos, na Terra ou fora dela) insistindo-se sempre no mesmo (nas sondas automáticas), todos eles optando apenas, para ver qual deles “o melhor(do acontecimento e naturalmente, tirando mais proveito): pelos vistos sendo Marte o primeiro planeta a ser invadido, para já por veículos motorizados – para os marcianos caso existam (ou tenham existido) alienígenas (ou talvez não, existindo algum tipo de ligação Terra/Marte) − norte-americanos (já lá e “a caminho”), russos, europeus e até chineses (estes últimos “a caminho”). E na concretização desta tentativa de saída talvez um pouco delirante por obsessiva (há já quase um século que o Homem, largando o projeto Apollo, abandonou os voos tripulados), escolhendo-se logo para o Homem um planeta com um Ambiente Extremo, sem atmosfera (extremamente rarefeita), sem água visível (pelo menos à superfície) e como que calcinado (por milhões e milhões de anos de bombardeamentos de objetos, raios solares e raios cósmicos), apresentando-se como um deserto árido e sem vida juncado aqui e ali por pequenas/grandes rochas todas elas mais ou menos cobertas por extensões maiores ou menores de dunas, poucos segundos nos proporcionando de Vida caso lá puséssemos (tal como o fazemos na terra) o nosso pé: o célebre Planeta Vermelho ainda hoje sujeitando-se à nossa Imaginação pelos seus pretensos (mas pelos vistos inexistentes) Canais − sem água – quando outros mundos mais promissores (sendo certa a presença de água) e ainda pertencendo à vizinhança (ao nosso Sistema Planetário) − apesar de mais distantes (mas tudo custa, no fim “sabendo melhor”) − continuam esquecidos ou postos de lado (entre outros como Ceres e como algumas luas de Júpiter como  Europa ou de Saturno como Enceladus), talvez lhes sobrando (sendo dedicado) uma ou outra sonda (automática, certamente com um veículo terrestre, talvez com um veículo aéreo e equipada, não ainda com um robot mas com um laboratório).

 

Mas regressando-se à obsessão apontando de novo a Marte (seja o interesse e investimento público, seja em alternativa ou em conjunto privado) e considerando ainda o peso de todos os intervenientes e interessados nesse (grande) investimento – com os EUA já lá e a Europa/Rússia (cooperação ESA/ROSCOSMOS) e a China (tentando mesmo construir a sua própria Estação Espacial) já a caminho – na corrida ao Planeta Vermelho e antes da chegada dos terrestres (alienígenas para os “marcianos”), assistindo-se já no presente a uma verdadeira perseguição ao planeta (nosso vizinho) com três novas sondas planeadas para se dirigirem e aterrarem (no mesmo), partindo para o ano (2020) e chegando no seguinte (indo fazer companhia à Curiosity − com Rover − e à InSight − sem o mesmo, ambas norte-americanas): a sonda norte-americana Mars 2020, a sonda europeia (num projeto conjunto com a Rússia) ExoMars 2020 e ainda uma sonda chinesa – não só com veículos motorizados, talvez com veículos aéreos. E acreditando-se na ligação Marte/Terra (especialmente no atualmente mais “pobre”, em Marte) − podendo um deles ser o passado, ou o futuro do outro − dependendo daí a resposta (dúvida) da nossa adaptação, integração e evolução (sobrevivência).

 

Talvez até 2030 ainda sem voos tripulados (no presente, só viagens de ida e volta à ISS) e sendo a Viagem a Marte uma “conversa de treta(dado interesses paralelos, muito mais importantes, por muito mais lucrativos), sem grandes inovações (em viagens mais longas, mais cuidadas, logo mais problemáticas) apenas com objetivos comerciais (em viagens de prospeção de mercado, podendo até 2050 ter-se já iniciado, algumas operações de mineração). Viagens Interplanetárias de passageiros, talvez no próximo século (XXII) e só se alguém nos refundar, irreversível e mentalmente (implodindo-nos o cérebro, livrando-nos do seu interior e deixando-nos impregnar de uma forma ilimitada − e utópica − por tudo aquilo rodeando-nos, formando um todo): se, entretanto, a Terra não explodir.

 

(imagens: nasa.gov − Xinhua/CNSA/space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:35

17
Nov 19

As sondas Mars 2020 (NASA) e ExoMars 2020 (ESA/ROSCOSMOS)

a serem lançadas em 2020 (e chegando a Marte no início de 2021).

 

[Entre outros dos seus objetivos, em busca de estromatólitos ou de outros fósseis-rochosos, podendo num determinado espaço-tempo, significado e sido traduzido, por Vida.]

 

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Austrália

Cientistas envolvidos nos projetos

Mars 2020 (NASA) e ExoMars 2020 (ESA/ROSCOSMOS)

Estudando os estromatólitos

Das formas de vida fossilizadas mais antigas e já confirmadas

 

No próximo ano (2020) com duas novas sondas automáticas (uma da responsabilidade da NASA a outra da ESA) a serem lançadas (um dos EUA a outra da Rússia) em direção ao planeta Marte (no dia de hoje a cerca de 2,47UA da Terra) − a sonda MARS 2020 (Agência Espacial Norte-Americana) e a sonda EXOMARS 2020 (Agência Espacial Europeia) – em terra (e no planeta Terra) e fazendo parte dos preparativos das duas missões, um grupo de cientistas (de ambos os lados) procura na superfície do continente australiano (na região de Pilbara, localizada a noroeste) indícios que lhes possam fornecer informações (por comparação de amostras recolhidas na Terra e posteriormente em Marte) de que algo de semelhante poderá ter ocorrido em Marte: estudando no local (Austrália) a sua superfície rochosa, bem conhecida por conter impressa através de um processo (físico-químico) de muitos e muitos milhões de anos (de transformações, evolução) – talvez com um início há uns 3,5 biliões de anos, nalgum tipo de caldeira − exemplares da mais antiga forma de vida conhecida e tendo habitado o nosso planeta, os Estromatólitos – uma “rocha fóssil”.

 

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Rover ExoMars 2020

Expedição exobiológica tentando descobrir se alguma vez no seu passado

terá existido Vida em Marte, c/ o rover a ter como missão

estudar a possível existência de moléculas orgânicas, capazes de

“erguer o edifício químico, composto pelos diferentes módulos de Vida”

 

E presumindo-se ter existido água em Marte (pertencendo este a um sistema planetário com mais de 4,5 biliões de anos) há uns 3 /4 biliões de anos (como pensam por todos os sinais e vestígios, cada vez mais cientistas), a afirmação de que

 

Between 3 billion and 4 billion years ago at the Mars 2020 landing site, Jezero Crater, a river flowed into a body of water the size of Lake Tahoe, depositing delta sediments packed with clay and carbonate minerals. The conditions were ideal for stromatolites to form on the shorelines.” (nasa.gov)

 

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Estromatólito

“Pode ser definido como uma rocha fóssil formada por

atividades de microrganismos em ambientes aquáticos” (wikipedia.org),

das mais antigas conhecidas na Terra

e podendo datar de há 3,5 biliões de anos

 

Duas sondas cada uma delas apetrechada pelo seu respetivo “automóvel” ou veículo motorizado, uma delas transportando o ROVER MARS 2020 (aterrando na cratera JEZERO) −a ser lançada entre Julho/Agosto de 2020 (e aterrando em Marte em Fevereiro de 2021) − a outra transportando o ROVER ROSALIND FRANKLIN (aterrando na planície OXIA) − a ser lançada em Julho/2020 (e aterrando em Março/2021): 2 veículos que irão a partir do fim do primeiro trimestre de 2021 fazer companhia ao seu antepassado (mas ainda bem ativo) o ROVER CURIOSITY, tentando saber ainda mais da História Geológica deste planeta nosso vizinho (exterior), assim como sobre a sua evolução (com uns 4,5 biliões de anos), sobre a possibilidade de nele ter existido água (no início, distando talvez de 3/4 biliões de anos) e até de nalgum dia do seu já distante passado nele ter existido Vida. Daí a “caça aos fósseis”.

 

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Mars Pathfinder

Capturing hearts and minds around the world with its dramatic landing on July 4, 1997,

and its tiny rover − the first wheels ever to roll on Mars –

Mars Pathfinder became a cultural icon, as well as

a record-breaking phenomenon on the brand-new World Wide Web (nasa.gov)

 

Tudo isto e segundo a NASA (e certamente secundado pela ESA e pela ROSCOSMOS, esta última, a Agência Espacial Russa) com um único objetivo e intenção (sendo um trabalho a três, conjunto):

 

NASA will use Mars 2020 and other missions, including to the Moon, to prepare for human exploration of the Red Planet. The agency intends to establish a sustained human presence on and around the Moon by 2028 through NASA's Artemis lunar exploration plans. The ExoMars program is a joint endeavor between the European Space Agency and the Russian Federal Space Agency (Roscosmos).” (nasa.gov)

 

E com as Agências Espaciais Governamentais (tomando os EUA como referência e com as outras um dia e por efeito de dominó, a poderem acompanhá-la) − continuando na senda de novas descobertas, a sua aventura através do Sistema Solar, utilizando as suas sondas automáticas (não tripuladas, logo com menos custos e obviamente perigos, para os seres humanos)

 

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Presença Humana em Marte

Depois do setor Governamental assumir a liderança da Exploração do Espaço

c/ a participação de agências como a NASA/ROSCOSMOS/ESA (entre outras),

surgindo em força a iniciativa privada (Space X)

tentando desviar p/ si algum investimento e ficar do “bolo” com a maior parte

 

Apesar de todo o seu passado histórico (na Conquista e Exploração do Espaço) e da inegável contribuição (e formação para o Homem, situando-o no Universo) para o desenvolvimento da nossa Sociedade & Civilização (científica e tecnologicamente) − e até do sacrifício de vidas humanas (astronautas) na tentativa voluntária e heroica de fazer chegar as suas “naus & caravelas” (naves espaciais) a outros mundos (como a Lua) e oceanos nunca antes navegados (como o espaço interplanetário) – a serem no presente ultrapassadas pelo aparecimento das Agências Espaciais Privadas, com estas desviando para as suas mãos muito do financiamento anteriormente dirigido para o sector Governamental (EUA/NASA), asfixiando-as parcialmente (deixando-lhes a investigação e as sondas automáticas) e erguendo-se como as Agências Espaciais do Futuro (ficando para eles as naves tripuladas e a exploração do mercado espacial) como será o caso (por ex. e nos EUA) da Space X, da Virgin Galactic e da Blue Origin.

 

Entretanto já com 7,5 biliões de habitantes continuando à espera, olhando pensativa e pacientemente para um já gasto monitor de TV, ligado a uma câmara telecomandada da Terra dizendo-se que atualmente a 0000Km.

 

(imagens: nasa.gov – Ruth Ellison/flickr.com/wikipedia.org – ESA/nasa.gov − Ruth Ellison/flickr.com/wikipedia.org – nasa.gov/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:02

16
Nov 19

Como se estivéssemos num Mundo Alienígena,

dando-nos para nosso usufruto,

dos ambientes mais extremos.

 

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Fontes termais rodeando o vulcão de Dallol

(Etiópia)

Devido às condições ambientais extremas aí verificadas

(acidez/salinidade/temperatura)

Não apresentando qualquer tipo de sinal da existência de Vida

(Tolerância Zero)

 

Má notícia para todos aqueles que acreditam que a Vida se adapta a qualquer lugar, na Terra como até fora dela − ou seja, no Espaço exterior − com o exemplo destas fontes hidrotermais situadas na ETIÓPIA (sudeste africano) e inseridas numa superfície (quente) rodeando o vulcão de Dallol: com as fortes tonalidades observadas − esverdeadas e amareladas – sendo denunciadoras da sua composição (superácida, supersalgada, além de superquente) e ação (podendo em ação conjunta e numa situação extrema, tornar extremamente difícil a existência nesse local de Vida). Neste caso das fontes termais rodeando o vulcão Dallol, com as análises aí efetuadas a resultarem numa conclusão (a ser verdade, infelizmente) indiscutível: face à combinação extrema destes três fatores (forte acidez, elevada salinidade e altas temperatura) com as amostras aí recolhidas a estarem completamente desprovidas – como se se tratasse de um caso de “Tolerância Zero” − de qualquer tipo ou forma de Vida. Apesar de outras experiências anteriores não terem chegado à mesma conclusão (notando-se aqui e ali, algum resquício de vida) − segundo os cientistas, tendo sido menos rigorosas − dado o cuidado tido agora com todos os problemas de possíveis contaminações, com o resultado a levantar outros problemas (paralelos) e outras questões − como será o caso da existência de Vida para além da Terra, no Sistema Solar, noutras galáxias, no Universo:

 

“Scientists Find a Spot Where No Life Can Survive.

That's Bad News for Alien Hunters.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Se na Terra e dadas as condições ambientais extremas (e apesar de tudo o que de contrário a rodeia) existem lugares onde a percentagem de êxito de Vida é “Zero”, teremos que esperar que no Espaço e noutros ambientes semelhantes, a Vida (pelo menos tal como a conhecemos) será bem difícil de encontrar para os seus “Caçadores” − esperando ver nos “encontrados e extraterrestres” a sua imagem. Mas sozinhos ou mal-acompanhados um dia teremos (forçosamente) de abandonar este planeta, tendo para já escolhido um (para habitarmos mesmo que temporariamente, de passagem) por acaso (ou coincidência?) de condições bem extremas: um planeta perto de nós (a poucos meses de viagem) que mal lhe puséssemos o pé em cima (um objeto completamente exposto e sem nenhum tipo de proteção, sem atmosfera nem água), nem nos daria tempo para um ai quanto mais para um vislumbre – e para onde um milionário norte-americano (Elon Musk) pela sua ação podendo ser considerado “louco ou guru” enviou uma viatura (da sua empresa automóvel Tesla) − lançado inicialmente para o Espaço por outra empresa sua (a Space X) − conduzido por um insuflável (Starman, o Homem das Estrelas) mas nunca o alcançando (o planeta Marte). Mas se é certo que existem locais onde a Vida é inviável, a Terra também é por si uma prova, de que até os opostos podem coexistir (e porque não e tal como o caos e a ordem, completar-se).

 

(imagem: Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25

19
Set 19

“Vulcão Prestes A Entrar Em Erupção”

 

A próxima grande erupção a ocorrer no Sistema Solar

Não será na TERRA, mas em IO

 

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Imagem da lua de Júpiter IO, podendo-se observar espalhadas pela sua superfície grandes planícies apresentando caldeiras vulcânicas e lava líquida, fluindo das mesmas – no seu canto inferior/direito surgindo o lago de lava de LOKI PATERA em forma de U, com mais de 200Km de diâmetro e no presente ativo

 

Com a maior depressão vulcânica da lua de Júpiter IO a estar localizada em LOKI PATERA, uma cratera (do vulcão mais ativo e poderoso de todo o Sistema Solar) com mais de 200Km de diâmetro e contendo um “lago de lava ativo”. E com os primeiros registos deste tipo de atividade geológica a reportarem-se a 1979. E pelos vistos (segundo os cientistas observando e estudando esta lua vulcânica e ativa) sendo eventos periódicos. Tendo sido registado o último em Maio de 2018.

 

Enquanto se espera que a próxima grande erupção vulcânica se dê provavelmente na região mais geologicamente ativa da Terra (em sismos e em erupções) ou seja no Círculo de Fogo do Pacífico, os cientistas vêm-nos agora informar da eminente ocorrência de uma grande erupção vulcânica (submarina ou à superfície) não na Terra, mas num dos “Maiores Infernos do Sistema Solar” a lua de Júpiter IO: ao contrário das outras três Luas de Galileu (Calisto, Ganimedes e Titã) não sendo conhecida por poder possuir (no seu subsolo) depósitos de um líquido para nós tão precioso como a Água (ou não estivesse a Terra maioritariamente coberta de Água e não fosse o nosso corpo maioritariamente constituído pelo mesmo composto, H₂O), no seu caso (de IO a 4ª maior lua de Júpiter e de todo o Sistema Solar) sendo por sua vez caraterizada e conhecida como um “Mundo Vulcânico” extremamente violento (e jovem) e coberto por cerca de 400 vulcões (todos ativos) − transformando-a no corpo mais ativo de Mercúrio a Neptuno. Situando-se num dos lugares mais frios do Sistema Solar (dada a sua grande distância relativamente ao Sol) e no entanto, com as suas grandes erupções vulcânicas podendo atingir temperaturas na ordem dos 1700°C (mais elevadas dos que as temperaturas registadas no presente na Terra, talvez semelhantes às temperaturas registadas no seu período inicial).

 

“Io is heated by tidal interactions with Jupiter, which squeeze the moon and heat it up”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E segundo os especialistas com o Evento a estar previsto

Já para este mês de setembro, entre os dias 15/20

 

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Imagem no campo superior/esquerdo da lua de Júpiter IO, entrepondo-se entre a sonda automática Juno e o planeta Gigante Gasoso – no seu movimento em redor do planeta projetando neste a sua sombra e estando IO tão perto de Júpiter, bloqueando totalmente o Sol − e daí o círculo de sombra completamente negro, sem zona de penumbra

 

Desde 2002 chegando-se à conclusão e confirmação desse fenómeno geológico e regular (periódico) em curso nas proximidades de Júpiter (localizado entre 588/968 milhões de Km da Terra) – neste caso na lua IO – feitos e revistos os cálculos chegando-se a um período de duração (entre erupções mais violentas) de cerca de 500 dias. E em função da última erupção registada, prevendo-se a seguinte para os próximos dias (em princípio até 20 de setembro ou por aí) − só se tendo que fazer as contas desde 05.2018.

 

Com as Luas de Galileu orbitando o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (só suplantado pela sua estrela de referência o Sol) – JÚPITER para além do Rei-Sol o magnífico e poderoso Farol e uma das nossas últimas Muralhas Defensivas (protegendo a Terra e a Vida, em exclusivo nela existente) – podendo num “Cenário Futuro (a médio-prazo, num período mínimo de uns 50 anos, talvez só no decorrer do próximo século) transformar-se numa das principais bases de implantação de colónias terrestres num outro mundo (que não a Terra, extraterrestres/alienígenas), no caso de trio Calisto/Ganimedes/Titã dadas as suas potências reservas de Água e já no caso de IO e dada a sua intensa atividade vulcânica (fazendo-nos recordar a Terra, no seu início Geológico) podendo no decurso desse processo criar as condições básicas e essenciais para o aparecimento de Vida (seja sob que forma for): desde que a curto-prazo (digamos que entre 2020/30) e tal como prometido antes (com a Apollo 11 tocando a Lua há 50 anos) − aí negativamente não se cumprindo e desistindo (abandonando-se o Programa Apollo há 47 anos) − prometendo-se depois e agora, nova mas efetivamente (desde o início desta 2ª década do séc. XXI) − e então se aplicando e concretizando − a instalação dos Entrepostos Intermédios tanto na Lua como em Marte.

 

(imagens: NASA − swri.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:16

07
Ago 19

A transformação de um Rover Lunar − o LUNOKHOD-1

Num Rover Terrestre − o STR-1

(SPECIAL MOBILE ROBOT STR-1 FOR LIQUIDATION OF THE ACCIDENT CONSEQUENCES

AT THE CHERNOBYL NUCLEAR POWER PLANT/rovercompany.ru)

 

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Rover STR-1

Utilizados com sucesso na limpeza do reator de Chernobyl

 

Num artigo de Pedro Teles (07.08.2019) publicado em 24.sapo.pt – “Chernobyl, rovers lunares soviéticos e o futuro da exploração espacial – a constatação de como o investimento na Exploração Espacial (Espaço exterior) pode trazer consigo grandes contributos e benefícios (científico-tecnológicos) para a melhoria das nossas condições de Vida no nosso planeta (Ecossistema Terrestre).

 

No exemplo relatado com os protagonistas a serem os ROVERS LUNARES SOVIÉTICOSutilizados nas suas missões lunares entre 1969/77 e no final desse período desativados – por extrema necessidade, entretanto sendo recuperados, chamados para desempenhar outras funções (não na Lua, mas na Terra), reconvertidos (de missões de exploração para missões de “limpeza”) e finalmente rebatizados como STR-1.

 

E assim sendo esta a notícia: Os rovers Lunokhod redesenhados e rebatizados STR-1 foram utilizados durante 60 dias na limpeza do reator de Chernobyl antes de sucumbirem à elevadíssima radiação. Resistentes em condições extremas, podem ser a resposta para acelerar a exploração espacial”. Ou seja, com as vantagens a terem mais do que uma direção: do Espaço obtendo-se benefícios em Terra e em Terra complementando-se esse benefício no Espaço (numa espiral evolutiva).

 

E dessa forma “Acelerando-se a Exploração Espacial”.

 

[Artigo de Pedro Teles a ler em: “24.sapo.pt/tecnologia/artigos/chernobyl-rovers-lunares-sovieticos-e-o-futuro-da-exploracao-espacial”.]

 

(imagem: rovercompany.ru)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:45

“Sem que o saibamos podendo estar neste preciso momento na TERRA,

a ser observados por URSOS D’ÁGUA recentemente instalados na LUA.”

 

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Um Urso d’Água na Lua

(sobrevivendo ao impacto e ao ambiente externo)

 

Depois de meio século a olhar para a LUA (1969) sabendo a partir de documentos oficialmente certificados e até hoje não desmentidos (tanto pelas várias missões Apollo tocando a superfície, como por todas as outras missões posteriores mesmo que apenas orbitais ao nosso satélite natural) que nela não existiriam sinais de VIDA ORGÂNICA, eis que de repente somos surpreendidos pela notícia publicada em 06.08.2019 pelo site LIIVE SCIENCE (livescience.com) de que ao contrário do que seria expetável (por todo o conhecimento e informação até hoje transmitido(a) e assimilado(a)) poderia existir Vida na Lua: olhando para nós, sem que nos apercebamos”.

 

Toda esta história se iniciando após a sonda israelita BERESHEET se ter despenhado (na Lua) seguindo a sua fracassada tentativa de alunagem (tentada a 11 de Abril deste ano) – no que seria a 1ª vez (momento histórico) que uma nave espacial israelita faria a viagem Terra/Lua (e viagem de retorno) tocando a superfície da Lua – explodindo e fragmentando-se após o impacto e como consequência podendo ter “contaminado” todo o cenário (“paisagem lunar”) em seu redor: eventualmente e como consequência deste incidente espalhando centenas de TARDIGRADAS (“aqui desidratadas como a Lua”) sobre a superfície lunar.

 

Não transportando astronautas (missão não tripulada) – ou seja Vida Humana − mas transportando consigo exemplares de DNA e as tais Tardigradas (desidratadas/conservadas) − representando Vida Orgânica (conforme comunicado, publicado quase 4 meses depois do incidente, registado a 11 de Abril). E se quanto às amostras de DNA as probabilidades de as mesmas terem sido de imediato destruídas seria praticamente de 100% − dado o ambiente extremamente hostil (radioativo, tóxico e mortal) da atmosfera lunar pata com a esmagadora maioria (se não a totalidade) da Vida Terrestre – já quanto às TARDIGRADAS “a conversa poderá ser outra e bem diferente”.

 

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Local de queda da sonda Beresheet

(ao centro mais claro após o impacto)

 

Podendo estes Animais – pertencendo na Terra ao REINO ANIMALIA (“reino biológico composto por seres vivos pluricelulares, Eucariontes, heterotróficos, cujas células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao ambiente − possuem tecido nervoso − que os envolve”/wikipedia.org) − ter sobrevivido ou não ao impacto e em caso afirmativo (cumprimento de uma 1ª fase), até podendo vir-se a adaptar ao meio ambiente lunar (numa possível 2ª fase). Mas será que resistem mesmo e porquê (acreditando na sua sobrevivência em condições tão extremas) os URSOS D’ÁGUA?

 

Com as TARDIGRADAS, URSOS D’ÁGUA ou LEITÕES-DE-MUSGO, a serem criaturas (seres vivos) microscópicas (0,05mm a 1,2mm), com forma tubular e assentes em 8 pernas cada uma apresentando pequenos dedos (como se fossem de uma mão/pé), tendo como uma das suas principais características para além da sua pele extremamente seca, ser conhecida (na Terra) como “praticamente INDESTRUTÍVEL” (suportando condições extremas, mortais para qualquer outra espécie animal): aguentando temperaturas ambientais entre um mínimo de 200°C Negativos e um máximo de quase 150°C positivos (e uma amplitude térmica de 350°C), para além da ação (negativa) das radiações (solares/cósmicas) e de se encontrar (dada a ausência de atmosfera) no Vácuo. Resistindo a condições extremas e mesmo assim (e parecendo já morta) como que “Ressuscitando dos Mortos” – o mesmo podendo suceder na Lua.

 

Ficando aqui apenas uma dúvida: estudados há mais de dois séculos mas ainda rodeados por muitos mistérios (e “desconhecimentos”) − mas aí já conhecidos, existentes e presentes, como muitos outros microrganismos − antes da sonda israelita o fazer outras o terão feito (como as missões Apollo), tendo tocado a superfície da Lua, contaminando-a de imediato, mas disso não se falando … tanto, pelo menos até agora. Logo, porque só hoje a notícia (sendo óbvio, porquê a novidade),Silly Season Científica”? (sendo que para muitos − de nós − recordar é viver, ou seja, ressuscitar).

 

(imagens: flipboard.com – wired.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

04
Ago 19

[Num Processo de Secagem Inconsequente.]

 

O que NEIL ARMSTRONG e BUZZ ALDRIN viram (no decurso da histórica e memorável missão APOLLO 11) – com Michael Collins a espreitar lá de cima (orbitando a Lua) a partir do módulo de comando COLUMBIA − ao olharem pela pequena janela do módulo EAGLE (o módulo lunar), aquando da sua descida e alunagem em 20 de Julho de 1969, na superfície do nosso único satélite natural (localizado a cerca de 384.300Km da Terra) a LUA.

 

Sem notícias da presença de residentes locais (nem de influenciados pela Lua, mais comumente denominados como “lunáticos”).

 

Num terreno árido como será um dia Albufeira.

 

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O local de alunagem do módulo Eagle

Registado há meio século

 

E o que será de nós se (por nossa opção ou não) tivermos parado de vez?

(daqui a umas centenas, milhares, milhões de anos, com todo o nosso Ecossistema alterado)

 

Certamente num cenário desolador e sem grande contraste − e como que se, se apresentasse, a “Preto-e-Branco” − posto perante seres alienígenas oriundos de um Mundo Construído e Elaborado a “Cores” e sobretudo único (no Universo), a poder afirmar perentoriamente conter Vida. Algo que um dia (com a Lua progressivamente a afastar-se) poderá acontecer com a Terra.

 

Mas ainda existindo a “Esperança” de que no interior do nosso Sistema Planetário (SOLAR) e acompanhando os Gigantes Gasosos (Planetas Exteriores como por ex. Júpiter e Saturno), uma das suas luas (das quase 200 sendo cerca de 140 de Júpiter/Saturno ou seja 70%) – como por exemplo EUROPA (uma das quase 80 luas de Júpiter) – tenha Água (em qualquer estado) e acompanhando-a (para além da ainda misteriosa Vida Mineral, a nossa estrutura central, a nossa “coluna vertebral”) Vida Orgânica.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

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(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

toolkit-01.jpg

 

Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

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No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

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E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

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