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Eles que se Lixem, mas deixem-nos o Planeta

Terça-feira, 11.01.22

“Upper ocean temperatures break records for sixth year.”

(11.01.2022/openaccessgovernment.org)

“Low oxygen and sulfide in the oceans played greater role in ancient mass extinction.”

(10.01.2022/phys.org)

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Oceano Atlântico

(perto de Salvador, Baía, Brasil)

Mais uma vez reconfortado por apenas se tratar de mais uma inevitabilidade (nada com que a gente já não contasse) ou seja, nada de novo aparecendo sob o nosso campo de observação (com o avançar da idade, um campo ainda mais limitado) ─ o Planeta continuando a rodar, com 8 biliões de humanos movimentando-se nele

E das 667 notícias recebidas, 666 ─ o “Número da Besta” ─ sendo sempre más,

Chegando ao meu já velho e habituado (aos erros e necessidade de correção, experimentação e aprendizagem por repetição, replicando) processador pessoal bio, obviamente não da última geração e aí absorvendo mais um dos componentes divulgado pelos três números iguais e sucessivos da “Besta”,

Tomando conhecimento que entre os últimos recordes batidos pelo nosso planeta, influenciando o funcionamento de todo o seu Ecossistema ─ aquela estreita camada envolvendo a Terra, onde até existe algo de único, a Vida ─ este local que até já pode ter sido um dia o Paraíso (enterrado num passado de mais de 4,5 biliões de anos de idade),

─ Talvez beneficiando de a sua população inicial se limitar a dois indivíduos, Adão e Eva ─

Depois do que já sabíamos sobre a subida constante das temperaturas atmosféricas, batendo e atingindo sucessivos recordes anuais, para completar este ramalhete do “Diabo” ─ conduzindo-nos inevitavelmente a algo de extremamente desagradável para a sobrevivência humana, talvez tal como ocorreu com os Dinossauros, à nossa própria extinção ─

Nem sequer se protegendo a nossa casa (para já o nosso único refúgio), o planeta Terra,

A afirmação (feita por especialistas) de que “o calor acumulado nos oceanos bateu novos recordes em 2021”. (lifestyle.sapo.pt)

Além da continua subida de temperaturas em terra, para lá de tudo o mais como Alterações Climáticas, Aquecimento Global, Degelo dos Polos, Efeito de Estufa, etc. e cada vez por mais vezes, quase que “nos fritando a cabeça” (derretendo-nos os miolos), colocando-nos agora e falando-se da parte líquida dos oceanos (cobrindo cerca de 70% da área terrestre),

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Terra sem Oceanos

(topografia)

Diante deste “novo”, bem antigo e enorme problema, agora tomando-se real por confirmação e sua respetiva divulgação como alerta e aviso à navegação ─ vendo-nos ao olhar de terra para o oceano, um verdadeiro caldo, mas não sendo um “caldo verde”, quando muito um caldo já desta Era Industrial como o caldo Knorr, de peixe, de marisco e muito mais,

Colocado numa panela ainda a aquecer,

Terminado o processo (de cozedura) certamente que não sendo (servido) para nós ─ estando nós, sobre a terra ao lado (levando por tabela/dano colateral) ─ servindo quando muito (a nossa presença) sendo parte integrante do menu (de Alguém) e como alternativa ao peixe, uma outra opção apresentando-se um prato de carne, um “grelhado na telha, no solo”.

Não se vivendo esse Fim-dos-Tempos pelo menos para já e para nós ─ e continuando-se indefinidamente a fazer o mesmo, pelo menos até nós desaparecermos, os outros que se seguem ainda têm tempo, no fundo que se “lixem”, existindo outras prioridades no presente ─ se para os outros (que se seguem) certamente que serão inúmeras e crescentes as desvantagens,

No entanto para nós, ainda podendo ser exploradas em nosso benefício (a subida das temperaturas, o calor) ─ a aproveitar até porque amanhã já poderá não se apresentar no auge da sua potencialidade, dando o máximo prazer ─

Imagine-se, entrando numa água bem quentinha usufruindo em pleno desse líquido rodeando como um lubrificador o nosso corpo físico, enquanto com a outra mão apanhávamos uma mão cheia de camarões bem saborosos, fresquinhos, sabendo a mar, irresistíveis, claro está com uma mini ao lado (preservada numa mala térmica obviamente funcionando e tal como o forno, a energia solar).

Agora com os Oceanos a captarem ainda mais energia e como consequência aquecendo, absorvendo estes já entre 20% e 30% do dióxido de carbono emitido para a atmosfera e aumentando-se essa emissão ─ com forte contribuição humana ─ aumentando-se por sobrecarga a poluição marinha e com isso destruindo-se, depois da terra e da atmosfera os oceanos, enfim a nossa Terra.

Ainda em Vida, tal como na Terra nunca o Homem lutando por ela, paz à sua e à nossa Alma.

(imagens: wikipedia.org ─ pinterest.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41

Civilizações poderão ter sido várias (na Terra), com ou sem Camelo

Quarta-feira, 05.01.22

Vamos lá,

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Uma Partícula de Deus no interior do Universo

Mesmo que de uma forma rudimentar e como se fossemos um velho, ainda interessado em algo (mais), sendo leigo e curioso (dada a sua longa e constante experimentação), mas já por força da idade avançada, mostrando-se aparentemente lento e sedentário ─ sendo tão rápida a nossa passagem por este planeta, seja numa geração ou no conjunto total delas e como espécie dominante, bastando para tal (compreendendo-se o princípio, o meio e o fim da história) olhar para a espécie anterior e dominante, entretanto extinta e sendo posteriormente substituída pelo Homem ─ tentar entender e interiorizar (acreditando nos nossos resultados teórico-práticos obtidos) de uma forma o mais simplificada possível até para não nos perdemos (no desenvolvimento lógico e natural do processo), se haverá algum tipo de ligação mesmo que aleatória e colateral, por um lado entre o aparecimento da Terra como componente geológica e representante do Mundo Mineral (a nossa espinha dorsal, o suporte de base Universal) neste cenário (percecionado graças aos nossos órgãos dos sentidos, evoluídos, adaptados) ─ que nós todos já tão bem conhecemos, deste pequeno ponto “Pálido e Azul” perdido na imensidão infinita do Espaço ─ e pelo outro entre o aparecimento no próprio planeta e suportado pelo mesmo e pelo seu ecossistema (certamente variável, dada a extensão imensa de tempo, ao mesmo proporcionado) do Mundo Orgânico, biológico, proporcionador de Vida, tal como a conhecemos e neste período, tendo o Homem como protagonista.

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A Evolução Geológica do planeta Terra

Nesse sentido e tal como faríamos connosco inicialmente (até para melhor nos situarmos, sendo o Espaço e o Tempo, parâmetros importantes) comparando “a idade” de ambos, da Terra e do Homem e desde já, para tirarmos algumas conclusões, a “idade” dos Dinossauros: (1) a Terra (o apoio, o suporte de Vida) tendo mais de 4,5 biliões de anos, (2) os Dinossauros (como espécie dominante e anterior à nossa) tendo por cá andado uns 167 milhões de anos e (3) o Homem (como nova espécie dominante) tal como o conhecemos hoje (o Homem Moderno) andando por cá há já 2 milhões de anos. Não esquecendo que formada a Terra, (0) surgindo de seguida no instante zero (biológico), os alicerces da Vida (há 3,5 biliões de anos).

Geologia/Instante zero: Formação da Terra há uns 4,5 biliões de anos.

Biologia/Instante zero: Origem da Vida há uns 3,5 biliões de anos.

Dinossauros/penúltima espécie dominante: período de duração de cerca de 167 milhões de anos (extintos há cerca de 60 milhões de anos).

Homem/última espécie dominante: período de duração atual, considerando o aparecimento do género Homo como referência, há mais de 2 milhões de anos 8º Homo Sapiens há menos de 0,5 milhões de anos).

Assim a Terra está aí há uns 4,5 biliões de anos (4.500.000.000 anos), os Dinossauros andaram por aí uns 167 milhões de anos (1/27 do tempo da Terra) e o Homem já anda por aí (pelo menos com uma forma exterior algo semelhante e depois de se afastar dos Australopitecos) há uns 2 milhões de anos (1/2250 do tempo da Terra) ─ nada se comparado com os Dinossauros (tempo do Homem = 1/84 tempo dos Dinossauros) para lá chegarmos, faltando ainda e no mínimo uns 58 milhões de anos (sabendo-se que a Terra ainda tem à sua frente, uns 4,5 biliões de anos de Vida), faltando pois, para o “The End” muito e muito tempo.

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A Evolução do Homem até ao seu produto final

Muito e muito tempo para o aparecimento de outra espécie dominante ─ seguindo-se à nossa ─ mas nunca esquecendo haver, História da Terra e da Vida, para a frente como obviamente para trás (da época dos Dinossauros), para trás deles ficando (4,5-0,2) ainda mais de 4 biliões de anos (por contar e esclarecer), mesmo muita “coisa” (tempo e eventos): se uma espécie tornando-se dominante como os Dinossauros andando por cá nem uns 200 milhões de anos, podendo-se supor que a Terra tendo surgido há uns 4,5 biliões de anos e a Vida na sua forma primitiva há uns 3,5 biliões, dando-se à evolução mais uns milhões/biliões de anos para se ajustar e lançar os seus novos protótipos de referência e melhorados, tornando-se aí e nesse momento a “versão terrestre de topo” (o modelo mais “aperfeiçoado”), dispondo-se por exemplo de um tempo mais limitado suponhamos de uns 2,5 biliões de anos (dando-se um bilião de anos para tudo estar bem preparado) e sugerindo-se (finalmente) a alternativa de não sendo a sua história linear e monótona (mas conjugando o caos e a ordem) a Evolução na Terra poder dar-se/concretizar-se por uma sequência de “Saltos”, muitas outras espécies poderão ao longo desta sucessão de Saltos, ter dominado anteriormente o planeta Terra, tendo aparecido, desaparecido e com o tempo apagando tudo, não deixando rasto (já engolido pela Terra, para um dia ser de novo devolvido). Andando para trás o Homem, os Dinossauros e certamente aparecendo muitos mais.

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A Caminho de uma Civilização Terrestre de tipo I

Em 2.500.000.000 de anos dando 200.000.000 a cada espécie querendo dominar ─ e já agora outro tanto de interregno até alguém se assumir, como o “dominador” ─ chegando-se ao número por ex. de 500.000.000 anos e a partir daí (200/500 milhões como limites) podendo-nos deparar com 10/25 Saltos, 10/25 Sociedades e 10/25 Civilizações, antes de nós podendo ter existido muitos mais e até podendo-se ser no final, “de origem” externa, alienígena (podendo o Homem ter vindo de longe, porque não vindo de aqui tão perto, podendo o remetente até ser Marte, na sua forma e apresentação tão parecido com a Terra).

Para os mais novos ficando a aventura, a exploração e a experiência, a capacidade de reconhecendo os nossos erros e evoluindo ─ adaptando-se melhor ─ persistir e conquistar novos conhecimentos e com eles novos territórios de sobrevivência, concluído o nosso percurso neste planeta e como já deverá ter sucedido antes (não compreendendo tudo, ainda completamente), sugerindo-se agora a chegada da nossa hora de pela nossa vez (e replicando) sermos os Deuses-Astronautas ─ tendo eles vindo cá com o objetivo de um dia a sua criação, fazer o mesmo mas agora com ela  e em favor de outra, perpetuando-se e aos seus Deuses (transformando-se o Homem num).

(imagens: dreamstime.com ─ oldcivilizations.wordpress.com ─ uv.es ─ medium.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

Da Conquista dos Oceanos, à Conquista do Espaço

Quarta-feira, 05.01.22

“Na concretização desta sequência (evolutiva),

estando a nossa sobrevivência (como espécie).”

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Planetas-Rebeldes

Uns 70 planetas sem estrela

Circulando livremente pela Via Láctea

Subfinanciada desde o desvio efetuado pelo próprio ESTADO, da fatia que mais interessa no sector AEROESPACIAL e em benefício dos PRIVADOS ─ respeitando ao HARDWARE espacial, fornecendo os VEÍCULOS de transporte (numa 2ª fase PRÁTICA, devolvendo mais rapidamente o investimento) ─ e como consequência a partir daí (vampirizada não equitativamente pela concorrência), ficando a NASA com a parte menos interessante, resumindo-se a SONDAS automáticas e ROVERS e à investigação CIENTÍFICA e tecnológica (numa 1ª fase TEÓRICA, demorando mais tempo em tornar o investimento satisfatório),

Enquanto nos EUA NADA se vê de RELEVANTE proporcionada pela iniciativa PRIVADA ─ perdida a crença da colonização de MARTE (proposta por ELON MUSK), com a SPACEX e o seu módulo espacial DRAGON andando entre a TERRA e a ISS (uns 400Km de viagem) e perdida a ilusão na capacidade imediata da BLUE ORIGIN (de JEFF BEZOS, mal chegando aos 100Km de altitude) e no avião da VIRGIN GALACTIC (de RICHARD BRANSON, nem tal altitude alcançando) ─ mantendo-se a NASA (agência espacial governamental) nos serviços mínimos, na CHINA e na RÚSSIA (aproveitando a REGRESSÃO norte-americana) persistindo-se no caminho traçado pelas suas agências governamentais/estatais (CNSA e ROSCOSMOS), indo de “vento-em-popa”, particularmente os chineses, podendo-se já afirmar estarem na liderança da Exploração e Conquista do Espaço, com as suas SONDAS AUTOMÁTICAS e ROVERS (na LUA, em MARTE), com a sua ESTAÇÃO ESPACIAL (alternativa à velhinha e prestes a ser descontinuada ISS) e planeando ainda a médio prazo começar a construir naves espaciais, não telecomandadas, mas destinadas a serem presencialmente tripuladas.

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Evolução do Sol

Do Big Bang inicial ao Sol do presente

No meio do seu percurso permitindo à Terra ter Vida

Regressando-se finalmente ao século passado aos anos 70, ás viagens TRIPULADAS de ida e volta até à LUA (num total de cerca 770.000Km) ─ 1.900X a distância TERRA/ISS ─ ainda-por-cima alunando-se e passeando-se sobre a sua superfície, e SEM o acompanhamento agora considerado fundamental/imprescindível de COMPUTADORES como os de hoje, antes LENTOS e se calhar equiparados às máquinas atuais de cálculo científico (ou nem isso, dependendo da máquina), em certos momentos da missão (e tal tendo-se verificado nas missões como a da APOLLO 11), entrando em colapso em CRASH (eletrónico) obrigando o recurso ao “método manual”.

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Terraformação de Planetas

Depois do plano para a terraformação de Marte

A hipótese da sua aplicação a Vénus

E para além da LUA e de MARTE, poderem ser dois ENTREPOSTOS importantes nas Viagens Espaciais (falando-se e até mais por perto, na possibilidade de terra formar VÉNUS), com a LUA a ser uma base de apoio externo à TERRA e MARTE a ser uma base de apoio a voos INTERPLANETÁRIOS (o último planeta do nosso SISTEMA SOLAR sendo NEPTUNO, hoje 04.01.2022 pelas 23:50, estando a mais de 4500 milhões de Km da TERRA), restando ainda muito por pesquisar, no interior e no exterior dos limites do nosso SISTEMA PLANETÁRIO (escolhendo como limite, a NUVEM de OORT): e agora dispondo dentro de poucas semanas (correndo tudo bem, umas três) do novo telescópio espacial JAMES WEBB (colocado a cerca de 1.500 milhões de Km da TERRA), capaz de “ver muito muito mais além” e sendo capaz de nos “contar a nossa História talvez desde o início do UNIVERSO” ─ utilizando os seus olhos “INFRAVERMELHOS” ─ conhecendo a existência de planetas exteriores, alguns deles podendo ser até “PLANETAS-REBELDES” (sem uma estrela conhecida de referência justificativo para o seu movimento e viajando livre e como um nómada no espaço), apenas se tendo que dirigir o ALVO bem lá para fora, tentando encontrar um (pelo menos num futuro, a não muito longo-prazo) andando ou passando por perto. Há muito procurando-se o “ainda nosso, mas perdido” PLANETA X.

Um dia e querendo sobreviver sendo inevitável para o HOMEM abandonar a TERRA, até porque o SOL tendo um fim e terminada a sua função, crescendo e aumentando de dimensão, acabando no decorrer do seu processo irreversível de autodestruição, por engolir e destruir a TERRA (adiando-se e ficando-se por cá, extinguindo-nos com ela). O SOL, a nossa estrela de referência e deste SISTEMA PLANETÁRIO, marcando desde já (e indiretamente) a marca cronológica do nosso destino (do HOMEM) ─ assim como o da TERRA ─ o ASTRO-REI formado há pouco mais de 4,5 biliões de anos e indo a cerca de metade do seu CICLO de VIDA, pelo menos minimamente suportável para a existência de VIDA (num total de uns 9 biliões de anos) ─ supondo-se transformar-se numa estrela anã-branca num prazo (a partir de hoje) de 7,5 a 9,5 biliões de anos.

(imagens: universetoday.com ─ sciencephoto.com ─ pixabay/GooKingSword/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17

O cometa Leonard

Domingo, 26.12.21

Imagem de uma VIDA (sendo ela tão curta ─ neste Universo Infinito ─ nem estando ao nível da curta vida de uma mosca), observando-se como pano de fundo a VIA LÁCTEA (nela estando nós incluídos), tendo no seu canto superior/direito os planetas MERCÚRIO (deslocando-se para a direita) e VÉNUS (o mais brilhante, deslocando-se para a esquerda) e finalmente e sendo o protagonista ─ a “imagem de uma VIDA” ─ o cometa LEONARD com um período orbital (e brutal, pensando-se em nós) de 80.000 anos. Até podendo ter vindo ─ socorrendo-se de teorias (por ex. ditas como conspirativas), integrando o Sol um sistema estelar binário ─ duma região do Espaço onde potencialmente se poderá encontrar a sua irmã-estelar.

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Cometa Leonard (C/2021 A1)

 No passado dia 12 de dezembro de 2021 atingindo

o seu ponto de maior aproximação à Terra

(34 milhões de Km)

Num registo capturado pelo telescópio instalado no satélite SOHO (da NASA), apanhando o cometa Leonard (C/2021 A1, descoberto logo no início deste ano 2021) no seu trajeto de aproximação ao Sol, passando o ponto mais próximo deste (do Sol, o seu periélio) ─ a 3 de janeiro 2022 (curiosamente um ano após a sua descoberta) ─ começando a afastar-se (do Sol, da Terra, de nós), talvez para nunca mais ser visto (pelo menos e seguramente por nós) ─ perdendo-se então para lá do nosso Sistema Solar (região do Espaço de onde veio), no Espaço Interestelar. Uma bola de rocha, gelo e poeira à medida que se aproxima do Sol tornando-se mais brilhantes e podendo ainda proporcionar boas imagens (e até se podendo fragmentar).

(imagem: NASA Video/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:08

Leonardo ─ Algo que se vê só uma vez na Vida

Sexta-feira, 10.12.21

Cometa LEONARD (C/2021 A1) no próximo dia 12 de dezembro fazendo a sua maior aproximação à TERRA, colocando-se a cerca de 35 milhões de Km de distância. Não sendo visível a olho nu (dizem que visível em todo o Mundo, mas apenas a 12 e no Hemisfério Norte), com a ajuda de um telescópio (e da meteorologia) sendo-o, triplicando nos últimos dias a sua luminosidade e apresentando uma cauda bem extensa.

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Um Leonardo, uma vez na Vida

Regressando de novo, só possível de se ver, daqui a 80.000 anos

(podendo, no entanto, até pela variação no seu brilho/extensão, estar a desintegrar-se)

 

Descoberto no início deste ano de 2021 (3 de janeiro) e atingindo o seu periélio (ponto de maior aproximação ao Sol) no início do ano seguinte (por volta de 3 de janeiro), sendo visível este ano de 2021 e regressando de novo lá para 82.021 (80.000 anos depois). Arrancando em direção aos limites exteriores do Sistema Solar, mas antes (passando perto do sol) até podendo desintegrar-se; em Portugal para se ver algo só mesmo a 12, depois do pôr-do-Sol e antes do amanhecer.

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Órbita do cometa LEONARD (C/2021 A1)

Passando mais perto da Terra a 12.12 a uma distância de 35 milhões de Km

(visível do Hemisfério Norte ─ máximo a 12 ─ no Sul p/ o fim 2021/princípio 2022)

 

Cometa Leonardo

(daquelas coisas que só se vêm uma vez na Vida)

Difícil de se observar devido á sua baixa luminosidade ─ talvez possível de se ver com o auxílio de binoculares no dia de maior aproximação à Terra, a 12 de dezembro (estando a uns 35 milhões de Km de nós) ─ tratando-se de um cometa de longo período (estimando-se em 80.000 anos o tempo necessário para cumprir a sua trajetória), ao longo do seu percurso abandonando o Sistema Solar.

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Descoberto ainda se encontrava bem para lá de Marte

Cometa passando por cá bem perto de Vénus ─ uns 4 milhões de Km

(passado o seu periélio arrancando de novo e nunca por nós sendo mais visto)

 

Dispondo de um núcleo de cerca de 1Km e uma cauda extensa e luminosa, com o cometa Leonardo na sua aproximação ao Sol (periélio a 3 de janeiro de 2022) passando antes nas proximidades de Vénus (a cerca de 4,2 milhões de Km) para ultrapassado o seu periélio se lançar de novo em direção ao espaço Extrassolar: na sua aproximação ao Sol acelerando até velocidades na ordem de mais de 53Km/s, para de seguida e ultrapassado o seu periélio, nos dizer adeus temporária ou definitivamente (para nós os vivos, sendo este último, o caso).

[Se a meteorogia ajudar (de preferência com o céu limpo e estando-se afastado das zonas urbanizadas/mais iluminadas) um cometa visível dia 12 pelo anoitecer/amanhecer.]

(imagens: Michael Jaeger/spaceweathergallery.com ─ ssd.jpl.nasa.gov ─ apod.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:14

Marte ─ Unidade Geológica de South Séitah

Terça-feira, 19.10.21

“Na História Geológica da Terra (com uns 4,5 biliões de anos de idade) com a possibilidade da existência de água em Marte a recuar ao PROTEROZOICO ─ na TERRA já com Vida Multicelular e com o Homem sendo muito mais recente (uns 500 milhões de anos). Significando que quanto ao aparecimento do Homem na Terra ─ um evento recente ─ e sendo este um nómada migrante, poderíamos até ser de Marte.”

Num mosaico construído a partir de várias imagens registadas pelo veículo motorizado PERSEVERANCE ─ no passado dia 12 de setembro em MARTE (201º dia marciano da missão MARS 2020 ROVER) ─ um retrato da cratera JEZERO inserida na planície UTOPIA: localizada à direita do que poderá ter sido o delta de um rio (tendo existido no planeta há biliões de anos atrás) e apresentando-nos no topo da imagem à sua esquerda, o pico (semelhante a um monte de areia) de Santa Cruz.

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SOUTH SÉITAH Planície UTOPIA Cratera JEZERO

(visão parcial/PIA24816)

 

“Um planeta (Marte) deixando-nos ao longo dos tempos com “muita água-na-boca”, desde a existência de Canais sugerindo a existência de água e de rios atravessando (e até cobrindo partes) a superfície do Planeta Vermelho (cor resultante da presença de óxido de ferro, na Terra cor de ferrugem), até à possibilidade extrema da existência (para além de outra forma de vida) de marcianos à sua superfície (ou vivendo debaixo dela).”

Com o ROVER PERSEVERANCE na execução da sua missão a continuar a estudar a geologia marciana (para além do seu clima no passado) ─ e sendo o seu objetivo (e foco principal) a astrobiologia ─ depois da descoberta de indícios/vestígios de água no passado, procurando agora evidências da possível existência de vida, microscópica mesmo que primitiva e prevalecendo no mesmo período (tendo Marte cerca de 4,5 biliões de anos de idade). Desta vez (e como complemento da missão) recolhendo amostras, para numa missão seguinte, serem enviadas para a TERRA.

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41

O Sol já acordou, mas ainda não disse grande coisa

Segunda-feira, 26.07.21

[Sobre como será, este seu 25º Ciclo de Vida.]

Retrato de um SOL ativo

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Múltiplas regiões ativas, proeminências

e um longo e ondulante filamento, de plasma de hidrogénio.

(Sol/Alan Friedman/23 julho 2021)

 

Falhada no passado dia 23 de julho (sexta-feira) a chegada de uma CME à Terra ─ podendo impactar o campo magnético terrestre, mas não o atingindo ─ e tendo-se a certeza de que pelo menos até ao próximo dia 28 de julho (quarta-feira) tudo se manterá tranquilo até à chegada de um novo jato de “vento solar” (neste momento deslocando-se a uma velocidade de 348Km/s), sendo de destacar que desde o início deste novo “Ciclo Solar” (o 25º ciclo, iniciado em dezembro de 2019) o mês de julho foi entre todos o mais ativo: como assim o provam as suas 6 regiões simultaneamente ativas e visíveis ─ manchas AR2842, AR2845, AR2846, AR2847, AR2848 e AR2849, não acontecendo tantas em simultâneo, desde o dia 6 de setembro de 2017  ─ e a sua primeira “chama solar” de classe X ─ produzida na mancha solar AR2838 a 1ª desta classe desde há quase 4 anos. Mas para já e apesar das “manchas solares” sucedendo-se (algumas delas bem ativas), com o Sol mantendo-se ainda relativamente nas calmas, vindo de um período de baixa atividade, mas dirigindo-se no cumprimento do seu ciclo (de cerca de 11 anos) para um pico máximo de atividade da nossa estrela, lá para meados de 2025.

(imagem/legenda: Alan Friedman/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:38

Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

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Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Em Escarpa, Em Colapso

Quinta-feira, 29.04.21

Ainda mergulhados na Terra aquando da 1ª ida até à Lua (julho de 1969) e com as virtudes do capitalismo norte-americano então no topo da sua grandiosidade (1945/1970), desde há pelo menos meio século que todos nós sabemos (ou suspeitamos) que, para além do nosso único satélite artificial pouco ter a oferecer ao residente comum deste planeta (a caminho de 8 biliões de indivíduos), os restantes corpos celestes até pela sua proximidade “desprotegida” ou pelo seu afastamento “gelado” ─ mesmo aqueles como a Terra, os restantes 7 planetas principais, integrando este Sistema Planetário (centrado no Sol) ─ também se encontram sensivelmente na mesma situação:

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ESCARPA

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 23611

(Inserida numa depressão com uma extensão de umas centenas de metros,

íngreme e conhecida por expor à sua superfície “água-gelada”)

 

Desde os planetas Interiores como Mercúrio e Vénus (pela sua proximidade, exposição e ausência de proteção, sendo constantemente “bombardeados” pelo Sol), passando ainda por Marte (completamento exposto, sem atmosfera protetora) e estendendo-se aos planetas Exteriores como os Gigantes-Gelados Júpiter e Saturno (não esquecendo Úrano e Neptuno), todos eles não apresentando as condições mínimas para a sobrevivência da nossa espécie.

Para além da exposição a todos os perigos conhecidos ou desconhecidos oriundos do Espaço Exterior (à Terra) e tal como verificado nas diversas visitas à Lua feitas pelo Homem há 50 anos atrás (deixando-se no ar a questão, porque desistimos dela), ao olharmos para a Lua, para Marte ou para outro corpo qualquer integrando o nosso Sistema Solar, não se verificando neles a existência de atmosfera (de oxigénio, necessário para a nossa função respiratório), de água (compondo grande percentagem do nosso Mundo a Terra, assim como do nosso corpo, sendo-nos tal como um “combustível” fundamental), nem de qualquer tipo visível de Vida (mesmo que microscópica, nem sequer um vestígio):

Significando que pelo menos neste Espaço-Tempo poderemos estar (nesta “extremidade” do Universo) momentaneamente ou por desconhecimento, sós.

Até porque poderemos ser uma espécie autóctone desta parte do Universo usufruindo deste canto da pequena e perdida Via Láctea, através de sucessivos Saltos Civilizacionais ocorrendo desde há uns 4,5 biliões de anos, tendo a vir a assumir um papel preponderante na evolução e transformação deste minúsculo, mas único ponto chamado Terra, mas que para sobreviver e continuar terá um dia forçosamente de abandonar esta referência, emigrar e persistir:

Tal como hoje em dia poderemos imaginar sucessivos Saltos Civilizacionais ocorridos ao longo de toda a História Geológica do nosso planeta, desaparecendo/reaparecendo o Homem e até podendo envolver outro planeta próximo (como Vénus, como Marte) neste intercâmbio Temporal (poderemos já ter sido num passado remoto, venusianos e até marcianos), amanhã tendo-se obrigatoriamente de migrar (o Sistema Solar não durará para sempre) podendo a Lua voltar a ser protagonista como ponto intermédio e Marte o nosso futuro como Lar e 1º Grande Entreposto Interestelar.

E talvez seja por isto baseado num passado profundamente encastrado nos nossos testemunhos e genes, que ao olharmos para Marte até pela sua forma, proximidade e aspeto (um ser familiar, talvez com a mesma idade, apenas seguindo caminhos/trajetórias/órbitas diferentes), sintamos nele algo de conhecido de muito familiar, de querer lá estar ou então regressar.

PIA24614.jpg

COLAPSO

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 24614

(podendo ser uma depressão ou um topo, observada em depósitos superficiais

do polo Sul, mas sendo o 1º caso e como resultado de um colapso)

 

Com o chefe desta ilusão a ser no presente o milionário e ilusionista (e norte-americano, com acesso privilegiado às impressoras e ao subsídio estatal) Elon Musk:

Querendo-nos enviar para Marte.

Concluindo-se que no início da terceira década do século XXI e passados mais de 50 anos (vai fazer 52) sobre a nossa chegada ao 1º Mundo Alienígena (com o astronauta Buzz Aldrin a deixar a sua marca/sola da bota na Lua), por um lado sonhando-se muito com Marte e estendendo-se a busca a anos-luz, mas por outro lado nem sequer se conhecendo toda a amplitude das nossas altitudes, positivas como negativas:

O que se passa por exemplo (nos oceanos) a uns meros 10Km/11Km de profundidade (tendo máquinas capazes de ultrapassar os limites do Sistema Solar, como as sondas Pioneer e Voyager ─ e já com outra a caminho, a sonda automática New Horizons) e com o problema de como travar uma doença provocada por um ser vivo de vida tão curta (se comparada com a do Homem) e microscópico, quando diante de nós já conseguimos ver o infinitamente pequeno (com o microscópio) e o infinitamente grande (com o telescópio) ─ em toda a sua extensão e compreensão, este complexo e ao mesmo simples “Organismo (Universo) Vivo” (montando-se progressivamente na nossa cabeça e formando diante de nós “o modelo”).

Ao chegar-se às proximidades do planeta Marte ─ o 4ª planeta mais distante do Sol e o nosso mais próximo vizinho exterior (à órbita da Terra) ─ para o milionário (subsidiado pelo Estado) Elon Musk o facto central separando-nos da nossa própria extinção (entendendo-se o Homem como a espécie dominante), deparando-nos com algo muito pior do que os mais extremos cenários ambientais terrestres, inserindo-nos neles (para além de um certo ponto) sendo impossível de sobreviver, inseridos na superfície marciana nem sequer sendo possível imaginarmo-nos (milagres só na Terra, com ícones locais e altares) a recuar, estando a meses de viagem (centenas de milhões de Km) do posto de socorro mais próximo:

Sendo Elon Musk mais um exemplar oriundo dum mesmo molde (mesmo tipo de programação, objetivo), quanto muito classificado pelos seus iguais (criando a hierarquia de poder, a pirâmide social) como sendo um génio ou um louco (apesar de adjetivos distintos e extremos, tendo por complementaridade necessária ao bom funcionamento do sistema, consequências iguais) ─ um predador proporcionando às suas presas o destino do costume ou em alternativa única (oferta de EM e sendo-lhe  exclusiva) a fuga em frente ─ tal como o fez com Starman (o seu astronauta-humanoide-manequim) lançando-o em direção ao Planeta Vermelho, ouvindo David Bowie e conduzindo um dos modelos Tesla ─ e acabando se não fossilizado na viagem, então bem calcinado no Inferno.

Por lá (Marte) só mesmo como com os mortos por cá (Terra), bem enterrados.

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:34

Em Marte ─ Procurando Água, Vida, talvez o Nosso Passado (e/ou Futuro)

Segunda-feira, 22.03.21

“E onde existe ÁGUA, também podendo existir Pão & Vinho

─ ou pelo menos VIDA.”

 

art_ancient_mars_markgarlick.jpg

Como era Marte

há 3 biliões de anos

 

Se poucos dias atrás o planeta MARTE foi por diversas vezes mencionado dada a possibilidade de o mesmo possuir ÁGUA ─ algo de que há muito se suspeitava, posteriormente sendo um facto confirmado, dada a presença de água gelada no Polo Sul marciano ─ prosseguindo-se de imediato e poucos dias depois para o estudo da hipótese de alguma dessa água do passado poder estar ainda aí presente (3 biliões de anos depois, de ter andado por lá). Infiltrando-se, sendo capturado pelos minerais, em profundidade e em depósitos subterrâneos: não se tendo perdido como se pensava antes através da atmosfera e num volume apreciável, suportando-se aí a ideia de que muita dessa água não se teria evaporado (numa boa percentagem) mas sido “depositada”.

 

Long-term drying of Mars

by sequestration of ocean-scale volumes of water

in the crust

E. L. Scheller, B. L. Ehlmann, Renyu Hu, D. J. Adams, Y. L. Yung, etc.

(sciencemag.org ─ 16 Mar 2021)

Geological evidence shows that ancient Mars had large volumes of liquid water. Models of past hydrogen escape to space, calibrated with observations of the current escape rate, cannot explain the present-day D/H isotope ratio.

 

E existindo Água em MARTE (70% da composição do HOMEM) podendo obvia e simultaneamente aí existir Vida. Relativamente ao Planeta Vermelho e numa versão (talvez para muitos de mente reduzida, talvez sendo imaginativa/expansiva, ou seja sendo livre o posto) progressiva e cientificamente tendo vindo a ser confirmada ao longo do tempo (estudando os vestígios por lá “espalhados” no terreno e pelados pelas sondas, orbitais ou de superfície) ─ até pela presença mesmo ao seu lado do seu planeta-irmão (mesmo ascendente, o SOL) e vizinho interior a TERRA ─ e ao mesmo tempo dispondo de conhecimentos entretanto tendo sido adquiridos e “aprovados” com o visionar mais detalhado do “Ciclo de Marte” (podendo ser baseado e elaborado a partir do mesmo “molde” do nosso),

 

art_mars_water_garlick_getty.jpg

Marte coberto de água

no seu passado remoto

 

Desaparecendo a água por infiltração e captura o mesmo podendo ter ocorrido com outros organismos, que não apenas os “organismos minerais”: levados pela “corrente líquida”, com organismos diferenciados (oriundos do “MMM/Mundo Minero Mineral” ou do “MBO/Mundo Bio Orgânico”) podendo ter-se adaptado às novas condições ambientais e aí evoluindo e sobrevivendo. Estimando-se, havendo a forte probabilidade de existir para além de no seu Polo Sul ou então escondida por algures (um pouco por ali, um pouco por acolá) ─ e até em quantidade ─ ÁGUA em MARTE, tal como sucedido na TERRA e correndo sempre na mesma direção e em paralelo (existindo uma, existindo a outra) obrigatoriamente e respeitando o inscrito no molde, terá que existir VIDA em MARTE. Hoje podendo ser rudimentar e/ou algo primitiva, ontem (há biliões de anos, antes da “Grande Migração Interplanetária”) podendo ter sido, mesmo como NÓS (os nossos antepassados):

 

Tracing

a modern biosphere

on Mars

Nathalie A. Cabrol

(nature.com ─ 16 March 2021)

Exploring the hypothesis that life is present on Mars today is key to informing planetary protection issues at a pivotal time, with the clock ticking to return pristine samples before humans irrevocably alter the environment.

 

Refletindo a nossa poderosa e vanguardista imaginação (sendo a realidade o limite, passando-o, caindo-se no remorso e/ou no pecado) e com esta (espelho/ilusão/imagem/alma) escancarando-nos as Portas da Felicidade, da aventura, da experiência, da projeção e até (sabe-se lá, em todos os locais existindo uma hierarquia) do próprio Holograma, passando de um mero periférico (selecionado, subindo de nível) a operador. Ficando-se mais próximos de compreender não só o Eletromagnetismo (A Alma do Universo), como sendo-o fundamental por complementar (formando em si um TODO e integrando TUDO), a nossa misteriosa e complexa e devendo ser acariciada (em vez de sufocada) Mente (A Alma do Homem).

 

(imagens: Mark Garlick/Science Photo Library/Getty Images/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51