Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Jun 18

Através da utilização do instrumento SAM (um detetor atmosférico) equipando o Rover CURIOSITY (movimentando-se na cratera GALE) os cientistas da NASA detetaram emissões e variações da percentagem de metano emitido (ao longo do ano e atingindo um pico no Verão) da superfície marciana para a sua atmosfera. Certamente que não tendo origem em vacas ou em ovelhas nem na circulação automóvel, na Terra sendo responsáveis por mais de 30% dessas emissões (de metano).

 

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Presença de Metano em Marte

(Curiosity Rover ‒ PIA 22328)

 

Organic matter preserved in 3-billion-year-old mudstones at Gale crater, Mars

Establishing the presence and state of organic matter, including its possible biosignatures, in martian materials has been an elusive quest. We report the in situ detection of organic matter preserved in lacustrine mudstones at the base of the ~3.5-billion-year-old Murray formation at Pahrump Hills, Gale crater.

(coletivo/sciencemag.org/Junho 8, 2018)

 

Depois do abandono da Lua pelo Homem (em 1972) e com o único artefacto artificial claramente visível e simbolizando ‒ como um ÍCONE ou FAROL ‒ o seu poder cientifico-tecnológico a ser a Estação Espacial Internacional (ISS);

 

Depois de anos sucessivos enviando em direção a objetos próximos (Marte) ou longínquas (para lá dos limites do Sistema Solar) sondas automáticas não tripuladas, atingindo os seus alvos mas não presencialmente (usufruindo sensorialmente da sua presença e dele extraindo sem intermediação conhecimento);

 

Depois de notícias sucessivas da possível descoberta de Vida noutros Mundos próximos que não a (até aí exclusiva) Terra ‒ desde o nosso vizinho interior (à Cintura de Asteroides) o planeta Marte até às luas geladas como a de Europa (um dos satélites de Júpiter) ‒ detetando a presença de Matéria Orgânica e sugerindo Algo mais (nem que tal se tivesse verificado num passado bastante remoto, de uns quantos biliões de anos) como a presença de Água e de Algo supostamente Vivo (mas nunca se saindo para tal conclusão da possível existência de Vida, da presença imprescindível de compostos orgânicos incluindo Carbono/C);

 

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Sinais de Vida em Marte

(retratados no rodado de um veículo e num furo aberto à superfície)

 

Organic Compounds Found in Martian Soil

Researchers also found seasonal variations in atmospheric methane on the planet that may have a geological or biological origin.

(Sukanya Charuchandra/the-scientist.com/Junho 11, 2018)

 

Eis que os cientistas da NASA vêm agora afirmar (mais uma vez e tal como com a Água) poder existir Vida em Marte:

 

Apenas por terem detetado vestígios antigos de matéria orgânica em rochas localizadas na cratera de Gale (uma possível bacia hidrográfica) ‒ moléculas constituídas por Hidrogénio, Enxofre e Carbono (um dos Elementos da Vida) não necessariamente relacionadas com atividade biológica (mas envolvendo um processo de reações químicas entre água e minerais);

 

E por terem registado (ao longo de um período de seis anos e na respetiva sequência de Estações) uma variação da percentagem de metano presente na (débil) atmosfera marciana: na Terra sabendo-se ser um resultado explicado pela atividade animal e humana (em constante movimento), em Marte faltando confirmar a origem apesar de aí nada se mexer.

 

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Tempestade de areia em crescimento registada em Marte a 6 de Junho e iniciada a 1

(podendo durar semanas/meses e criando mais vento ‒ devido a diferença de temperaturas entre camadas ‒ levantando ainda mais poeira; e a azul a localização de Opportunity)

 

Did ancient life exist on mars? NASA’s Curiosity finds evidence.

Curiosity Rover has found organic molecules and methane releases on the planet Mars. He has been drilling the surface of the Gale Carter on Mars for a long time and now when the rock samples were analyzed, they were found to be composed of organic matter. Scientists also found mysterious variations in the methane in the Martian atmosphere.

(Purnima/theindianwire.com/ Junho 11, 2018)

 

E verdadeiramente com o diário Online israelita HAARETZ (haaretz.com) a fazer a melhor tradução (desta nova situação):

 

“Hold the Bubbly: The Only Signs of Life Found on Mars Are Rover Tracks”

(Ruth Schuster/haaretz.com/10.06.2018)

 

E assim (segundo Ruth Schuster) com outros processos que não o de origem biológica a estarem na origem do aparecimento de metano (um gaz) na atmosfera de Marte (mais de 95% de CO₂ e traços de metano), nesse outro mecanismo podendo fatores físico-químicos inerentes ao ambiente (definindo esse ecossistema) interferir na elaboração de material orgânico (não Vivo), aqui devido à influência de aspetos (proporcionando transformações) como luz, temperatura, pressão e muitos outros (marcadores e condicionantes): com o metano a ficar preso ‒ em caixas geladas subterrâneas ‒ e descongelando, a libertar-se (de seguida) no Verão.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07

28
Mai 18

Só a ausência total de movimento e de presença eletromagnética (consubstanciadas na Matéria e na Alma) ‒ seja o objeto/imagem de base Mineral ou Orgânica uma certa impossibilidade dado o contexto Infinito ‒ poderá levar-nos a pensar o contrário de Lavoisier: ou seja “Na Natureza tudo Nasce e tudo se Morre, nada Evolui”.

 

Dispostas como folhas secas de uma árvore

Suspensas provisoriamente no ar

Mas prestes a quebrar e a tombar,

 

Estas finas camadas de rochas

Sobrepostas sobre uma estrutura central

E aqui numa sua visão superficial,

 

Sugerem-nos um Outro Mundo

Não de Base Orgânica

Mas de Base Mineral.

 

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MARTE ‒ CRATERA GALE

OPPORTUNITY ROVER ‒ SOL 2056

MASTCAM RIGHT ‒ 19 MAIO 2018

 

Quando nos pomos a olhar para uma imagem distante de um mundo situado no Espaço para além dos domínios da Terra (do nosso Ecossistema Terrestre e da nossa acompanhante a Lua),

 

‒ Como é o caso do mais distante Planeta (Interior) Marte localizado a uma distância média do Sol de 230 milhões de Km

 

A primeira coisa que procurámos (talvez sendo algo de inato e de profundo e ligando-nos às nossas origens) é sempre algo que associe essa imagem em questão (e certamente impressa na nossa Imaginação) com uma outra imagem mas numa outra projeção, tendo como cenário a Terra mas aí com uma (grande) intrusão: a Vida.

 

frase-na-natureza-nada-se-cria-nada-se-perde-tudo-

 

E se na Terra o aparecimento da Vida (orgânica) teve obviamente origem numa Estrutura Central de base Mineral,

 

(que conjuntamente com a Água ‒ o dissolvente ‒ se traduziu na constituição da esmagadora percentagem do corpo da maioria dos seres vivos ‒ incluindo o Homem ‒ movimentando-se num Espaço/Tempo sucessivamente replicado e gerido por Impulsos Eletromagnéticos)

 

Porque não pensar que em Marte mesmo vendo-o hoje (século XXI) como um planeta seco, morto e sem vida, num passado remoto (talvez de 2/3 biliões de anos) e numa outra fase da sua evolução,

 

‒  Não coincidente (cronologicamente) com a nossa ‒

 

O mesmo (Marte) terá dela (Vida) usufruído num Testemunho Idêntico (ao nosso) ou então algo diferente, no mínimo (por associação) semelhante. Podendo um deles ser o Objeto, o outro a Imagem e o Espelho sendo a Tela.

 

(imagem: nasa.gov e kdfrases.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
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14
Mai 18

The life cycle of our Sun began roughly 4.6 billion years ago. In roughly 4.5 to 5.5 billion years, when it depletes its supply of hydrogen and helium, it will enter into its Red Giant Branch (RGB) phase, where it will expand to several times its current size and maybe even consume Earth! And then, when it has reached the end of its life-cycle, it is believed that it will blow off its outer layers and become a white dwarf. Until recently, astronomers were not certain how this would take place and whether or not our Sun would end up as a planetary nebula (as most other stars in our Universe do). But thanks to a new study by an international team of astronomers, it is now understood that our Sun will end its life-cycle by turning into a massive ring of luminous interstellar gas and dust – known as a planetary nebula.” (Matt Williams/universetoday.com/11.05.2018)

 

O Fim da nossa Estrela/Legal o SOL

‒ E como consequência a destruição da Terra ‒

Poderá ser provocada por uma outra Estrela/Fora-da-Lei GLIESE 710.

 

I

Estrela Legal

(Estrela Fora-da-Lei)

 

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O Sol estrela legal

Com cerca de 4,5 biliões de anos, nos próximos 4,5 a 5,6 biliões Evoluindo

(inicialmente tornando-se mais luminoso e posteriormente aumentando de volume) Transformando-se numa Gigante Vermelha (e incinerando e engolindo a Terra)

 

Vivendo num Universo com uma idade estimada de 13,8 biliões de anos e localizado num Sistema com cerca de 5 biliões de anos,

 

A Terra com os seus 4,6 biliões de anos e circulando com todo o seu respetivo Sistema Planetário (no presente com oito planetas considerados) em torno da sua estrela de referência o Sol,

 

‒ Sensivelmente a meio do seu Ciclo de Vida uns 10 a 11 biliões de anos ‒

 

Poderá num Futuro,

 

Infinitamente próximo para o Universo (visto em biliões de unidades de Espaço/Tempo);

 

Mas infinitamente distante para os Humanos (visto em unidades de Espaço/Tempo utilizando unicamente 2 dígitos);

 

Terminar a sua Aventura no Espaço (acompanhando na sua viagem o Sol, o seu Sistema e a sua Galáxia):

 

Não e como se pensava unicamente devido ou à Evolução da própria estrela o Sol,

 

Dentro de um bilião de anos e ainda num período de contração aumentado o seu brilho e intensificando o Efeito de Estufa ‒ na Terra ‒ colocando o nosso planeta num percurso e destino muito semelhante, ao que hoje se verifica em Vénus … e dentro de uns 3,5 biliões de anos colocando os oceanos a ferver, a sua Água a evaporar-se e a perder-se ‒ juntamente com a Atmosfera ‒ para o Espaço … para finalmente e ao entrar no seu período de expansão ‒ mais uns quantos biliões de anos ‒ engolir literalmente a Terra,

 

Ou em alternativa ao movimento da sua Galáxia a Via Láctea,

 

Prevista pelos cientistas para colidir dentro de 5 biliões de anos com uma outra estrutura semelhante e local, a galáxia de Andrómeda ‒ deslocando-se na mesma direção e ponto de encontro comum, localizado neste de muitos Universos constituindo um Multiverso ‒ levando o evento à destruição de ambas/consigo levando a Terra e à formação/transformação de terceiras/galáxias,

 

Mas à intrusão inopinada no nosso Sistema de uma Estrela Pária, Perdida, Fora da Lei

 

Por qualquer motivo um dia num passado longínquo sendo expulsa da sua galáxia talvez pela colisão com outra galáxia: denominada (em inglês) como uma ROGUE STAR.

 

II

Três Opções Apocalíticas

(Ao Nível de Extinção)

 

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Evento ao Nível da Extinção

A nebulosa NCG 6565 resultante do fim de vida de uma estrela

(e do seu possível sistema planetário)

Num cenário possível de ocorrer com a nossa estrela (O Sol)

 

Tomando em consideração as três anteriores opções para o Fim da Vida (e de todo o seu Ecossistema) tal como hoje a conhecemos neste nosso último Planeta de Salto (único até hoje conhecido, capaz de nos receber e de nos proteger) denominado Terra

 

(não para se transpor um argumento para uma Nova Temporada e nas mesmas coordenadas, mas para um outro Espaço/Tempo de Ultrapassagem dessas mesmas coordenadas para desse modo se atingir um Novo Ciclo, Fase ou Etapa, noutro ponto do Universo)

 

‒ Pelo menos no que diz respeito à Salvação da Raça Superior

 

Sendo conveniente no entanto recordar antes de analisar outros aspetos (igualmente relevantes),

 

Que se daqui a uns 3 a 4 biliões de anos a intensidade do Sol será 33% mais intensa que a registada hoje (subindo sucessivamente ultrapassando os 100% atuais), evoluindo posteriormente para uma estrela Gigante Vermelha (criando logo no início como sinais as condições ideais para Alterações Climáticas Catastróficas e para a perda dos Oceanos) e levando à destruição definitiva (entre outras e pelo menos por aqui) da nossa espécie (exceção se repetirmos o Evento Arca de Noé),

 

Pela mesma altura (3 a 4 biliões de anos) e noutro espaço estará já em curso a Colisão anunciada entre galáxias (Via Láctea e Andrómeda);

 

Mas agora com a intromissão de uma outra estrela

 

‒ A estrela anã (Dwarf Star) GLIESE 710 ‒

 

No nosso Sistema Solar, com a Terra a poder ficar mais perto do que nunca (tantas vezes anunciado tendo como protagonista o Sol, Cometas e até Extraterrestres, mas felizmente nunca sendo verdade e nunca se concretizando) do Dia do Juízo Final ‒ a uns escassos 1,29 milhões (não biliões) de anos (se entretanto não vier aí um Grande Calhau) de um,

 

MPEPE (Mais Próximo Evento e Ponto de Encontro).

 

E com as apostas a variarem agora ‒ ocorrência de um ELE (Evento ao Nível da Extinção) ‒ entre 1 (milhão) e 3 a 4 (biliões).

 

III

Racismo Cultural

(O Eixo do Mal)

 

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Uma Aventura na China p/ Espaço

Com a China depois da queda da estação espacial Tiangong-1

(Tiangong-2 lançada em 2016)

A ter já planeada a construção de uma grande estação espacial modular (para 2019/22)

 

[Se não se intrometerem os chineses (agora tentando enviar para o Espaço ‒ segundo os servidores e fazedores da opinião pública ocidental e católico-romana ‒ os seus tradicionais, infantis, pouco fiáveis e nada recomendáveis produtos, oriundos como antecipadamente nos ensinaram e nós imediatamente e por boa educação interiorizamos, das originais, fraquinhas e baratinhas Lojas dos 100) já nos tendo atirado para cima com a sua Estação Espacial Tiangong-1 (da responsabilidade da CNSA ‒ Agência Espacial Chinesa ‒ e concretizada como um protótipo da sua próxima estação), lançada em 2011 para estar ao serviço durante um período previsto de 2 anos (até 2013), colocada em hibernação (durante quase 5 anos) e em 2018 inevitavelmente e por descaimento orbital (não corrigida a sua órbita terrestre) entrando na atmosfera e despenhando-se na Terra: como não poderia deixar de ser (como se estivéssemos num Mundo de Crianças e de Brinquedos) caindo no nosso planeta num local chamado NEMO (o capitão do submarino Nautilus no livro de Júlio Verne “Vinte Léguas Submarinas”), considerado um Cemitério (de outras veículos e detritos espaciais) e um local de muito Mistério ‒ envolvendo desaparecimentos, segredos e criaturas de outros Mundos e assim tal como na nossa infância nele incluindo Feiticeiros, Bruxas e Magia (só mesmo vindo de mentes de crianças) e outras Maravilhas de Criança.]

 

IV

A Estrela Fora-da-Lei

(A Anã Gliese 710)

 

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Estrela anã Gliese 710

Uma estrela perdida em rota de colisão com o Sistema Solar

Podendo acarretar consequências catastróficas

Atingindo a Nuvem de Oort e com hipóteses de alcançar o Cinturão de Kuiper (e os seus KBO)

 

Pelo que se entretanto não formos atingidos por um cometa ou por um asteroide,

 

‒ Muito mais frequentes (no nosso tempo de duração) e previsíveis de ocorrerem se comparadas com implosões e explosões de estrelas e colisões de galáxias ‒

 

Como provavelmente a Terra já terá sido antes, levando à extinção de muitas espécies incluindo a então dominante (e certamente alteradas as condições ambientais ao aparecimento de outras),

 

Com um novo protagonista a surgir (na nossa ainda tão curta história de Estadia e de Consciência, inseridos no incrível ecossistema que este simples e único rochedo nos ofereceu e proporcionou, mesmo que dito perdido nos confins de um Universo Infinito) oferecendo-se igualmente para a concretização do nosso Final:

 

Gliese 710 uma estrela anã atualmente localizada na constelação Serpens Cauda a uma distância de cerca de 62 Anos-luz (do nosso Sistema) e deslocando-se na nossa direção a uma velocidade (radial) de quase 14Km/s, atingindo dentro de aproximadamente 1300/1400 milhões de anos as nossas vizinhanças

 

(podendo colocar todo o Sistema Solar ‒ nele incluindo a Terra ‒ num grande reboliço),

 

‒ No mínimo afetando os cometas (mesmo aí com consequências para a Terra) presentes na Nuvem de Ooort.

 

E com a nossa estrela o SOL (naturalmente e tal como todos os corpos com movimento próprio),

 

‒ No seu movimento em torno do centro da Via Láctea demorando de 225 a 250 milhões de anos a cumprir o seu trajeto

 

Podendo ter no seu percurso um Encontro do 1º Grau na sua 5ª/6ª rotação ao Centro (da galáxia) situado algures no Espaço, mas em grande proximidade e dada essa presença adicional (de mais uma poderosa estrela) tendo lógicas consequências (talvez terríveis) nomeadamente para nós (entre fauna e flora) os habitantes da Terra:

 

“Gliese 710 could cause a torrential rain of icy meteors to pelt the Earth into oblivion. The rogue star is set to pass through the Oort Cloud, a ring of icy comets, meteors, and planetesimals at the farthest edge of our solar system. This could potentially cause millions of asteroids to be ejected towards the center of the solar system, pelting unfortunate planets into Swiss cheese like a cosmic hailstorm. Maybe immortality isn’t so great after all.”

(Brett Tingley/mysteriousuniverse.org/11.05.2018)

 

(imagens: businessinsider.com ‒ livescience.com ‒  nasaspaceflight.com ‒ skymania.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:45

04
Mai 18

Inseridos num ponto perdido por comprimido no Infinito, inacreditavelmente ainda não nos convencemos que terão forçosamente que existir pontos comuns de ligação entre os vários elementos constituindo este conjunto: com o Sistema Solar a ter uma Estrutura e História conjunta obviamente interligada e inevitavelmente intersetando-se. Como se o Sistema Solar fosse um Organismo Vivo e a Terra uma das suas partes.

 

I

S/ EXOMARS

 

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Terra e Marte

Uma ilustração de como seriam os dois planetas enquanto jovens (evoluindo no mesmo Espaço mas afastados no Tempo), com Marte a poder ter tido água e ter sido dotado de uma débil atmosfera ‒ mas hoje apresentando-se como um corpo seco, frio e (aparentemente) morto

 

Enquanto no terceiro Planeta (a Terra) mais distante do seu Sistema (Solar) e tendo como referência a sua estrela central (o Sol), a sua espécie dominante (o Homem) habitando um território-domicílio de Excecionais (os EUA) e controlando em seu benefício a EVOLUÇÃO da mesma (espécie superior por inteligente replicando facilmente e sendo capaz de se organizar entre dois pilares básicos e civilizacionais como a Ordem e o Caos),

 

Traduzindo-se o seu significado (de evolução) como aplicando-se à restante espécie (e aos seus 7,5 biliões de indivíduos, para o espaço terrestre disponível considerados já excedentários) e à flora e fauna dita irracional (e como tal complementar), cobrindo e preenchendo o resto deste fabuloso e inexplicável Ecossistema (por facilmente domesticados e integrados na lucrativa e inevitável cadeia de produção ultraliberal, destinada prioritariamente à transformação de matéria-prima, integrando-a e comercializando-a no mercado) único, infinito e de acesso restrito

 

Se entretém,

 

‒ Para consumo interno (dos norte-americanos ditos como destinatários e usufrutuários do Sonho Americano e dos seus colaboradores descritos e tolerados como aliados e habitando um Pesadelo Climatizado) e prevalência do aparentemente referido e certificado como o mais forte ‒

 

A impor o Uso da Violência e da Força como estratégia de dominação e de desenvolvimento (optando pela Prepotência e pelas Armas, em vez de escolher a Tolerância e o Diálogo) e a utilização da Moeda (o Dólar) e da sua capacidade extremamente intrusiva (bastando umas quantas impressoras e um molde certificado) como substituto da Memória e da Cultura (num passo decisivo para a subalternização do Sujeito ao poder cada vez mais avassalador e de mercado do Objeto),

 

No interior do nosso Ecossistema (Terrestre) impondo o Ódio, a Guerra e a Morte como combustível da Máquina e como Ideologia Básica da Estrutura (de dominação central),

 

‒ Como o comprova a capacidade dos Excecionais em destruírem um número incontável de vezes o planeta Terra, ao contrário de todos os restantes (não excecionais) mesmo eliminando X Terras nunca atingindo as X+1 Terras dos Norte-Americanos ‒

 

E no seu exterior (Extraterrestre) para além de todo o equipamento militar e secreto colocado já em órbita (como anteriormente sonhado por outras Administrações com a construção de um Escudo Atómico ao estilo da Guerra das Estrelas), começando desde já a equipar os seus satélites (ditos maioritariamente civis) com armas para destruírem os dos outros, deixando desde logo bem claro quem será o Protagonista (literalmente e em termos absolutos tendo os Direitos Exclusivos da Conquista do Espaço),

 

No resto do conjunto Infinito do qual fazemos parte (Terra, Sistema Solar, Via Láctea, Universo) e ao qual feliz e inevitavelmente estaremos sempre ligados,

 

O Espaço-Tempo continua a Transformar-se (sem limites existenciais introduzidos pela ignorância primitiva do Homem, colocado sem possibilidade de recurso perante o nascimento e a morte) apesar da contribuição contraproducente do Homem e da sua incessante tentativa suicidária:

 

Como seja a promovida global e impunemente pelos Norte-Americanos (uma prerrogativa dos Deuses sejam eles quem forem) mantendo-se no entanto a porta aberta (do Espaço) pelo menos enquanto não descobrirmos pelo menos um, senão alguns ou mesmo muitos, seres vivos e Marcianos (obviamente vivendo em Marte, pois outros já cá poderão estar).

 

Nesse caso extremo existindo sempre a possibilidade de que para nossa proteção Donald Trump possa finalmente carregar no botão, bombardeando Marte e a oposição (os alienígenas vindos do Outro Lado do Muro ao estilo mexicano).

 

II

C/ EXOMARS

 

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Marte

Cratera Korolev

(15 Abril 2018)

 

No passado dia 26 de Abril de 2018 com o satélite orbitador da Agência Espacial Europeia (ESA) EXOMARS (contando com a colaboração da Agência Espacial russa ROSCOSMOS fornecendo o veículo/lançamento)

 

‒ Circulando em volta do planeta Marte para estudar a existência de gases atmosféricos (maioritariamente CO₂) podendo ajudar a esclarecer a atividade geológica e biológica no planeta

 

A ser recolocado numa órbita praticamente circular a cerca de 400Km da superfície marciana enviando-nos esta nova imagem (a anterior) do Planeta Vermelho e da cratera (de impacto) Korolev.

 

Com os responsáveis pela missão ExoMars (lançada em Março de 2016 e entrando em órbita de Marte em Outubro 7 meses depois) apresentando-nos uma área com cerca de 40Km (de extensão) localizada na cratera de impacto KOROLEV e situada a latitudes elevadas no Hemisfério Norte marciano: com o material brilhante (branco) aí visível sendo gelo.

 

“The ExoMars programme is a joint endeavour between ESA and Roscosmos. The Trace Gas Orbiter is the first of two missions in the programme: the next is scheduled for launch in 2020 and will comprise a rover and a surface science platform.”

(esa.int)

 

E num futuro próximo (já em 2020) com uma nova missão da EXOMARS lançada por um foguetão PROTON russo a atingir de novo a superfície de Marte (numa viagem de nove meses), lá colocando um novo orbitador e um novo ROVER (com o anterior ExoMars 1/Schiaparelli a ter-se despenhado no solo)

 

‒ Veículo motorizado circulando na superfície do planeta e entre outras atividades, fazendo perfurações e recolhendo material (visível/e em profundidade/ultrapassando os 2 metros)

 

Capaz de analisar, armazenar e mais tarde (a grande novidade) devolver: talvez passadas umas 3 missões da missão ExoMars (e segundo os seus responsáveis) com a sonda a ser agora equipada com um veículo espacial de ascensão (da superfície marciana) ‒ na 2ª missão ‒ para posteriormente ser recolhida em orbita e transportada para a Terra ‒ na 3ª missão.

 

“Previous Mars missions revealed ancient streambeds and the right chemistry that could have supported microbial life on the Red Planet,” said Thomas, “a sample would provide a critical leap forward in our understanding of Mars’s potential to harbour life.”

(esa.in)

 

Talvez se confirmando a presença de Água e de Vida no vizinho planeta Marte (num passado já bastante remoto, numa história paralela mas não coincidente de cerca de 4,5 biliões de anos) e assim se compreendendo melhor a Evolução do Sistema (Planetário e Solar) e o passado e o Futuro da Terra: compreendendo o que realmente aconteceu no planeta (Vermelho).

 

(imagens: nasa.gov e esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

29
Abr 18

[E a sua superfície, segundo a sonda ROSETTA]

 

I

 

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Lançada a 2 de Março de 2004 em direção ao cometa 67P/C-G (devido ao atraso da missão sendo uma segunda escolha com a original a ser o cometa 46P/Wirtanen),

 

‒ Na sua trajetória deslocando-se entre as órbitas de Marte (localizado a228 milhões de Km do Sol) e de Júpiter (localizado a 778,5 milhões de Km do Sol)

 

E na sua longa viagem espacial (até se inserir na órbita do cometa em 6 de Agosto de 2014) tendo por várias vezes orbitado o Sol (uma mão cheia), visitando alguns asteroides e ainda o planeta Marte (passando na proximidade destes),

 

‒ Hibernando no seu percurso (Terra/cometa) por um período de cerca de dois anos e meio, despertando de seguida (no início de 2014) e atingindo 67P/C-G a 6 de Março de 2014 ‒

 

A sonda ROSETTA transformou-se na execução e concretização da sua missão (da responsabilidade da ESA) no primeiro veículo espacial terrestre a atingir, acompanhar e aterrar num Mundo Alienígena neste caso (Pioneiro) um Cometa:

 

Não só orbitando-o e nele aterrando, mas lançando adicionalmente em direção da superfície deste uma outra sonda, também ela o atingindo ‒ a sonda PHILAE.

 

II

 

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Hoje com as duas sondas (Rosetta e Philae) tendo já cumprido a sua missão (apesar do sucedido com Philae) e com o cometa 67P/C-G (de período aproximado de 6,5 anos) na prossecução do cumprimento da sua órbita (em torno do Sol),

 

Circulando de momento (29 de Abril de 2018) e ultrapassado o seu último periélio (a 13 de Agosto de 2015 e a uns 186 milhões de Km) a uns 690 milhões de Km do Sol (próximo periélio em Novembro de 2021 em torno dos 63 milhões de Km)

 

Chegando-nos imagens captadas pela sonda ROSETTA da superfície do cometa, sobrevoando a curta-distancia o mesmo e já com PHILAE no terreno (num vídeo de cerca de vinte minutos).

 

Mostrando-nos através da divulgação de novas fotos a superfície de 67P/C-G,

 

Quando visitado há cerca de dois anos pela dupla (de sondas espaciais europeias) Rosetta e Philae

 

E a partir das mesmas (fotos) construindo uma curta sequência de imagens mostrando-nos o mesmo (cometa e sua superfície), envolto numa camada de poeira contrastando com um fundo escuro (o Espaço) repleto de pontos luminosos e cintilantes (as Estrelas).

 

III 

   

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Como se estivéssemos a ver um filme de ficção-cientifica (SCI-FI), com um cometa na sua trajetória orbital em volta do Sol,

 

‒ Perdendo material e libertando-o para o Espaço ‒

 

E conjuntamente com a interação entre material libertado (gelo e poeiras) e a ação dos raios solares e cósmicos,

 

Apresentando-nos,

 

‒ Deixando ao nosso usufruto e libertando a nossa Imaginação ‒

 

Um cenário (iluminado e electromagnetizado) exterior (por alienígena) de material flutuando no espaço e fazendo parte do cometa, vendo-se a superfície do mesmo, um penhasco de umas centenas de pés (3 pés cerca de 1 metro) e as anomalias provocadas na câmara (riscas brancas) pelo impacto dos raios cósmicos.

 

E se por um lado (negativo) estando por ali (no cometa) perdida a sonda Philae ‒ escondida num buraco, na sombra e não podendo mais (carregar) comunicar ‒ por outro lado (e bem positivo graças a Rosetta) com 67P/C-G contendo alguns dos ingredientes para a possível existência de Vida:

 

“Ingredients regarded as crucial for the origin of life on Earth have been discovered at the comet that ESA’s Rosetta spacecraft has been probing for almost two years. They include the amino acid glycine, which is commonly found in proteins, and phosphorus, a key component of DNA and cell membranes.”

(esa.int)

 

(imagens: cometa 67P/C-G ‒ agência Espacial Europeia/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

04
Abr 18

Numa imagem com mais de 10 anos (2007) de um dos mais de sessenta satélites naturais do planeta Gigante Saturno (no Sistema Solar o 2º maior depois de Júpiter),

 

‒ A lua gelada de ENCÉLADO ‒

(descoberta em 1789 pelo astrónomo e compositor alemão William Herschel)

 

PIA17216.jpg

Encélado

28 Junho 2007

(PIA 17216)

 

Podendo-se usufruir de um cenário distante (com Saturno a localizar-se a uma distância média da Terra de 1,43 biliões de Km) e misterioso (terminada a missão CASSINI de momento sem nenhuma sonda terrestre nas proximidades),

 

- Tendo como pano de fundo os anéis de Saturno (os maiores e mais brilhantes do nosso Sistema),

 

- E exibindo em primeiro plano a sua 6ª maior lua Encélado (possuindo um oceano de água líquida debaixo da sua superfície gelada):

 

Pela presença de Água (65% de vapor de água constituindo a sua atmosfera) e dada a sua provável associação (deste composto fulcral incluindo O e H) à Existência de Vida (mesmo que primitiva ou diferenciada),

 

Devendo esta lua ser uma das prioridades dos Humanos não só na busca de Vida Extraterrestre (Água = Vida),

 

Como também de um local de possível instalação (base/colónia) e futuro relançamento (para outras viagens interplanetárias, entre sistemas e intergalácticas),

 

- Na Conquista dos Oceanos levada a cabo pelos Novos Navegadores, agora tendo como objetivo num palco de Aventura & Ação as profundezas do Espaço e a Descoberta do Universo (essa coisa sem fim, pondo em causa a vida e a morte e ainda nos deixando perplexos e sem compreender a essência).

 

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No fundo à procura da Alma.

 

Com o Homem mesmo podendo ser um corpo físico apenas reagindo se submetido a estímulos externos,

 

‒ Sentindo, reagindo, replicando, comportando-se quase como uma máquina ‒

 

A ter nesse caso e para funcionar normalmente de depender de uma estrutura mais complexa e hierarquicamente superior, a que poderíamos chamar o nosso operador, o nosso orientador/tutor/educador e em conclusão e como substituição, o subscritor da nossa componente psíquica, o último Dono da nossa Alma.

 

Confrontando-nos com um corpo celeste com um diâmetro cerca de 25 X menor do que a Terra (um mini protótipo de planeta) brilhando na escuridão do Espaço e perdido na sua imensidão temporal (sendo o Tempo uma das componentes associadas ao Espaço sua transformação e evolução),

 

E nesse local distante e ainda por explorar, expondo a razão do seu brilho e presença relevante:

 

Pela presença de material originado na ejeção de partículas (de gelo) a partir da sua superfície e impulsionadas em direção ao exterior (à camada superior da sua atmosfera),

 

‒ Eventualmente oriundas (como já vimos) de um oceano subterrâneo ‒

 

Com essas pequenas partículas flutuando na atmosfera e sendo expostas à luz exterior (oriunda dos raios solares, dos raios cósmicos e refletida pelo planeta-gigante principal e próximo) dando um aspeto branco/brilhante (refletindo a luz) à sua superfície e desse modo destacando-a (com justificação) da negritude envolvente.

 

(imagens: nasa.gov e blogtalkradio.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:55

12
Mar 18

“A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contato com o oxigênio presente na água e no ar se oxida e desta reação surge a ferrugem que deteriora pouco a pouco o material original.” (wikipedia.org)

 

Passados mais de 5000 dias sobre o seu primeiro contacto com a superfície marciana (25 de Janeiro de 2004) e já com mais de 45Km percorridos, o veículo motorizado da NASA lançado de Cabo Canaveral (em 7 de Julho de 2003) por um foguetão Delta II da Boeing, circula atualmente numa região do Planeta Vermelho (assim descrito pela sua coloração avermelhada, associada à grande presença de óxido de ferro, neste planeta verdadeiramente enferrujado) denominada como o Vale da Perseverança.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Inserida num conjunto com mais de 4,5 biliões de anos (o Sistema Solar) e suportada por um foco central a meio do seu Ciclo de Vida (a sua estrela de referência o Sol), a Terra continua a apresentar o seu extraordinário exclusivo (Vida Inteligente e Organizada surgindo do Caos e da Ordem) nunca visto noutro lado (talvez por falta de acaso e de necessidade, não se sabe é bem de quem).”

 

No decorrer do seu 15º ano terrestre de permanência do Rover Opportunity na superfície do planeta Marte (1 dia marciano = 24h 39’ 35’’ ou seja ligeiramente superior ao dia terrestre) ‒ e de momento já tendo sido ultrapassados os 5022 SOL’s de estadia ‒ com o bem maduro e experimentado veículo tendo aterrado numa região plana do planeta (Meridiani Planum) localizada bem próxima do seu equador, depois de ter saltado (para fora do seu limite) da parte ocidental da cratera de Endeavour, entrando de seguida na região do Cabo York (situado no interior do Vale da Perseverança) e daí prosseguindo a sua exploração.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Com o Futuro de Marte e com o respetivo desenvolvimento do programa de exploração do planeta (um dos irmãos e vizinhos da Terra, árido, desértico e tóxico, mas ainda não completamente calcinado e com locais à superfície talvez ainda propícios e permitindo a sobrevivência/mesmo que subterrânea com tal não acontecendo em Vénus) futuramente entregue a Privados mais interessados no lucro (colonização e mera absorção) do que na Evolução e Expansão (da Humanidade) e respetiva sobrevivência (já que sem Movimento interagindo Matéria/Energia ‒ Eletromagnética ‒ nada existe).”

 

Passados mais de 40 anos (20 de Julho de 1976) sobre a data do primeiro contacto de uma sonda espacial (módulo de aterragem) com a superfície marciana ‒ concretizado com o feito pioneiro da sonda VIKING 1 ‒ não se tendo para já detetado qualquer tipo de vestígios (ou sinais) minimamente credíveis e como tal aceitáveis da existência de Vida (ou seja da presença do Mundo Orgânico) pelo menos tal como a conhecemos na Terra, limitando-se para já a convicção (e a quase certeza) da Existência de Água e da proliferação de Cristais (ou seja da Presença do Mundo Mineral tal como sucede em todo o Sistema Solar). Com os Minerais e a Água Presente (A Coluna Vertebral do Sistema) mas sem a presença orgânica até agora não detetada (conhecida ou divulgada) ‒ de modo a possibilitar a construção de um Edifício como o Terrestre.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:42

25
Out 17

[E em muitos Outros Lados]

 

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Could It Be Possible That the Universe

Is A Giant Living Organism?

(Universe Explorers/youtube.com)

 

Mantendo-se para muitos a Ideia de podermos encarar o Sistema Solar com um Universo Vivo, comparando-o a uma célula (eucariota depois de procariota) e a um organismo unicelular (a menor unidade dos seres vivos): e tal como uma célula, constituída por núcleo, citoplasma e membrana ‒ sendo esta última a fronteira que envolve e protege o Sistema e que regula a entrada e saída de vários elementos (do mesmo). Estando o núcleo do Sistema centrado no Sol (delimitando e protendo o seu material genético), mergulhado e rodeado por todo o Espaço exterior (o citoplasma) e estendendo-se sem fim até aos Limites talvez tendo como fronteira as Nuvens de Oort: e nesse Espaço Citoplasmático (interior do Sistema) coexistindo outras estruturas ‒ como microfilamentos/túbulos (planetas, asteroides e outros corpos mais) ‒ na sua grande semelhança podendo ser comparáveis (sugerindo-nos uma explicação para muitas das nossas questões, paralelizando problemas e neles encontrando soluções simples por comuns, válidas e estendendo-se do infinitamente grande ao pequeno). E juntando várias células passando-se a um Organismo (de nível superior).

 

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An artist's conception of what Mars looks like today, juxtaposed with what Mars may have looked like earlier in its history, when the planet had a thicker atmosphere

(NASA's Goddard Space Flight Center)

 

Dunas e Gelo

 

Numa imagem que facilmente todos poderiam associar a um qualquer território instalado na superfície terrestre (por exemplo nas dunas de um deserto ou numa exploração qualquer de argila), o telescópio HiRISE instalado na sonda orbital MRO (satélite artificial em órbita de Marte) apresenta-nos mais um cenário dunar marciano localizado na HELLAS PLANITIA.

 

Segundo os cientistas e responsáveis desta missão (da NASA) com esta extensa planície marciana (uns 2.200Km de diâmetro) a ser considerada a maior bacia de impacto (conhecida) em todo o Sistema Solar, sendo a mais baixa região do planeta e apresentando os mais diversificados cenários: como neste caso com a visualização de um campo de dunas.

 

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Marte ‒ Planície Hellas

Sonda MRO

PIA 22052

 

Sugerindo-se que a formação deste relevo dunar nesta zona particular da planície de HELLAS poderia ter na sua base a intervenção dos DUST DEVILS (ventos em redemoinho característicos destas regiões e deslocando-se sobre a superfície das mesmas, contribuindo para a obtenção destas formas/texturas dunares);

 

Como também que a sua forma, direção e profundidade (verificadas nas linhas/canais apontando uma direção) poderiam ser explicadas pelo derretimento do gelo (não de H₂O mas de CO₂) a elevadas latitudes e formado no Inverno ‒ acabando por se transformar (passando do estado sólido a gasoso), arrastando material e assim criando este efeito (de linhas).

 

(imagens: Universe Explorers/youtube.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:09
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17
Out 17

I

 

“Era dos descobrimentos (ou das Grandes Navegações) é a designação dada ao período da história que decorreu entre o século XV e o início do século XVII, durante o qual, inicialmente, portugueses, depois espanhóis e, posteriormente, alguns países europeus exploraram intensivamente o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio” (wikipedia.org). Chegando agora a Era da Exploração (Exterior) ou das Grandes Viagens (Espaciais) não só para novas Descobertas (de tudo aquilo que nos rodeia, nos faz e constitui) como para a nossa Preservação (como espécie relevante e merecendo persistir).

 

II

 

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Com Rigil Kentaurus ao centro

(α Ceutauri A)

A pouco mais de 4 anos-luz

(do Sol)

 

Com ALF BURDEN a afirmar poder existir Vida numa outra estrela distante (segundo ele a uns 3,2 anos-luz de distância do nosso planeta) talvez não sendo alienígena (nem para o remetente, nem para o destinatário) mas tratando-se (muito simplesmente) de um reencontro (de espécies com o mesmo molde, ocupando um outro polo, idêntico/no seu objetivo ou de controlo7como posto intermédio). De qualquer forma com a estrela conhecida a estar mais perto da nossa (o Sol) ‒ e logicamente da Terra ‒ a ser Proxima Centauri (V645 Centaurus) localizada a 4,2 anos-luz e do tipo espectral M5,5Vc (o Sol é uma estrela do tipo G2V) ‒ e com a estrela do mesmo tipo do SOL e localizada a 4,3 anos-luz de distância (de nós) a ser RIGIL KENTAURUS (Alpha Centaurus A). E tal como a distância indica utilizando um qualquer tipo de propulsão futura e verdadeiramente revolucionária (atingindo como certas partículas a velocidade da Luz), demorando mais de 4 anos a atingir o destino (para já uma impossibilidade dado os desígnios/prioridades do Homem ‒ para já limitando-se à Terra, Berço e talvez Sepultura).

 

III

 

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Alf Burden

(à direita)

O 1º Astronauta a realizar um passeio no Espaço

(no exterior da nave Apollo)

 

Numa entrevista levada a cabo pela rede de televisão britânica ITV e transmitida a 29 de Setembro deste ano (de 2017), o convidado do programa foi o ex-astronauta norte-americano ALFRED WORDEN (hoje com 85 anos de idade), na altura da missão APOLLO 15 piloto do módulo de comando ENDEAVOUR (o módulo orbital): para além desse módulo de comando onde Alfred Worden permaneceu nas suas órbitas (75) em torno da LUA (associado ao módulo de serviço), com os seus dois colegas de missão DAVID SCOTT e JAMES IRWIN a bordo do módulo lunar FALCON a aterrarem no nosso satélite (natural e pela 3ª vez) e a serem os primeiros a utilizarem um veículo motorizado (ROVER LUNAR) para se deslocarem na superfície lunar (nas 3 missões anteriores Apollo 11/12/14 fazendo-o a pé e só na 4ª Apollo 15 usufruindo de um veículo de transporte). No caso da 4ª missão com o módulo lunar a alcançar com êxito o solo do nosso satélite, ao contrário do sucedido com a missão Apollo 13, registando uma avaria do seu módulo de serviço (Odyssey) e obrigando a sua tripulação (James Lovell, Jack Swigert e Fred Haise) a regressar de imediato à Terra (chegando todos sãos e salvos) utilizando como refúgio o módulo lunar (Aquaris).

 

Nesse dia dos finais do mês de Setembro (de 2017) em que o astronauta da missão Apollo 15 (lançada de Cabo Kennedy em 26 de Julho de 1971, quando o astronauta tinha 39 anos) Al Worden era entrevistado pelo canal ITV (na altura para o programa Good Morning Britain) ‒ inicialmente para falar da sua experiência pessoal em torno da sua fantástica viagem até à Lua, orbitando-a 75 vezes numa estadia de alguns dias ‒ com a conversa subitamente a derivar (do rumo pré-definido) abandonando o tema das Viagens (Espaciais) e substituindo-o pelo tema (aparentemente inesperado) dos Alienígenas: e tudo se iniciando numa simples questão que há já várias décadas tem perturbado muita gente (desde o encerramento do programa Apollo em 1972, já lá vai quase meio século), pela resposta constante e sempre pela Negativa dos que o poderiam fazer e não o fazendo o abandonaram ‒ quando o que se deveria ter feito seria a continuação desse imprescindível (para a preservação da nossa espécie) projeto (com o Homem a instalar-se na Lua, construindo uma base intermédia e daí lançando-se para o Espaço, mas em direção a Outros Mundos e também a outros Sistemas, talvez parecidos se não mesmo Familiares). Assim perguntando-se “Porque deveríamos continuar a ir à Lua?”

 

IV

 

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Apollo 15

(Símbolo representativo da missão)

A 1ª missão à Lua de caracter científico

(realizada há 45 anos)

 

E a partir dessa questão dando-se o salto fundamental para a fase seguinte, com o ex-astronauta Alf Worden (o piloto do módulo orbital na missão Apollo 15) profundo conhecedor da Lua e das viagens espaciais (num percurso total de 1.000.000Km, a distância percorrida na ida e volta ao satélite) a responder de imediato e sem qualquer tipo de hesitação: “SURVIVAL, SURVIVAL OF OUR SPECIES”. Daí entrando-se por outros caminhos (adjacentes e complementares) falando-se então de colonização (e onde a concretizar), partindo-se desse degrau e subindo-se, até se atingir um dos topos, com os Alienígenas presentes: não sendo forçoso que os encaremos como sendo de uma nova espécie (tal como a nossa, caraterística de um Sistema, no nosso caso o Solar), mas talvez apenas um reflexo das nossas próprias origens ‒ com os Alienígenas a sermos nós! Sendo essa a ideia (base) naquele dia transmitida (nos USA) pelo velho ALF astronauta (dada a idade sendo um Sábio):

 

When Worden is asked about the possibility that there are extraterrestrials out there, Worden says: “You know, I’ve been asked that question hundreds of times, ‘do you believe in aliens?’ and I say ‘yeah.’ “We are the aliens, we just think they’re somebody else, but we’re the ones who came from somewhere else. Because somebody else had to survive…they got in a little spacecraft and they came here and they landed and they started civilization here, that’s what I believe. And if you don’t believe me, go get books on the ancient Sumerians and see what they had to say about it, they’ll tell you right up front.” (Alfred Worden/Good Morning Britain/ITV/prepforthat.com)

 

V

 

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Sonda Voyager

(Na realidade a 1ª Nave Interstelar)

Viajando a caminho do Outro Lado

(mas infelizmente não sendo tripulada)

 

Acabando no meio deste emaranhado de convicções difundidas por um antigo astronauta tendo já viajado pelo Espaço em direção ao Infinito (só não o sendo em toda a sua extensão devido à obrigatória viagem de volta) por se chegar a uma conclusão certamente gritada e vociferada por ALF (devido à indignação) ‒ tal a sua certeza em tal convicção (pela evidência sendo tão fácil de aceitar), tal a sua simplicidade e experiência vivida (de sucessivas gerações), com casos paralelos e tocando-se no nosso quotidiano (como nos Descobrimentos partindo à Aventura na senda de Outros Mundos onde pudéssemos persistir) e acima-de-tudo sendo ainda acrescido por uma INEVITABILIDADE do HOMEM de um dia ter que abandonar a Terra como seu Lar permanente (e Zona de Conforto como diria o Coelho falando de Portugal para os portugueses) se ainda quiser viver e a partir daí existir. Daí a ideia:

 

Worden also rejected the notion that humans could colonize planets within our solar system, calling the concept an “unsustainable” one. He then presents the idea that we’d need to go outside of our solar system to find inhabitable regions, claiming that “we know they are out there.” (prepforthat.com)

 

(imagens: WORD PRESS/ITV/WIKIPEDIA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:20

12
Out 17

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

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PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

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A lua (de Júpiter) IO

 

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A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

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Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

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JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

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