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Terrestres, Marcianos ou Solares

Quarta-feira, 05.05.21

Integrando um espaço e um tempo mais amplo do que aquele de que temos alguma noção ─ o Universo, dito Infinito ─ e partilhando um conjunto mais ou menos extenso, mas denotando em extensão e compreensão características comuns ─ o limitado Sistema Solar, ele próprio um subconjunto de um outro mais vasto, a Via Láctea (e assim sucessivamente, do infinitamente pequeno ao infinitamente grande)

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Marte num passado remoto

(integrando um Sistema Planetário com 4,7 biliões de anos)

 

A Terra e toda a sua História (Geológica, Biológica) terão que ter forçosamente algo de comum com todos os seus parceiros planetários (planetas, cometas, asteroides, etc.), podendo mesmo a Vida ter migrado entre vários Mundos (próximos e em diferentes fases da sua formação) até chegar ao ponto onde hoje se encontra:

Nos seus estimados 4,7 biliões de anos decorridos desde a sua formação (centrado numa estrela da classe espetral G2V, o Sol) e no meio de múltiplos impactos entre diferentes corpos e material movimentando-se no Espaço e definindo progressivamente a disposição da sua futura estrutura (básica e planetária),

Depois da estabilização de certos Mundos podendo-se ter então aberto a porta a outro tipo de evolução (não apenas geológica, preparando o terreno) não tanto a nível de um Mundo Mineral (já preparado para receber algo mais) mas de um outro e como sua consequência (natural sequência) ─ montado e preparado o seu ecossistema ─ o Mundo Orgânico, Biológico, a Vida.

Conjugando o que nos caracteriza e distingue (apesar de ainda não a compreendermos, situarmos) a nossa Alma, com a Matéria e o seu correspondente (espiritual) o Eletromagnetismo.

Num passado já muito longínquo com a Vida a poder ter aparecido numa “Terra agora Estranha” e perdida, entretanto no tempo (e noutra projeção/disposição deste mesmo espaço),

Atravessando Civilizações, ultrapassando Saltos Civilizacionais, podendo-se ter quase extinguido ou não, mas regressando sempre e sendo resiliente subsistindo e replicando-se de novo, sempre sob o mesmo molde (apenas adaptado):

Ainda com a Terra num estado mais atrasado da sua formação debatendo-se com impactos de cometas e de asteroides ─ quase como que com sucessivas vagas de espermatozoides, tentando fecundar a Terra ─ podendo o Homem já existir noutros Mundos migrando periodicamente e conforme as suas necessidades.

E sendo originário de algum lado podendo ser daqui ou doutro lado, bastando ter-se movimentado (sendo o Homem de base um nómada):

Talvez se tendo sido marciano, no presente terrestre e num futuro próximo regressando e sendo terrestre/marciano ou simplesmente um solar,

Vendo-se aqui Marte tal como poderia ter sido no (seu) passado (remoto), sonhando-se reconstruí-lo (de novo, pelo menos Elon Musk e os seus amigos empresários)

(imagem: Kevin Gill/universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

Em Escarpa, Em Colapso

Quinta-feira, 29.04.21

Ainda mergulhados na Terra aquando da 1ª ida até à Lua (julho de 1969) e com as virtudes do capitalismo norte-americano então no topo da sua grandiosidade (1945/1970), desde há pelo menos meio século que todos nós sabemos (ou suspeitamos) que, para além do nosso único satélite artificial pouco ter a oferecer ao residente comum deste planeta (a caminho de 8 biliões de indivíduos), os restantes corpos celestes até pela sua proximidade “desprotegida” ou pelo seu afastamento “gelado” ─ mesmo aqueles como a Terra, os restantes 7 planetas principais, integrando este Sistema Planetário (centrado no Sol) ─ também se encontram sensivelmente na mesma situação:

PIA24611.jpg

ESCARPA

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 23611

(Inserida numa depressão com uma extensão de umas centenas de metros,

íngreme e conhecida por expor à sua superfície “água-gelada”)

 

Desde os planetas Interiores como Mercúrio e Vénus (pela sua proximidade, exposição e ausência de proteção, sendo constantemente “bombardeados” pelo Sol), passando ainda por Marte (completamento exposto, sem atmosfera protetora) e estendendo-se aos planetas Exteriores como os Gigantes-Gelados Júpiter e Saturno (não esquecendo Úrano e Neptuno), todos eles não apresentando as condições mínimas para a sobrevivência da nossa espécie.

Para além da exposição a todos os perigos conhecidos ou desconhecidos oriundos do Espaço Exterior (à Terra) e tal como verificado nas diversas visitas à Lua feitas pelo Homem há 50 anos atrás (deixando-se no ar a questão, porque desistimos dela), ao olharmos para a Lua, para Marte ou para outro corpo qualquer integrando o nosso Sistema Solar, não se verificando neles a existência de atmosfera (de oxigénio, necessário para a nossa função respiratório), de água (compondo grande percentagem do nosso Mundo a Terra, assim como do nosso corpo, sendo-nos tal como um “combustível” fundamental), nem de qualquer tipo visível de Vida (mesmo que microscópica, nem sequer um vestígio):

Significando que pelo menos neste Espaço-Tempo poderemos estar (nesta “extremidade” do Universo) momentaneamente ou por desconhecimento, sós.

Até porque poderemos ser uma espécie autóctone desta parte do Universo usufruindo deste canto da pequena e perdida Via Láctea, através de sucessivos Saltos Civilizacionais ocorrendo desde há uns 4,5 biliões de anos, tendo a vir a assumir um papel preponderante na evolução e transformação deste minúsculo, mas único ponto chamado Terra, mas que para sobreviver e continuar terá um dia forçosamente de abandonar esta referência, emigrar e persistir:

Tal como hoje em dia poderemos imaginar sucessivos Saltos Civilizacionais ocorridos ao longo de toda a História Geológica do nosso planeta, desaparecendo/reaparecendo o Homem e até podendo envolver outro planeta próximo (como Vénus, como Marte) neste intercâmbio Temporal (poderemos já ter sido num passado remoto, venusianos e até marcianos), amanhã tendo-se obrigatoriamente de migrar (o Sistema Solar não durará para sempre) podendo a Lua voltar a ser protagonista como ponto intermédio e Marte o nosso futuro como Lar e 1º Grande Entreposto Interestelar.

E talvez seja por isto baseado num passado profundamente encastrado nos nossos testemunhos e genes, que ao olharmos para Marte até pela sua forma, proximidade e aspeto (um ser familiar, talvez com a mesma idade, apenas seguindo caminhos/trajetórias/órbitas diferentes), sintamos nele algo de conhecido de muito familiar, de querer lá estar ou então regressar.

PIA24614.jpg

COLAPSO

Sonda MRO ─ Instrumento HiRISE ─ PIA 24614

(podendo ser uma depressão ou um topo, observada em depósitos superficiais

do polo Sul, mas sendo o 1º caso e como resultado de um colapso)

 

Com o chefe desta ilusão a ser no presente o milionário e ilusionista (e norte-americano, com acesso privilegiado às impressoras e ao subsídio estatal) Elon Musk:

Querendo-nos enviar para Marte.

Concluindo-se que no início da terceira década do século XXI e passados mais de 50 anos (vai fazer 52) sobre a nossa chegada ao 1º Mundo Alienígena (com o astronauta Buzz Aldrin a deixar a sua marca/sola da bota na Lua), por um lado sonhando-se muito com Marte e estendendo-se a busca a anos-luz, mas por outro lado nem sequer se conhecendo toda a amplitude das nossas altitudes, positivas como negativas:

O que se passa por exemplo (nos oceanos) a uns meros 10Km/11Km de profundidade (tendo máquinas capazes de ultrapassar os limites do Sistema Solar, como as sondas Pioneer e Voyager ─ e já com outra a caminho, a sonda automática New Horizons) e com o problema de como travar uma doença provocada por um ser vivo de vida tão curta (se comparada com a do Homem) e microscópico, quando diante de nós já conseguimos ver o infinitamente pequeno (com o microscópio) e o infinitamente grande (com o telescópio) ─ em toda a sua extensão e compreensão, este complexo e ao mesmo simples “Organismo (Universo) Vivo” (montando-se progressivamente na nossa cabeça e formando diante de nós “o modelo”).

Ao chegar-se às proximidades do planeta Marte ─ o 4ª planeta mais distante do Sol e o nosso mais próximo vizinho exterior (à órbita da Terra) ─ para o milionário (subsidiado pelo Estado) Elon Musk o facto central separando-nos da nossa própria extinção (entendendo-se o Homem como a espécie dominante), deparando-nos com algo muito pior do que os mais extremos cenários ambientais terrestres, inserindo-nos neles (para além de um certo ponto) sendo impossível de sobreviver, inseridos na superfície marciana nem sequer sendo possível imaginarmo-nos (milagres só na Terra, com ícones locais e altares) a recuar, estando a meses de viagem (centenas de milhões de Km) do posto de socorro mais próximo:

Sendo Elon Musk mais um exemplar oriundo dum mesmo molde (mesmo tipo de programação, objetivo), quanto muito classificado pelos seus iguais (criando a hierarquia de poder, a pirâmide social) como sendo um génio ou um louco (apesar de adjetivos distintos e extremos, tendo por complementaridade necessária ao bom funcionamento do sistema, consequências iguais) ─ um predador proporcionando às suas presas o destino do costume ou em alternativa única (oferta de EM e sendo-lhe  exclusiva) a fuga em frente ─ tal como o fez com Starman (o seu astronauta-humanoide-manequim) lançando-o em direção ao Planeta Vermelho, ouvindo David Bowie e conduzindo um dos modelos Tesla ─ e acabando se não fossilizado na viagem, então bem calcinado no Inferno.

Por lá (Marte) só mesmo como com os mortos por cá (Terra), bem enterrados.

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:34

Em Marte ─ Procurando Água, Vida, talvez o Nosso Passado (e/ou Futuro)

Segunda-feira, 22.03.21

“E onde existe ÁGUA, também podendo existir Pão & Vinho

─ ou pelo menos VIDA.”

 

art_ancient_mars_markgarlick.jpg

Como era Marte

há 3 biliões de anos

 

Se poucos dias atrás o planeta MARTE foi por diversas vezes mencionado dada a possibilidade de o mesmo possuir ÁGUA ─ algo de que há muito se suspeitava, posteriormente sendo um facto confirmado, dada a presença de água gelada no Polo Sul marciano ─ prosseguindo-se de imediato e poucos dias depois para o estudo da hipótese de alguma dessa água do passado poder estar ainda aí presente (3 biliões de anos depois, de ter andado por lá). Infiltrando-se, sendo capturado pelos minerais, em profundidade e em depósitos subterrâneos: não se tendo perdido como se pensava antes através da atmosfera e num volume apreciável, suportando-se aí a ideia de que muita dessa água não se teria evaporado (numa boa percentagem) mas sido “depositada”.

 

Long-term drying of Mars

by sequestration of ocean-scale volumes of water

in the crust

E. L. Scheller, B. L. Ehlmann, Renyu Hu, D. J. Adams, Y. L. Yung, etc.

(sciencemag.org ─ 16 Mar 2021)

Geological evidence shows that ancient Mars had large volumes of liquid water. Models of past hydrogen escape to space, calibrated with observations of the current escape rate, cannot explain the present-day D/H isotope ratio.

 

E existindo Água em MARTE (70% da composição do HOMEM) podendo obvia e simultaneamente aí existir Vida. Relativamente ao Planeta Vermelho e numa versão (talvez para muitos de mente reduzida, talvez sendo imaginativa/expansiva, ou seja sendo livre o posto) progressiva e cientificamente tendo vindo a ser confirmada ao longo do tempo (estudando os vestígios por lá “espalhados” no terreno e pelados pelas sondas, orbitais ou de superfície) ─ até pela presença mesmo ao seu lado do seu planeta-irmão (mesmo ascendente, o SOL) e vizinho interior a TERRA ─ e ao mesmo tempo dispondo de conhecimentos entretanto tendo sido adquiridos e “aprovados” com o visionar mais detalhado do “Ciclo de Marte” (podendo ser baseado e elaborado a partir do mesmo “molde” do nosso),

 

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Marte coberto de água

no seu passado remoto

 

Desaparecendo a água por infiltração e captura o mesmo podendo ter ocorrido com outros organismos, que não apenas os “organismos minerais”: levados pela “corrente líquida”, com organismos diferenciados (oriundos do “MMM/Mundo Minero Mineral” ou do “MBO/Mundo Bio Orgânico”) podendo ter-se adaptado às novas condições ambientais e aí evoluindo e sobrevivendo. Estimando-se, havendo a forte probabilidade de existir para além de no seu Polo Sul ou então escondida por algures (um pouco por ali, um pouco por acolá) ─ e até em quantidade ─ ÁGUA em MARTE, tal como sucedido na TERRA e correndo sempre na mesma direção e em paralelo (existindo uma, existindo a outra) obrigatoriamente e respeitando o inscrito no molde, terá que existir VIDA em MARTE. Hoje podendo ser rudimentar e/ou algo primitiva, ontem (há biliões de anos, antes da “Grande Migração Interplanetária”) podendo ter sido, mesmo como NÓS (os nossos antepassados):

 

Tracing

a modern biosphere

on Mars

Nathalie A. Cabrol

(nature.com ─ 16 March 2021)

Exploring the hypothesis that life is present on Mars today is key to informing planetary protection issues at a pivotal time, with the clock ticking to return pristine samples before humans irrevocably alter the environment.

 

Refletindo a nossa poderosa e vanguardista imaginação (sendo a realidade o limite, passando-o, caindo-se no remorso e/ou no pecado) e com esta (espelho/ilusão/imagem/alma) escancarando-nos as Portas da Felicidade, da aventura, da experiência, da projeção e até (sabe-se lá, em todos os locais existindo uma hierarquia) do próprio Holograma, passando de um mero periférico (selecionado, subindo de nível) a operador. Ficando-se mais próximos de compreender não só o Eletromagnetismo (A Alma do Universo), como sendo-o fundamental por complementar (formando em si um TODO e integrando TUDO), a nossa misteriosa e complexa e devendo ser acariciada (em vez de sufocada) Mente (A Alma do Homem).

 

(imagens: Mark Garlick/Science Photo Library/Getty Images/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

NASA ─ Missão Marte 2020 ─ Rover Perseverança

Terça-feira, 09.03.21

Acabadinha de chegar ao PLANETA VERMELHO (18 de fevereiro de 2021), uma imagem vertical obtida pela câmara HiRISE (instalada na sonda orbital MRO) ─ PIA 24483 ─ apresentando-nos o ponto de contacto do ROVER PERSEVERANCE com a superfície marciana: Octavia E. Butler (escritora afro-americana de SCI-FI). Uma missão da NASA ─ MARS 2020 ─ tendo como objetivo o estudo da existência de Vida no Universo, neste caso dirigindo-se ao planeta MARTE e à procura de sinais de vida microbiológica no seu passado ─ com o veículo motorizado dedicando-se à geologia e tentando perspetivar qual teria sido o clima do planeta, em dias extremamente remotos (na cronologia marciana, com uns 4,65 biliões de anos de idade).

 

PIA24483.jpg

 

PIA 24483

PIA 24485

 

PIA24485.jpg

 

Na imagem PIA 24485 com o ROVER PERSEVERANCE utilizando o seu instrumento ótico MASTCAM-Z e a partir do seu ponto de aterragem (Octavia E. Butler/cratera Jezero), apresentando-nos uma visão parcial da cratera JEZERO, local onde num passado extremamente remoto terá existido um delta onde confluiriam as “Águas-de-Marte” ─ podendo mesmo comportar (transportar consigo) algum tipo de vida: terreno por onde circulará nos próximos tempos durante a sua campanha de exploração e de conhecimento (do planeta), tendo ainda na sua agenda de trabalhos uma tarefa pioneira realizada em Marte, referindo-se à recolha de materiais superficiais, depositando-os (guardando-os) de seguida, para posteriormente as enviar para a Terra numa outra missão (de recolha das amostras) Terra/Marte/Terra.

 

PIA24486.jpg

 

PIA 24486

PIA 24489

 

PIA24489.jpg

 

Nesta missão pioneira tendo Marte como destino, sendo caraterizada como a primeira recolhendo rochas e poeiras marcianas, para posterior envio para o remetente (a Terra) ─ algo já ocorrido na LUA, não à distância mas presencialmente ─ com o objetivo a ser igualmente o da preparação do planeta para uma futura receção ao Homem, inicialmente preparando-o (apetrechando-o) e depois (da instalação de uma base) enviando para lá os terrestres (existindo marcianos, como colonizadores ou seja, como “estranhos numa terra estranha”). Depois dos homens na LUA, surgindo para os humanos a sua 1ª Viagem Interplanetária ─ da TERRA a MARTE. Na imagem PIA 24486 indicando-se o possível trajeto do ROVER PERSEVERANCE na sua viagem pela superfície de Marte. Um veículo motorizado equipado (uma novidade, ainda experimental) de um Helicóptero (INGENUITY) e ainda de um Microfone (para gravar a “Voz de Marte”). E na última imagem PIA 24489 as primeiras imagens do ROVER em trabalho, observando-se as suas rodas características e o solo seco e árido sobre o qual se desloca.

 

(dados e imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:04

Europa

Terça-feira, 12.05.20

Despachado para Júpiter a 300.000Km/s e chegando lá em menos de 40 minutos, tendo a oportunidade ao passar muito próximo de Europa e apesar da sua ainda gloriosa juventude, ali poder confirmar a visão de um “Mundo Vivo” mas profundamente sulcado por inúmeras cicatrizes.

 

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Lua, Saturno, Júpiter e ao lado ainda Marte

(e junto a Júpiter, mas não se vendo, Europa)

 

Olhando esta terça-feira (12 de maio) para o céu noturno na direção da constelação de Sagitários (amanhã de Capricórnio, depois de amanhã de Aquário), para além de observarmos a Lua bem visível “lá em cima”, podendo-se ainda descortinar bem ao lado da mesma (o único satélite da Terra) dois outros dos oito planetas (os dois Gigantes Gasosos) integrando o Sistema Solar: menos brilhante Saturno (de diâmetro superior a 116.000km e localizado a mais de 1.400.000.000Km) e mais brilhante Júpiter (de diâmetro inferior a 140.000Km e localizado a menos de 700.000.000Km), devido não só à sua posição, assim como ao seu tamanho, como ainda à sua distância à Terra. E próximo do planeta Júpiter o maior do nosso sistema planetário (tendo como estrela de referência, o Sol), dirigindo a nossa particular atenção para uma das suas cerca de 80 luas, uma das quatro “Luas de Galileu” (um dos 4 maiores satélites do planeta Júpiter): Europa. E ainda um pouco mais afastado o nosso vizinho externo o Planeta Vermelho (Marte) em conjunto com Mercúrio, Vénus e Terra integrando o grupo dos Planetas Interiores (interiores à Cintura de Asteroides).

 

europamapv2.jpg

A lua de Júpiter

EUROPA

 

The above map shows locations where each image, showcasing a variety of features, was captured by Galileo during its eighth targeted flyby of Jupiter's moon Europa.

 

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Imagem

1/2

 

Images of (1) an area called Chaos Transition shows blocks that have moved and ridges possibly related to how the crust fractures from the force of Jupiter's gravity;

And (2) of an area called Crisscrossing Bands shows ridges, which may form when a crack in the surface opens and closes repeatedly. In contrast, the smooth bands shown here form where a crack continues pulling apart horizontally, producing large, wide, relatively flat features.

 

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Imagem

3

 

Image (3) showing chaos terrain where blocks of material have shifted, rotated, tilted and refrozen. Scientists use this as a puzzle for clues about how the surface has changed. The area is called Chaos Near Agenor Linea for its proximity to the wide band of that name at the bottom (of the image).

 

Europa uma das luas de Júpiter sensivelmente com a mesma dimensão da nossa Lua (ligeiramente menor), podendo, no entanto, ter Água (exteriormente sob a forma de gelo, mas sobretudo em oceanos, debaixo da superfície gelada, subterrânea), uma ligeira Atmosfera (contendo oxigénio) e até algum tipo de Vida (extraterrestre, algum tipo de bactéria). Exteriormente e observando a sua superfície (sendo ainda uma lua jovem, a nível tectónico e de deslocação de placas, ainda bem ativa) um dos mais lisos corpos integrando o Sistema Solar, sem grandes montanhas ou depressões (como crateras) ─ logo de baixa topografia ─ e apresentando-se aos nossos olhos (à distância, utilizando imagens de sondas por lá tendo andado ou então de telescópios terrestres, colocados para cá ou  para lá da nossa atmosfera) com imensos riscos escuros atravessando quase que caoticamente toda a sua superfície, entrecruzando-se com outras fraturas dispondo-se igual e como que aleatoriamente em todas as direções ─ e contendo (pela cor á sua superfície, o amarelo) cloreto de sódio tal como acontece com  Terra e com os seus oceanos (salgados).

 

europa_full.jpg

A sonda automática

EUROPA CLIPPER

 

E tal como no passado com os Canais de Marte, tornando este mundo interessante e algo misterioso: até pela presença de Água e conquistados outros corpos ─ como já previamente planeado a Lua e o planeta Marte (até meados deste século), com as viagens interplanetárias ─ podendo-se transformar no futuro em verdadeiros entrepostos, então para viagens ainda mais distantes (ultrapassada a Nuvem de Oort) como as Viagens Interestelares (para já só por lá andando, as sondas automáticas Pioneer 1 e 2). Para já nos contentando ainda com imagens da velha e defunta Galileu, mas já com uma nova missão em marcha tendo como objetivo esta lua (promissora pela água) de Júpiter: a da sonda automática Europa Clipper prevista para esta década de 20.

 

(texto/inglês: nasa.gov ─ imagens: Guy Ottewell’s blog/earthsky.org,

NASA/JPL-Caltech/SETI Institute e jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Covid-19 Portugal (45º dia c/ UCI ─ 43º dia c/ VM)

Segunda-feira, 27.04.20

Tomando como referência o dia 1 de janeiro de 2020 ─ já o vírus SARS-CoV-2 andava pela China ─ e como consequência com o Mundo já há 4 meses sob a ação do “Agente Infiltrado e Invisível” e da sua “Arma Biológica Covid-19” ─ Europa com mais de 122.000 vítimas mortais (VM), América do Norte com mais de 60.000 VM, Ásia com mais de 17.000 VM, América do Sul com mais de 6.000 VM, África com mais de 1.400 VM e Oceânia com mais de 100 VM ─ torna-se cada vez mais evidente a sobreposição da “Economia de Objeto sobre a Economia do Sujeito” e a necessidade que “Mercados & Acionistas” têm, de arrancar  com a sua Máquina voltando à normalidade da Produção (financiando a Máquina e recebendo subsídios):

 

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Nem que para tal e mesmo desconhecendo-se ainda muita coisa sobre este surto Pandémico (e mortal, para já incidindo esmagadoramente sobre os mais idosos), se possa estar a dar um passo em frente para a chegada de uma 2ª Vaga (eventualmente com o vírus já tendo sofrido uma mutação logo, podendo suscitar outras consequências e ter escolhido novos alvos) ─ e certamente com os nossos governantes dirigindo toda a sua atenção para o “Retorno à Economia”, infelizmente e repetindo erros anteriores (até pela falta de dinheiro para tudo, “Vida & Economia”), anulando já encomendas feitas (de equipamentos de saúde, em princípio e agora em números considerados excessivos) e investindo tudo no “Ressuscitar do Paciente Coletivo” (Portugal) da Pobreza Eminente. Com dois meses de paragem tendo ─ para não surgirem males maiores (tal como num automóvel, estando há muito parado) ─ o Motor de Arrancar.

 

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Com os alemães da VW a darem o 1º sinal ao Governo PT

(para o caso de o mesmo, continuar de dedo esticado à boleia)

 

E assim estando todos do lado de Donald Trump como o poderia ser de Joe Biden ─ as duas faces da mesma moeda, o Dólar ─ mesmo com muitos dos combatentes ainda em luta, outros bastante feridos e desmoralizados, para já não falar dos muitos mortos já registados (talvez nem metade contabilizados), estando já a ser decretada a ordem do regresso a muito curto-prazo ao ativo: no caso do nosso país e sendo os responsáveis os mesmos (antes de Covid-19 e depois de Covid-19) ─ lá se safando estes mais uma vez, à custa das vítimas do costume ─ restando-nos esperar que o dedo estendido prontamente à boleia pelos nossos responsáveis, tenha sorte e seja visto por alguém que por acaso esteja por aqui a passar. Mas com os nossos Governantes sendo “bons, maus, mais ou menos”, no início (como o será no fim) tendo sido eleitos efetivamente por nós (votando ou não votando).

 

VCa.jpg

 

No caso de Portugal e observando a evolução do surto ─ tomando em consideração o topo de atividade do vírus (23 de março) ─ taxa de 1,64 ─ ou o seu Pico Máximo (3 de abril) ─ 37 vítimas mortais ─ mantendo-se aparentemente o “bicho controlado” e a data previamente marcada para o “Desconfinamento”: esperando-se para já para ver o que irá na realidade acontecer, quando daqui a meio ano (novembro/dezembro deste ano) poderemos estar provavelmente de novo ainda a convalescer e a combater (pela vida) ─ sem vacina ou outro tipo de cura, mas esperando o SARS-CoV-2 ser mais parecido com vírus que “aparece/adormece” e não com o vírus da Gripe que sempre que volta vem mais forte (até pela sua mutação). Sendo necessário prevenir e há falta de melhor, talvez mesmo rezar (já agora a Nossa Senhora de Fátima, um produto nacional).

 

(imagem: jornaleconomico.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

Em Busca do Tesouro Perdido

Quinta-feira, 09.04.20

Um apresentação gráfica obtida pelo cálculo da razão (uma divisão) entre, a soma das Vítimas Mortais e dos doentes em estado Crítico/Grave registados num certo dia (VM₂+GC₂) e a soma desses mesmos valores registados no dia anterior (VM₁+GC): estendendo-se aqui entre, o dia 14 de março (quando foram registados os primeiros infetados nas unidades de Cuidados Intensivos, ainda sem vítimas mortais) e o dia 9 de abril − dia em que as comunicações terrestres entre concelhos vizinhos e com algumas exceções, foi interrompida.

 

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Quando a linha azul permanecer irredutivelmente abaixo da linha vermelha,

então estaremos mesmo no caminho certo para descobrir o “Tesouro Perdido”

(esperando, no entanto, que no baú, ainda haja algo para nós)

 

Com o objetivo do gráfico a ser o de nos facilitar a descoberta do dia em que poderemos ver de novo um pouco da vida que tínhamos anteriormente (pelo menos dando-nos aí a esperança e até mesmo a certeza, de podermos começar a sonhar com isso), bastando para tal que a linha Azul permaneça definitivamente abaixo da linha Catanha: a fronteira entre a Morte e a Vida. Ou seja, ultrapassado e confirmado o Pico Máximo − e insistindo mais uma vez no atrás referido − mantendo-se a linha AZUL sempre abaixo da linha CASTANHA.

 

[Numa aplicação em jeito de demonstração, do gráfico "oferecido" anteriormente.]

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:56

Vida − Depois de Marte, a vez de Vénus

Sábado, 23.11.19

[Em Vénus (desde 1975) com as ondas soviéticas VENERA (até 1984). E em 2019 com alguns cientistas levantando a hipótese de existência de Vida (como Romoser e como Joseph), pelo menos no passado e pela evidência (segundo as suas observações) da presença de fósseis.]

 

Num artigo de [Seth Shostak] publicado em 17.08-2012 em [space.com], a indicação dos sítios mais prováveis (7) para a existência de Vida no Sistema Solar (do planeta/lua mais próximo do Sol ao mais afastado): VÉNUS (observado por Rhawn Joseph), MARTE (observado por Emeritus William Romoser) e sendo as restantes luas − Europa/Calisto/Ganimedes (luas de Júpiter) e Encélados/Titã (luas de Saturno).

 

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Venera 9 (↑)

− Panorâmica de Vénus −

Venera 10 (↓)

 

C_Venera10_Processed.jpg

 

E tal como acontece na nossa terra local onde “desde que o chefe não fale, os outros nada dizem– mesmo que tudo (pelo menos do lado “mais fraco”) esteja a correr mal – depois de tantos e tantos anos com os diversos eruditos a negarem as conclusões dos definidos como leigos − criticando-os por procurarem noutros lados aquilo que por cá encontram todos os dias, naturalmente e tal como cá procurando semelhanças e potenciais réplicas (nossas, da nossa fauna & flora e no seu conjunto do nosso planeta) – num conjunto virtualmente fechado (para nossa facilidade de raciocínio) como o Sistema Solar (como se fosse um conjunto de “células”, um “tecido”), existindo logicamente pontos comuns de ligação, entre todos os seus elementos constituintes (constituindo um “órgão”, agrupados formando um “sistema” − desenvolvendo uma determinada tarefa − e finalmente um “Organismo Vivo” − capaz de sobreviver/desenvolver/reproduzir) – eis que face ao primeiro erudito tendo a capacidade e a coragem de expor livremente o seu raciocínio e o resultado das suas reflexões filosóficas e científicas − “por acaso” coincidentes, com o que muitos leigos (e Teóricos da conspiração) afirmavam há muitos anos – após as revelações desse pioneiro (Emeritus William Romoser, norte-americano, professor da Universidade de St. Louis, localizada no estado do Missouri) afirmando existirem fortes evidências da existência de “Vida em Marte (nas suas observações sobre o Planeta Vermelho afirmando ter visualizado formas fazendo lembrar insetos/outros artrópodes/repteis, podendo estas formas serem fósseis de diversas criaturas vivas) no passado como (talvez mesmo, os que se adaptaram, os sobreviventes) no presente, parece que as Portas-do-Mundo (a nossa cabeça e a dos outros, os seus limites) repentinamente e sem que ninguém o esperasse se reabriram (expandiram) surgindo um novo Pioneiro: o igualmente norte-americano Rhawn Joseph (investigador na área da neuropsicologia, escritor e estudioso de Vénus) apresentando evidências da possibilidade de existência de Vida no planeta Vénus ( o segundo mais próximo do Sol) num passado bem remoto como ainda nos dias de hoje (no solo, em profundida ou até nas nuvens rodeando o planeta) – graças aos dados recolhidos pela sonda automática russa Venera 13, em 1982 (há 37 anos) tocando o planeta e durante algum tempo (umas duas horas, quando se pensava apenas estarem disponíveis, uns 30 minutos) fornecendo informações (e imagens) da sua superfície, antes de ser completamente “asfixiada e morta” pelo ambiente Infernal de Vénus (temperaturas na ordem dos 450°C e pressão atmosférica 90X a da Terra).

 

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Venera 13 (↑)

− Panorâmica de Vénus−

Venera 14 (↓)

 

C_Venera14_New2.jpg

 

E (tal como Kerry Heden refere, em room.eu.com, a 20 de novembro) aproveitando-se das conclusões de Romoser (sobre a existência de Vida em Marte) chegando-se às conclusões de Joseph (sobre a existência de Vida em Vénus), certamente que se expandindo (no futuro e porque não) a outros Mundos e Sistemas:

 

“Insects on Mars, Fungi on Venus.”

 

No caso de Rhawn Joseph e das suas afirmações sobre a existência de Vida em Vénus (utilizando um tipo de observação e de raciocínio, muito similar ao de William Romoser) com o mesmo a apresentar uma história da evolução de Vénus muito semelhante à possivelmente ocorrida em Marte (em tempos diferentes dos seus passados remotos, digamos, a uns 3/4 biliões de anos) − provavelmente num cenário muito semelhante ao apresentado pela Terra (à “nossa imagem”) – com Vénus num passado extremamente remoto (mais perto do “nosso Big Bang”, dando origem ao Sistema Solar) podendo ter possuído água e até alguns organismos vivos (mais ou menos evoluídos, mas adaptados às condições ambientais do planeta), alterando-se o ecossistema venusiano e sendo levado a condições (de sobrevivência) extremas (de temperatura, pressão atmosférica, radiações, etc.), tendo (certamente) a esmagadora maioria das suas espécies sido extintas, mas com algumas resistindo (uma minoria, mas de um se partindo, para muitos mais), transformando-se e acabando por se adaptar e (talvez ainda hoje) sobreviver (mesmo com a água a evaporar/pelo menos à superfície e a temperatura a aumentar/aproximando-se dos 500°C).

 

C_Venera15_Altimetry.jpgC_Venera15_New.jpg

Venera 15 e Venera 16

(entre o polo norte venusiano

e os 25° de latitude N)

 

Na atmosfera rodeando Vénus (onde a intensa ação dos raios solares e onde a mesma seja menos exposta, seja bem menor) ou em profundidade (sabendo-se que aumentando a profundidade ou diminuindo por projeção de sombras a exposição direta, diminuindo-se a ação das temperaturas verificadas à superfície). No caso de Joseh sendo um apoiante da hipótese que sugere que “life on Earth did not originate on our planet, but was transported here from somewhere else in the Universe(Kerry Hebden) Panspermia – com o mesmo a concluir (acreditar) a partir das suas observações (e necessárias reflexões, mesmo filosóficas e existenciais) que apesar do “Tempo Extremo” verificado no planeta Vénus, talvez com alguns híper-extremófilos (organismos capazes de resistir e sobreviver a condições ambientais extremas) a resistirem e até com outros continuando a chegar (da Terra ou de outro local). E assim tendo de um lado Vénus (pouco mais de 100.000.000Km do Sol) e do outro lado Marte (pouco mais de 220.000.000Km do Sol), podendo no passado (ambos) ter-nos contaminado (estando a Terra no meio), como no presente (e como reação à ação) hoje o faz (ou poderá fazer, para os ainda céticos) a Terra (a 150.000.000Km do Sol). Mais exposto tendo Mercúrio (58 milhões de Km do sol) e mais distante (despromovido Plutão a planeta-anão, a quase 6500 milhões de Km) estando Neptuno (a cerca de 4500 milhões de Km).

 

(imagens: Soviet Venus Images/mentallandscape.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:01

Evidências de Vida em Marte

Quinta-feira, 21.11.19

[Ou a “confirmação” da existência de Vida no Planeta Vermelho (o planeta dos “Canais”) feita pelo professor da Universidade do Ohio Emeritus William Romoser, além de investigador e cientista, observador de imagens (sua forma e textura) oriundas da superfície do planeta Marte.]

 

I

 

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Putative fossil insect

On its dorsum with head to the top,

and

with selected structures labelled.

 

Enquanto se procura desesperadamente e para lá do nosso horizonte (visual) o que “por cá temos, mas não vemos – envolvidos pela Morte esquecendo (progressivamente) a VIDA e pensando aí encontrar (no Espaço) uma solução para as nossas profundas “questões existenciais(porque nascemos, porque morremos e como protagonistas, qual o nosso papel nisto tudo) − na Terra e como que confirmando essa Cegueira e talvez numa ação estratégica (tais os horrores de violência, doença, guerra e morte, continuada e sequencialmente vividos ou transmitidos), muitos de nós continuam de olhos (presos) no Céu de modo a fugir ao modelo, muito próximo senão mesmo, do tantas vezes referido Inferno – com os restantes parecendo felizes física (por lobotomia) e psiquicamente (adaptados ao Inferno, julgando-se no Purgatório), andando curvados e em fila (com palas para não  se perderem) olhando sempre para o chão (a “Coisa” dando-lhes orientação).

 

E na nossa busca de Vida (daqueles preferindo o Céu) de novo surgindo Marte e aí, deixando parte da Terra para os crónicos (sedentários) e a outra parte para os Zombies (dotados ou não de “psique”).

 

II

 

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Does insect/arthropod biodiversity extend beyond earth?

Tuesday, November 19, 2019 09:00 AM - 06:30 PM

America's Center - Exhibit Hall 1 & 2

Author: William S. Romoser/Ohio University (Emeritus)

 

Debruçando-nos então sobre Marte e sobre o estudo de Emeritus William Romoser com este com toda a sua autoridade (científica e universitária, logo oficial) a propor-nos uma hipótese (explicativa) mais própria das “Teorias da Conspiração”, afirmando (no entanto e lendo-se o final, sendo suscetível a algumas adaptações, se necessárias e de percurso) pelas evidências por si observadas ao olhar para a superfície do planeta e pelos artefactos aí (visualmente) encontrados, podendo existir (ou ter existido) Vida: descobrindo diversas estruturas possivelmente fossilizadas denunciando a existência (no passado) de estruturas muito similares a alguns dos nossos insetos e repteis terrestres (como vestígio da presença de criaturas vivas). E declarando-o (perante entre outros, os seus pares) na Sociedade Entomológica da América localizada em St. Louis (Missouri).

 

"There has been and still is life on Mars. There is apparent diversity among the Martian insect-like fauna which display many features similar to Terran insects that are interpreted as advanced groups—for example, the presence of wings, wing flexion, agile gliding/flight, and variously structured leg elements." (Emeritus William Romoser)

 

III

 

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A specimen

Whose head appears to have turned in the direction of the camera.

Based on the scale provided in the photo from which this was extracted,

this individual is estimated to be approximately 20 inches long.

 

Deixando-nos, no entanto, entalados entre as versões dos apoiantes das Teorias das Conspiração (maioritariamente de leigos e/ou de autodidatas) e a constante negação da interpretação dos mesmos (“teóricos”) feita por parte das Agências Espaciais Internacionais, seus grupos de investigadores, técnicos e cientistas, aqui parecendo ter versões coincidentes entre leigos e eruditos (estes últimos sempre mais céticos, particularmente os assumindo-se, sem religião). E com o mesmo Emeritus William Romoser a insistir no seu ponto de vista pelos vistos científico (de que “a Vida lá está, só que não a queremos ver”):

 

"The presence of higher metazoan organisms on Mars implies the presence of nutrient/energy sources and processes, food chains and webs, and water as elements functioning in a viable, if extreme, ecological setting sufficient to sustain life. I have observed instances suggestive of standing water or small water courses with evident meander and with the expected blurring of small submerged rocks, larger emergent rocks at the atmosphere/water interface, a moist bank area, and a drier area beyond the moist area. Water on Mars has been reported a number of times, including surface water detected by instrumentation on Viking, Pathfinder, Phoenix, and Curiosity.” (Emeritus William Romoser)

 

(texto/legendas originais: a partir de leitura de artigo Evidence of life on Mars em phys.org − imagens: phys.org e esa.confex.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:08

Invasão de Marte Declarada

Terça-feira, 19.11.19

No início do Terceiro Milénio após o desaparecimento do “Alienígena Espacial” que um dia nos apresentou e prometeu o “Céu (já lá vão, segundo a nossa história, 2019 anos), continuando presos no mesmo e pequeno “Ponto Azul” e sem que o “Nosso Aliena” tenha dado, entretanto testemunho público, da sua presença

 

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Terra e Marte

 

– Deixando-nos entre duas opções possíveis,

(neste mundo hoje-em-dia − e eliminadas as cores – condicionado ao Preto & Branco e mesmo assim, suprimindo as tonalidades intermédias)

 

Terem-nos abandonado definitivamente

(durante a evolução do nosso processo evolutivo e de desenvolvimento)

 

Ou estarmos ainda num período (transitório)

n/ presencial do ciclo (n/ necessitando da presença efetiva desta Entidade) –

 

Enquanto o nosso Alienígena Espacial não reaparece (fisicamente) e simultaneamente continuando a prestar-lhe a devida homenagem − tal como o têm vindo a fazer sucessivamente com fé e profunda esperança os nossos antepassados (acreditando num Deus ou não, mas dando total crédito à morte) − incompreensivelmente (nós todos e sem exceção, de uma forma ou de outra) e sem qualquer tipo de lógica (como se a Terra fosse infinita e a sua exploração o nosso único objetivo) continuamos impunemente a destruir não só o nosso planeta como a nossa civilização − ainda-por-cima invocando nada podermos fazer (em sentido contrário) – ao mesmo tempo que talvez como redenção/Religião (sendo nós extremamente religiosos, certamente dos nossos pecados)  mas também por seleção necessária e obrigatória/Científica (de sobrevivência da nossa espécie, isso se não quisermos representar o mesmo papel dos Dinossauros) apontamos para o que nunca passará de mais uma (entre tantas, por mera falta de orientação) impossibilidade: com a Terra no decurso do seu processo evolutivo (integrada no Sistema Solar, de mais de 4,5 biliões de anos) a meio do seu percurso de Vida (acompanhando a evolução do Sol, talvez um total de 10 biliões de anos), pretendendo-se eliminar o limite (imposto) e sabendo-se integrar o Universo (Infinito), nada mais nos restando senão sair de casa (da Terra, o mais breve possível) e partir para outras paragens (para o Espaço) − em Viagens Interplanetárias (com 7 planetas disponíveis), ponto de partida para a procura de uma outra estrela compatível (sua escolha e adoção) com as Viagens Interestelares. Mas faltando-nos a nave (espacial) compatível com esta ambição (da Exploração do Universo pelo Homem) − com homens no local tripulando-a e não com um comando à distância (remoto e a várias UA de distância) − e para além disso (e sobretudo) faltando-nos a vontade (perdida memória e cultura, de pensar) e a ambição (face à dor de sobreviver, de existir) tão característica da nossa espécie, tal Evento sendo impraticável − pelo menos de momento e segundo o que se conhece − tanto a nível de conhecimento científico como de evolução (revolução) tecnológica (presente): entregue a iniciativa espacial aos privados (tal como com a exploração da água, das fontes de energia, dos transportes, da educação, da saúde, etc., levada a cabo na Terra pensando-se apenas na obtenção de mais-valias e com tão maus resultados até agora obtidos), optando-se obvia e deliberadamente pela matéria-prima em substituição das pessoas, daí a proliferação de conflitos.

 

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China Rover Mars 2020

 

E não existindo saída (para todos, na Terra ou fora dela) insistindo-se sempre no mesmo (nas sondas automáticas), todos eles optando apenas, para ver qual deles “o melhor(do acontecimento e naturalmente, tirando mais proveito): pelos vistos sendo Marte o primeiro planeta a ser invadido, para já por veículos motorizados – para os marcianos caso existam (ou tenham existido) alienígenas (ou talvez não, existindo algum tipo de ligação Terra/Marte) − norte-americanos (já lá e “a caminho”), russos, europeus e até chineses (estes últimos “a caminho”). E na concretização desta tentativa de saída talvez um pouco delirante por obsessiva (há já quase um século que o Homem, largando o projeto Apollo, abandonou os voos tripulados), escolhendo-se logo para o Homem um planeta com um Ambiente Extremo, sem atmosfera (extremamente rarefeita), sem água visível (pelo menos à superfície) e como que calcinado (por milhões e milhões de anos de bombardeamentos de objetos, raios solares e raios cósmicos), apresentando-se como um deserto árido e sem vida juncado aqui e ali por pequenas/grandes rochas todas elas mais ou menos cobertas por extensões maiores ou menores de dunas, poucos segundos nos proporcionando de Vida caso lá puséssemos (tal como o fazemos na terra) o nosso pé: o célebre Planeta Vermelho ainda hoje sujeitando-se à nossa Imaginação pelos seus pretensos (mas pelos vistos inexistentes) Canais − sem água – quando outros mundos mais promissores (sendo certa a presença de água) e ainda pertencendo à vizinhança (ao nosso Sistema Planetário) − apesar de mais distantes (mas tudo custa, no fim “sabendo melhor”) − continuam esquecidos ou postos de lado (entre outros como Ceres e como algumas luas de Júpiter como  Europa ou de Saturno como Enceladus), talvez lhes sobrando (sendo dedicado) uma ou outra sonda (automática, certamente com um veículo terrestre, talvez com um veículo aéreo e equipada, não ainda com um robot mas com um laboratório).

 

Mas regressando-se à obsessão apontando de novo a Marte (seja o interesse e investimento público, seja em alternativa ou em conjunto privado) e considerando ainda o peso de todos os intervenientes e interessados nesse (grande) investimento – com os EUA já lá e a Europa/Rússia (cooperação ESA/ROSCOSMOS) e a China (tentando mesmo construir a sua própria Estação Espacial) já a caminho – na corrida ao Planeta Vermelho e antes da chegada dos terrestres (alienígenas para os “marcianos”), assistindo-se já no presente a uma verdadeira perseguição ao planeta (nosso vizinho) com três novas sondas planeadas para se dirigirem e aterrarem (no mesmo), partindo para o ano (2020) e chegando no seguinte (indo fazer companhia à Curiosity − com Rover − e à InSight − sem o mesmo, ambas norte-americanas): a sonda norte-americana Mars 2020, a sonda europeia (num projeto conjunto com a Rússia) ExoMars 2020 e ainda uma sonda chinesa – não só com veículos motorizados, talvez com veículos aéreos. E acreditando-se na ligação Marte/Terra (especialmente no atualmente mais “pobre”, em Marte) − podendo um deles ser o passado, ou o futuro do outro − dependendo daí a resposta (dúvida) da nossa adaptação, integração e evolução (sobrevivência).

 

Talvez até 2030 ainda sem voos tripulados (no presente, só viagens de ida e volta à ISS) e sendo a Viagem a Marte uma “conversa de treta(dado interesses paralelos, muito mais importantes, por muito mais lucrativos), sem grandes inovações (em viagens mais longas, mais cuidadas, logo mais problemáticas) apenas com objetivos comerciais (em viagens de prospeção de mercado, podendo até 2050 ter-se já iniciado, algumas operações de mineração). Viagens Interplanetárias de passageiros, talvez no próximo século (XXII) e só se alguém nos refundar, irreversível e mentalmente (implodindo-nos o cérebro, livrando-nos do seu interior e deixando-nos impregnar de uma forma ilimitada − e utópica − por tudo aquilo rodeando-nos, formando um todo): se, entretanto, a Terra não explodir.

 

(imagens: nasa.gov − Xinhua/CNSA/space.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:35