Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Abr 20

Mount Krakatoa is an example of a stratovolcano, a tall, conical volcano with multiple strata of solidified lava, tephra, as well as volcanic ash. These types of volcanoes typically have steep sides and usually erupt frequently & violently.” (John Carl Villanueva/universetoday.com)

 

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O barco à vela e a vapor Rainha Batavia em fuga do vulcão Krakatoa

(e preparando-se para o embate do subsequente tsunami)

 

Em erupção desde que se conhece e com mais de meia centena de erupções desde o início do calendário cristão, o vulcão ANAK KRAKATAU ─ descendente do famoso vulcão KRAKATOA, protagonista de um filme norte-americano de 1969 (realizador Bernard L. Kowalski) denominado “KRAKATOA  EAST OF JAVA” (um filme trágico baseado num Evento desastroso de causas naturais) ─ entrou desde há alguns dias num período de maior atividade eruptiva, lançando para a atmosfera e em altitude plumas sobretudo de jatos de água e de gases (não tanto de cinzas, caso contrário a cor destas não seriam brancas mas para o cinzento escuro): localizado entre as ilhas indonésias de Java e de Sumatra (estreito de Sunda) e integrando o “ANEL DE FOGO DO PACÍFICO” ─ a maior, mais ativa e mais Viva, região geológica do planeta Terra.

 

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Vulcão Anak Krakatau em plena atividade eruptiva

(abril 2020)

 

Vulcão KRAKATOA vítima em 1883 (agosto, 26) de uma violentíssima erupção num registo ao nível de um Evento Catastrófico regional ─ numa explosão eruptiva escutada a cinco mil quilómetros de distância e com milhões de toneladas de cinzas lançadas para a atmosfera alterando o clima global fazendo descer as suas temperaturas em cerca de 1,2°C ─ como que “rebentando” e deixando a ilha onde se situava completamente arrasada estilo terraplanada (formando-se posteriormente um lago, na base dos restos da sua antiga cratera): para além das sucessivas erupções, tendo durado até ao episódio final quase um dia, ao extraordinário fenómeno vulcânico (considerado o 2º mais fatal e o 6º mais intenso da história) seguiram-se vários TSUNANIS, nas proximidades da ilha (então Krakatoa) originando ondas superiores a 40 metros (utilizando-se barcos do século XIX) ─ a causa da maioria dos 30.000/40.000 mortos (e não a erupção/explosão, já com o povo em fuga pelo mar). E de um conjunto de três picos vulcânicos 137 anos passados restando o vulcão ANA KRAKATOU, como se vê ainda bem ativo.

 

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A sudoeste da Ferradura dando forma ao Círculo de Fogo

(região da Indonésia e  de Timor-Leste)

 

Vulcão Ana Krakatau inserido (entre centenas de outros nas proximidades, no mínimo com 130 ativos) numa região do globo terrestre onde três Placas Tectónicas se encontram ─ com duas delas sendo atiradas para debaixo da outra, derretendo ambas a cerca de 100Km de profundidade e assim, tornando a área muito viva e rica geologicamente, “alimentando-a” em termos vulcânicos: de um momento para o outro podendo-se tornar “radical”, entrar repentinamente em erupção e originar uns tsunamis. Inserido na ponta ocidental da “Ferradura” (a forma associada ao Círculo de Fogo) e apanhando Timor-Leste, fazendo-nos por associação recordar um acontecimento extremo e do género ocorrido neste século XXI (no ano de 2004):

 

Screenshot_2020-04-18 60 principais fotografias e

Tomando consciência do 1º de 6 tsunamis e colocando-se em fuga

(Krabi, Tailândia)

 

O sismo e tsunami do Oceano Índico de 2004 foi um terremoto/sismo submarino que ocorreu às 00:58:53 UTC de 26 de dezembro de 2004, com epicentro na costa oeste de Sumatra, na Indonésia. O maremoto foi causado por uma subducção que desencadeou uma série de tsunamis devastadores ao longo das costas da maioria dos continentes banhados pelo Oceano Índico, o que causou a morte de mais de 230 mil pessoas em 14 países diferentes e inundou comunidades costeiras com ondas de até 30 metros de altura. Foi um dos mais mortais desastres naturais da história. Com uma magnitude de entre 9,1 e 9,3, foi o maior terremoto já registado em um sismógrafo. Este sismo teve a maior duração de falha já observada, entre 8,3 e 10 minutos. Isso fez com que o planeta inteiro vibrasse em um centímetro e deu origem a outros terremotos em pontos muito distantes do epicentro, como o Alasca, nos Estados Unidos. Seu hipocentro foi a cerca de 30 km de profundidade.” (wikipedia.org)

 

(imagens: modelshipsinthecinema.com ─ universetoday.com e gettyimages.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:04

11
Out 19

Os Russos Já Aí Estão!

(Suspensos na Atmosfera e Prontos a Atacar)

 

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Com a dupla TRUMP/FAKE NEWS tudo sendo possível (nos EUA),

desde a imposição simultânea (seja DEM, ou seja, REP) de

[“Uma Direção e Sentido” ao “seu Contrário”]

 

Agora que nos EUA (de TRUMP) se procura sem interrupção e descanso (desde Janeiro de 2017) provas claramente irrefutáveis (até agora nunca encontradas) − como por exemplo uma COLISÃO (como com a “Colisão coma Rússia” agora com a “Colisão com a Ucrânia”) − para IMPEDIR o seu PRESIDENTE (quando quem o deveria ser era HILLARY)  demitindo-o do seu cargo,

 

− Até ao momento (outubro de 2019) sem resultados práticos visíveis (com o Presidente mantendo-se na Casa Branca) e mesmo com alguns especialistas em análise política (mesmo internos e até Democratas) a apontarem fortemente o dedo (indicador) para a possibilidade de Donald Trump (o 45º Presidente dos EUA) − usufruindo da estratégia dos seus adversários − repetir o feito de 2016, transformando-o aí (nas Presidenciais de 2020) numa façanha (sendo reeleito)

 

E simultaneamente (pela esmagadora maioria dos cidadãos norte-americanos) não se tendo ainda entendido bem (“digerido”) que se a resposta por vezes não está na Terra, alguns dos Sinais (para se dar início à ação, provocando de imediato a tão desejada reação) poderão estar em alternativa e bem definidos (vincados) no Céu,

 

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Estádio Levi’s Santa Clara Califórnia

7 outubro 2019

San Francisco 49ers (31-3) Cleveland Browns

 

Eis que se apresenta um primeiro fator (comprovativo de Colisão) de base aparentemente meteorológica, no que poderá ser um raro caso de visualização conscienciosa de um Evento (extremo), mesmo perante os nossos olhos sendo ignorado – mesmo sendo bem real − pelos limites impostos aos nossos órgãos dos sentidos (perceções e sensações) pela Sociedade do Espetáculo (monótona, miserável, tóxica, doentia) que nos envolve.

 

Talvez nos confirmando (analisando bem o registo, sabendo-se o local do icvidente e a origem das suspeições) um caso de “Colisão com a Rússia”, eventualmente envolvendo Donald Trump.

 

No passado dia 7 de outubro (segunda-feira) no estádio LEVI’S de Santa Clara (estado da Califórnia) localizada na área da Baía de São Francisco – e perante 50.000 pessoas a assistirem a um jogo de “futebol norte-americano – enquanto os entusiastas observavam em Terra “como crianças inocentes” a equipa de São Francisco a esmagar a de Cleveland, no Céu contrastando bem com o ambiente do estádio notava-se já a chegada (e a presença no ar) da “Influência (podendo ser sintoma de colisão) Russa”.

 

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Erupção em junho/2019 do vulcão russo RAIKOTE

Lançando para a atmosfera cinzas e GASES vulcânicos

Ainda circulando na atmosfera e atingindo os EUA

 

Influência/Colisão confirmada pelos factos (não em papel e palavras), tanto pela coloração como pelo remetente (dando-lhe forma): num Evento abrindo a porta dos EUA à influência oriunda da Rússia, ainda-por-cima baseada e suportada (credibilizada) por assente em fenómenos ditos e reafirmados (com registos) como naturais − como se acreditássemos vindo da Rússia e pairando sobre os EUA.

 

Dispondo-se de factos indesmentíveis (registados e conhecendo-se a origem da tentativa de influência) de algum tipo de “Colisão Russa”: neste caso ocorrido em Santa Clara (na Califórnia) e enquanto milhares de pessoas assistiam provavelmente descansados, com a sua família (e/ou amigos) e num convívio saudável (e natural), a um jogo de futebol (americano) − aproveitando o melhor possível os seus tempos livres de lazer, como contrapartida aos períodos de trabalho cada vez mais intensos – sem os mesmos se aperceberem, cada vez mais próximos e podendo mesmo já estar a envolve-los (sem se fazerem notar, de uma forma extremamente intrusiva, com “ligações” subterrâneas e “colisões” evidentes), com os Russos a chegarem (a Agressão) diretamente do seu próprio território (da Rússia) colorindo (com a sua presença) os Céus na Califórnia: "The sunset was full of volcanic colors(Dave Weixelman/spaceweather.com). Utilizando para tal (agressão atmosférica) o vulcão RAIKOTE (uma pequena ilha com apenas 4,6Km² de área e 550m de altura), tentando fazer passar o fenómeno (e apenas) como sendo exclusivamente de origem Natural:

 

On June 22nd, the Raikoke volcano in Russia's Kuril islands erupted with such power that tons of sulfurous gas reached the stratosphere. That gas has been swirling around the northern hemisphere ever since.

(spaceweather.com)

 

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Península de KAMCHATKA/costa russa do Pacífico/Anel de Fogo do Pacífico

C/ os seus mais de 300 VULCÕES cerca de 10% deles ativos

(caso do vulcão RAIKOTE)

 

Quando essa imensa profusão de cores (numa palete de amarelo, lilás, vermelho, etc.) construindo um cenário (como o registado nos céus de Santa Clara) por vezes grandioso e deslumbrante (igualmente “ameaçador” pelo alto contraste) avançando em nossa direção vindo de “além do horizonte”, nada mais sendo que mais um “ATAQUE da RÚSSIA a TERRITÓRIO dos EUA levado a cabo por VIA AÉREA” − confirmando mais uma vez e à evidência porque se fala constantemente em “ligações/colisões com os russos” tendo como “patrono (o que estava maia à mão na altura) Trump: por Via Aérea e refugiando-se atrás de RAIKOTE atirando uma grande e espessa camada de GÁS ATMOSFÉRICO TÓXICO (como tal, venenoso) em direção a Inocentes, como os presentes num estádio de futebol nos Estados Unidos da América. E logo tudo tendo ocorrido (curiosamente) num vulcão geralmente tranquilo (ao contrário dos seus vizinhos) − com a penúltima erupção/explosão registada há 241 anos e a última há 95 anos – subitamente (com “alguém secretamente puxando o gatilho”) entrando em grande atividade (a 22 de junho deste ano, há pouco mais de três meses) e lançando grandes camadas de cinzas e gases vulcânicos (tóxicos/venenosos) para a atmosfera (entre outras direções) em direção aos EUA.

 

(imagens: usbacklash.org − Dave Weixelman/spaceweather.com – NASA – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:39

19
Set 19

“Vulcão Prestes A Entrar Em Erupção”

 

A próxima grande erupção a ocorrer no Sistema Solar

Não será na TERRA, mas em IO

 

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Imagem da lua de Júpiter IO, podendo-se observar espalhadas pela sua superfície grandes planícies apresentando caldeiras vulcânicas e lava líquida, fluindo das mesmas – no seu canto inferior/direito surgindo o lago de lava de LOKI PATERA em forma de U, com mais de 200Km de diâmetro e no presente ativo

 

Com a maior depressão vulcânica da lua de Júpiter IO a estar localizada em LOKI PATERA, uma cratera (do vulcão mais ativo e poderoso de todo o Sistema Solar) com mais de 200Km de diâmetro e contendo um “lago de lava ativo”. E com os primeiros registos deste tipo de atividade geológica a reportarem-se a 1979. E pelos vistos (segundo os cientistas observando e estudando esta lua vulcânica e ativa) sendo eventos periódicos. Tendo sido registado o último em Maio de 2018.

 

Enquanto se espera que a próxima grande erupção vulcânica se dê provavelmente na região mais geologicamente ativa da Terra (em sismos e em erupções) ou seja no Círculo de Fogo do Pacífico, os cientistas vêm-nos agora informar da eminente ocorrência de uma grande erupção vulcânica (submarina ou à superfície) não na Terra, mas num dos “Maiores Infernos do Sistema Solar” a lua de Júpiter IO: ao contrário das outras três Luas de Galileu (Calisto, Ganimedes e Titã) não sendo conhecida por poder possuir (no seu subsolo) depósitos de um líquido para nós tão precioso como a Água (ou não estivesse a Terra maioritariamente coberta de Água e não fosse o nosso corpo maioritariamente constituído pelo mesmo composto, H₂O), no seu caso (de IO a 4ª maior lua de Júpiter e de todo o Sistema Solar) sendo por sua vez caraterizada e conhecida como um “Mundo Vulcânico” extremamente violento (e jovem) e coberto por cerca de 400 vulcões (todos ativos) − transformando-a no corpo mais ativo de Mercúrio a Neptuno. Situando-se num dos lugares mais frios do Sistema Solar (dada a sua grande distância relativamente ao Sol) e no entanto, com as suas grandes erupções vulcânicas podendo atingir temperaturas na ordem dos 1700°C (mais elevadas dos que as temperaturas registadas no presente na Terra, talvez semelhantes às temperaturas registadas no seu período inicial).

 

“Io is heated by tidal interactions with Jupiter, which squeeze the moon and heat it up”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E segundo os especialistas com o Evento a estar previsto

Já para este mês de setembro, entre os dias 15/20

 

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Imagem no campo superior/esquerdo da lua de Júpiter IO, entrepondo-se entre a sonda automática Juno e o planeta Gigante Gasoso – no seu movimento em redor do planeta projetando neste a sua sombra e estando IO tão perto de Júpiter, bloqueando totalmente o Sol − e daí o círculo de sombra completamente negro, sem zona de penumbra

 

Desde 2002 chegando-se à conclusão e confirmação desse fenómeno geológico e regular (periódico) em curso nas proximidades de Júpiter (localizado entre 588/968 milhões de Km da Terra) – neste caso na lua IO – feitos e revistos os cálculos chegando-se a um período de duração (entre erupções mais violentas) de cerca de 500 dias. E em função da última erupção registada, prevendo-se a seguinte para os próximos dias (em princípio até 20 de setembro ou por aí) − só se tendo que fazer as contas desde 05.2018.

 

Com as Luas de Galileu orbitando o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (só suplantado pela sua estrela de referência o Sol) – JÚPITER para além do Rei-Sol o magnífico e poderoso Farol e uma das nossas últimas Muralhas Defensivas (protegendo a Terra e a Vida, em exclusivo nela existente) – podendo num “Cenário Futuro (a médio-prazo, num período mínimo de uns 50 anos, talvez só no decorrer do próximo século) transformar-se numa das principais bases de implantação de colónias terrestres num outro mundo (que não a Terra, extraterrestres/alienígenas), no caso de trio Calisto/Ganimedes/Titã dadas as suas potências reservas de Água e já no caso de IO e dada a sua intensa atividade vulcânica (fazendo-nos recordar a Terra, no seu início Geológico) podendo no decurso desse processo criar as condições básicas e essenciais para o aparecimento de Vida (seja sob que forma for): desde que a curto-prazo (digamos que entre 2020/30) e tal como prometido antes (com a Apollo 11 tocando a Lua há 50 anos) − aí negativamente não se cumprindo e desistindo (abandonando-se o Programa Apollo há 47 anos) − prometendo-se depois e agora, nova mas efetivamente (desde o início desta 2ª década do séc. XXI) − e então se aplicando e concretizando − a instalação dos Entrepostos Intermédios tanto na Lua como em Marte.

 

(imagens: NASA − swri.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:16

01
Abr 19

Imagens da última erupção registada no passado dia 27 de Março (quarta-feira) no vulcão mexicano POPOCATEPETL, num fenómeno geológico desde há alguns dias esperado, dado o crescente acumular de sinais do aumento da sua atividade (do vulcão) e do perigo iminente de explosões e de erupções (do mesmo):

 

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O vulcão mexicano Popocatepetl em erupção

(a cerca de 70Km da capital do México e a 1200Km de San Antonio/EUA)

 

Expetativas confirmadas pelas 01:23 UTC do dia 27 com o vulcão aparentemente ainda pouco ativo a iniciar um novo processo (violento) de expulsão de materiais incandescentes (magma), seguido de uma violenta erupção ejetando para a atmosfera cinzas vulcânicas ultrapassando os 8Km de altitude.

 

Com os efeitos mais nocivos desta erupção a estenderem-se por uns 2Km (a partir da cratera), deixando as encostas do vulcão Popocatepetl (e zonas adjacentes) a arder – e obrigando as autoridades mexicanas a subirem o nível de Alerta (indo de 0 até 5) de 2 para 3.

 

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Vulcão Popocatepetl

(segundos antes do início da erupção de 27.03)

 

Seguindo-se novas explosões e erupções no referido vulcão com a mais significativa a ocorrer (posteriormente) dois dias depois (dia 29 pelas 01:48 UTC) e lançando cinzas até 2Km de altitude.

 

No caso deste país da América do Norte − o México − fazendo fronteira com os EUA (localizado mais a norte) − e com o SUPER VULCÃO DE YELLOWSTONE (localizado no Parque Nacional norte-americano com o mesmo nome) – e com 42 vulcões identificados, no presente com o Popocatepetl a ser o protagonista (entre esta nova tribo de Ali Babá) mantendo-se num nível médio (assinalável) de atividade vulcânica.

 

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Vulcão Popocatepetl

(início da erupção de 27.03)

 

Vulcões Mexicanos integrando o Círculo de Fogo do Pacífico e fazendo parte da placa tectónica continental da América do Norte, no seu movimento convergente (refletido na deslocação da crosta terrestre acima ou abaixo do nível da água do mar) subduzindo (provocando o afundar da placa mais pesada) além do oceano a Placa de Cocos (placa tectónica oceânica localizada no oceano Pacífico, à oeste da América Central/wikipedia.org).

 

E com as últimas notícias referindo-se a este vulcão mexicano integrando a região geologicamente mais ativa do Globo Terrestre − onde (certamente) o Futuro da Terra se decidirá (pelo menos internamente) e onde se situa o território dos EUA – a informarem-nos que (através de volcanicdiscovery.com)

 

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Vulcão Popocatepetl

(segundos passados sobre o início da erupção de 27.03)

 

Popocatépetl Volcano Volcanic Ash Advisory:

REMNANT VA FROM ARND 30/0845Z ERUPTION. to 6,7Km

(Mar 30, 2019 18:00 PM)

 

Explosive activity continues. Volcanic Ash Advisory Center (VAAC) Washington warned about a volcanic ash plume that rose up to estimated 22000 ft (6700 m) altitude or flight level 220.”

 

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Cratera do vulcão Popocatepetl antes da última erupção

(vista aérea 1)

 

Deixando no ar alguma preocupação (para além da provocada pelas cinzas) sobre a evolução de mais esta crise vulcanológica, num ponto limite de uma das suas possíveis alternativas de desenvolvimento (caso não voltasse a acalmar-se) podendo dar origem a uma erupção pliniana (de intensidade/explosividade extrema) a mais violenta das manifestações deste tipo:

 

Entre outras consequências dramáticas (para o Homem e para a Sociedade que o alimenta) destacando-se (uma entre tantas) as que seriam provocadas pelas ondas de choque e de impacto atirando material vulcânico a vários Km de distância − levadas até ás últimas consequências, se em virtude da uma ainda mais intensa explosão/erupção, a mesma levasse à destruição parcial do vulcão (por exemplo das encostas).

 

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Cratera do vulcão Popocatepetl antes da última erupção

(vista aérea 2)

 

“Authorities in Mexico warned people to avoid the area around the Popocatepetl volcano after eruptions sent ash and smoke into the air and sparked fires in nearby fields.”

(ABC News/@ABC/twitter.com/29.03.2019)

 

Como se vê uma preocupação para os norte-americanos sobretudo os residentes no sul do país e particularmente no estado do Texas, obviamente provocada pela proximidade deste assinalável evento geológico (em curso) − cerca de 1200Km de distância entre o vulcão e a cidade texana de San Antonio – em princípio não provocando  no presente/futuro danos/vítimas indiretas mas podendo provocar alguns transtornos, como no trânsito aéreo e no fluxo turístico EUA Cidade do México (devido à proliferação no ar de cinzas vulcânicas).

 

E para a Maldição de TRUMP

depois dos ALIENS só mesmo as CINZAS!

(vista a origem de ambos, talvez justificando algum tipo de Muro)

 

(imagens: 1/4/5/6 - watchers.news e 2/3 - webcamsdemexico/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:37

24
Dez 18

[Filme de 1969 dirigido por Bernard Kowalski e baseado na erupção do Karakatoa de 1883: Krakatoa a Leste de Java.]

 

Tal como há muito já se previa até pelo seu passado recente (última grande erupção registada em 1883, destruindo completamente a ilha vulcânica, para a mesma reaparecer 44 anos depois em 1927) e pelo tipo de vulcão de que se tratava (na confluência de duas placas tectónicas)

 

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Erupção do Anak-krakatau

(ouvindo na costa de Java a cerca de 50Km de distância)

 

– O vulcão KRAKATOA localizado entre as ilhas indonésias de JAVA e de SUMATRA –

 

Com o mesmo aparecendo e desaparecendo durante o seu percursode vida

(com a primeira menção a ser reportada a um mapa de 1611)

E sendo acompanhado de acontecimentos eruptivos extremamente violentos e capazes de aparentemente o CRIAR ou DESTRUIR

(vendo-se à superfície ou desaparecendo debaixo dela mas nunca perdendo as suas raízes vulcânicas)

 

E relembrando mais uma vez na história do mesmo vulcão e das suas erupções mais relevantes, o Evento Catastrófico de 26 de Agosto de 1883

 

– A 6ª Maior Erupção conhecida e a 2ª Causando mais Vítimas Mortais de sempre – (desaparecendo a ilha, provocando mais de 36.000 mortos e ainda um poderoso tsunami)

 

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Anak-Krakatou

(outro descendente violento do vulcão Krakatoa)

 

Não nos deixando nada surpreendidos o ocorrido no passado (e ainda muito próximo) dia 22 de Dezembro, com um TSUNAMI a varrer zonas costeiras do Estreito de SUNDA, localizadas a pouco mais de uma centena de quilómetros do novo Krakatoa (nova ilha denominada ANAK KRAKATAU) e provocando mais de duas centenas de mortos, mais de 800 feridos e uma trintena de desaparecidos:

 

Um fenómeno despoletado por violentas explosões ocorridas no novo KRAKATOA (ao longo de 24 horas), expelindo grandes quantidades de lava e simultaneamente provocando desabamentos/deslocações de terras submarinas e a partir daí dando origem ao aparecimento de grandes deslocações de massas/volumes de água como o são os TSUNAMIS.

 

Em mais uma Grande Catástrofe ocorrida na mesma região do Globo e pela mesma altura da tragédia de 2004 (pela época do Natal com um sismo seguido de tsunami a provocar mais de 230.000 mortos), aí (há 14 anos atrás) com o Tsunami a ocorrer na madrugada do dia 26 de Dezembro como consequência de uma grande deslocação de terras (submarinas) provocadas pelo sismo pouco tempo antes registado (numa das regiões que como todos nós sabemos é uma das mais ativas geologicamente falando do Mundo) – sismo com epicentro no Índico, a 30Km de profundidade e com amplitude M9,1: então utilizando-se boias (o que se fez apenas depois) podendo-se ter evitado a tragédia.

 

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Com duas ondas do Tsunami a entrarem em terra sem aviso

(segundo testemunhas com a 2ª onda sendo maior que a 1ª)

 

Só que mesmo utilizando boias ou outro tipo de sistemas (de sinalização de tsunamis associados a sismos) tal nunca resultaria no caso do TSUNAMI

 

– Como AVISO da sua chegada –

 

Do dia 22 de DEZEMBRO (sábado):

 

Porque a origem da deteção teria que estar não no SISMO, mas na explosão do VULCÃO (provocando deslocação de terras, vagas e o tsunami).

 

E não existindo equipamentos desses (que se saiba) para a deteção de tais fenómenos (associadas não a sismos mas a vulcões/erupções), não havendo mesmo nada e de novo a fazer. De quem a responsabilidade? Até ao próximo Natal?

 

(imagens: @OysteinLAnderse/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 04:16

20
Dez 18

El gobierno local por otra parte ha aconsejado a los residentes en la isla evacuar temporalmente. Hasta noviembre un total de 108 personas vivían en la isla de acuerdo con datos del gobierno. No se han reportado heridos ni daños hasta el momento. El monte Shindake un volcán de la isla de Kuchinoerabu en la prefectura de Kagoshima suroeste de Japón hizo erupción informo la Agencia Mateorológica de Jápon. (chispa.tv/18.12.2018)

 

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Fluxo Piroclástico originado pela erupção explosiva

 

Registo da violenta explosão – associada à erupção do vulcão KUCHINOERABUJIMA – ocorrida anteontem (dia 18 de Dezembro) no Monte SHINDAKE localizado no sul do Japão (prefeitura de Kagoshima), podendo-se aí verificar o aparecimento imediato de nuvens espessas e escuras constituídas de pedras e de cinzas – Fluxo PIROCLÁSTICO – partindo do vulcão e deslocando-se sobre o solo (acompanhando o seu relevo) a grande velocidade (podendo atingir V = 160Km/h) – para além das elevadas temperaturas dos gazes transportados pelas nuvens chegando a atingir os 1500⁰C (máximo) – e podendo alcançar grandes distâncias (alguns Km) em poucos segundos levando (literalmente) tudo à sua frente: devido à onda de choque e aos gazes transportados – a grande velocidade e grande temperatura – sendo extremamente letais destruindo e matando tudo.

 

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Erupção do vulcão Kuchinoerabujima localizado no sul do Japão

 

Com os primeiros sinais neste vulcão (este ano de 2018 entrando uma vez ou outra em atividade) a começarem a aparecer através de pequenos mas regulares sismos registados na região de Kagoshima (desde há algumas semanas), seguida de uma pausa completa (na ocorrência desses tremores) e finalmente terminando na explosão violenta do vulcão como resultado da sua erupção: lançando para a atmosfera pedras e cinzas a uma altura (acima da cratera) de cerca de 2Km e enviando por uma das suas encostas (do vulcão Kuchinoerabujima) e acompanhando a superfície da mesma (encosta ocidental) uma destruidora Nuvem Piroclástica chegando a atingir a distância de 1km. Até ao momento sem notícias de mortos e de feridos (e de evacuações forçadas) ou de destruição material considerada minimamente relevante – provocadas pelo vulcão do Monte Shindake pelas suas características (em forma de cone e extremamente explosivo) dos mais perigosos.

 

(imagens: James Reynolds/@EarthUncutTV/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:46

19
Jul 18

E à falta de melhor e sob a direção do Homem

‒ E como Tempo é Dinheiro ‒

Transformando um figurante num protagonista maior.

 

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Rios de lava destruindo há mais de dois meses e sem exceção

Tudo à sua passagem seja em terra como no mar

 

Desde o dia 30 de Abril (deste ano de 2018) com o recrudescimento da atividade no cone vulcânico de Puʻu ʻŌʻō,

 

‒ E coincidindo com o início de um período de grande atividade do vulcão KILAUEA (localizado no HAVAÍ) integrando esse cone ‒

 

Toda a atividade no arquipélago vulcânico do HAVAÍ (situado no sul do oceano Pacífico e estado natal de Barack Obama),

 

‒ Sobretudo turística não só por HONOLULU (possuindo praias como a de Wakiki) e por PEARL HARBOR (com memoriais da II Grande Guerra Mundial), como também pelo Parque Nacional de Vulcões (considerado Património Mundial)

 

Tem sido extremamente afetada sobretudo no que diz respeito à sua região a sudeste:

 

(com o arquipélago a ser um conjunto de 132 ilhas, com as mais importantes situadas a sudeste, onde se encontram as 8 habitadas e os seus mais que 1,2 milões de habitantes)

 

Com a sua Ilha Maior localizada no extremo a sudeste (do arquipélago) e onde se localizam a maioria dos vulcões como o KILAUEA (o Mauna Loa, o Mauna Kea e o Hualalai),

 

A prosseguir com a sua intensa atividade vulcânica, sem prenúncios de fim à vista e com a sua lava a percorrer (inexoravelmente) o seu caminho até ao mar,

 

‒ Ameaçando toda a ilha em geral (com a esmagadora maioria dela direta/indiretamente ligada ao sector turístico) e em cadeia muitas zonas turísticas instaladas no litoral (como propriedades e hotéis).

 

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2

Apanhados desprevenidos no meio de uma explosão

Quando observavam por perto a chegada de lava vulcânica ao mar

 

Hoje dia 19 de Julho (de 2018) e passados quase 80 dias sobre o início da atividade no vulcão KILAUEA (Ilha Grande do HAVAÍ) com o mesmo a continuar ativo nestes últimos tempos (em termos de centenas de anos) de uma forma sem precedentes:

 

Tal fenómeno não sucedendo (com a mesma intensidade e período de tempo) pelo menos desde há 200 anos, exceto no que toca seu processo evolutivo (conforme a causa seja associada à zona baixa, média ou alta do EAST RIFT).

 

“A RIFT zone is a feature of some volcanoes, especially shield volcanoes, in which a linear series of cracks (or rifts) develops in a volcanic edifice, typically forming into two or three well-defined regions along the flanks of the vent.”

(wikipedia.org)

 

E no que diz respeito ao cone vulcânico (do Kilauea) Puʻu ʻŌʻō em erupção (ininterrupta) durante 35 anos (em princípio a mais longa nos últimos 500 anos) com o mesmo a poder ser a melhor explicação para o que tem vindo a suceder nas últimas (sete) semanas:

 

“In the middle East Rift Zone, Puʻu ʻŌʻō erupted for 35 years. That was the longest eruption in the whole East Rift Zone in over 500 years and it probably set up the conditions that were ripe for lava or magma to be able to travel underground all the way from the summit to this area.”

(watchers.news)

 

E como um indicador precioso para os vulcanologistas com as emissões de dióxido de enxofre (SO₂) a serem as maiores desde sempre registadas no vulcão KILAUEA (como se sabe com as maiores emissões gasosas vulcânicas a serem de uma forma decrescente H₂O, CO₂ e SO₂):

 

E de todas com as mais perigosas (para o Homem, para os Animais, para a Agricultura) a serem as emissões de fluoreto de hidrogénio (HF), de dióxido de carbono (CO₂) e claro de dióxido de enxofre (SO₂).

 

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3

A explosão como vista pelos turistas a bordo do cruzeiro turístico

Originando pela sua violência mais de duas dezenas de feridos

 

Pelas 12:00 de 19 de Julho (hora de Portugal Continental) com a situação no KILAUEA a manter-se inalterável,

 

‒ Sendo constantemente monitorizada como medida de prevenção/proteção/segurança ‒

 

Mantendo-se as necessárias evacuações,

(dado o avanço dos rios de lava à superfície/queimando tudo e a algumas projeções eruptivas de material na atmosfera/lançados como projeteis)

 

E simultaneamente a chegada de Invasores, descritos (maioritariamente) (leigo como interessados, curiosos e outro tipo ou erudito) de mirones: já com alguns incidentes (sem consequências) a registarem-se.

 

“Une bombe de lave tombe sur un bateau de croisière à Hawaii.

La catastrophe naturelle a fait 23 blessés.”

(dhnet.be)

 

Um espetáculo obviamente,

 

‒ Dadas as condições geológicas e ambientais ‒

 

Impossível de se usufruir em terra (com locais e turistas a ser evacuados) mas convidando a uma observação no mar:

 

Com todos os perigos associados (pela sua proximidade) visíveis ou invisíveis e provocando sem necessidade danos colaterais podendo ser fatais (pelo impacto e pelos gases).

 

(imagens: 1 U.S. Geological Survey ‒ 2/3 gizmodo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:58

22
Jun 18

What I say

Anak Krakatau starting to eruption

(Aris Yanto/facebook.com)

 

Imortalizado através do filme realizado em 1968 pelo cineasta norte-americano Bernard Louis Kowalski ‒ “Krakatoa East of Java ‒ o renovado vulcão da Indonésia (localizado no estreito de Sunda entre a ilha de Java e a ilha de Sumatra) parece confirmar o seu retorno à atividade (depois da última erupção de 19 de Fevereiro de 2017) com uma nova erupção registada (para já de pequena intensidade) no passado dia 19 de Junho (esta terça-feira): emitindo cinzas para a atmosfera atingindo algumas centenas de metros (de altitude antes de se dissiparem), mas para já sendo ainda muto cedo para se poder afirmar ser apenas um sobressalto (voltando o vulcão a acalmar-se) ou em alternativa o primeiro sinal para uma fase seguinte mais eruptiva e intensa. Com um dia se terá passado no (já distante) ano de 1883.

 

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Vulcão Krakatau

19 Junho 2018

(foto:Juhdi Black)

 

Nesse sentido com os especialistas a informarem (desde já) da possível continuação da agitação registada no vulcão Krakatau, segundo as suas previsões com uma nova erupção (mais intensa) a poder ocorrer a curto-prazo (dentro de semanas/meses): para já e apesar dos níveis de radiação (térmica) se manterem baixos a moderados (mas em crescimento desde Março deste ano de 2018) ‒ sugerindo que o magma se encontra perto da superfície ‒ com um caso muito semelhante a ter ocorrido (como referido anteriormente) há pouco mais de um ano (Fevereiro de 2017) com uma forte radiação térmica a ser registada seguida dias depois (dois) por uma intensa erupção estromboliana (três anos depois da de 2014 de categoria VEI1 ‒ estromboliana, moderada e emitindo cinzas de 100m/1Km de altitude).

 

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Krakatoa o Inferno de Java

(imagens: filmow.com)

 

Sendo este renovado vulcão (da Indonésia) denominado por Krakatau herdeiro de um longínquo vulcão localizado nas mesmas coordenadas (e com alguns locais ainda preservados como Verlaten e Ilhas Land), mais tarde substituído por outros três vulcões entretanto formados ‒ Rakata, Danan e Perbuwatrn ‒ e finalmente dando origem à Ilha de Krakatoa (e com o colapso do antigo Krakatoa a formar uma caldeira com cerca de 7Km). No ano de 1883 e num cenário retratado pelo filme “Krakatoa a Leste de Java” com a 2ª maior erupção de sempre registada em toda a Indonésia a levar à implosão da ilha de Krakatoa, com todos os seus vulcões a entrarem em violenta erupção (dando-se o colapso da imensa caldeira) terminando (estes, as suas encostas) por se desmoronar no mar provocando Tsunamis devastadores (e ficando uns restos do vulcão Rakata): provocando mais de 36.000 mortos não só entre os locais (da ilha atingida) mas sobretudo devido aos Tsunamis (que se lhe sucederam).

 

E passado mais de um século (135 anos) no seu lugar agora estando o Filho de Krakatoa com o cone de Anak Krakatau ‒ parecendo querer acordar e seguir os passos dos seus antepassados (localizado como está no Anel de Fogo do Pacífico).

 

(dados: watchers.news)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24

05
Jun 18

Registando até ao momento (segunda-feira dia 4 de Junho)

Mais de 60 vítimas mortais

Guatemala ‒ América Central ‒ Anel de Fogo do Pacífico

 

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[Achando uma falta tremenda de Eficácia mesmo sendo uma organização não guatemalteca mas norte-americana, a incapacidade (parecendo quase que total) de certas autoridades científicas ainda-por-cima sustentadas por poderosas organizações como a USGS ‒ e até pela proximidade de territórios sob a sua alçada e associação dos mesmos a uma estrutura geológica de base comum ‒ de pelo menos (tentar) avisar (com alguma antecipação) as populações (de modo a prevenirem-se e tentarem sentir-se mais seguros por cautelosos) de certos sinais suspeitos mesmo que nada venha a acontecer. Não terão uma obrigação moral (pelos vistos aparentemente não cumprida) ou será apenas (uma constatação negativa de) um problema de objetivos e/ou de incompetência?]

 

Agora que o vulcão de FOGO (localizado na Guatemala) entrou subitamente em erupção (no passado domingo) tendo provocado (até ao momento) mais de 60 mortos ‒ dos vários vulcões localizados em território guatemalteco com o vulcão FOGO juntando-se agora a outro vulcão igualmente ativo o PACAYAL ‒ como as Coincidências (como tema central de investigação) ainda não fazem parte de nenhum sector especializado (e reconhecido) da ciência e da tecnologia (pelo menos oficial) ‒ que as possa estudar, replicar e explicar, transformando-a num Modelo de Análise (e Evolução Integrada)

 

A primeira questão que alguns dos mais curiosos e atentos a fenómenos geológicos extremos (sismológicos e/ou vulcanológicos muitas vezes associados) como os do vulcão FOGO colocarão, será se não haverá nenhuma ligação com uma anterior erupção iniciada nos primeiros dias de Maio e ainda em execução: a erupção do vulcão KILAUEA localizada no arquipélago norte-americano do HAVAÍ e situado (em linha reta e para ocidente) numa das suas ilhas (ilha Grande) a uns 7.000Km do vulcão FOGO (América Central).

 

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Por sinal fazendo ambos parte do Anel de Fogo do Pacífico (apanhando toda a costa ocidental do continente Americano fazendo parte do anel) ‒ o vulcão de FOGO e o vulcão de KILAUEA ‒ uma das regiões geologicamente (a nível de sismos e de vulcões) mais ativas (se não mesmo a mais ativa) de todo o Globo Terrestre.

 

E com a segunda questão surgindo logo de imediato e dirigida aos norte-americanos (pela evidente ligação, dado o fenómeno em estudo e o Evento em curso ‒ a USGS), sendo o de saber ‒ até pela prevenção e segurança das populações sob a sua responsabilidade, conhecendo-se um possível elo comum (entre as 2 erupções integradas no Anel do Pacífico) e podendo-se sob condições semelhantes o mesmo evento replicar-se (noutro ponto ou fissura acompanhando o Anel) ‒ qual o papel nisto tudo por parte da Natureza (do interior da Terra ao interior do Sol passando pelo Sistema) e qual a verdadeira função (no fundo Eficácia) de organizações (científicas, especializadas, nacionais e pelo conhecimento e divulgação devendo eticamente solidariedade nacional/internacional) como a USGS, não estabelecendo ligação (pelo menos publicamente) entre um Evento e o Outro (confirmando-a ou não).

 

E se amanhã este recrudescimento de atividade se deslocar mais para norte atingindo o Golfo da Califórnia (apenas a uns 3.500Km a norte do vulcão Fogo)? Certamente que a USGS saberá algo mais (mesmo hoje, mesmo ontem), transmitindo-o logo aos californianos e aí talvez aos centro-americanos.

 

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No caso da erupção do vulcão guatemalteco de FOGO (no domingo 2 de Junho) com a sua entrada em atividade a ser repentina (sem aviso nenhum dirigido às populações locais) apanhando todo o Mundo desprevenido e em muitas das situações sem qualquer possibilidade de escape (tal a rapidez e violência da erupção), com o vulcão como que a explodir lançando para a atmosfera pedras e cinza incandescente a mais de 6Km de altitude, acompanhada por rios de lava (aparecendo quase como que do nada, para todos aqueles residindo nas proximidades de FOGO) levando tudo à frente desde culturas, pastos, casas, estradas, veículos e até pessoas.

 

Um vulcão ‒ FUEGO (Guatemala) ‒ ao entrar em erupção podendo ter consequências muito mais nefastas que o KILAUEA (EUA), até pela sua forma apresentada (cónica) levando à expulsão rápida de pedras/cinzas incandescentes (a grandes distâncias) e ao aparecimento de rios de lama (por desabamentos) e de diversos rios (correntes superficiais) de lava (podendo ultrapassar os 700⁰C) surgindo e deslocando-se muito rapidamente. E com as últimas grandes erupções do vulcão de FUEGO a reportarem-se a 1902 (há 116 anos) ‒ registando-se então milhares de vítimas mortais ‒ e a 1974 (há 44 anos) afetando campos e culturas mas sem vítimas mortais.

 

Segundo as últimas informações com o vulcão a prosseguir na sua atividade eruptiva ‒ para além de mais de 60 mortos tendo já provocado centenas de feridos ‒ levando já à evacuação de mais de 3000 pessoas residindo nas suas proximidades (com as localidades mais atingidas a serem El Rodeo, Alotenango e San Miguel los Lotes), afetando já a vida de 1 milhão (direta ou indiretamente) e contaminando a atmosfera de um dos seus principais destinos turísticos ‒ ANTIGUA (a pouco mais de 15Km de distância) ‒ e da própria capital (e afetando o seu aeroporto a mais de 40Km).

 

(imagens: qz.com/Reuters ‒ news.com.au/AFP ‒Ministerio Comunicaciones / Facebook/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30

25
Mai 18

Numa imagem de 22 de Maio (2ªfeira) obtida a partir do instrumento ótico ASTER (utilizado para fornecer imagens de alta-resolução da Terra e a partir desses dados recolhidos, criando mapas sobre parâmetros como a temperatura à sua superfície) equipando o satélite TERRA (um projeto de pesquisa da NASA tendo a Terra como objetivo de estudo), pode-se ver a região rodeando o vulcão KILAUEA (localizado na maior ilha do arquipélago do HAVAÍ) três semanas após o início da sua última erupção (ocorrida a 3 de Maio): situado numa região do Globo Terrestre considerada uma das mais ativas a nível geológico ‒ com o maior número e intensidade de fenómenos Naturais originados em Sismos e Vulcões ‒ e conhecida como o Anel de Fogo do Pacífico, uma zona (em forma de ferradura) estendendo-se pelo norte desse oceano desde as ilhas de Tonga (a sudoeste), passando pelo Japão (a norte) e alcançando toda a costa ocidental do continente Americano (até sudeste).

 

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Vulcão Kilauea

(Instrumento Aster/Satélite Terra/Agência NASA)

 

No presente (25 Maio/6ªfeira) com a USGS (a instituição norte-americana de vigilância geológica) a manter o vulcão Kilauea em Alerta Vermelho, verificando-se a continuação de emissão de lava (por fontes e outras fissuras) alguma dela dirigindo-se para a costa e atingindo o oceano; num fenómeno acompanhado pela emissão de intensos gases tóxicos lançados para a atmosfera e tornando-a (nesses locais) irrespirável, de momento e aparentemente (com o vulcão) numa fase estacionária da sua atividade. Apesar de mais uma explosão detetada (lançando mais cinzas a uma altitude de cerca de 10.000 metros) e dos sismos (para já moderados) que continuam a ocorrer. Na imagem anterior (uma área de cerca de 1100Km²) ‒ relativa à erupção do Kilauea e ao dia 22 de Maio ‒ com as diferentes cores aí presentes a indicarem qual a constituição do cenário (da terra ao oceano): para além da lava ao contactar a água (do oceano) produzir um gás nocivo (sulfureto de hidrogénio), com a cor branca a representar as nuvens, com a cor vermelha a indicar a vegetação e com a cor amarela a destacar a localização dos canais de lava dirigindo-se para o mar.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

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