Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Jul 18

E à falta de melhor e sob a direção do Homem

‒ E como Tempo é Dinheiro ‒

Transformando um figurante num protagonista maior.

 

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1

Rios de lava destruindo há mais de dois meses e sem exceção

Tudo à sua passagem seja em terra como no mar

 

Desde o dia 30 de Abril (deste ano de 2018) com o recrudescimento da atividade no cone vulcânico de Puʻu ʻŌʻō,

 

‒ E coincidindo com o início de um período de grande atividade do vulcão KILAUEA (localizado no HAVAÍ) integrando esse cone ‒

 

Toda a atividade no arquipélago vulcânico do HAVAÍ (situado no sul do oceano Pacífico e estado natal de Barack Obama),

 

‒ Sobretudo turística não só por HONOLULU (possuindo praias como a de Wakiki) e por PEARL HARBOR (com memoriais da II Grande Guerra Mundial), como também pelo Parque Nacional de Vulcões (considerado Património Mundial)

 

Tem sido extremamente afetada sobretudo no que diz respeito à sua região a sudeste:

 

(com o arquipélago a ser um conjunto de 132 ilhas, com as mais importantes situadas a sudeste, onde se encontram as 8 habitadas e os seus mais que 1,2 milões de habitantes)

 

Com a sua Ilha Maior localizada no extremo a sudeste (do arquipélago) e onde se localizam a maioria dos vulcões como o KILAUEA (o Mauna Loa, o Mauna Kea e o Hualalai),

 

A prosseguir com a sua intensa atividade vulcânica, sem prenúncios de fim à vista e com a sua lava a percorrer (inexoravelmente) o seu caminho até ao mar,

 

‒ Ameaçando toda a ilha em geral (com a esmagadora maioria dela direta/indiretamente ligada ao sector turístico) e em cadeia muitas zonas turísticas instaladas no litoral (como propriedades e hotéis).

 

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2

Apanhados desprevenidos no meio de uma explosão

Quando observavam por perto a chegada de lava vulcânica ao mar

 

Hoje dia 19 de Julho (de 2018) e passados quase 80 dias sobre o início da atividade no vulcão KILAUEA (Ilha Grande do HAVAÍ) com o mesmo a continuar ativo nestes últimos tempos (em termos de centenas de anos) de uma forma sem precedentes:

 

Tal fenómeno não sucedendo (com a mesma intensidade e período de tempo) pelo menos desde há 200 anos, exceto no que toca seu processo evolutivo (conforme a causa seja associada à zona baixa, média ou alta do EAST RIFT).

 

“A RIFT zone is a feature of some volcanoes, especially shield volcanoes, in which a linear series of cracks (or rifts) develops in a volcanic edifice, typically forming into two or three well-defined regions along the flanks of the vent.”

(wikipedia.org)

 

E no que diz respeito ao cone vulcânico (do Kilauea) Puʻu ʻŌʻō em erupção (ininterrupta) durante 35 anos (em princípio a mais longa nos últimos 500 anos) com o mesmo a poder ser a melhor explicação para o que tem vindo a suceder nas últimas (sete) semanas:

 

“In the middle East Rift Zone, Puʻu ʻŌʻō erupted for 35 years. That was the longest eruption in the whole East Rift Zone in over 500 years and it probably set up the conditions that were ripe for lava or magma to be able to travel underground all the way from the summit to this area.”

(watchers.news)

 

E como um indicador precioso para os vulcanologistas com as emissões de dióxido de enxofre (SO₂) a serem as maiores desde sempre registadas no vulcão KILAUEA (como se sabe com as maiores emissões gasosas vulcânicas a serem de uma forma decrescente H₂O, CO₂ e SO₂):

 

E de todas com as mais perigosas (para o Homem, para os Animais, para a Agricultura) a serem as emissões de fluoreto de hidrogénio (HF), de dióxido de carbono (CO₂) e claro de dióxido de enxofre (SO₂).

 

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3

A explosão como vista pelos turistas a bordo do cruzeiro turístico

Originando pela sua violência mais de duas dezenas de feridos

 

Pelas 12:00 de 19 de Julho (hora de Portugal Continental) com a situação no KILAUEA a manter-se inalterável,

 

‒ Sendo constantemente monitorizada como medida de prevenção/proteção/segurança ‒

 

Mantendo-se as necessárias evacuações,

(dado o avanço dos rios de lava à superfície/queimando tudo e a algumas projeções eruptivas de material na atmosfera/lançados como projeteis)

 

E simultaneamente a chegada de Invasores, descritos (maioritariamente) (leigo como interessados, curiosos e outro tipo ou erudito) de mirones: já com alguns incidentes (sem consequências) a registarem-se.

 

“Une bombe de lave tombe sur un bateau de croisière à Hawaii.

La catastrophe naturelle a fait 23 blessés.”

(dhnet.be)

 

Um espetáculo obviamente,

 

‒ Dadas as condições geológicas e ambientais ‒

 

Impossível de se usufruir em terra (com locais e turistas a ser evacuados) mas convidando a uma observação no mar:

 

Com todos os perigos associados (pela sua proximidade) visíveis ou invisíveis e provocando sem necessidade danos colaterais podendo ser fatais (pelo impacto e pelos gases).

 

(imagens: 1 U.S. Geological Survey ‒ 2/3 gizmodo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:58

22
Jun 18

What I say

Anak Krakatau starting to eruption

(Aris Yanto/facebook.com)

 

Imortalizado através do filme realizado em 1968 pelo cineasta norte-americano Bernard Louis Kowalski ‒ “Krakatoa East of Java ‒ o renovado vulcão da Indonésia (localizado no estreito de Sunda entre a ilha de Java e a ilha de Sumatra) parece confirmar o seu retorno à atividade (depois da última erupção de 19 de Fevereiro de 2017) com uma nova erupção registada (para já de pequena intensidade) no passado dia 19 de Junho (esta terça-feira): emitindo cinzas para a atmosfera atingindo algumas centenas de metros (de altitude antes de se dissiparem), mas para já sendo ainda muto cedo para se poder afirmar ser apenas um sobressalto (voltando o vulcão a acalmar-se) ou em alternativa o primeiro sinal para uma fase seguinte mais eruptiva e intensa. Com um dia se terá passado no (já distante) ano de 1883.

 

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Vulcão Krakatau

19 Junho 2018

(foto:Juhdi Black)

 

Nesse sentido com os especialistas a informarem (desde já) da possível continuação da agitação registada no vulcão Krakatau, segundo as suas previsões com uma nova erupção (mais intensa) a poder ocorrer a curto-prazo (dentro de semanas/meses): para já e apesar dos níveis de radiação (térmica) se manterem baixos a moderados (mas em crescimento desde Março deste ano de 2018) ‒ sugerindo que o magma se encontra perto da superfície ‒ com um caso muito semelhante a ter ocorrido (como referido anteriormente) há pouco mais de um ano (Fevereiro de 2017) com uma forte radiação térmica a ser registada seguida dias depois (dois) por uma intensa erupção estromboliana (três anos depois da de 2014 de categoria VEI1 ‒ estromboliana, moderada e emitindo cinzas de 100m/1Km de altitude).

 

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Krakatoa o Inferno de Java

(imagens: filmow.com)

 

Sendo este renovado vulcão (da Indonésia) denominado por Krakatau herdeiro de um longínquo vulcão localizado nas mesmas coordenadas (e com alguns locais ainda preservados como Verlaten e Ilhas Land), mais tarde substituído por outros três vulcões entretanto formados ‒ Rakata, Danan e Perbuwatrn ‒ e finalmente dando origem à Ilha de Krakatoa (e com o colapso do antigo Krakatoa a formar uma caldeira com cerca de 7Km). No ano de 1883 e num cenário retratado pelo filme “Krakatoa a Leste de Java” com a 2ª maior erupção de sempre registada em toda a Indonésia a levar à implosão da ilha de Krakatoa, com todos os seus vulcões a entrarem em violenta erupção (dando-se o colapso da imensa caldeira) terminando (estes, as suas encostas) por se desmoronar no mar provocando Tsunamis devastadores (e ficando uns restos do vulcão Rakata): provocando mais de 36.000 mortos não só entre os locais (da ilha atingida) mas sobretudo devido aos Tsunamis (que se lhe sucederam).

 

E passado mais de um século (135 anos) no seu lugar agora estando o Filho de Krakatoa com o cone de Anak Krakatau ‒ parecendo querer acordar e seguir os passos dos seus antepassados (localizado como está no Anel de Fogo do Pacífico).

 

(dados: watchers.news)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24

05
Jun 18

Registando até ao momento (segunda-feira dia 4 de Junho)

Mais de 60 vítimas mortais

Guatemala ‒ América Central ‒ Anel de Fogo do Pacífico

 

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[Achando uma falta tremenda de Eficácia mesmo sendo uma organização não guatemalteca mas norte-americana, a incapacidade (parecendo quase que total) de certas autoridades científicas ainda-por-cima sustentadas por poderosas organizações como a USGS ‒ e até pela proximidade de territórios sob a sua alçada e associação dos mesmos a uma estrutura geológica de base comum ‒ de pelo menos (tentar) avisar (com alguma antecipação) as populações (de modo a prevenirem-se e tentarem sentir-se mais seguros por cautelosos) de certos sinais suspeitos mesmo que nada venha a acontecer. Não terão uma obrigação moral (pelos vistos aparentemente não cumprida) ou será apenas (uma constatação negativa de) um problema de objetivos e/ou de incompetência?]

 

Agora que o vulcão de FOGO (localizado na Guatemala) entrou subitamente em erupção (no passado domingo) tendo provocado (até ao momento) mais de 60 mortos ‒ dos vários vulcões localizados em território guatemalteco com o vulcão FOGO juntando-se agora a outro vulcão igualmente ativo o PACAYAL ‒ como as Coincidências (como tema central de investigação) ainda não fazem parte de nenhum sector especializado (e reconhecido) da ciência e da tecnologia (pelo menos oficial) ‒ que as possa estudar, replicar e explicar, transformando-a num Modelo de Análise (e Evolução Integrada)

 

A primeira questão que alguns dos mais curiosos e atentos a fenómenos geológicos extremos (sismológicos e/ou vulcanológicos muitas vezes associados) como os do vulcão FOGO colocarão, será se não haverá nenhuma ligação com uma anterior erupção iniciada nos primeiros dias de Maio e ainda em execução: a erupção do vulcão KILAUEA localizada no arquipélago norte-americano do HAVAÍ e situado (em linha reta e para ocidente) numa das suas ilhas (ilha Grande) a uns 7.000Km do vulcão FOGO (América Central).

 

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Por sinal fazendo ambos parte do Anel de Fogo do Pacífico (apanhando toda a costa ocidental do continente Americano fazendo parte do anel) ‒ o vulcão de FOGO e o vulcão de KILAUEA ‒ uma das regiões geologicamente (a nível de sismos e de vulcões) mais ativas (se não mesmo a mais ativa) de todo o Globo Terrestre.

 

E com a segunda questão surgindo logo de imediato e dirigida aos norte-americanos (pela evidente ligação, dado o fenómeno em estudo e o Evento em curso ‒ a USGS), sendo o de saber ‒ até pela prevenção e segurança das populações sob a sua responsabilidade, conhecendo-se um possível elo comum (entre as 2 erupções integradas no Anel do Pacífico) e podendo-se sob condições semelhantes o mesmo evento replicar-se (noutro ponto ou fissura acompanhando o Anel) ‒ qual o papel nisto tudo por parte da Natureza (do interior da Terra ao interior do Sol passando pelo Sistema) e qual a verdadeira função (no fundo Eficácia) de organizações (científicas, especializadas, nacionais e pelo conhecimento e divulgação devendo eticamente solidariedade nacional/internacional) como a USGS, não estabelecendo ligação (pelo menos publicamente) entre um Evento e o Outro (confirmando-a ou não).

 

E se amanhã este recrudescimento de atividade se deslocar mais para norte atingindo o Golfo da Califórnia (apenas a uns 3.500Km a norte do vulcão Fogo)? Certamente que a USGS saberá algo mais (mesmo hoje, mesmo ontem), transmitindo-o logo aos californianos e aí talvez aos centro-americanos.

 

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No caso da erupção do vulcão guatemalteco de FOGO (no domingo 2 de Junho) com a sua entrada em atividade a ser repentina (sem aviso nenhum dirigido às populações locais) apanhando todo o Mundo desprevenido e em muitas das situações sem qualquer possibilidade de escape (tal a rapidez e violência da erupção), com o vulcão como que a explodir lançando para a atmosfera pedras e cinza incandescente a mais de 6Km de altitude, acompanhada por rios de lava (aparecendo quase como que do nada, para todos aqueles residindo nas proximidades de FOGO) levando tudo à frente desde culturas, pastos, casas, estradas, veículos e até pessoas.

 

Um vulcão ‒ FUEGO (Guatemala) ‒ ao entrar em erupção podendo ter consequências muito mais nefastas que o KILAUEA (EUA), até pela sua forma apresentada (cónica) levando à expulsão rápida de pedras/cinzas incandescentes (a grandes distâncias) e ao aparecimento de rios de lama (por desabamentos) e de diversos rios (correntes superficiais) de lava (podendo ultrapassar os 700⁰C) surgindo e deslocando-se muito rapidamente. E com as últimas grandes erupções do vulcão de FUEGO a reportarem-se a 1902 (há 116 anos) ‒ registando-se então milhares de vítimas mortais ‒ e a 1974 (há 44 anos) afetando campos e culturas mas sem vítimas mortais.

 

Segundo as últimas informações com o vulcão a prosseguir na sua atividade eruptiva ‒ para além de mais de 60 mortos tendo já provocado centenas de feridos ‒ levando já à evacuação de mais de 3000 pessoas residindo nas suas proximidades (com as localidades mais atingidas a serem El Rodeo, Alotenango e San Miguel los Lotes), afetando já a vida de 1 milhão (direta ou indiretamente) e contaminando a atmosfera de um dos seus principais destinos turísticos ‒ ANTIGUA (a pouco mais de 15Km de distância) ‒ e da própria capital (e afetando o seu aeroporto a mais de 40Km).

 

(imagens: qz.com/Reuters ‒ news.com.au/AFP ‒Ministerio Comunicaciones / Facebook/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30

25
Mai 18

Numa imagem de 22 de Maio (2ªfeira) obtida a partir do instrumento ótico ASTER (utilizado para fornecer imagens de alta-resolução da Terra e a partir desses dados recolhidos, criando mapas sobre parâmetros como a temperatura à sua superfície) equipando o satélite TERRA (um projeto de pesquisa da NASA tendo a Terra como objetivo de estudo), pode-se ver a região rodeando o vulcão KILAUEA (localizado na maior ilha do arquipélago do HAVAÍ) três semanas após o início da sua última erupção (ocorrida a 3 de Maio): situado numa região do Globo Terrestre considerada uma das mais ativas a nível geológico ‒ com o maior número e intensidade de fenómenos Naturais originados em Sismos e Vulcões ‒ e conhecida como o Anel de Fogo do Pacífico, uma zona (em forma de ferradura) estendendo-se pelo norte desse oceano desde as ilhas de Tonga (a sudoeste), passando pelo Japão (a norte) e alcançando toda a costa ocidental do continente Americano (até sudeste).

 

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Vulcão Kilauea

(Instrumento Aster/Satélite Terra/Agência NASA)

 

No presente (25 Maio/6ªfeira) com a USGS (a instituição norte-americana de vigilância geológica) a manter o vulcão Kilauea em Alerta Vermelho, verificando-se a continuação de emissão de lava (por fontes e outras fissuras) alguma dela dirigindo-se para a costa e atingindo o oceano; num fenómeno acompanhado pela emissão de intensos gases tóxicos lançados para a atmosfera e tornando-a (nesses locais) irrespirável, de momento e aparentemente (com o vulcão) numa fase estacionária da sua atividade. Apesar de mais uma explosão detetada (lançando mais cinzas a uma altitude de cerca de 10.000 metros) e dos sismos (para já moderados) que continuam a ocorrer. Na imagem anterior (uma área de cerca de 1100Km²) ‒ relativa à erupção do Kilauea e ao dia 22 de Maio ‒ com as diferentes cores aí presentes a indicarem qual a constituição do cenário (da terra ao oceano): para além da lava ao contactar a água (do oceano) produzir um gás nocivo (sulfureto de hidrogénio), com a cor branca a representar as nuvens, com a cor vermelha a indicar a vegetação e com a cor amarela a destacar a localização dos canais de lava dirigindo-se para o mar.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

Dos Fenómenos Naturais aos Fenómenos Artificiais, contando na sua reprodução com a crescente e perigosa Apatia (do Homem) e com a Indiferença Social (Coletiva) ‒ chegado o momento de lutar pela sobrevivência (como se de um viciado se tratasse á procura da dose) num tempo e espaço já sem retorno possível.

 

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Torre Grenfell

(aproximadamente entre as 01:30 e as 05:30)

O incêndio da torre de 24 andares localizada em Londres, iniciado pouco antes da 01:00 do dia 14 de Junho de 2017 (vai fazer um ano) e com o fogo a tomar logo conta de metade do edifício onde residiriam cerca de 600 pessoas e a provocar 71 vítimas mortais

(há um ano com o edifício ali plantado ainda à espera de responsáveis)

 

Ranking Mundial

(RM)

País

Reservas de Petróleo

Nº de Barris em milhões (2017)

1

Venezuela

300,878

2

Saudi Arabia

266,455

3

Canada

169,709

4

Iran

158,400

5

Iraq

142,503

6

Kuwait

101,500

7

UAE

97,800

8

Russia

80,000

9

Libya

74,000

10

United States

39,230

A razão do Eixo conflituoso

(para os norte-americanos e tratando-se de uma fonte de energia sendo estratégico e vital) EUA Vs. Venezuela & Irão

Com esta lista de 2017 a mostrar-nos a os 10 países com mais reservas de Petróleo no Mundo (comprovadas), para além de nos esclarecer das verdadeiras razões das sansões dos EUA à Venezuela (1ºRM) explicando-nos porque tanto desejam atacar o Irão (4ºRM) ‒ e do Top 10 Mundial arrumado o Irão só faltando mesmo a Rússia (nos bolsos oleosos dos EUA)

 

1

 

Enquanto no Reino Unido um Evento Artificial,

 

‒ O incêndio da torre GRENFELL em Londres ocorrido em 14 de Junho de 2017 (faz para o mês que vem um ano)

 

Provocou (no Passado) mais de 70 vítimas mortais (se não forem ainda mais dada a possibilidade da existência de desaparecidos nunca indicados);

 

2

 

Enquanto nos EUA outro Evento Artificial,

 

‒ A existência de Petróleo no Irão tornando-o um alvo estratégico (para a Máquina Militar Norte-Americana)

 

Poderá provocar (no Futuro) a terraplanagem do seu território e o genocídio da sua população (tendo como exemplos mais recentes o Iraque, a Líbia e a Síria);

 

3

 

Noutra parte do Mundo (que não a Europa nem o Médio-Oriente) mais especificamente em pleno oceano Pacífico, a cerca de 3.000Km da costa da Califórnia e no HAVAÍ (um dos estados dos EUA) um Evento Natural,

 

‒ A erupção do vulcão KILAUEA (a 7 de Maio de 2018) localizado no Parque Nacional de Vulcões do Havaí (situado na maior ilha do arquipélago) e considerado um dos mais ativos do Mundo (tal como o Etna e o Stromboli situados na Itália)

 

Vai provocando (no Presente) grandes preocupações para as populações residentes nas suas proximidades (na ilha grande),

 

Não só devido à projeção de grandes quantidades de material para a atmosfera e ao aumento em extensão e volume das correntes de lava dirigindo-se para o mar (originadas na erupção),

 

Como também e dado o seu Elevado Nível de Toxicidade ‒ sendo esse para já o fator mais importante a ter em conta ‒ devido ao gás extremamente ácido constantemente produzido (em grande quantidade) e posteriormente libertado para a Atmosfera quando a lava toca a água (do mar): tornando o ar irrespirável (contendo mesmo fragmentos de vidro).

 

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HAVAÍ

Com a lava resultante da erupção do vulcão Kilauea iniciada há mais de quinze dias a escorrer das várias fissuras abertas no solo (com alguns desses rios de lava a dirigirem-se para o mar) provocando a destruição de casas e a fuga dos aí residentes ‒ para além do perigo de queda de material ejetado nas várias erupções e pelo perigo representado pelos gases tóxicos libertados (obrigando a utilização de máscaras)

 

4A

 

Nos dois primeiros Eventos (referentes ao Passado cumprido e ao Futuro previsto) com as responsabilidades a terem que ser obrigatoriamente atribuídas,

 

À ação do Homem,

 

E à aplicação da sua doutrina de rápido acesso ao Poder,

 

Para tal efeito (de concretização e de afirmação) rodeando o Objeto (o Ponto Central de Adoração, podendo ser transformado e reencarnando, em algo mais Elaborado e Vintage) como Nova Entidade de Culto (promovido o Objeto ao topo da Pirâmide e despromovido o sujeito a subobjecto) de uma Áurea Divina,

 

‒ Ao mesmo fornecido pela incorporação de Mais-Valia, possuindo o objeto e dando-lhe Vida mesmo que de base Mecânica …

 

4B

 

E assim face a estes dois episódios, na origem do seu arranque sendo estranhos aos Mecanismos da Natureza (fazendo Movimentar todo o nosso Ecossistema),

 

Podendo-se definir como Artificiais (ao contrário da Natureza o Homem impõe limites Imaginários para a sua intervenção mas alterando-os conforme a oportunidade nunca os cumprindo na Realidade).

 

4C

 

[Mas não sendo aqui interessante de desenvolver (ou já não bastasse a visão contínua de devastação e de morte, no julgamento de mais um horror nunca se encontrando os responsáveis) dado limitarem-se a casos ocorridos no diversificado Mundo do Crime (Público ou Privado) preferindo-se aqui a Ciência da Vida em alternativa à Tecnologia da Morte ‒ e afetando sobretudo populações civis desprotegidas residentes em Territórios definidos como de Paz ou como de Guerra (pelos vistos tanto faz) mas sem hipótese de recurso ou de defesa.]

 

5A

 

Já no Evento que aqui pretendemos verdadeiramente focar (dada a sua atualidade) com a sua ocorrência a ser em princípio da inteira responsabilidade da NATUREZA (Evento Natural),

 

‒ Apesar da preciosa contribuição do Homem nos fenómenos do Aquecimento Global e das Alterações Climáticas, podendo ter contribuição mesmo que de uma forma indireta e menor (impacto possível mas no fundo desconhecido) na ocorrência deste tipo de fenómenos ‒

 

Verificando-se o mesmo na costa ocidental dos Estados Unidos já em pleno oceano Pacífico (conjunto de ilhas tendo como capital Honolulu e aí se situando também a base naval de Pearl Harbor):

 

Num arquipélago (mais de uma centena de ilhas) descoberto (pelos europeus apesar dos indígenas) pelo britânico James Cook (em 1778) e com todas as suas ilhas a terem sido formadas por vulcões (e pela sua contínua atividade) ‒ hoje com o vulcão KILAUEA de novo extremamente ativo e como em fenómenos semelhantes, podendo destruir terra ou fazer aparecer uma nova (transformando o Espaço ao longo do Tempo e suscitando Transformações conforme o processo Evolutivo).

 

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HAVAÍ

Central Geotérmica

Vista aérea da central de produção de energia elétrica de Puna

‒ Puna Geothermal Venture ‒

Sob ameaça das correntes de lava originadas no vulcão e dirigindo-se na sua direção

 

5B

 

Falando da atual atividade vulcânica em curso no arquipélago do Havaí mais especificamente na sua maior ilha (integrando o Parque Nacional de Vulcões do Havaí),

 

‒ Onde se situam os vulcões Mauna Kea e Hualalai (código verde), Mauna Loa (código amarelo) e Kilauea (código vermelho)

 

Com as últimas informações sobre o Kilauea (USGS/final de terça-feira) a noticiarem a emissão a partir do interior do vulcão (durante as erupções) de correntes de lava contínua estendendo-se já por largas centenas de metros, algumas delas (2 das principais) dirigindo-se para o mar (desde as fissuras por onde são expelidas atingindo algumas delas mais de 3Km) e ao atingirem-no provocando a emissão para a atmosfera de gases extremamente tóxicos, entre outras consequências provocando efeitos nocivos para a respiração (dificultando-a e tornando-a perigosa por inalação de gases) assim como para a nossa derradeira cobertura e proteção corporal a pele (provocando irritações) ‒ não sendo vítima imediata da ejeção de materiais vulcânicos (atingindo-nos), podendo-o ser lentamente mas igualmente com efeitos mortais (por inalação prolongada de gases extremamente tóxicos).

 

5C

 

Com o passado histórico deste vulcão sendo muitos os rumores,

 

‒ Como o do flanco sul do vulcão poder desabar, provocando um grande deslizamento de terras para o mar e originando de imediato um grande Tsunami atingindo as costas (o litoral) do Pacífico

 

Sobre o que poderá vir a ocorrer no futuro (próximos dias),

 

Desde aqueles que preveem uma desaceleração na atividade do vulcão (nada o indicando para já);

 

Aos que mantem (os oficiais, mais moderados) que o mesmo apenas atravessa mais um dos seus ciclos normais de atividade (talvez rezando para que tal se confirme) não se prevendo que possa provocar vítimas (diretas);

 

E concluindo-se nos mais cautelosos que face à imprevisão de certos fenómenos naturais (muitos deles ainda mal compreendidos pelo Homem) e a uma certa despreocupação das autoridades locais e responsáveis nacionais científicos (talvez com razão),

 

‒ E daí surgindo as Teorias ditas da Conspiração ‒

 

Resolvem tomar as suas medidas entre elas observar, ouvir e em último caso ter algum tipo de forma de se proteger ou fugir: não seja o vulcão irritar-se um pouco mais e por qualquer razão desmaiar ou então explodir.

 

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KRAKATOA

(cartaz alusivo ao filme Krakatoa a Leste de Java)

Uma das erupções conhecidas tendo provocado mais vítimas mortais (a 2ª) ‒ mais de 36.000 mortos em menos de 24 horas ‒ e tendo levado ao desaparecimento da ilha (original) na altura (antes de ser terraplanada) com quase 900 metros de altitude (hoje de novo a crescer e ultrapassando já os 300 metros); em intensidade a 6ª maior erupção da história e sendo seguida por vários Tsunamis

 

6

 

Ou não estivesse o vulcão Kilauea (e o arquipélago do Havaí) integrado no Anel de Fogo do Pacífico (a região a nível sismológico e vulcânico mais ativa do Globo Terrestre) podendo-lhe sempre acontecer o mesmo que o sucedido com o vulcão Krakatoa (em 1883 e imortalizado no filme Krakatoa, East of Java/Krakatoa, o Inferno de Java):

 

Às 10h02 da segunda-feira 27 de agosto de 1883, quase 21 horas depois de ter entrado em mais um processo de erupção, o Krakatoa chegou a sua detonação derradeira, pulverizando a montanha na qual estava instalado. Ele desapareceu no mar, levando com ele 36 mil pessoas, mortas por asfixia, por queimaduras ou por terem sido dragadas por ondas gigantes, do tamanho de um prédio de dez andares. A última detonação do Krakatoa produziu o maior ruído já emitido no planeta, esfriou o clima da Terra (criando o ano em que não houve verão) e resultou em pores-do-sol de cores espetaculares em locais tão afastados quanto Nova York, para a alegria de alguns pintores e susto dos bombeiros, alarmados pelo vermelho berrante.” (Marcelo Bernardes/globo.com/2004)

 

(imagens: express.co.uk ‒ timesfreepress.com ‒ imdb.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:08

11
Mai 18

Planeta Terra & satélite Terra

 

Numa ação da NASA (responsável pela missão no Espaço) e da Lockheed Martin (o construtor do Veículo Espacial), a contribuição de mais uns quantos instrumentos (um deles sendo o MISR) para um estudo mais exaustivo e rigoroso do planeta Terra ‒ neste caso equipando o planeta Terra. Aqui focando-se no vulcão (norte-americano) Kilauea.

 

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1/2

Erupção do vulcão Kilauea

(Havaí/EUA ‒ 2018)

Satélite Terra ‒ Instrumento MISR ‒ Projeto EOS

 

Dois registos fotográficos referidos a 6 de Maio de 2018 (passado domingo) e capturados pelo instrumento MISR (Multi-angle Imaging SpectroRadiometer) equipando o satélite TERRA (lançado em Dezembro de 1999 e inserido em órbita da Terra a 705Km de altitude): com o instrumento MISR a integrar um total de 9 câmaras (apontando todas para diferentes direções), permitindo com esse processo (de registo múltiplo) analisar uma determinada zona do globo terrestre de 9 ângulos diferentes, certamente permitindo a recolha de dados mais extensos e rigorosos. Tendo a missão Terra (satélite com um período orbital de quase 99 minutos) como objetivo o estudo do clima e da sua relação com a evolução da Vida na Terra, proporcionando-lhe condições ambientais (ideais ou pelo menos as mais indispensáveis) para tornar o planeta habitável e o seu Ecossistema compatível com a sua Fauna, com a sua Flora e com a sus espécie dominante o Homem: focando-se no estudo da ação dos Aerossóis, das Nuvens e da Superfície do nosso planeta (e dos fenómenos que aí se passam). Num projeto (MISR) integrando o EOS (Earth Observing System) ‒ um conjunto de satélites colocados em órbita da Terra e tendo como função “observar a Superfície da Terra, a sua biosfera, a sua geologia, a sua atmosfera e os seus oceanos” tentando compreender melhor (evitando-as/solucionando-as) as causas para as (visíveis e preocupantes) Alterações Climáticas.

 

“The goal of NASA's Earth Observing System (EOS) is to increase our understanding of the climate changes that are occurring on our planet, and the reasons for these changes, so we are better equipped to anticipate and prepare for the future. The MISR instrument is a part of EOS.”

(misr.jpl.nasa.gov)

 

Planeta Terra & vulcão Kilauea

 

“Hawaii's Kilauea volcano has already shocked the world by sending massive walls of lava into houses and eating up cars and spreading acid rain across the island. But that might just be the beginning. Experts fear that the complex system underneath the volcano could be about to reach a new stage, which could see a blanket of ash and boulders the size of fridges thrown out of the volcano.”

(Andrew Griffin/independent.co.uk/11.05.2018)

 

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3/4

Erupção do Kilauea (fase iniciada a 3 de Maio) situado no Parque Nacional de Vulcões

Obrigando ao seu encerramento devido à emissão de cinzas, de lava e de gases (tóxicos)

Com o nível da lava a descer acumulando-se, aumentando a pressão e podendo explodir

 

“On May 3, 2018, a new eruption began at a fissure of the Kilauea volcano on the Island of Hawaii. Kilauea is the most active volcano in the world, having erupted almost continuously since 1983. Advancing lava and dangerous sulfur dioxide gas have forced thousands of residents in the neighborhood of Leilani Estates to evacuate. A number of homes have been destroyed, and no one can say how soon the eruption will abate and evacuees can return home.”

(nasa.gov/09.05.2018)

 

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5

Após a erupção registada no vulcão havaiano de Kilauea

No início do mês de Maio em Pahoa/Havaí/EUA

Com a cinza vulcânica lançada para a atmosfera a estender-se agora para regiões vizinhas

 

Com a NASA a mostrar-se particularmente interessada pela atividade registada neste vulcão localizado no estado norte-americano do Havaí (na maior ilha do arquipélago, vulcânica e situada na região de Pahoa), tomando em consideração o complexo sistema existente debaixo do mesmo, os sinais sísmicos a ele associados, a evolução (visível) exterior e a forte possibilidade desta fase eruptiva evoluir para uma outra muito mais violenta, lançando um aviso passando a alerta emitido pelas autoridades responsáveis pelo seu acompanhamento (a United States Geological Survey ou USGS), dada a grande probabilidade do vulcão Kilauea para além de continuar a emitir mais cinzas para a atmosfera e a lançar rios de lava sobre campos e casas destruindo e soterrando estradas e carros, evoluir para uma intensificação extrema da sua atividade (tornando-se explosiva) passando então a lançar cinzas e calhaus podendo atingir a dimensão (dramática e mortal) de um frigorífico. Segundo os especialistas desde há alguns milhares de anos com o vulcão havaiano a ter tido comportamentos semelhantes ‒ atravessando ou não uma fase mais violenta ‒ por uma meia-dúzia de vezes, tendo os dois últimos registos (relevantes) ocorrido em 1925 e 1970: podendo explodir ou não.

 

"If it goes up, it will come down". "You don't want to be underneath anything that weighs 10 tons when it's coming out at 193 km/h." The explosion will be so dramatic because of the structure of the volcano. Recent events have been changing the make-up of the volcano – and bringing about the explosive situation.

(Andrew Griffin/independent.co.uk/11.05.2018)

 

(imagens: 1/2-nasa.gov ‒ 3/4-express.co.uk ‒ 5-cnbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:34

06
Abr 18

Instalado no Monte SINABUNG,

 

– Localizado no planalto de Karo (ilha de Sumatra/Indonésia)

 

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Vulcão do Monte Sinabung

(Figura 1 e 2 – erupção de 06-04-2018)

 

Encontramos um vulcão do período QUATERNÁRIO,

 

– Cronologicamente iniciado há aproximadamente 2,6 milhões de anos atrás –

 

Ainda em plena atividade:

 

- Como se vê (pela sua idade) entrando em ação quando na Terra ainda se movimentava um género de primata não humano/não hominídeo (há 25 milhões de anos atrás e denominado PROCONSUL) – na sua fase final de existência sobre o planeta – posteriormente aparecendo o primeiro Hominídeo (substituindo o anterior exemplar há 1,5 milhões de anos atrás) denominado HOMO ERECTUS.

 

Nesse período surgindo o vulcão Sinabung – atravessando o tempo (até os dias de hoje) e várias gerações de Homo Erectus (o mais Primitivo), Neandartais, Homem do Paleolítico (há uns 200.000 anos), Homem do Mesolítico (há uns 20.000 anos) e terminando no Homo Sapiens ou Homem Moderno – e iniciando-se a sua (como se pode ver relevante) atividade geológica:

 

- Tratando-se de um estrato vulcão (atingindo a sua forma atual através de erupções sucessivas e a partir da acumulação do magma em seu redor adquirindo a forma de um cone) com lava escorrendo lateralmente e formando as suas encostas (os flancos do vulcão) atualmente orientadas na direção N-S e dando-lhe um aspeto alongado – e com a última cratera surgida (cónica) a atingir quase os 2500 metros.

 

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Sinabung

(Figura 3 – Abril 2018)

 

E recuando (digamos) cerca de dois séculos (logo a acontecimentos recentes ocorridos depois do ano 1817) com as primeiras manifestações (vulcânicas) assinaladas a serem reportadas a uma eventual erupção (não confirmada) ocorrida em 1881 e ao aparecimento de Fumarolas emitindo vapor de água e gases tóxicos (em 1912) e as mais recentes (pelo menos sendo notícia por associadas a grandes erupções) a terem ocorrido uma em 2010 e a outra em 2013: no 1º caso (2010),

 

– Com o vulcão inativo e com a erupção mais forte a ter-se registado há mais de 400 anos –

 

Com o mesmo surpreendendo tudo e todos a voltar a acordar (levantando cinzas a mais de 1,5Km de altura e expelindo lava), obrigando à evacuação de cerca de 18.000 pessoas mas felizmente sói provocando 1 vítima mortal (indireta por problemas respiratórios); já na erupção ocorrida 3 anos depois (2013) e num processo muito semelhante ao anterior, igualmente com milhares de pessoas a terem que ser evacuadas, mas infelizmente na sequência da sua atividade (continuando ativo) causando 16 vítimas mortais em Fevereiro de 2014 (seis meses passados) numa nova erupção.

 

Hoje dia 6 de Abril de 2018 pelas 09:00 horas UTC com uma nova e grande erupção a ocorrer no vulcão SINABUNG (uma outra tendo ocorrido há dois meses/Fevereiro), originando rios de lava com mais de 3Km, lançando cinzas até quase 15 Km de altitude e colocando o tráfego aéreo em Alerta Vermelho.

 

(imagens: [2/3] sumutpos.co e [1] Фобос/Phobos/Катаклизмы и катастрофы природы youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:17

15
Dez 17

“Mars is only about one-half the size of Earth and yet has several volcanoes that surpass the scale of the largest terrestrial volcanoes … The large shield volcanoes on Mars resemble Hawaiian shield volcanoes. They both have effusive eruptions which are relatively quiet and basaltic in nature. Both have summit pits or calderas and long lava flows or channels. The biggest difference between Martian and Terrestrial volcanoes is size.” (solarviews.com)

 

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Baby Island ‒ Ilha de origem vulcânica

(sul do Pacífico)

 

Confirmando mais uma vez que tudo o que vemos à nossa volta (em todas as dimensões, tendendo para o infinito e em planos paralelos) é uma réplica do mesmo molde ‒ por isso afirmarmos que se queremos conhecer os outros primeiro devemos conhecer-nos a nós próprios ‒ cientistas da NASA interessados em compreender a evolução (entre elas a geológica) do planeta Marte (como se sabe com o sector público e privado tentando a médio-prazo colonizar o planeta) decidiram prestar especial atenção a um vulcão localizado no oceano Pacífico (sul).

 

Isto porque sendo de tão simples e de tão fácil entendimento (o que vemos é o que é, foi e será) ‒ assim como a realidade dos cenários em que estamos envolvidos ‒ os mesmos (cientistas) verificaram por simples comparação entre dois objetos tão próximos (e tão semelhantes) que o que viam na Terra (em torno desse jovem vulcão) era o que tinham registado em Marte: com grandes extensões de terreno (marciano) sugerindo fortemente um processo de transformação (em muitos aspetos) semelhante ao terrestre. Levantando-se de novo a questão (apoiada por teorias credíveis) da existência de água em Marte (num passado muito remoto e formando um possível oceano).

 

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O lago interior da ilha vulcânica

(criado por um colapso de terras)

 

Tudo se iniciando numa grande explosão registada na região sul do oceano Pacífico (integrado no reino da Polinésia de Tonga) tendo como causa uma forte erupção submarina (aí ocorrida e prosseguindo no tempo) e desde há cerca de três anos Construindo esta nova ilha: inicialmente pensando tratar-se de mais um pedaço de terra temporariamente à superfície (como acontece em muitas destas erupções com a terra a desaparecer posteriormente) mas passados esses anos ainda se mantendo emerso e com o seu pico a atingir uns 120 metros de altitude. E a partir desse vulcão (ainda jovem mas instrutivo) observado na Terra, associando-os aos seus semelhantes (noutros tempos, noutros ambientes, talvez com água) há biliões de anos existentes em Marte ‒ e desse modo compreendendo uns compreendendo também os outros.

 

E como é evidente (tal como sucede na Terra) com Marte na sua História a poder ter sido (um certo dia no seu passado) um pouco turbulento, quente, com água e um pouco salgado. Sendo uma das particularidades registada neste tipo de terrenos (formados recentemente) e sabendo-se como de início eles sofreriam com uma grande erosão (levando a que muitas destas pequenas ilhas entretanto desapareçam), a sua adaptação e a sua resiliência: sendo capaz de estabilizar os terrenos e de seguida consolidar-se. Uma Ilha Bebé assente numa caldeira de um vulcão submarino (1400 metros assente acima do leito oceânico) e que segundo os especialistas ainda poderá durar de 6 a 30 anos; e segundo os cientistas podendo este tipo de formação (de pequenas ilhas oceânicas) ser em tudo idêntico, ao que poderá ter ocorrido em Marte (pelo menos com os cenários a sugerirem-no).

 

(imagens: livescience.com/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08

13
Dez 17

A 11 de Dezembro de 2017 ‒ 12ªerupção do ano do vulcão FUGO

 

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Pinceladas en el cielo en el atardecer chapin de ayer domingo. Volcan de fuego en plena erupción para hacerlo más espectacular. Sin duda una belleza.

(legenda e foto: Alejandro Vargas/@ alejandrov70/twitter.com)

 

Enquanto em Portugal (Continental) ainda se fala da Tempestade ANA e da sua passagem pelo nosso território ‒ invocando-se naturalmente a Tempestade como a causadora da queda de neve este fim-de-semana na Serra da Estrela (e na Serra do Montemuro) ‒ noutros pontos do Globo (Terrestre) os acontecimentos à superfície são bem diferentes (e distintos): como é o caso da Guatemala onde o vulcão FUGO entrou numa nova fase de atividade (12ªvez em erupção este ano) segundo o Observatório local registando-se fortes (a moderadas) explosões e colunas de fumo e de cinzas podendo atingir os 5Km de altitude. Com o material incandescente expelido pelo vulcão a atingir os 500 de altura (acima da cratera) e com a lava escorrendo pelas encostas do mesmo a atingir distâncias na ordem dos 1,5Km. Para já sem mais nada de relevante (e alarmante) a reportar (a não ser os avisos feitos à população vivendo nas proximidades do vulcão), na sequência da erupção anterior (registada no início de Novembro) muito semelhante e sem danos ou vítimas a registar.

 

A partir de 8 de Dezembro de 2017 ‒ Tempestade Carolina atravessa o UK

 

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Snow-covered fields in Aghnahily, Co Laois

(legenda e foto: sky.com)

 

Voltando de novo à Europa (e de novo à Meteorologia) que não a Portugal (já chega da Tempestade Ana pois continuamos sem chuva e sem água) reportando-nos à Vaga de Frio (na Grã-Bretanha) e às inundações (em Itália): com um grande nevão e temperaturas abaixo de zero a atingirem todo o território britânico (na sequência da deslocação da Tempestade Carolina) provocando caos nos transportes e deixando dezenas de milhares sem eletricidade (sem aquecimento e com as temperaturas mínimas a atingirem os 12⁰C negativos) ‒ durante o fim-de-semana de 8 a 10 e logo no dia 11 (segunda-feira) voltando-se de novo ao trabalho (ao normal) com um dia brilhante e cheio de Sol mas também com muito frio (gelo e neve). Comparativamente com os efeitos provocados pela passagem da nossa 1ªTempestade (ANA) sobre território nacional (também por este último fim-de-semana) com os efeitos da passagem da Tempestade Carolina sobre território britânico a serem muito mais gravosos, tanto a nível dos transportes como das faltas de energia (duas infraestruturas básicas sofrendo com estes extremos meteorológicos).

 

A 12 de Dezembro de 2017 ‒ Inundações em Itália na região de Emília-Romanha

 

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Maltempo EmiliaRomagna, tracima il fiume Secchia nel modenese - ProtezioneCivile

(legenda e foto: Giornale ProCiv/@giornaleprociv/twitter.com)

 

Ainda no Continente Europeu mas deslocando-nos (vindos da Ilha) mais para sudeste na direção do Mediterrânico, deparando-nos com a Itália agora com a sua região de Emília-Romanha (e depois de dias consecutivos de intensa precipitação) sob grandes inundações com o extravasar dos seus rios: com a chuva (caindo a cântaros) aumentando dramaticamente o volume do caudal dos seus rios, fazendo-os galgar as suas margens e inundando toda esta região do nordeste da Itália (obrigando para já à evacuação de cerca de 1000 pessoas). E com os meteorologistas a afirmarem que apesar do pior já ter passado esperando-se que o mau tempo se mantivesse pelo menos mais 1/2 dias ainda com elevada precipitação ‒ deixando todos em alerta para as próximas horas (e com a previsão a apontar o deslocamento do mau tempo agora na direção ‒ entre outros países ‒ da Croácia e da Albânia). E assim tendo falado um poucochinho deles e comparando estes três (atrás referidos) Eventos ‒ um Geológico e dois Meteorológicos mas coexistindo no mesmo Ecossistema ‒ tendo-se que concluir que entre estas notícias (e sem qualquer tipo de dúvida) a notícia eliminada seria a de Portugal.

 

(legendas e imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:22

29
Nov 17

O vulcão AGUNG localizado na ilha de BALI na INDONÉSIA depois de ter entrado em erupção no passado dia 21 (há uma semana) e lançado material para a atmosfera,

 

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1

(foto: Kriss Sieniawski)

 

Voltou de novo a entrar em erupção no dia 25 (sábado) agora com maior intensidade e com o topo da coluna de cinzas a atingir uma altitude de cerca de 6Km (20000 pés).

 

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2-3

(fotos: Sutopo Purwo Nugroho e Shérine)

 

Horas depois da ocorrência desta 2ª e violenta erupção (ainda no dia 25) com o vulcão a entrar na sua fase magmática começando a expelir lava para o exterior e com a mesma a começar a escorrer pela montanha ‒ figura 7/água contendo cinzas vulcânicas e lama (subindo de imediato o nível de alerta):

 

A nível turístico (a principal fonte de receitas da ilha) com a consequência imediata a ser a suspensão de todos os voos (com o topo da coluna de cinzas a ultrapassar já os 9Km ou 30000 pés);

 

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4

(foto: Sutopo Purwo Nugroho)

 

E a nível interno com este fenómeno vulcânico a afetar todo o quotidiano da ilha (num raio de 8/10Km a partir da cratera) e forçando à evacuação milhares de pessoas estimadas em 100000.

 

Numa área localizada em torno do vulcão Agung e tendo estado (vulcanicamente) tranquila desde há 53 anos (com a última erupção a referir-se a 1963/64), com as pessoas resistindo à partida (muitas delas nunca tendo visto uma tal erupção) deixando para trás a sua casa, as suas terras, os eus animais e a sua vida.

 

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5-6

(foto: Shérine e Dr Janine Krippner)

 

Para já não sendo possível prever o fim deste violento surto vulcânico (no vulcão Agung) apesar de na sua última grande erupção o mesmo ter estado longo tempo em atividade (até acalmar) causando nesse período umas 1600 vítimas mortais.

 

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7

(foto: Reuters/straitstimes.com)

 

Num momento dramático para todos os habitantes da ilha de BALI (locais e turistas), num fenómeno geológico por muitos nunca visto (e experienciado ao vivo) há mais de 50 anos e podendo provocar a deslocação de 100000 pessoas e o isolamento parcial deste território da Indonésia ‒ já com o seu aeroporto encerrado. Num destino turístico que só no 1º semestre de 2017 terá recebido a visita de cerca de 4,5 milhões de indivíduos (oriundos de todo o mundo).

 

(fonte e imagens: watchers.news ‒ última imagem: striaststimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:01

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