Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Mar 20

Tendo sido declarada hoje dia 11 de março de 2020 (quarta-feira) pela WHO (Organização Mundial de Saúde), a PANDEMIA (do novo coronavírus) COVID-19. Quando (no início da tarde) o total de vítimas mortais ascende a 4.373, estendendo-se por 118 países.

 

Lisboa (Portugal)

19:30 (locais)

E esta quarta-feira (março, 11) com o tempo a apresentar-se quente e com as praias bem preenchidas − talvez porque os portugueses tenham ouvido que o novo coronavírus Covid-19 não gosta muito de calor − tendo-se até ao momento registado (para além dos 3.066 contactados sob vigilância) 471 casos suspeitos, desses com 59 casos confirmados (12,5%) e até ao momento com 0 vítimas mortais (0%) e 0 doentes recuperados (0%) − dados da DGS publicado em jn.pt pelas 13:32.

 

Screenshot_2020-03-11 What is a global pandemic WH

A Organização Mundial de Saúde e o Covid-19

Com a OMS/WHO a promover a Epidemia a Pandemia

(mesmo que não passando de um pormenor técnico)

Genebra, 2020 março 11

 

RVM

P

I

VM

Taxa de Mortalidade

China

80.969

3.162

3,9%

Itália

10.149

631

6,2%

Irão

9.000

354

3,9%

Coreia do Sul

7.755

54

0,7%

Espanha

2.164

49

2,3%

França

1.784

33

1,8%

EUA

1.050

23

2,2%

Japão

581

22

3,8%

36º

Portugal

59

0

0,0%

P: País I: Infetados VM: Vítimas Mortais

(Coronavirus COVID-19 Global Cases/

Center Systems Science and Engineering (CSSE)/Johns Hopkins University (JHU)/

11.03.2020 14:33:04)

 

Como se pode constatar na tabela abaixo numa amostra de mais de 70.000 casos confirmados do coronavírus covid-19 (no presente ultrapassando os 120.000) com a grande maioria dos infetados a concentrarem-se nos mais idosos − idades superiores a 70 anos (quase 1/4); e com a taxa de incidência nos mais novos (0 a 9 anos) a ser praticamente nula. Logo quanto mais velho/mais frágil, tendo de se ter  ainda mais cuidado (comparativamente com os jovens/mais fortes).

 

Idade

Mortalidade p/Idade

Mortalidade p/ Género

80+

14,8%

2,8% entre os homens e 1,7% entre as mulheres

70-79

8,0%

60-69

3,6%

50-59

1,3%

10-49

1,0%

0-9

0,0%

0,0%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

E da mesma forma que a idade pode ser um fator importante na incidência e na taxa de mortalidade deste vírus, também pré-condições existentes de saúde de cada infetado poderá contribuir fortemente para o aumento da taxa de mortalidade (como se constata na tabela seguinte). Concluindo-se que idade/doenças sejam dois parâmetros importantes para a evolução da doença: sendo idoso e doente crónico, o pior cenário desejado (estando o vírus por aí).

 

Doença

Mortalidade por condições pré-existentes

Cardiovascular

10,5%

Diabetes

7,3%

Respiratória crónica

6,3%

Hipertensão

6,0%

Cancro

5,6%

(sem doenças pré-existentes declaradas)

0,9%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

Depois dos números na China terem aparentemente estabilizado (na China, parecendo mesmo estar a descer) parecendo o mesmo estar a suceder (na estabilização) com a Coreia do Sul, com outros casos ainda a serem bem preocupantes desde a Itália (e países próximos e a caminho de Portugal como a Alemanha, a França e a Espanha) e o Irão mas nunca esquecendo os EUA (em rápida ascensão). Em Portugal e ainda muito no início com o “ambiente” para já razoável, sendo provavelmente confirmada (para salvaguarda dos jovens) a antecipação das férias da Páscoa.

 

(imagem: newsweek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

06
Mar 20

[WHO: 2020-03-06 23:40:03 UTC]

 

Numa tabela incluindo os 96 países já infetados pelo vírus (COVID-19) e com PORTUGAL em  43º lugar (13 casos confirmados), com os líderes em vítimas mortais a serem a CHINA (com 3.042), a ITÁLIA (com 148) e o IRÃO (com 124) − com a Coreia do Sul (43) e os EUA (14) logo a seguir e a França (9),  perto deste último.

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Casos de Covid-19:

100.776

Casos Ativos:

41.367 (41%)

Casos Fechados:

59.409 (59%)

Condição Média: 35.081 (34,8%)

Condição Grave: 6.286 (6,2%)

Vít. Mortais:

3.412 (3,4%)

Recuperados:

55.997 (55,6%)

Países afetados:

96

Taxa de transmissão

1 individuo infetando 2/3

Período de Incubação

0 a 14 dias (0/27)

Taxa de Mortalidade

3,4%

 

Procurando compreender melhor a evolução ao longo do tempo do surto epidémico associado ao aparecimento do novo coronavírus COVID-19 (entrados no terceiro mês e com os avisos e alertas a serem lançados logo no início deste ano de 2020) − como é o caso da evolução dos parâmetros Infetados/Vítimas Mortais/Recuperados registados até ao momento na China (o centro do surto), comparando-os com os agora registados no Resto do Mundo (a periferia de seguida sendo infetada) – sendo interessante consultar o site [virusncov.com COVID-19 Coronavirus] até para termos uma perceção mais completa da grandeza daquilo com que se está a lidar (dados na tabela acima): mais uma versão do coronavírus nas suas versões anteriores (como o MERS e o SARS) já tendo sido responsável por outros surto epidémicos e muitas e muitas vítimas mortais − para além do que por cá ficou e que nos acompanha até ao presente, desde que apareceu o vírus INFLUENZA (a GRIPE).

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Acompanhados por três gráficos (indicados acima) indicando-nos a evolução (num determinado intervalo de tempo) do número total de casos, de mortes e numa sobreposição, de casos/mortes (com as respetivas curvas). E das tabelas e dos gráficos logo se concluindo a taxa de mortalidade andar ainda pelos 3,4%, mas com as taxas de recuperação a estarem já a caminho dos 60%: mas com a curva (da evolução negativa da doença) continuando a subir, apesar de parecer querer abrandar mas ainda lentamente, esperando-se que ainda este mês (o mais cedo possível) atinja o seu pico máximo (estabilizando, descendo, desaparecendo) − pelo menos na China, esperando para se ver o que sucederá agora, que ele já está (pelos vistos em força) na EUROPA (entre nós).

 

(imagens: virusncov.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

23
Out 14

A partir do último relatório divulgado ontem pela WHO (Organização Mundial de Saúde) a propagação da infecção provocada pelo vírus hemorrágico e mortal EBOLA parece estar em queda:

 

nigeria310.jpg

Depois do Senegal chegou a vez da Nigéria
Livres do vírus EBOLA

 

- O Senegal e a Nigéria já foram declarados livres do vírus;
- Na Guiné, Libéria e Serra Leoa tem-se observado (apesar de tudo) a uma queda nos números de casos/mortos confirmados, apesar de na Serra Leoa a situação continuar muito grave;
- No resto do mundo a situação mantém-se normal, com o registo de casos pontuais nalguns países (como os EUA e a Espanha) justificados, ou por o doente já vir infectado de outro país (os já falecidos), ou por ter sido contaminado directamente por outro doente infectado (os sobreviventes);
- No que diz respeito a Portugal a única notícia preocupante poderá residir neste momento num (para já pequeno) foco de infecção detectado na província de Boke, região da Guiné (Guiné-Conakry) fazendo fronteira com a Guiné-Bissau. É que Portugal tem relações privilegiadas com esta sua ex-colónia, além das ligações aéreas existentes entre os dois países.

 

Um relatório da WHO que apesar de continuar a assinalar a gravidade da situação actual (especialmente em África), parece apontar para um desaceleração da propagação do vírus.

 

Numa missão que deveria ter sido desencadeada há meio ano atrás!

 

(imagem – WHO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:16
tags: ,

10
Out 14

Organização Mundial de Saúde

who-logo.jpg

 EBOLA
10.10.2014

 

 

Estes são os últimos dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde sobre o recente surto do vírus EBOLA:

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
Guiné 1350 0778 58
Libéria 4076 2316 57
Serra Leoa 2950 0930 32
Total 8376 4024 48


(países onde o vírus está bastante disseminado e a sua transmissão é intensa)

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
Nigéria 20 8 40
Senegal 01 0 00
Espanha 01 0 00
EUA 01 1 100
Total 23 9 39


(países numa fase inicial ou localizada de transmissão do vírus)

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
R. D. Congo 71 43 61


(anexo relacionado a novos casos reportados a outro país)

 

 

Como se pode ver facilmente pela análise das diferentes tabelas anteriores, os três países (africanos) com maior incidência do vírus EBOLA resumem-se a três: à Guiné, a Libéria e a Serra Leoa. Dois outros estados vizinhos (a Nigéria e o Senegal) investiram na prevenção e no tratamento da doença e os resultados daí obtidos são bem visíveis. Um outro país revela-se agora no número de casos detectados: R. D. Congo.

 

De realçar a elevada percentagem de indivíduos que acabaram por morrer (face ao número de infectados) muito próxima dos 50%. E ainda a aparente fragilidade na informação e aplicação em situações extremas como esta dos conhecimentos e técnicas dos sistemas de saúde norte-americanos e europeus – em que um vírus desconhecido e mortal se introduz numa sociedade que todos cremos segura e protegida – como o parecem ter demonstrado os casos de Dallas (EUA) e de Madrid (Espanha): dois casos confirmados, um morto (para já) e dezenas de outros suspeitos (em observação/quarentena).

 

(dados: WHO/OMS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12
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