Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Mar 21

[OMS/WHO]

 

Qual a razão para (tendo-se já anteriormente atingido, o pico máximo de atividade do coronavírus) o nº global de infetados depois de seis (6) semanas consecutivas a descer, inverter essa evolução, estando desde há três (3) semanas sempre a subir?

 

Screenshot_2021-03-17 Coronavirus disease (COVID-1

Dr Tedros Adhanom Ghebreyesus

(Diretor Geral da WHO)

 

S

D

I

O

N

V (%)

N

V (%)

16.02.2021

2.700.000

-16

81.000

-10

23.02.2021

2.400.000

-11

66.000

-20

02.03.2021

2.600.000

+7

63.000

-6

09.03.2021

2.700.000

+2

60.000

-6

16.03.2021

3.000.000

+10

58.000

-3

(S: Semana D: Data I: Infetados O: Óbitos N: Número V: Variação)

 

Imagem1.jpg

 

S

CGI

Was driven by increases in the Eastern Mediterranean (10%), African Region (10%), and Europe (4%).

Only South-East Asia and the Eastern Mediterranean regions showing a small 2% and 7% increase, respectively.

Was driven by increases in the Eastern Mediterranean (14%), South-East Asia (9%), Europe (9%) and the Americas (6%).

Was driven by increases in the Eastern Mediterranean (10%), African Region (10%), and Europe (4%), while small declines were seen in the Americas (-2%), South-East Asia (-2%) and Western Pacific regions (-6%).

the Americas and Europe continue to account for over 80% of new cases and new deaths, with rises in new cases seen in all regions apart from Africa, where they remained the same as last week.

(S: Semana CGI: Casos Globais Infetados)

 

Colocando-nos numa situação algo preocupante face a estes alertas da WHO (não lhe estando a ser dado o devido destaque), baseada em números, e não em intenções e palavreado (político e pretensamente teórico/erudito): com a “Curva Covid-19” em rota descendente (6 semanas), verificando-se desde há 3 semanas uma subida global do número de infetados.

 

Screenshot_2021-03-17 Year of Health and Care Work

Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde

(2021)

 

COVID-19 Weekly Epidemiological

(relatório de 28.02.2021)

- Aí observando-se já uma ligeira subida no nº de infetados -

Global overview

Possíveis razões para o aumento de infetados

*The continued spread of more transmissible variants of concern (VOCs)

*Relaxation of public health and social measures (PHSM)

*Fatigue around adhering to PSHM measures

Organismos responsáveis de saúde

*Basic public health measures remain the foundation of the response

Deveres das autoridades de saúde

*Testing

*contact tracing

*isolation

*supported quarantine

*quality care

Deveres dos individuos

*Avoiding crowds

*physical distancing

*hand hygiene

*masks

*ventilation

Vacinas

*Immunity conferred by vaccination takes weeks at the individual level

*And it may take longer to observe impacts at the population-level

 

Pelo que o conhecimento do relatório elaborado pela WHO/OMS e publicado a 28 de fevereiro ─ sobre a evolução global e semanal da epidemia de COVID-19 ─ por altura da inversão da tendência decrescente de atividade do vírus, podendo neste caos informativo servir de alguma ajuda (contribuição) para alguém (ficar a saber o que diz a WHO).

 

(dados e imagens: WHO/who.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42

16
Mar 21

[E qual poderá o seu papel (dos EUA) regressando em pleno (e à liderança) da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO).]

 

Screenshot_2021-03-15 2020-annual-report pdf.jpg

 

Department of Health and Human Services.

2020 Annual Report

(hhs.gov)

 

Covid-19

Goal 2: Protect the Health of Americans Where They Live, Learn, Work, and Play

Strengthening Health Cooperation and U.S. Humanitarian Leadership

 

Combatting MALIGN influences in the Americas:

 

“OGA used diplomatic relations in the Americas region to MITIGATE EFFORTS by states, including CUBA, VENEZUELA, and RUSSIA, who are working to increase their influence in the region to the detriment of US SAFETY and SECURITY. OGA coordinated with other U.S. government agencies to strengthen diplomatic ties and offer technical and humanitarian assistance to DISSUEDE COUNTRIES in the region from accepting AID from these ILL-IMTENTIONED STATES. Examples include using OGA’s Health Attaché office to persuade BRAZIL to REJECT the RUSSIAN COVID-19 VACCINE and offering CDC technical assistance in lieu of Panama accepting an offer of CUBAN DOCTORS.”

 

[Afastado o republicano Donald Trump e agora com o democrata Joe Biden (o novo inquilino da Casa Branca) na presidência dos EUA, do ponto de vista da Europa e olhando-se para esse “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley), podendo-se afirmar que “A Oeste Nada de Novo” (Erich Maria Remarque).]

 

(imagem: hhs.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

11
Mar 20

Tendo sido declarada hoje dia 11 de março de 2020 (quarta-feira) pela WHO (Organização Mundial de Saúde), a PANDEMIA (do novo coronavírus) COVID-19. Quando (no início da tarde) o total de vítimas mortais ascende a 4.373, estendendo-se por 118 países.

 

Lisboa (Portugal)

19:30 (locais)

E esta quarta-feira (março, 11) com o tempo a apresentar-se quente e com as praias bem preenchidas − talvez porque os portugueses tenham ouvido que o novo coronavírus Covid-19 não gosta muito de calor − tendo-se até ao momento registado (para além dos 3.066 contactados sob vigilância) 471 casos suspeitos, desses com 59 casos confirmados (12,5%) e até ao momento com 0 vítimas mortais (0%) e 0 doentes recuperados (0%) − dados da DGS publicado em jn.pt pelas 13:32.

 

Screenshot_2020-03-11 What is a global pandemic WH

A Organização Mundial de Saúde e o Covid-19

Com a OMS/WHO a promover a Epidemia a Pandemia

(mesmo que não passando de um pormenor técnico)

Genebra, 2020 março 11

 

RVM

P

I

VM

Taxa de Mortalidade

China

80.969

3.162

3,9%

Itália

10.149

631

6,2%

Irão

9.000

354

3,9%

Coreia do Sul

7.755

54

0,7%

Espanha

2.164

49

2,3%

França

1.784

33

1,8%

EUA

1.050

23

2,2%

Japão

581

22

3,8%

36º

Portugal

59

0

0,0%

P: País I: Infetados VM: Vítimas Mortais

(Coronavirus COVID-19 Global Cases/

Center Systems Science and Engineering (CSSE)/Johns Hopkins University (JHU)/

11.03.2020 14:33:04)

 

Como se pode constatar na tabela abaixo numa amostra de mais de 70.000 casos confirmados do coronavírus covid-19 (no presente ultrapassando os 120.000) com a grande maioria dos infetados a concentrarem-se nos mais idosos − idades superiores a 70 anos (quase 1/4); e com a taxa de incidência nos mais novos (0 a 9 anos) a ser praticamente nula. Logo quanto mais velho/mais frágil, tendo de se ter  ainda mais cuidado (comparativamente com os jovens/mais fortes).

 

Idade

Mortalidade p/Idade

Mortalidade p/ Género

80+

14,8%

2,8% entre os homens e 1,7% entre as mulheres

70-79

8,0%

60-69

3,6%

50-59

1,3%

10-49

1,0%

0-9

0,0%

0,0%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

E da mesma forma que a idade pode ser um fator importante na incidência e na taxa de mortalidade deste vírus, também pré-condições existentes de saúde de cada infetado poderá contribuir fortemente para o aumento da taxa de mortalidade (como se constata na tabela seguinte). Concluindo-se que idade/doenças sejam dois parâmetros importantes para a evolução da doença: sendo idoso e doente crónico, o pior cenário desejado (estando o vírus por aí).

 

Doença

Mortalidade por condições pré-existentes

Cardiovascular

10,5%

Diabetes

7,3%

Respiratória crónica

6,3%

Hipertensão

6,0%

Cancro

5,6%

(sem doenças pré-existentes declaradas)

0,9%

Dados

(Tom Kirkman/oilprice.com

numa amostra de meados de fevereiro de 2020

já com  mais de 72.000 indivíduos infetados pelo covid-19)

 

Depois dos números na China terem aparentemente estabilizado (na China, parecendo mesmo estar a descer) parecendo o mesmo estar a suceder (na estabilização) com a Coreia do Sul, com outros casos ainda a serem bem preocupantes desde a Itália (e países próximos e a caminho de Portugal como a Alemanha, a França e a Espanha) e o Irão mas nunca esquecendo os EUA (em rápida ascensão). Em Portugal e ainda muito no início com o “ambiente” para já razoável, sendo provavelmente confirmada (para salvaguarda dos jovens) a antecipação das férias da Páscoa.

 

(imagem: newsweek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

06
Mar 20

[WHO: 2020-03-06 23:40:03 UTC]

 

Numa tabela incluindo os 96 países já infetados pelo vírus (COVID-19) e com PORTUGAL em  43º lugar (13 casos confirmados), com os líderes em vítimas mortais a serem a CHINA (com 3.042), a ITÁLIA (com 148) e o IRÃO (com 124) − com a Coreia do Sul (43) e os EUA (14) logo a seguir e a França (9),  perto deste último.

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Casos de Covid-19:

100.776

Casos Ativos:

41.367 (41%)

Casos Fechados:

59.409 (59%)

Condição Média: 35.081 (34,8%)

Condição Grave: 6.286 (6,2%)

Vít. Mortais:

3.412 (3,4%)

Recuperados:

55.997 (55,6%)

Países afetados:

96

Taxa de transmissão

1 individuo infetando 2/3

Período de Incubação

0 a 14 dias (0/27)

Taxa de Mortalidade

3,4%

 

Procurando compreender melhor a evolução ao longo do tempo do surto epidémico associado ao aparecimento do novo coronavírus COVID-19 (entrados no terceiro mês e com os avisos e alertas a serem lançados logo no início deste ano de 2020) − como é o caso da evolução dos parâmetros Infetados/Vítimas Mortais/Recuperados registados até ao momento na China (o centro do surto), comparando-os com os agora registados no Resto do Mundo (a periferia de seguida sendo infetada) – sendo interessante consultar o site [virusncov.com COVID-19 Coronavirus] até para termos uma perceção mais completa da grandeza daquilo com que se está a lidar (dados na tabela acima): mais uma versão do coronavírus nas suas versões anteriores (como o MERS e o SARS) já tendo sido responsável por outros surto epidémicos e muitas e muitas vítimas mortais − para além do que por cá ficou e que nos acompanha até ao presente, desde que apareceu o vírus INFLUENZA (a GRIPE).

 

Screenshot_2020-03-06 Coronavirus 2019-nCov Statis

 

Acompanhados por três gráficos (indicados acima) indicando-nos a evolução (num determinado intervalo de tempo) do número total de casos, de mortes e numa sobreposição, de casos/mortes (com as respetivas curvas). E das tabelas e dos gráficos logo se concluindo a taxa de mortalidade andar ainda pelos 3,4%, mas com as taxas de recuperação a estarem já a caminho dos 60%: mas com a curva (da evolução negativa da doença) continuando a subir, apesar de parecer querer abrandar mas ainda lentamente, esperando-se que ainda este mês (o mais cedo possível) atinja o seu pico máximo (estabilizando, descendo, desaparecendo) − pelo menos na China, esperando para se ver o que sucederá agora, que ele já está (pelos vistos em força) na EUROPA (entre nós).

 

(imagens: virusncov.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

23
Out 14

A partir do último relatório divulgado ontem pela WHO (Organização Mundial de Saúde) a propagação da infecção provocada pelo vírus hemorrágico e mortal EBOLA parece estar em queda:

 

nigeria310.jpg

Depois do Senegal chegou a vez da Nigéria
Livres do vírus EBOLA

 

- O Senegal e a Nigéria já foram declarados livres do vírus;
- Na Guiné, Libéria e Serra Leoa tem-se observado (apesar de tudo) a uma queda nos números de casos/mortos confirmados, apesar de na Serra Leoa a situação continuar muito grave;
- No resto do mundo a situação mantém-se normal, com o registo de casos pontuais nalguns países (como os EUA e a Espanha) justificados, ou por o doente já vir infectado de outro país (os já falecidos), ou por ter sido contaminado directamente por outro doente infectado (os sobreviventes);
- No que diz respeito a Portugal a única notícia preocupante poderá residir neste momento num (para já pequeno) foco de infecção detectado na província de Boke, região da Guiné (Guiné-Conakry) fazendo fronteira com a Guiné-Bissau. É que Portugal tem relações privilegiadas com esta sua ex-colónia, além das ligações aéreas existentes entre os dois países.

 

Um relatório da WHO que apesar de continuar a assinalar a gravidade da situação actual (especialmente em África), parece apontar para um desaceleração da propagação do vírus.

 

Numa missão que deveria ter sido desencadeada há meio ano atrás!

 

(imagem – WHO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:16
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10
Out 14

Organização Mundial de Saúde

who-logo.jpg

 EBOLA
10.10.2014

 

 

Estes são os últimos dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde sobre o recente surto do vírus EBOLA:

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
Guiné 1350 0778 58
Libéria 4076 2316 57
Serra Leoa 2950 0930 32
Total 8376 4024 48


(países onde o vírus está bastante disseminado e a sua transmissão é intensa)

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
Nigéria 20 8 40
Senegal 01 0 00
Espanha 01 0 00
EUA 01 1 100
Total 23 9 39


(países numa fase inicial ou localizada de transmissão do vírus)

 

 

PAÍS CASOS MORTES Mortes/Casos (%)
R. D. Congo 71 43 61


(anexo relacionado a novos casos reportados a outro país)

 

 

Como se pode ver facilmente pela análise das diferentes tabelas anteriores, os três países (africanos) com maior incidência do vírus EBOLA resumem-se a três: à Guiné, a Libéria e a Serra Leoa. Dois outros estados vizinhos (a Nigéria e o Senegal) investiram na prevenção e no tratamento da doença e os resultados daí obtidos são bem visíveis. Um outro país revela-se agora no número de casos detectados: R. D. Congo.

 

De realçar a elevada percentagem de indivíduos que acabaram por morrer (face ao número de infectados) muito próxima dos 50%. E ainda a aparente fragilidade na informação e aplicação em situações extremas como esta dos conhecimentos e técnicas dos sistemas de saúde norte-americanos e europeus – em que um vírus desconhecido e mortal se introduz numa sociedade que todos cremos segura e protegida – como o parecem ter demonstrado os casos de Dallas (EUA) e de Madrid (Espanha): dois casos confirmados, um morto (para já) e dezenas de outros suspeitos (em observação/quarentena).

 

(dados: WHO/OMS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12
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