Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Fev 21

Mas as palavras, também se abatem!

 

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Afinal de contas (num total de umas 6.000) com o nº de escolas infetadas (nela tendo sido detetados, casos de Covid-19) não sendo mais de cem (Ministério da Educação), não sendo mais mil (FENPROF), sendo apenas umas três mil (Ministério da Educação + Tribunal) cerca de 50% ─ isto depois de ficarmos a saber, o que o Ministério da Educação já sabia antes: que as novas estirpes/variantes então já circulando, eram mais contagiosas/infeciosas agora também nos mais jovens. Diretores de Escolas, Associações de Pais, Ministério (adeptos inflexíveis do não encerramento das escolas), onde estão os responsáveis? Na Alemanha e face ao cenário (que toda a gente previa) encerradas desde o Natal.

 

“Os erros de comunicação dos decisores políticos e a “obesidade informativa” foram os principais fatores por detrás do maior relaxamento dos portugueses neste segundo confinamento (segundo o médico psiquiatra Vítor Cotovio). “Os números têm de ter rosto”, sob pena de nos habituarmos a “encarar 200 mortes diárias como se fosse uma coisa prosaica” (disse o mesmo).” (publico.pt/04.02.2021)

 

Como consequência da inatividade (apenas com ações reativas) protagonizada pelos respetivos responsáveis (autoridades governamentais) ao não decidirem atempadamente (nem prevenindo, nem remediando) a interrupção da rede de contágio COVID-19 ─ mantendo abertas até ao fim (ultrapassando mesmo o limite do aceitável) as três principais vias de transmissão ligando Famílias/Lares, Famílias/Escolas e Família/Empresas ─ a divulgação já hoje concretizada do relatório da situação sobre a evolução desta Pandemia (numa nova vaga provocada pelo vírus SARS CoV-2), mantendo-se ainda o nº elevado de infetados (+6.916 ontem), de vítimas mortais (+258 ontem) e de internamentos (num impressionante total de 6.412 doentes): e infelizmente batendo-se mais um recorde (Covid-19), com o nº de internados em cuidados intensivos (UCI) a atingir os 904 indivíduos.

 

“O vírus é democrático na forma como é apanhado, mas não é democrático nas suas consequências.” (Vítor Cotovio/publico.pt/04.02.2021)

 

E atingidos os 755.774 infetados e os 13.740 óbitos, ainda-por-cima estando no meio de uma enorme confusão (com a Saúde em implosão) agora ainda mais agravada com a chegada das vacinas (e do pior que o Homem tem) ─ prometida por SMS, telefonema ou carta, e-mail isso é que não ─ nada de concreto (palpável, sentido) se vendo fazer (para contrariar, motivar, fazer acreditar, relançar) em setores fundamentais como são os da Saúde e da Economia: tal como aqui atrás dos chefes (nunca estando presentes aquando dos seus deveres morais e materiais/ajudarem-nos, sempre aquando do usufruto de direitos legais ou ilegais/vacinarem-se), sempre a reboque das elites. Assim se lendo nos média, espalhadas por aqui e por ali, algumas notícias curiosas ─ isto apenas para não se dizer, serem claramente estratégicas ─ com as empresas a invocarem (exigirem) a necessidade dum certificado (extra) para este “novo normal trabalhador” (passando a novo normal = anormal, abdicando de direitos): se viram “O Oitavo Passageiro”, obviamente (nem a PIDE se existisse hoje, se lembraria disso) para nos proteger do bicho (que alguns terão dentro dele).

 

“New COVID-19 prediction models forecast a potential fourth wave.

Under all plausible scenarios (Fred Hutch researchers), rapid vaccination and early enforcement of partial lockdown are the two most critical variables to save the greatest number of lives.” (geekwire.com/03.02.2021)

 

(imagem: Kiyomi Taguchi/University of Washington/geekwire.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:41

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