Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

20
Jul 15

Muitas são as imagens de Marte apresentando-nos paisagens caóticas, áridas e por vezes como que calcinadas. Com particularidades curiosas que tanto confirmam esse caos, como a sua possível organização (nem que fosse noutros tempos, restando agora destroços): aqui com três tipos diferentes de estruturas geológicas, distribuídas num mesmo cenário (muitas vezes fazendo-nos lembrar paisagens subaquáticas – e como a água de Marte há muito desaparecidas).

 

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Marte – Curiosity Rover – Sol 1049
Navcam Left B – 20.07.15

 

Se assim o desejarmos e conseguirmos, ao olharmos para as imagens que diariamente nos enviam do planeta Marte, facilmente poderemos ser conduzidos para a hipótese ainda teórica, de que poderemos estar a olhar para um espelho: da nossa própria evolução e num determinado tempo (por nós criado) no Espaço.

 

Ou seja: já que na Terra existe Vida e em Marte não e tomando este último planeta como referência para a nossa História particular, porque não pensar que neste planeta nosso vizinho apesar de mais pequenininho (pouco mais de metade do raio da Terra), possa um dia há biliões e biliões de anos ter existido água, atmosfera e até vida organizada (e inteligente).

 

O que apesar de ser difícil de aceitar devido à falta de provas que ponham em evidência essa possibilidade (Marte parece um planeta que morreu há muitos biliões de anos, sendo as imagens daí enviadas uma prova clara disso – com grandes extensões de planícies e elevações apresentando-se como o resultado de um violento ataque a toda a estrutura geológica do mesmo, erodindo-a, calcinando-a e espalhando-a de novo), ainda nos leva nem que seja por qualquer tipo de sugestão (evolutiva mas inconsciente) a pensar sempre nisso.

 

A Terra seria assim um potencial local para a existência de Vida, talvez o passo seguinte dado pela mesma (num novo ciclo planetário) para evitar a sua própria extinção: aproveitando um novo meio ambiente mais propício à sua evolução (a Terra ainda virgem), aqui introduzida como melhor alternativa ao seu anterior mundo já em decadência e perdição (um Marte moribundo e já num caos apocalíptico). Com a Terra a poder representar o passado de Marte e Marte a poder representar o futuro da Terra – num ciclo infindável de saltos interplanetários talvez mesmo intergaláticos (já agora e porque não?).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56
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