Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Mai 20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

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